Semanário Litúrgico | XXIX Domingo do Tempo Comum

SEMANÁRIO LITÚRGICO
XXVIII DOMINGO DO TEMPO COMUM

20.10.2024 - Ano B
Cor Litúrgica: Verde

RITOS INICIAIS

ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Antífona da entrada
Sl 16, 6.8
Respondei-me, Senhor, quando Vos invoco, ouvi a minha voz, escutai as minhas palavras. Guardai-me dos meus inimigos, Senhor. Protegei-me à sombra das vossas asas.

CANTO

CLAMO POR VÓS, MEU DEUS, PORQUE ME ATENDESTES;
INCLINAI VOSSO OUVIDO E ESCUTAI-ME.
GUARDAI-ME COMO A PUPILA DOS OLHOS,
À SOMBRA DAS VOSSAS ASAS ABRIGAI-ME.

Ó SENHOR, OUVI A MINHA JUSTA CAUSA,
ESCUTAI-ME E ATENDEI O MEU CLAMOR!

CLAMO POR VÓS, MEU DEUS, PORQUE ME ATENDESTES;
INCLINAI VOSSO OUVIDO E ESCUTAI-ME.
GUARDAI-ME COMO A PUPILA DOS OLHOS,
À SOMBRA DAS VOSSAS ASAS ABRIGAI-ME.

INCLINAI O VOSSO OUVIDO À MINHA PRECE,
POIS NÃO EXISTE FALSIDADE NOS MEUS LÁBIOS

CLAMO POR VÓS, MEU DEUS, PORQUE ME ATENDESTES;
INCLINAI VOSSO OUVIDO E ESCUTAI-ME.
GUARDAI-ME COMO A PUPILA DOS OLHOS,
À SOMBRA DAS VOSSAS ASAS ABRIGAI-ME.

Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.
Após um momento de silêncio, diz:
Pres.: Confessemos os nossos pecados:
℟.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.

CANTO

SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.

CRISTO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CRISTO, TENDE PIEDADE DE NÓS.

SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.

HINO DE LOUVOR

Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o hino:
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

ORAÇÃO DO DIA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Pres.: Deus todo-poderoso e eterno, dai-nos a graça de consagrarmos sempre ao vosso serviço a dedicação da nossa vontade e a sinceridade do nosso coração. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Is 53, 10-11)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Se oferecer a sua vida como sacrifício de expiação,
terá uma descendência duradoira.

– Leitura do Livro de Isaías

Aprouve ao Senhor esmagar o seu servo pelo sofrimento. Mas, se oferecer a sua vida como sacrifício de expiação, terá uma descendência duradoira, viverá longos dias, e a obra do Senhor prosperará em suas mãos. Terminados os sofrimentos, verá a luz e ficará saciado na sua sabedoria. O justo, meu servo, justificará a muitos e tomará sobre si as suas iniquidades.

– Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 89)

O salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

– Esperamos, Senhor, na vossa misericórdia: que ela venha sobre nós!
℟.: Esperamos, Senhor na vossa misericórdia: que ela venha sobre nós!

– A palavra do Senhor é reta, da fidelidade nascem as suas obras. Ele ama a justiça e a retidão: a terra está cheia da bondade do Senhor.
℟.: Esperamos, Senhor na vossa misericórdia: que ela venha sobre nós!

– Os olhos do Senhor estão voltados para os que O temem, para os que esperam na sua bondade, para libertar da morte as suas almas e os alimentar no tempo da fome. 
℟.: Esperamos, Senhor na vossa misericórdia: que ela venha sobre nós!

– A palavra do Senhor é reta, da fidelidade nascem as suas obras. Ele ama a justiça e a retidão: a terra está cheia da bondade do Senhor.
℟.: Esperamos, Senhor na vossa misericórdia: que ela venha sobre nós!

SEGUNDA LEITURA
(Heb 4, 14-16)

Se houver segunda leitura, o leitor fará no ambão, como acima.

Vamos cheios de confiança ao trono da graça.

– Leitura da Carta aos Hebreus

Irmãos: Tendo nós um sumo sacerdote que penetrou os Céus, Jesus, Filho de Deus, permaneçamos firmes na profissão da nossa fé. Na verdade, nós não temos um sumo sacerdote incapaz de se compadecer das nossas fraquezas. Pelo contrário, Ele mesmo foi provado em tudo, à nossa semelhança, exceto no pecado. Vamos, portanto, cheios de confiança ao trono da graça, a fim de alcançarmos misericórdia e obtermos a graça de um auxílio oportuno.

– Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Segue-se o Aleluia ou outro canto.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

O FILHO DO HOMEM VEIO PARA SERVIR 
E DAR A VIDA PELA REDENÇÃO DE TODOS.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
Mc 10, 42-45 (Forma breve)

«O Filho do homem veio para dar a vida 
pela redenção de todos»

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, Jesus chamou os Doze e disse-lhes: Sabeis que os que são considerados como chefes das nações exercem domínio sobre elas e os grandes fazem sentir sobre elas o seu poder. Não deve ser assim entre vós: quem entre vós quiser tornar-se grande, será vosso servo, e quem quiser entre vós ser o primeiro, será escravo de todos; porque o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida pela redenção de todos».

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ

Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé:
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.

ORAÇÃO UNIVERSAL

Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: I rmãs e irmãos: Oremos juntos ao Pai para que nos ensine a sabedoria da cruz do seu Filho e a caridade para com todo o homem que sofre, dizendo:
℟.: Ouvi, Senhor, a oração do vosso povo.

1. Pelos bispos, presbíteros e diáconos, pelos que têm compaixão daqueles que sofrem e pelos que sabem acolher quem os procura, oremos.

2. Pelos que livremente foram eleitos pelo povo, pelos que exercem as suas funções com rectidão e pelos que gostam de servir como Jesus, oremos.

3. Pelos homens a quem a vida mais provou, pelos que carregam a cruz de Jesus Cristo e pelos que aceitam o sofrimento redentor, oremos.

4. Por todos os países de missão, pelos missionários que levam ao longe a Boa Nova e pelos cristãos que oram sem desânimo, oremos.
(Outras intenções)

Pres.: S enhor, Deus de misericórdia, o vosso Filho suportou as nossas dores para com elas servir os seus irmãos: pela sua oração e o seu exemplo, tornai-nos solidários com quem sofre. Por Cristo Senhor nosso
℟.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

CANTO

MEDITAREI EM VOSSOS MANDAMENTOS, 
QUE TANTO EU AMO;
E LEVANTAREI AS MINHAS MÃOS 
PARA OS VOSSOS MANDAMENTOS,
QUE EU AMO.

O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!

O sacerdote, inclinado, reza em silêncio.

Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio.

CONVITE À ORAÇÃO

No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Fazei, Senhor, que possamos servir ao vosso altar com plena liberdade de espírito, para que estes mistérios que celebramos nos purifiquem de todo o pecado. Por Cristo nosso Senhor.
℟.: Amém.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA, IV

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, ó Pai, é nosso dever dar-vos graças, é nossa salvação dar-vos glória. Só vós sois o Deus vivo e verdadeiro que existis antes de todo o tempo e permaneceis para sempre, habitando em luz inacessível. Mas, porque sois o Deus de bondade e a fonte da vida, fizestes todas as coisas para cobrir de bênçãos as vossas criaturas e a muitos alegrar com o esplendor da vossa luz. Eis, pois, diante de vós os inumeráveis coros dos Anjos que dia e noite vos servem e, contemplando a glória da vossa face, vos louvam sem cessar. Com eles também nós e, por nossa voz, tudo o que criastes, celebramos vosso Nome e, exultantes de alegria, cantamos (dizendo) a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

Ou, faça-se cantado:

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM,
A VOSSA GLÓRIA.

HOSANA, HOSSANA, HOSSANA NAS ALTURAS.
HOSANA, HOSSANA, HOSSANA NAS ALTURAS.

BENDITO O QUE VEM
EM NOME DO SENHOR.

HOSANA, HOSSANA, HOSSANA NAS ALTURAS.
HOSANA, HOSSANA, HOSSANA NAS ALTURAS.

Em todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da concelebração, forem apropriadas ao canto.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Nós proclamamos vossa grandeza, Pai santo, a sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas. Criastes a pessoa humana à vossa imagem e lhe confiastes todo o universo para que, servindo somente a vós, seu Criador, cuidasse de toda criatura. E quando pela desobediência perdeu a vossa amizade, não o abandonastes ao poder da morte. A todos, porém, socorrestes com misericórdia, para que, ao procurar-vos, vos encontrassem. Muitas vezes oferecestes aliança à família humana e a instruístes pelos profetas na esperança da salvação.
A assembleia aclama:
℟.: A todos socorrestes com bondade!

Pres.: E de tal modo, Pai santo, amastes o mundo que, chegada a plenitude dos tempos, nos enviastes vosso próprio Filho para ser o nosso Salvador. Encarnado pelo poder do Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, Jesus viveu em tudo a condição humana, menos o pecado; anunciou aos pobres a salvação, aos oprimidos, a liberdade, aos tristes, a alegria. Para cumprir o vosso plano de amor, entregou-se à morte e, ressuscitando, destruiu a morte e renovou a vida.
A assembleia aclama:
℟.: Por amor nos enviastes vosso Filho!

Pres.: E, a fim de não mais vivermos para nós, mas para ele, que por nós morreu e ressuscitou, enviou de vós, ó Pai, como primeiro dom aos vossos fiéis, o Espírito Santo, que continua sua obra no mundo para levar à plenitude toda a santificação.
Junta as mãos e, estendendo-as sobre as oblatas, diz:
Por isso, nós vos pedimos que o mesmo Espírito Santo santifique estas oferendas, 
junta as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e sobre o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, 
une as mãos.
para celebrarmos este grande mistério que ele nos deixou em sinal da eterna aliança.
A assembleia aclama:
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Quando, pois, chegou a hora em que por vós, ó Pai, ia ser glorificado, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. Enquanto ceavam,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a sobre a patena e genuflete em adoração

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, 
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou em suas mãos o cálice com vinho, deu-vos graças novamente, e o deu a seus discípulos, dizendo:
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, agora, ó Pai, o memorial da nossa redenção, anunciamos a morte de Cristo e sua descida entre os mortos, proclamamos a sua ressurreição e ascensão à vossa direita e, esperando a sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos o seu Corpo e Sangue, sacrifício do vosso agrado e salvação para o mundo inteiro.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai, com bondade, a oblação que destes à vossa Igreja e concedei aos que vamos participar do mesmo pão e do mesmo cálice que, reunidos pelo Espírito Santo num só corpo, nos tornemos em Cristo uma oferenda viva para o louvor da vossa glória.
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: E agora, ó Pai, lembrai-vos de todos pelos quais vos oferecemos este sacrifício: o vosso servo o Papa Romano, o nosso Bispo N.*, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos, e todos os ministros da vossa Igreja, os fiéis que, ao redor deste altar, se unem à nossa oferta, o povo que vos pertence e aqueles que vos procuram de coração sincero.
A assembleia aclama:
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n.149.

2C: Lembrai-vos também dos que morreram na paz do vosso Cristo e de todos os defuntos dos quais só vós conhecestes a fé.
A assembleia aclama:
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: E a todos nós, vossos filhos e filhas, concedei, ó Pai de bondade, alcançar a herança eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos e todos os Santos, no vosso reino, onde, com todas as criaturas, libertas da corrupção do pecado e da morte, vos glorificaremos
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso, por quem dais ao mundo todo bem e toda graça.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.


RITO DA COMUNHÃO

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
℟.: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Ou, faça-se cantado:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ.

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes,  se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

Antífona da comunhão
Sl 32, 18-19
O Senhor vela sobre os seus fiéis, sobre aqueles que esperam na sua bondade, para libertar da morte as suas almas, para os alimentar no tempo da fome.
Ou:
Mc 10, 45
O Filho do homem veio ao mundo para dar a vida pela redenção dos homens.

COMUNHÃO

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e comunga o Corpo de Cristo. 

Depois, segura o cálice e reza em silêncio e comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.

O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

CANTO

“Ó SENHOR, SENHOR NOSSO,
QUÃO ADMIRÁVEL É O VOSSO NOME EM TODA A TERRA.

DESDOBRASTES NOS CÉUS VOSSA GLÓRIA,
COM GRANDEZA, ESPLENDOR, MAJESTADE. 

“Ó SENHOR, SENHOR NOSSO,
QUÃO ADMIRÁVEL É O VOSSO NOME EM TODA A TERRA.

O PERFEITO LOUVOR VOS É DADO
PELOS LÁBIOS DOS MAIS PEQUENINOS,
DE CRIANÇAS QUE A MÃE AMAMENTA. 

“Ó SENHOR, SENHOR NOSSO,
QUÃO ADMIRÁVEL É O VOSSO NOME EM TODA A TERRA.

EIS A FORÇA QUE OPONDES AOS MAUS,
REDUZINDO O INIMIGO AO SILÊNCIO. 
CONTEMPLANDO ESTES CÉUS QUE PLASMASTES,
E FORMASTES COM DEDOS DE ARTISTA; 

“Ó SENHOR, SENHOR NOSSO,
QUÃO ADMIRÁVEL É O VOSSO NOME EM TODA A TERRA.

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.

O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Deus todo-poderoso, nós vos pedimos humildemente: assim como nos alimentais com o sacramento do Corpo e Sangue de Cristo, fazei-nos participar da natureza divina. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

RITOS FINAIS

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL

Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Derramai, Senhor, a graça da vossa paterna bondade sobre o povo que vos suplica, para que, pela vossa constante ação, obtenha de vós, seu criador e redentor, a plenitude da salvação. Por Cristo, nosso Senhor. 
℟.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

CANTO

ROGA POR NÓS, Ó MÃE TÃO PIA!
EIS-NOS AQUI PARA TE LOUVAR.
PIEDOSA VIRGEM, Ó MARIA,
PARA TE PEDIR E SUPLICAR.

INFELIZ QUEM NÃO TE CONHECE.
PADECE SÓ SEM CONSOLO E DEMAIS.
MAS TEU AMOR POR NÓS NÃO DESFALECE,
NÃO NOS DEIXARÁ JAMAIS.
NÃO, NÃO, NÃO, NÃO,
JAMAIS, JAMAIS, JAMAIS.

Ó MÃE DE VIRGINAL PUREZA,
TEU CORAÇÃO É UM ALTAR.
ONDE ACHAREMOS FORTALEZA,
ASILO, DOCE TUTELAR.
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