Carta — Aos Cardeais Leopoldo e Agnelo e Esclarecimento sobre o cismático Rafael Volpy

JOÃO PAULO, BISPO
SERVO DOS SERVOS DE DEUS

Aos Eminentíssimos Senhores Cardeais Agnelo e Leopoldo, e aos que lerem, saudação, paz, misericórdia e benção Apostólica.

Com pesar e gavidade, venho, por meio desta Carta Apostólica, expressar minha firme reprovação diante da conduta manifestada por Vossas Eminências durante o velório do Papa Emérito Leão, ocorrido ontem.

Em momento reservado ao luto, à oração e à memória do serviço prestado pelo falecido Pontífice, foi-me relatado, com exatidão e consistência, que houve acalorada discussão entre os senhores, acompanhada de provocações e trocas públicas de acusações. A presença de uma fiel leiga, Madalena, e do cismático excomungado Rafael Volpy Aloisius apenas agravou o escândalo causado.

A atitude observada contraria frontalmente o decoro exigido por um Cardeal da Santa Igreja. Os senhores não apenas mancharam um momento sagrado de despedida eclesial, como expuseram a Igreja ao vexame público e à quebra do testemunho de unidade que se espera de seus mais altos representantes.

Por meio desta, admoesto formalmente os Cardeais Agnelo e Leopoldo. Rejeito com veemência qualquer justificativa para tais atos. A Igreja não tolerará reincidências dessa natureza. Caso comportamentos semelhantes se repitam, serão aplicadas sanções canônicas imediatas, incluindo a suspensão de ofícios e encargos públicos, conforme discernimento desta Sé Apostólica em conjunto com o Tribunal da Rota Romana.

Quanto ao excomungado Rafael Volpy Aloisius, torno a declarar com clareza: sua presença em qualquer território sob nossa jurisdição está terminantemente proibida. Qualquer clérigo que se preste ao diálogo, colaboração ou recepção desse indivíduo se tornará, por esse ato, cúmplice de cisma. A pena canônica de demissão do estado clerical será requerida, e poderá culminar em excomunhão formal, após as devidas instruções processuais.

Reforço que a dignidade cardinalícia exige sobriedade, maturidade e domínio de si, sobretudo em ocasiões que tocam a dor da Igreja. O cargo que ocupam não os isenta de responsabilidade — ao contrário, agrava suas obrigações diante de Deus e do Povo de Deus.

Com esperança na emenda, firmo esta carta como necessário ato de governo e justiça.

Dado em Roma, junto a São Pedro, aos oito dias do mês de maio, no Ano do Senhor de dois mil e vinte e cinco, primeiro do meu Pontificado.

PONTIFEX MAXIMUS 

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