LIVRETO
SOLENE CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA DA
DA NOITE DO NATAL DO SENHOR
RITOS INICIAIS
ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
CANTO
1. ADESTE FIDELES LÆTI TRIUMPHANTES,
VENITE, VENITE IN BETHLEHEM.
NATUM VIDETE REGEM ANGELORUM.
VENITE ADOREMUS, VENITE ADOREMUS,
VENITE ADOREMUS DOMINUM.
2. EN GREGE RELICTO HUMILES AD CUNAS,
VOCATI PASTORES APPROPERANT,
ET NOS OVANTI GRADU FESTINEMUS.
3. SPLENDOREM ÆTERNUM,
DEI PATRIS FILIUM,
DE VIRGINE NATUM AGNOSCIMUS,
MUNDI SALUTEM,
REDEMPTOREM GENTIUM.
Chegado ao altar e feita a devida reverência, se põe diante do altar e canta-se o Anúncio do Natal.
Depois da saudação de quem preside, um ministro apropriado vai até o ambão e anuncia de forma solene a Kalenda (Anúncio do Natal do Senhor). Esse anúncio também pode ser feito antes da saudação inicial.
— Oitavo dia antes das Calendas de janeiro. Lua quinta.
— Transcorridos muitos séculos desde a criação do mundo,
— quando no princípio Deus criou o céu e a terra
— e formou o homem à sua imagem;
— depois de muitos séculos desde que, após o dilúvio o Altíssimo
— pusera entre as nuvens o arco sinal de aliança e de paz;
— vinte e um séculos depois que Abraão, nosso pai na fé, migrou da terra de Ur dos Caldeus;
— treze séculos depois da saída do povo de Israel do Egito, conduzido por Moisés;
— cerca de mil anos depois a unção real de Davi;
— na sexagésima quinta semana segundo a profecia de Daniel;
— durante a Olimpíada centésima nonagésima quarta;
— no ano setecentos e cinquenta e dois da fundação de Roma;
— no quadragésimo segundo ano do império de Cesar Otaviano Augusto,
— quando a paz reinava em toda a terra, Jesus Cristo,
— Deus eterno e Filho do eterno Pai,
— querendo santificar o mundo com o seu piíssimo advento,
— concebido pelo Espírito Santo,
— decorridos novos meses após a sua concepção,
— nasceu em Belém de Judá, da Virgem Maria, feito homem:
— Natividade de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo a carne.
Se a imagem do Menino Jesus estiver coberta, neste momento o celebrante se aproxima e a descobre. Ele também pode incensá-la. Enquanto isso, tocam-se os sinos.
Retoma a férula e segue a procissão para o Altar da Confissão. Enquanto isso, canta-se.
Retoma a férula e segue a procissão para o Altar da Confissão. Enquanto isso, canta-se.
INTROITO
DOMINUS DIXIT AD ME:
FILIUS MEUS ES TU,
EGO HODIE GENUI TE.
1. QUARE FREMUERUNT GENTES,
ET POPULI MEDITATI SUNT INANIA?
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
E o povo responde:
Ass.: Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: A paz esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: E com o teu Espírito.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
ATO PENITENCIAL
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente dos santos mistérios.
Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
E todos rezam:
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
E o povo responde:
Ass.: Amém.
CANTO
Seguem as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.
KYRIE, ELEISON.
KYRIE, ELEISON.
CHRISTE, ELEISON.
CHRISTE, ELEISON.
KYRIE, ELEISON.
KYRIE, ELEISON.
GLÓRIA
Em seguida, canta-se ou recita-se o hino. Tocam-se os sinos, segundo costume o local.
Pres: GLORIA IN EXCELSIS DE-E-E-O.
Ass: ET IN TERRA PAX HOMINIBUS
BONÆ VOLUNTATIS.
LAUDAMUS TE, BENEDICIMUS TE,
ADORAMUS TE, GLORIFICAMUS TE,
GRATIAS AGIMUS TIBI PROPTER MAGNAM GLORIAM TUAM,
DOMINE DEUS, REX CÆLESTIS,
DEUS PATER OMNIPOTENS.
DÓMINE FILI UNIGENITE, IESU CHRISTE,
DÓMINE DEUS, AGNUS DEI, FILIUS PATRIS,
QUI TOLLIS PECCATA MUNDI, MISERERE NOBIS;
QUI TOLLIS PECCATA MUNDI, SUSCIPE DEPRECATIONEM NOSTRAM.
QUI SEDES AD DEXTERAM PATRIS, MISERERE NOBIS.
QUONIAM TU SOLUS SANCTUS,
TU SOLUS DOMINUS,
TU SOLUS ALTISSIMUS, IESU CHRISTE,
CUM SANCTO SPIRITU: IN GLORIA DEI PATRIS.
AMEN.
ORAÇÃO COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Pres.: Ó Deus, que fizestes resplandecer esta noite santíssima com a claridade da verdadeira luz, concedei que, tendo conhecido na terra este mistério, possamos também participar da sua glória no céu. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
Is 9, 1-6
Conselheiro admirável, Deus forte,
Pai dos tempos futuros, Príncipe da paz.
O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura do Livro do Profeta Isaías
O povo, que andava na escuridão, viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu. Fizeste crescer a alegria, e aumentaste a felicidade; todos se regozijam em tua presença como alegres ceifeiros na colheita, ou como exaltados guerreiros ao dividirem os despojos. Pois o jugo que oprimia o povo — a carga sobre os ombros, o orgulho dos fiscais — tu os abateste como na jornada de Madiã. Botas de tropa de assalto, trajes manchados de sangue, tudo será queimado e devorado pelas chamas. Porque nasceu para nós um menino, foi-nos dado um filho; ele traz aos ombros a marca da realeza; o nome que lhe foi dado é: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai dos tempos futuros, Príncipe da paz. Grande será o seu reino e a paz não há de ter fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reinado, que ele irá consolidar e confirmar em justiça e santidade, a partir de agora e para todo o sempre. O amor zeloso do Senhor dos exércitos há de realizar estas coisas.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
— Hoje nasceu para nós o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
Ass.: — Hoje nasceu para nós o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
— Cantai ao Senhor Deus um canto novo,
— cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira!
— Cantai e bendizei seu santo nome!
Ass.: — Hoje nasceu para nós o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
— Dia após dia anunciai sua salvação,
— manifestai a sua glória entre as nações,
— e entre os povos do universo seus prodígios!
Ass.: — Hoje nasceu para nós o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
— O céu se rejubile e exulte a terra,
— aplauda o mar com o que vive em suas águas;
— os campos com seus frutos rejubilem
— e exultem as florestas e as matas.
Ass.: — Hoje nasceu para nós o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
— Na presença do Senhor, pois ele vem
— porque vem para julgar a terra inteira.
— Governará o mundo todo com justiça,
— e os povos julgará com lealdade.
Ass.: — Hoje nasceu para nós o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
SEGUNDA LEITURA
Tt 2, 11-14
A graça de Deus se manifestou
trazendo salvação para todos os homens.
Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.
Leitura da Carta de São Paulo a Tito
Caríssimo: A graça de Deus se manifestou trazendo salvação para todos os homens. Ela nos ensina a abandonar a impiedade e as paixões mundanas e a viver neste mundo, com equilíbrio, justiça e piedade, aguardando a feliz esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Ele se entregou por nós, para nos resgatar de toda maldade e purificar para si um povo que lhe pertença e que se dedique a praticar o bem.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.
ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA!
ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA!
EVANGELIZO VOBIS GAUDIUM MAGNUM:
NATUS EST NOBIS HODIE SALVATOR,
CHRISTUS DOMINUS.
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
Lc 2, 1-14
Hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós um Salvador,
que é o Cristo Senhor.
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: — O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: — Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℣.: — Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo São Lucas.
O povo responde:
Ass.: — Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
— Aconteceu que naqueles dias, César Augusto publicou um decreto,
— ordenando o recenseamento de toda a terra.
— Este primeiro recenseamento foi feito quando Quirino era governador da Síria.
— Todos iam registrar-se cada um na sua cidade natal.
— Por ser da família e descendência de Davi,
— José subiu da cidade de Nazaré, na Galileia, até a cidade de Davi, chamada Belém,
— na Judeia, para registrar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida.
— Enquanto estavam em Belém, completaram-se os dias para o parto,
— e Maria deu à luz o seu filho primogênito.
— Ela o enfaixou e o colocou na manjedoura,
— pois não havia lugar para eles na hospedaria.
— Naquela região havia pastores que passavam a noite nos campos,
— tomando conta do seu rebanho.
— Um anjo do Senhor apareceu aos pastores, a glória do Senhor os envolveu em luz,
— e eles ficaram com muito medo.
— O anjo, porém, disse aos pastores: “Não tenhais medo!
— Eu vos anuncio uma grande alegria, que o será para todo o povo:
— Hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós um Salvador, que é o Cristo Senhor.
— Isto vos servirá de sinal:
— Encontrareis um recém-nascido envolvido em faixas e deitado numa manjedoura”.
— E, de repente, juntou-se ao anjo uma multidão da corte celeste.
— Cantavam louvores a Deus, dizendo:
— “Glória a Deus no mais alto dos céus,
— e paz na terra aos homens por ele amados”.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: — Palavra da Salvação.
O povo responde:
Ass.: — Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
CREDO
Símbolo niceno-constantinopolitano
Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé.
Pres.: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso.
E todos prosseguem:
Ass.: Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus
Às palavras seguintes, até e se fez homem, todos se ajoelham
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só Batismo para a remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
ORAÇÃO UNIVERSAL
Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: Caríssimos cristãos: Nesta santa noite de Natal, peçamos a Deus que inunde de paz a terra inteira e o coração de todos os homens e mulheres, cantando, com toda a confiança:
E todos dizem:
Ass.: — Iluminai, Senhor, a terra inteira!
1. Pelos fiéis de todas as Igrejas cristãs, para que, nesta santa noite de Natal, adorem o Salvador, que hoje nasceu, rezemos.
2. Pelos grandes e poderosos das nações, para que escutem os profetas deste tempo e lancem ao fogo as armas da morte, rezemos.
3. Pelas crianças que vão nascer em todo o mundo, para que recebam a afeição e a ternura que o Menino recebeu da Virgem Mãe, rezemos.
4. Pelos pobres, pelos doentes e pelos presos, pelos órfãos, pelas viúvas e pelos que estão sós, para que a luz de Belém brilhe sobre eles, rezemos.
5. Por todos nós aqui reunidos nesta noite e pelas famílias da nossa comunidade (paroquial), para que a ninguém falte a paz que vem do Céu, rezemos.
(Outras intenções…)
O sacerdote conclui, dizendo:
Pres.: Deus, nosso Pai, que, nesta noite, fizestes nascer da Virgem Mãe o Salvador prometido há tantos séculos, por vossa bondade, dai-nos a graça de O reconhecermos em cada ser humano. Ele que vive e reina por todos os séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
CANTO
ASTRO DEL CIEL, PARGOL DIVIN,
MITE AGNELLO REDENTOR!
TU CHE I VATI DA LUNGI SOGNAR,
TU CHE ANGELICHE VOCI ANNUNZIAR.
LUCE DONA ALLE MENTI,
PACE INFONDI NEI CUOR.
ASTRO DEL CIEL, PARGOL DIVIN,
MITE AGNELLO REDENTOR!
TU DI STIRPE REGALE DECOR,
TU VIRGINEO MISTICO FIOR.
LUCE DONA ALLE MENTI.
PACE INFONDI NEI CUOR.
ASTRO DEL CIEL, PARGOL DIVIN,
MITE AGNELLO REDENTOR!
TU DISCESO A SCONTARE L'ERROR,
TU SOL NATO A PARLARE D'AMOR.
LUCE DONA ALLE MENTI,
PACE INFONDI NEI CUOR.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Senhor, seja do vosso agrado a oferenda da festa de hoje e, por este admirável intercâmbio, dai-nos participar da divindade do vosso Filho que elevou à comunhão convosco a nossa humanidade. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA
PREFÁCIO
Natal I - Cristo, Luz
Com canto
Tonus Sollemnis
Tonus Sollemnis
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: — O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: — Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: — Corações ao alto.
O povo responde:
Ass.: — O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: — Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
Ass.: — É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
— Na verdade, é digno e justo,
— é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar,
— Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso.
— No mistério da encarnação de vosso Filho,
— nova luz da vossa glória brilhou para nós.
— E, reconhecendo a Jesus como Deus visível a nossos olhos,
— aprendemos a amar nele a divindade que não vemos.
— Por isso, com os Anjos e Arcanjos,
— os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes,
— entoamos o hino da vossa glória,
— cantando a uma só voz:
Une as mãos e com o povo recita o Santo, Santo, Santo...
CANTO
1. SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS,
DOMINUS DEUS SABAOTH.
PLENI SUNT CAELI ET TERRA GLORIA TUA.
HOSANNA IN EXCELSIS.
2. BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI,
HOSANNA IN EXCELSIS.
CANON ROMANO
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de infinita misericórdia, humildemente Vos suplicamos, por Jesus Cristo, vosso Filho, nosso Senhor.
Junta as mãos e diz:
que Vos digneis aceitar
Traça o sinal da cruz, uma só vez, simultaneamente sobre o pão e o cálice, dizendo:
e abençoar + estes dons, esta oblação pura e santa.
de braços abertos, prossegue:
Nós Vo-la oferecemos pela vossa Igreja santa e católica: dai-lhe a paz e congregai-a na unidade, defendei-a e governai-a em toda a terra, em comunhão comigo, vosso indigno servo, e todos os bispos que são fiéis à verdade e professam a fé católica e apostólica.
Memento dos vivos
1C. Lembrai-Vos, Senhor, dos vossos servos e servas, N. N.
Une as mãos e reza por alguns momentos em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que estão aqui presentes, cuja fé e dedicação ao vosso serviço bem conheceis. Por eles nós Vos oferecemos e também eles Vos oferecem este sacrifício de louvor, por si e por todos os seus, pela redenção das suas almas, para a salvação e segurança que esperam, ó Deus eterno, vivo e verdadeiro.
"Infra actionem"
2C. Ao celebrarmos a noite santíssima, em que a Imaculada Virgem Maria deu à luz o Salvador do mundo, veneramos a memória da gloriosa sempre Virgem Maria, Mãe do nosso Deus e Senhor, Jesus Cristo, e também a de são José, seu esposo, e a dos bem-aventurados apóstolos e mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago, João, Tomé, Tiago, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Simão e Tadeu; Lino, Cleto, Clemente, Sixto, Cornélio, Cipriano, Lourenço, Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião e de todos os santos. Por seus méritos e orações, concedei-nos, em tudo e sempre,
auxílio e proteção.
Une as mãos.
Por Cristo nosso Senhor. Amen.
O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai benignamente, Senhor, a oblação que nós, vossos servos, com toda a vossa família, vos apresentamos. Dai a paz aos nossos dias, livrai-nos da condenação eterna e contai-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amen.
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Santificai, Senhor, esta oblação com o poder da vossa bênção e recebei-a como sacrifício espiritual perfeito, de modo que se converta para nós no Corpo e Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: — Na véspera da sua paixão,
toma o pão, e, mantendo-o m pouco elevado acima do altar, prossegue:
— Ele tomou o pão em suas santas e adoráveis mãos
eleva os olhos
— e, levantando os olhos ao céu para Vós,
— Deus, seu Pai todo-poderoso,
— dando graças Vos bendisse,
— partiu-o e deu-o aos seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Pres.: — De igual modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
— tomou este sagrado cálice em suas santas e adoráveis mãos,
— dando graças Vos bendisse,
— e deu-o aos seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: — Mistério da fé!
A assembleia aclama:
Ass.: — Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, Senhor, o memorial da bem-aventurada paixão de Jesus Cristo, vosso Filho, nosso Senhor, da sua ressurreição de entre os mortos e da sua gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, com o vosso povo santo, dos próprios bens que nos destes oferecemos à vossa divina majestade o sacrifício perfeito, santo e imaculado, o pão santo da vida eterna e o cálice da eterna salvação. Olhai com benevolência e agrado para esta oferenda e dignai-Vos aceitá-la, como aceitastes os dons do justo Abel, vosso servo, o sacrifício de Abraão, nosso pai na fé, e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedec.
Une as mãos, e inclinando-se, diz:
Pres.: Humildemente Vos suplicamos, Deus todo-poderoso, que esta nossa oferenda seja apresentada pelo vosso santo anjo no altar celeste, diante da vossa divina majestade, para que todos nós, participando deste altar, pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
Alcancemos a plenitude das bênçãos + e graças do céu.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amen.
Memento dos mortos.
De braços abertos diz:
3C. Lembrai-vos, Senhor, dos vossos servos e servas, que partiram antes de nós, marcados com o sinal da fé, e agora dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
Concedei-lhes, Senhor, a eles e a todos os que descansam em Cristo, o lugar da consolação, da luz e da paz.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amen.
Bate no peito, dizendo:
4C. E a nós, pecadores, vossos servos,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, admiti-nos também na assembleia dos bem-aventurados apóstolos e mártires: João Batista, Estêvão, Matias, Barnabé Inácio, Alexandre, Marcelino, Pedro, Felicidade, Perpétua, Águeda, Luzia, Inês, Cecília, Anastácia e de todos os santos. Recebei-nos em sua companhia, não pelo valor dos nossos méritos, mas segundo a grandeza do vosso perdão.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amen.
E prossegue:
Pres.: Por nosso Senhor Jesus Cristo, criais todos os bens e lhes dais vida, os santificais, abençoais e distribuís por nós.
DOXOLOGIA
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Para canto:
— Por Cristo,
— com Cristo,
— e em Cristo,
— a vós, Deus Pai todo-poderoso,
— na unidade do Espírito Santo,
— toda honra e toda glória,
— por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Ass.: — Amen.
Ou, para recitação:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Ass.: Amen.
RITOS DA COMUNHÃO
PAI-NOSSO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
— Obedientes à Palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
E todos juntos cantam:
— Pai nosso que estais nos céus,
— santificado seja o vosso nome;
— venha a nós o vosso reino,
— seja feita a vossa vontade,
— assim na terra como no céu.
— O pão nosso de cada dia nos dai hoje;
— perdoai-nos as nossas ofensas,
— assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido;
— e não nos deixeis cair em tentação,
— mas livrai-nos do mal.
EMBOLISMO
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
— Livrai-nos de todos os males, ó Pai,
— e dai-nos hoje a vossa paz.
— Ajudados pela vossa misericórdia,
— sejamos sempre livres do pecado
— e protegidos de todos os perigos,
— enquanto aguardamos a feliz esperança
— e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: — Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amen.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
RITO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.
CORDEIRO DE DEUS
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.
1. AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCATA MUNDI:
MISERERE NOBIS.
2. AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCATA MUNDI:
MISERERE NOBIS.
3. AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCATA MUNDI:
DONA NOBIS PACEM.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.
CANTO
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão:
Pres.: — Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu; se alguém come deste Pão, viverá eternamente.
E, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: — Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: — Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada,
— mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
ANTÍFONA
Nas Missas sem canto, o sacerdote recita a Antífona de Comunhão:
cf. Jo 1, 14
O Verbo se fez carne, e vimos a sua glória.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
CANTO
IN SPLENDORIBUS SANCTORUM,
EX UTERO ANTE LUCIFERUM GENUI TE.
1. DIXIT DOMINUS DOMINO MEO:
SEDE A DEXTRIS MEIS:
DONEC PONAM INIMICOS TUOS
SCABELLUM PEDUM TUORUM.
2. VIRGAM POTENTIAE TUAE
EMITTET DOMINUS EX SION:
DOMINARE IN MEDIO INIMICORUM TUORUM.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou o acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Pres.: Senhor nosso Deus, ao celebrarmos com alegria o Natal do nosso Redentor, dai-nos alcançar por uma vida santa seu eterno convívio. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Se necessário, fazem-se breves comunicados ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
(Natal)
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.
Em seguida, o sacerdote, estendendo as mãos sobre o povo, profere a bênção:
Pres.: O Deus de infinita bondade, que pela encarnação do seu Filho, dissipou as trevas do mundo e, com seu glorioso nascimento, inundou de luz esta noite santíssima, expulse dos vossos corações as trevas dos vícios e vos ilumine com a luz das virtudes.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Pres.: Aquele que anunciou aos pastores pelo anjo a grande alegria do nascimento do Salvador, faça transbordar de alegria vossos corações e vos torne mensageiros do seu Evangelho.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Pres.: Aquele que, pela encarnação de seu Filho, uniu a terra ao céu, vos cumule com os dons da sua paz e da sua benevolência e vos torne participantes da Igreja celeste.
O povo responde:
Ass.: Amém.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
O povo responde:
Ass.: Amém.
CANTO
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
℣.: — Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass.: — Graças a Deus.
SAUDAÇÃO AO MENINO E PROCISSÃO
Beijado o altar, o celebrante beija a imagem e os demais concelebrantes. Organiza-se a Procissão e dirigem-se ao Presépio e çá se repõe a imagem.
CANTO
TU SCENDI DALLE STELLE,
O RE DEL CIELO,
E VIENI IN UNA GROTTA
AL FREDDO E AL GELO.
O BAMBINO, MIO DIVINO,
IO TI VEDO QUI A TREMAR,
O DIO BEATO!
AH, QUANTO TI COSTÒ
L'AVERMI AMATO.
II. A TE, CHE SEI DEL MONDO
IL CREATORE,
MANCANO PANNI E FUOCO,
O MIO SIGNORE.
CARO ELETTO PARGOLETTO,
QUANTO A QUESTA POVERTÀ
PIÙ M'INNAMORA!
POICHÉ TI FECE AMOR
POVERO ANCORA.
Chegado ao presépio, depõe e incensa-a. Feita a reverência, retiram-se para a sacristia.
Seções:
Livreto
Livreto Celebrativo
Missa da Noite de Natal do Senhor
Papa Pio IX
Pontifical Romano
Tempo do Natal

