LIVRETO
SOLENE CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA DA
VIRGEM SANTA MARIA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA
COM BÊNÇÃO DOS DOENTES E PROCISSÃO DO ADEUS
RECINTO DO SANTUÁRIO DE FÁTIMA
VISITA APOSTÓLICA DO PAPA PIO IX
AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA 2025
13/Dez - 21h
CHEGADA DO PAPA AO SANTUÁRIO
O Santo Padre adentra ao Santuário de Fátima, enquanto isso canta-se a aclamação:
ACLAMAÇÃO AO SANTO PADRE
TU ÉS PEDRO! TU ÉS PEDRO!
TU ÉS PEDRO E SOBRE ESTA PEDRA
EDIFICAREI A MINHA IGREJA.
1. AMAIS A JUSTIÇA
E ODIAIS A INIQUIDADE
POR ISSO DEUS VOS CONSAGROU
COM O ÓLEO DA ALEGRIA.
2. O SENHOR ESTABELECEU
PRÍNCIPES SOBRE TODA A TERRA
PARA CELEBRAREM DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO
O SEU SANTO NOME.
Em seguida, levanta-se e dirige-se ao interior da Capela para se paramentar. Enquanto isso, organiza-se a Procissão.
PROCISSÃO
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
CANTO
1. A TREZE DE MAIO, NA COVA DA IRIA,
APARECEU BRILHANDO A VIRGEM MARIA.
AVE, AVE, AVE, MARIA!
AVE, AVE, AVE, MARIA!
2. FOI AOS PASTORINHOS QUE A VIRGEM FALOU,
DESDE ENTÃO NAS ALMAS NOVA LUZ BRILHOU!
3. A VIRGEM MARIA, CERCADA DE LUZ,
NOSSA MÃE BENDITA E MÃE DE JESUS.
4. COM DOCES PALAVRAS MANDOU-NOS REZAR,
A VIRGEM MARIA PARA NOS SALVAR.
5. TODO O MUNDO A LOUVE, PARA SE SALVAR:
DO VALE AO MONTE, DO MONTE AO MAR.
6. A TREZE DE OUTUBRO FOI O SEU ADEUS,
A VIRGEM MARIA VOLTOU PARA OS CÉUS.
ENTRADA AO ALTAR
AVE, MATER DOMINI,
VIRGO MARIA,
REGINA ROSARII FATIMAE!
1. BENDITA ENTRE TODAS AS MULHERES,
ÉS A IMAGEM DA IGREJA VESTIDA DA LUZ PASCAL,
ÉS A HONRA DO NOSSO POVO,
ÉS O TRIUNFO SOBRE A MARCA DO MAL.
2. PROFECIA DO AMOR MISERICORDIOSO DO PAI,
MESTRA DO ANÚNCIO DA BOA-NOVA DO FILHO,
SINAL DO FOGO ARDENTE DO ESPÍRITO SANTO.
ENSINA-NOS NESTE VALE DE ALEGRIAS E DORES,
AS FIGURAS DAS VERDADES ETERNAS
QUE O PAI REVELA AOS PEQUENINOS.
3. MOSTRA-NOS A FORÇA DO TEU MANTO PROTETOR,
DO TEU IMACULADO CORAÇÃO,
SEGURO REFÚGIO DOS PECADORES
E O CAMINHO QUE NOS CONDUZ ATÉ DEUS.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
RITOS INICIAIS
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
E o povo responde:
Ass.: Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:
Bispo: O Senhor esteja convosco.
Consoante a fórmula de saudação a ser usada, o povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
ATO PENITENCIAL
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Irmãos: Para celebrarmos dignamente os santos mistérios, reconheçamos que somos pecadores.
Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
E todos rezam:
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes, por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
E o povo responde:
Ass.: Amém.
CANTO
7. Seguem as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.
KYRIE ELEISON.
KYRIE ELEISON.
CHRISTE ELEISON.
CHRISTE ELEISON.
KYRIE ELEISON.
KYRIE ELEISON.
GLÓRIA
Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino:
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
GLÓRIA A DEUS, NA TERRA E NOS CÉUS,
GLÓRIA, GLÓRIA, PAZ NA TERRA.
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO PODEROSO.
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÉNITO
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS SOIS O SENHOR,
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO.
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
AMEN, AMEN.
ORAÇÃO COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Pres.: Senhor nosso Deus, que nos destes a Mãe do vosso Filho como nossa Mãe, concedei-nos que, seguindo os seus ensinamentos e com espírito de verdadeira penitência e oração, trabalhemos generosamente pela salvação do mundo e pela dilatação do reino de Cristo. Ele que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amén.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
Gn 3, 9-15. 20
«Estabelecerei inimizade entre a tua descendência e a descendência dela»
O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura do Livro do Génesis.
Depois de Adão ter comido da árvore, o Senhor Deus chamou-o e disse-lhe: «Onde estás?». Ele respondeu: «Ouvi o rumor dos vossos passos no jardim e, como estava nu, tive medo e escondi-me». Disse Deus: «Quem te deu a conhecer que estavas nu? Terias tu comido dessa árvore, da qual te proibira comer?». Adão respondeu: «A mulher que me destes por companheira deu-me do fruto da árvore e eu comi». O Senhor Deus perguntou à mulher: «Que fizeste?» E a mulher respondeu: «A serpente enganou-me e eu comi». Disse então o Senhor Deus à serpente: «Por teres feito semelhante coisa, maldita sejas entre todos os animais domésticos e entre todos os animais selvagens. Hás de rastejar e comer do pó da terra todos os dias da tua vida. Estabelecerei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a descendência dela. Esta te esmagará a cabeça e tu a atingirás no calcanhar». O homem deu à mulher o nome de ‘Eva’, porque ela foi a mãe de todos os viventes.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
— ESCUTA E INCLINA-TE DIANTE DO SENHOR.
Ass.: — ESCUTA E INCLINA-TE DIANTE DO TEU SENHOR.
— Ouve, filha, vê e presta atenção,
— Esquece o teu povo e a casa de teu pai.
— De tua beleza se enamora o Rei,
— Ele é o teu Senhor, presta-Lhe
— Homena-a-a-a--a-a-a-a-a-a-a-a-agem.
Ass.: — ESCUTA E INCLINA-TE DIANTE DO TEU SENHOR.
— A filha do Rei avança cheia de esplendor:
— De brocados de ouro são os seus vestidos.
— Com um manto multicor é apresentada ao Rei,
— Seguem-na as donzelas, suas
— companhe-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-eiras.
Ass.: — ESCUTA E INCLINA-TE DIANTE DO TEU SENHOR.
— Cheias de entusiasmo e alegria,
— Entram no palácio do Rei.
— Em lugar de teus pais, terás muitos filhos;
— Estabelecê-los-ás príncipes sobre toda a
—te-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-e-erra.
Ass.: — ESCUTA E INCLINA-TE DIANTE DO TEU SENHOR.
SEGUNDA LEITURA
Ap 11, 19a; 12, 1-6a.10ab
«Apareceu no Céu um sinal grandioso»
Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.
Leitura do Apocalipse de São João.
O templo de Deus abriu-se no Céu e a arca da aliança foi vista no seu templo. Apareceu no Céu um sinal grandioso: uma mulher revestida de sol, com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça. Estava para ser mãe e gritava com as dores e ânsias da maternidade. E apareceu no Céu outro sinal: um enorme dragão cor de fogo, com sete cabeças e dez chifres e nas cabeças sete diademas. A cauda arrastava um terço das estrelas do céu e lançou-as sobre a terra. O dragão colocou-se diante da mulher que estava para ser mãe, para lhe devorar o filho, logo que nascesse. Ela teve um filho varão, que há de reger todas as nações com ceptro de ferro. O filho foi levado para junto de Deus e do seu trono e a mulher fugiu para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um lugar. E ouvi uma voz poderosa que clamava no Céu: «Agora chegou a salvação, o poder e a realeza do nosso Deus e o domínio do seu Ungido».
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.
ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA!
TU ÉS PEDRO E SOBRE ESTA PEDRA
EDIFICAREI A MINHA IGREJA!
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dai-me a vossa bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja no teu coração e nos teus lábios, para anunciares dignamente o seu Evangelho: Em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amen.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Deus todo-poderoso, purificai o meu coração e os meus lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
Jo 19, 25-27
«Eis a tua Mãe»
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℣.: Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo São João.
O povo responde:
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
O povo responde:
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Por este santo Evangelho, perdoai-nos, Senhor.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
CREDO
Símbolo niceno-constantinopolitano
Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé.
Pres.: Creio em Deus, Pai todo-poderoso,
E todos prosseguem:
Ass.: Criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Todos se inclinam às palavras: que foi concebido ... nasceu da Virgem Maria.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amen
ORAÇÃO UNIVERSAL
Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: Irmãos e irmãs caríssimos: Oremos a Deus Pai, por intercessão da Virgem santa Maria, que em Fátima apareceu a três crianças e lhes ensinou a mensagem evangélica da mudança de vida, dizendo com toda a confiança:
E todos dizem:
Ass.: Regina Sacratissimi Rosarii Fatimae: Ora pro nobis!
1. Pela santa Igreja, esposa de Cristo, para que acolha, como a Virgem Mãe, a palavra divina e, como Ela, conserve o ardor da caridade, oremos, por intercessão de Maria.
2. Pelo nosso país e pelas nações de todo o mundo, para que vejam nascer uma nova terra, onde não haja mais morte, nem luto, nem miséria, oremos, por intercessão de Maria.
3. Pelos que vivem o grande mistério da dor, para que a fortaleza da Virgem Maria junto à cruz lhes levante e robusteça a esperança, oremos, por intercessão de Maria.
4. Pelos cristãos que choram e andam tristes, para que sintam a proteção da Mãe de Deus, que Jesus, o Salvador, nos deu por Mãe, oremos, por intercessão de Maria.
5. Pelos que avançam na fé como a Virgem Maria, para que o Espírito os ensine a imitar a Cristo, de quem Ela foi a imagem mais perfeita, oremos, por intercessão de Maria.
6. Por todos nós e pelos nossos familiares, para que honremos Jesus Cristo e a Virgem Mãe pela prática da penitência e da oração, oremos, por intercessão de Maria.
(Outras intenções...)
O sacerdote conclui, dizendo:
Pres.: Senhor, nosso Deus, que nos lembrais, sem cessar, a mensagem do Evangelho, ensinai-nos a orar e a mudar de vida, para que desapareça o mundo antigo e dê lugar aos novos céus e à nova terra. Por Cristo nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
1. SENHORA NOSSA, SENHORA MINHA,
VIDA, ESPERANÇA, CLEMÊNCIA E LUZ.
SALVE, RAINHA! SALVE, RAINHA!
SENHORA MINHA! MÃE DE JESUS!
2. VIRGEM DAS DORES, DA CONCEIÇÃO,
DOS PECADORES TEM COMPAIXÃO!
3. AVE MARIA, CHEIA DE GRAÇA!
BRISA AGRADÁVEL EM QUE DEUS PASSA!
4. AVE MARIA, MÃE DE JESUS:
ÉS A NASCENTE DA ETERNA LUZ.
5. DE TI, SENHORA, NASCE A VERDADE:
DÁS A ESPERANÇA À HUMANIDADE!
6. CHEIA DE GRAÇA, AVE, MARIA!
SERENA AURORA DE NOVO DIA!
7. ÉS A MORADA DO EXCELSO DEUS;
SUBLIME ESTRELA NOS ALTOS CÉUS!
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da vossa bondade, fruto da terra e do trabalho do homem, que hoje Vos apresentamos e que para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da vossa bondade, fruto da videira e do trabalho do homem, que hoje Vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Irmãos, ao oferecermos o sacrifício de toda a Igreja, oremos a Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Por este sacrifício de reconciliação e de louvor, que Vos oferecemos na festa da Virgem Santa Maria, Senhora do Rosário de Fátima, perdoai benignamente, Senhor, os nossos pecados e orientai os nossos corações no caminho da santidade e da paz. Por Cristo nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA
PREFÁCIO
Maria, imagem e mãe da Igreja
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
O povo responde:
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
Ass.: É nosso dever, é nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, e exaltar a vossa infinita bondade, na celebração da festa da Virgem santa Maria. Recebendo o vosso Verbo em seu coração imaculado, Ela mereceu concebê-l’O em seu seio virginal e, dando à luz o Criador do universo, preparou o nascimento da Igreja. Junto à cruz, aceitou o testamento da caridade divina e recebeu todos os homens como seus filhos, pela morte de Cristo gerados para a vida eterna. Enquanto esperava, com os apóstolos, a vinda do Espírito Santo, associando-se às preces dos discípulos, tornou-se modelo admirável da Igreja em oração. Elevada à glória do céu, assiste com amor materno a Igreja, ainda peregrina sobre a terra, protegendo misericordiosamente os seus passos a caminho da pátria celeste, enquanto espera a vinda gloriosa do Senhor. Por isso, com os anjos e os santos, proclamamos a vossa glória, cantando numa só voz:
Une as mãos e com o povo recita o Santo, Santo, Santo...
CANTO
1. SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS,
DOMINUS DEUS SABAOTH.
HOSSANA IN EXCELSIS!
1. PLENI SUNT CÆLI,
ET TERRA GLORIA TUA.
HOSSANA IN EXCELSIS!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA
III
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Vós, Senhor, sois verdadeiramente santo e todas as criaturas cantam os vossos louvores, porque dais a vida e santificais todas as coisas, por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, com o poder do Espírito Santo, e não cessais de reunir para Vós um povo, que, de um extremo ao outro da terra, vos ofereça uma oblação pura. Reunidos na vossa presença, em comunhão com toda a Igreja, ao celebrarmos o primeiro dia da semana, em que nosso Senhor Jesus Cristo ressuscitou dos mortos, humildemente Vos suplicamos, Senhor:
Junta as mãos e, estendendo-as sobre as oblatas, diz:
Santificai, pelo Espírito Santo, estes dons que Vos apresentamos,
Junta as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e sobre o cálice, dizendo:
para que se convertam no Corpo e + Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
Junta as mãos.
Que nos mandou celebrar estes mistérios
Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor devem pronunciar-se clara e distintamente, como o requer a natureza das mesmas palavras.
Pres.: Na noite em que Ele ia ser entregue,
Toma o pão e, sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua:
tomou o pão, dando graças Vos bendisse, partiu-o e deu-o aos seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a sobre a patena e genuflete em adoração.
Depois, continua:
Pres.: De igual modo, no fim da Ceia,
Toma o cálice e, sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua:
tomou o cálice, dando graças Vos bendisse e deu-o aos seus discípulos.
Mostra ao povo o cálice, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
O povo aclama, dizendo:
Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, Senhor, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua admirável ressurreição e ascensão aos céus, e esperando a sua vinda gloriosa, nós Vos oferecemos, em ação de graças, este sacrifício vivo e santo. Olhai benignamente para a oblação da vossa Igreja: vede nela a vítima que nos reconciliou convosco e fazei que, alimentando-nos do Corpo e Sangue do vosso Filho, cheios do seu Espírito Santo, sejamos em Cristo um só corpo e um só espírito.
Dom Philipe Arns Cardeal Scherer
Cc1.: O Espírito Santo faça de nós uma oferenda permanente, a fim de alcançarmos a herança eterna, em companhia dos vossos eleitos, com a Virgem santa Maria, Mãe de Deus, Senhora do Rosário de Fátima, são José, seu esposo, os bem-aventurados apóstolos e gloriosos mártires, e todos os santos, Francisco e Jacinta Marto, por cuja intercessão esperamos sempre o vosso auxílio.
Cc.2 ou Celebrante Principal:
Cc2.: Por este sacrifício de reconciliação, dai, Senhor, a salvação e a paz ao mundo inteiro; confirmai a vossa Igreja na fé e na caridade, ao longo da sua peregrinação na terra, com o vosso servo, o nosso Papa Pio, o nosso Bispo, Filipe, os nossos bispos auxiliares, e todos os bispos e ministros sagrados, e todo o povo por Vós redimido. Atendei benignamente às preces desta família, que Vos dignastes reunir na vossa presença.
Em algumas celebrações podem fazer-se intercessões especiais.
Reconduzi a Vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos dispersos.
Cc.3 ou Celebrante Principal:
Cc3.: Lembrai-Vos dos nossos irmãos defuntos e de todos os que morreram na vossa amizade. Acolhei-os com bondade no vosso reino, onde também nós esperamos ser recebidos, para vivermos com eles eternamente na vossa glória, por nosso Senhor Jesus Cristo.
Junta as mãos.
Por Ele concedeis ao mundo todos os bens.
Toma o cálice e a patena com a hóstia e, elevando-os, diz:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a Vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
Ass.: Amen
RITOS DA COMUNHÃO
PAI-NOSSO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Num só coração e numa só alma, ousamos dizer como o Senhor nos ensinou:
E todos juntos cantam:
PAI NOSSO, QUE ESTAIS NOS CÉUS,
SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME;
VENHA A NÓS O VOSSO REINO;
SEJA FEITA A VOSSA VONTADE,
ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU.
O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE;
PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS,
ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS
A QUEM NOS TEM OFENDIDO;
E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO,
MAS LIVRAI-NOS DO MAL.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso Salvador.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a união e a paz, segundo a vossa vontade,
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em seguida, conforme as circunstâncias, o diácono ou o sacerdote acrescenta:
Saudai-vos na paz de Cristo.
Todos se saúdam, segundo os costumes locais, em sinal de mútua paz, comunhão e caridade. O sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
CORDEIRO DE DEUS
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,
MISERERE NOBIS.
AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,
MISERERE NOBIS.
AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,
DONA NOBIS PACEM.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, que, por vontade do Pai e com o poder do Espírito Santo, destes a vida ao mundo pela vossa morte, livrai-me de todos os meus pecados e de todo o mal, por este vosso santíssimo Corpo e Sangue; conservai-me sempre fiel aos vossos mandamentos e não permitais que eu me separe de Vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
E, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno(a) de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo(a).
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
CANTO
FELIZ ÉS TU, PORQUE ACREDITASTE,
QUE HAVIA DE CUMPRIR-SE
O QUE TE FOI DITO DA PARTE DO SENHOR.
FELIZ ÉS TU, PORQUE ACREDITASTE.
1. EXULTO DE ALEGRIA NO SENHOR,
E A MINHA ALMA REJUBILA NO MEU DEUS.
QUE ME REVESTIU COM AS VESTES DA SALVAÇÃO,
E ME ENVOLVEU NUM MANTO DE JUSTIÇA.
2. COMO A TERRA FAZ BROTAR OS GERMES
E O JARDIM GERMINAR AS SEMENTES.
ASSIM O SENHOR DEUS FARÁ BROTAR A JUSTIÇA
E O LOUVOR DIANTE DE TODAS AS NAÇÕES.
3. POR AMOR DE SIÃO NÃO ME HEI DE CALAR;
POR CAUSA DE JERUSALÉM NÃO TEREI REPOUSO.
ENQUANTO A SUA JUSTIÇA NÃO DESPONTAR COMO AURORA,
E A SUA SALVAÇÃO NÃO RESPLANDECER COMO FÓSFORO ARDENTE.
4. ENTÃO OS POVOS HÃO-DE VER A TUA JUSTIÇA,
E TODOS OS REIS, A TUA GLÓRIA.
SERÁS COROA ESPLENDOROSA NAS MÃOS DO SENHOR,
E A DIADEMA VIRAL NAS MÃOS DO TEU DEUS.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou o acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
O que em nossa boca recebemos, Senhor, seja por nós acolhido em coração puro, e estes dons da vida temporal se tornem remédio de vida eterna.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Pres.: Concedei, Senhor, que o sacramento que recebemos conduza à vida eterna aqueles que proclamam a Virgem santa Maria Mãe do vosso Filho e Mãe da Igreja. Por Cristo nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.
BÊNÇÃO DOS DOENTES
DEPOIS DA COMUNHÃO
Então o presbítero trás o Santíssimo Sacramento e o expõe sobre o altar. Enquanto isso, o celebrante paramenta-se coma pluvial.
O cerimoniário apresenta o turíbulo, o celebrante impõe incenso e incensa o Santíssimo Sacramento. Enquanto isso, canta-se:
CANTO
MEU DEUS, EU CREIO, ADORO, ESPERO E AMO-VOS.
PEÇO-VOS PERDÃO PARA OS QUE NÃO CRÊEM,
NÃO ADORAM, NÃO ESPERAM E NÃO VOS AMAM.
O reitor do Santuário profere as seguintes palavras:
Caros irmãos e irmãs que estais doentes: vós sois também peregrinos da Esperança. Aqui, na Cova d’Iria, também procurais a consolação e a esperança que a Mãe do Céu nos dá. Ela nunca fecha a porta aos seus filhos. Com mãos de ternura, enxuga as lágrimas de todos, sem exceção. Mas, acima de tudo, ela deu à luz o Filho de Deus, Jesus Cristo, Cordeiro pascal que dá a vida pela salvação do mundo.
Ele está aqui, presente na hóstia consagrada, que se oferece em cada missa para ser alimento espiritual. Daqui a pouco, vai passar por vós, como passava há dois mil anos, estendendo as mãos àqueles que pediam a sua atenção. Ele é a nossa força, a nossa esperança, o nosso conforto.
Certos de que encontraremos compaixão, proximidade e ternura, levantando os nossos olhos para Jesus imolado, confiantes na sua misericórdia, deixemos que Ele nos veja e tenha piedade de nós. Mas, sobretudo, seguindo o exemplo de Santa Jacinta Marto, disponhamo-nos a colaborar com Ele, com a nossa oração e a oferta das nossas dores e sacrifícios, para a construção de um mundo melhor. De olhos fixos, como São Francisco Marto, adoremos o Senhor…
Então, o celebrante tomando a custódia com o Santíssimo Sacramento percorre e abençoa os doentes. Enquanto isso, cantam-se:
CANTO
NÓS TE ADORAMOS, ALELUIA!
JESUS, TESOURO INEFÁCIL DOS FIÉIS,
JESUS, PENHOR DO AMOR INFINITO DE DEUS.
CRISTO, FONTE QUE JORRA PARA A VIDA ETERNA.
CRISTO, REMÉDIO DE IMORTALIDADE.
CRISTO, DOM ADMIRÁVEL DA GRAÇA DE DEUS.
BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI.
BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI.
HOSSANA, HOSSANA, HOSSANA IN EXCELSIS.
1. BENDITO SEJAIS, SENHOR, DEUS DOS NOSSOS PAIS:
DIGNO DE LOUVOR E DE GLÓRIA PARA SEMPRE.
Após a bênção dos doentes, o celebrante expõe novamente o Santíssimo Sacramento sobre o altar, e todos se recolhem em silêncio por alguns instantes.
Em seguida, tomando o incenso, canta-se o Tantum Ergo, e o celebrante incensa o Santíssimo.
TANTUM ERGO SACRAMENTUM
VENEREMUR CERNUI:
ET ANTIQUUM DOCUMENTUM
NOVO CEDAT RITUI:
PRAESTET FIDES SUPPLEMENTUM
SENSUUM DEFECTUI.
GENITORI GENITOQUE
LAUS ET JUBILATIO,
SALUS, HONOR, VIRTUS QUOQUE
SIT ET BENEDICTIO;
PROCEDENTI AB UTROQUE
COMPAR SIT LAUDATIO.
AMEN.
Então diz a oração:
Pres.: Oremos.
De braços abertos:
Senhor Jesus Cristo, que neste admirável sacramento nos deixastes o memorial da vossa Paixão, concedei-nos, Vos pedimos, venerar de tal modo os mistérios do vosso Corpo e Sangue, que sintamos continuamente os frutos da vossa Redenção. Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amén.
Depois, concede a bênção ao povo com o Santíssimo Sacramento e, por fim, entrega-o ao presbítero encarregado de reconduzir a custódia à Capela da Adoração Perpétua. Enquanto isso, rezam:
Bendito seja Deus.
Bendito o Seu santo Nome.
Bendito Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem.
Bendito o Nome de Jesus.
Bendito o Seu sacratíssimo Coração.
Bendito o Seu preciosíssimo Sangue.
Bendito Jesus no Santíssimo Sacramento do Altar.
Bendito o Espírito Santo Paráclito.
Bendita a excelsa Mãe de Deus, Maria Santíssima.
Bendita a sua Santa e Imaculada Conceição.
Bendita a sua gloriosa Assunção.
Bendito o nome de Maria, Virgem e Mãe.
Bendito S. José, seu castíssimo esposo.
Bendito Deus, nos seus Anjos e nos seus Santos.
Então canta-se a seguinte antífona:
CANTO
GLÓRIA A CRISTO, SENHOR IMORTAL.
NOSSO CORDEIRO PASCAL.
ALELUIA! ALELUIA!
Então, diante da imagem de Nossa Senhora, o Santo Padre consagra toda a Igreja ao Imaculado Coração de Maria:
Ó Rainha do Santíssimo Rosário, auxílio dos cristãos, refúgio do gênero humano, vencedora de todas as batalhas de Deus! Diante do vosso Trono, prostramo-nos suplicantes, seguros de impetrar misericórdia e de alcançar graça e oportuno auxílio e defesa nas presentes calamidades, não por nossos méritos, mas unicamente pela imensa bondade do vosso maternal Coração. Nesta hora trágica da história humana, a Vós, a vosso Imaculado Coração nos entregamos e nos consagramos, não apenas em união com a Santa Igreja, corpo místico de vosso Filho Jesus, que sofre e sangra em tantas partes e de tantos modos atribulado, mas também com todo o Habblet dilacerado por atrozes discórdias, abrasado num incêndio de ódio, vítima de suas próprias iniquidades. Que vos comovam tantas ruínas materiais e morais, tantas dores, tantas angústias de pais e mães, de esposos, de irmãos, de crianças inocentes; tantas vidas cortadas em flor, tantos corpos despedaçados na horrenda carnificina, tantas almas torturadas e agonizantes, tantas em perigo de perderem-se eternamente. Vós, ó Mãe de misericórdia, consegui-nos de Deus a paz; e, principalmente, as graças que podem converter num momento os corações humanos, as graças que reparam, conciliam e asseguram a paz. Rainha da paz, rogai por nós e dai ao mundo em guerra a paz pela qual suspiram os povos, a paz na verdade, na justiça, na caridade de Cristo. Dai a paz das armas e a paz das almas, para que, na tranquilidade da ordem, o reino de Deus se dilate. Concedei a vossa proteção aos infiéis e a quantos jazem ainda nas sombras da morte; concedei a paz e fazei que brilhe para eles o sol da verdade e possam repetir conosco, diante do único Salvador do mundo: glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade! Dai a paz aos povos separados pelo erro ou pela discórdia, especialmente àqueles que vos professam singular devoção e nos quais não havia casa onde não se achasse honrada a vossa veneranda imagem, hoje quiçá oculta e retirada para melhores tempos, e fazei que retornem ao único redil de Cristo, sob o único verdadeiro Pastor. Obtende paz e liberdade completa para a Igreja Santa de Deus; contei o dilúvio inundante do neopaganismo; fomentai nos fiéis o amor à pureza, a prática da vida cristã e do zelo apostólico, a fim de que aumente em méritos e em número o povo dos que servem a Deus. Finalmente, assim como ao Coração de vosso Filho Jesus foram consagrados a Igreja e todo o gênero humano, para que, postas nele todas as esperanças, tivessem nele sinal e prenda de vitória e de salvação, de igual maneira, ó Mãe nossa e Rainha do Mundo, também nos consagramos para sempre a Vós, ao vosso Imaculado Coração, para que o vosso amor e patrocínio acelerem o triunfo do Reino de Deus, e todas as gentes, pacificadas entre si e com Deus, vos proclamem bem-aventurada e entoem convosco, de um extremo a outro da terra, o eterno Magníficat de glória, de amor, de reconhecimento ao Coração de Jesus, o único no qual se podem achar a Verdade, a Vida e a Paz. Amém.
1. DESDE TODA A ETERNIDADE,
SOIS A ELEITA DO SENHOR,
VIRGEM SANTA, MÃE DE DEUS,
TE CANTAMOS COM FERVOR:
AVE, AVE! AVE MARIA!
2. ÉS A ESTRELA DA MANHÃ,
QUE ANUNCIA O TEMPO NOVO;
MÃE DE DEUS E MÃE DOS HOMENS,
OUVE A PRECE DO TEU POVO:
ALOCUÇÃO
Neste momento, o Bispo Diocesano de Fátima pode dirigir algumas breves palavras ao Santo Padre e oferecer-lhe alguma lembrança. O Santo Padre também dirige algumas saudações.
ITE-E-E-E-E-E-E MISSA EST!
O povo responde:
Ass.: DEO-O-O-O-O-O-O-O-O-O-O-O-O GRATIA-A-A-S!
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, iniciam a procissão do adeus.
PROCISSÃO DO ADEUS
1. SENHORA, NÓS VOS LOUVAMOS
EM DOR E AMOR, NOITE E DIA.
SENHORA, NÓS VOS LOUVAMOS.
HOSSANA, HOSSANA, RAINHA UNIVERSAL!
HOSSANA, HOSSANA, VIRGEM MARIA!
2. SENHORA, NÓS VOS REZAMOS,
QUEM VOS REZA EM VÓS CONFIA.
SENHORA, NÓS VOS REZAMOS.
3. SENHORA, NÓS VOS CANTAMOS,
CAUSA DA NOSSA ALEGRIA!
SENHORA, NÓS VOS CANTAMOS!
CANTO II
1. Ó VIRGEM DO ROSÁRIO,
DA FÁTIMA SENHORA:
DE PORTUGAL RAINHA,
DOS HOMENS PROTECTORA.
Ó VIRGEM DO ROSÁRIO,
DA FÁTIMA SENHORA,
DO VOSSO SANTUÁRIO,
FORÇOSO É IR-ME EMBORA.
UMA PRECE FINAL
AO DEIXAR-VOS, MÃE DE DEUS:
VIVA SEMPRE EM MINHA
ALMA ESTE GRITO IMORTAL:
Ó FÁTIMA, ADEUS.
VIRGEM MÃE, ADEUS!
2. DE VÓS ME APARTO, Ó VIRGEM,
EIS O GRITO DE DOR,
QUE SOLTA AO DESPEDIR-SE,
O POBRE PECADOR,
DE VÓS ME APARTO, Ó VIRGEM,
EIS O GRITO DE DOR...
ACOLHE, MÃE BONDOSA,
ESTE ÚLTIMO CLAMOR.
3. DE VÓS ME APARTO, Ó VIRGEM,
DESTE LOCAL BENDITO,
ONDE A SAÚDE E A PAZ,
SOIS DO ENFERMO E AFLITO.
DE VÓS ME APARTO, Ó VIRGEM,
DESTE LOCAL BENDITO
ONDE ENCONTRA PERDÃO,
O CORAÇÃO CONTRITO.
4. DE VÓS ME APARTO, Ó VIRGEM,
O PRANTO AOS OLHOS VEM,
MAS SENTE-SE FELIZ
QUEM VOSSA BÊNÇÃO TEM.
DE VÓS ME APARTO, Ó VIRGEM,
O PRANTO AOS OLHOS VEM;
ADEUS, REPITO E CHORO,
ADEUS, SAUDOSA MÃE.
Seções:
Livreto
Livreto Celebrativo
Nossa Senhora de Fátima
Nossa Senhora do Rosário de Fátima
Papa Pio IX
Peregrinação ao Santuário de Fátima
Visita Apostólica

