SEMANÁRIO LITÚRGICO
II DOMINGO DEPOIS DO NATAL
PRECEITO
Ano A
Cor litúrgica: Branca
(04/12/2025)
(04/12/2025)
Em Roma
RITOS INICIAIS
ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
CANTO
1. CRISTÃOS, VINDE TODOS,
COM ALEGRES CANTOS,
OH VINDE! OH, VINDE ATÉ BELÉM!
VEDE NASCIDO, VOSSO REI ETERNO.
OH, VINDE ADOREMOS!
OH, VINDE ADOREMOS!
OH, VINDE ADOREMOS O SALVADOR!
2. HUMILDES PASTORES DEIXAM SEU REBANHO
E ALEGRES ACORREM AO REI DO CÉU.
NÓS, IGUALMENTE, CHEIOS DE ALEGRIA.
3. O DEUS INVISÍVEL DE ETERNA GRANDEZA,
SOB VÉUS DE HUMILDADE, PODEMOS VER.
DEUS PEQUENINO, DEUS ENVOLTO EM FAIXAS!
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
E o povo responde:
Ass.: Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: A graça e a paz daquele que é, que era e que vem, estejam convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
Ⓑ Se for Bispo, diz a seguinte saudação:
Bispo: A paz esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
ATO PENITENCIAL
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente dos santos mistérios.
Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Pres.: Senhor, rei da paz, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, luz nas trevas, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, imagem do homem novo, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
E o povo responde:
Ass.: Amém.
GLÓRIA
Em seguida, canta-se ou recita-se o hino. Tocam-se os sinos, segundo costume o local.
Para canto:
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
1. GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS,
SENHOR DEUS REI DOS CÉU,
DEUS PAI TODO PODEROSO,
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS,
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA!
2. SENHOR JESUS CRISTO FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI,
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS,
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA,
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
3. SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO JESUS CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO,
NA GLÓRIA DE DEUS PAI, AMÉM!
Ou para recitação:
Pres.: Glória a Deus nas alturas…
Ass.: E paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso. Nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
ORAÇÃO COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Pres.: Deus eterno e todo-poderoso, esplendor dos vossos fiéis, irradiai por todo mundo a vossa glória, e manifestai-vos a todos os povos no fulgor da vossa luz Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
Eclo 24, 1-4.12-16
A Sabedoria de Deus veio habitar no seu povo eleito
O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura do Livro do Eclesiástico.
A Sabedoria faz o elogio de Si mesma e gloria-Se no meio do seu povo. Toma a palavra na assembleia do Altíssimo e, perante o seu poder, manifesta a sua glória: "O criador do universo deu-me as suas ordens. Aquele que Me criou estabeleceu a minha morada e disse-me: ‘Habita em Jacob, possui a tua herança em Israel’. Antes dos séculos, desde o início, Ele me criou e não deixarei de existir por toda a eternidade. Em sua presença exerci o meu ministério na santa morada e assim me fixei em Sião. Encontrei o meu descanso na cidade escolhida e em Jerusalém exerço o meu poder. Lancei raízes no meio de um povo glorioso, no domínio do Senhor, na sua herança, e estabeleci a minha morada na assembleia dos santos".
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
— O Verbo fez-Se carne e habitou entre nós.
Ass.: — O Verbo fez-Se carne e habitou entre nós.
— Glorifica o Senhor, Jerusalém! Ó Sião, canta louvores ao teu Deus!
Pois reforçou com segurança as tuas portas, e os teus filhos em teu seio abençoou.
Ass.: — O Verbo fez-Se carne e habitou entre nós.
— A paz em teus limites garantiu e te dá como alimento a flor do trigo.
Ele envia suas ordens para a terra, e a palavra que ele diz corre veloz.
Ass.: — O Verbo fez-Se carne e habitou entre nós.
—Anuncia a Jacó sua palavra, seus preceitos e suas leis a Israel.
Nenhum povo recebeu tanto carinho, a nenhum outro revelou os seus preceitos.
Ass.: — O Verbo fez-Se carne e habitou entre nós.
SEGUNDA LEITURA
Ef 1, 3-6.15-18
Predestinou-nos para sermos seus filhos adoptivos por Jesus Cristo.
Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.
Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios.
Bendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto dos Céus nos abençoou com todas as bênçãos espirituais em Cristo. N’Ele nos escolheu, antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, em caridade, na sua presença. Ele nos predestinou, conforme a benevolência da sua vontade, a fim de sermos seus filhos adoptivos, por Jesus Cristo, para louvor da sua glória e da graça que derramou sobre nós, por seu amado Filho. Tendo ouvido falar da vossa fé no Senhor Jesus e da vossa caridade para com todos os fiéis, não cesso de dar graças por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações. O Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos conceda um espírito de sabedoria e de revelação para O conhecerdes plenamente, e ilumine os olhos do vosso coração, para compreenderdes a esperança a que fostes chamados e os tesouros de glória da sua herança entre os santos.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
GLÓRIA A VÓS, JESUS CRISTO, ANUNCIADO AOS GENTIOS;
GLÓRIA A VÓS, JESUS CRISTO, ACREDITADO NO MUNDO.
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
Jo 1, 1-18
O Verbo fez-Se carne e habitou entre nós
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: — O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℣.: — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
O povo responde:
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus; e a Palavra era Deus. No princípio estava ela com Deus. Tudo foi feito por ela, e sem ela nada se fez de tudo que foi feito. Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la. Surgiu um homem enviado por Deus; seu nome era João. Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz: daquele que era a luz de verdade, que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano. A Palavra estava no mundo — e o mundo foi feito por meio dela — mas o mundo não quis conhecê-la. Veio para o que era seu, e os seus não a acolheram. Mas, a todos que a receberam, deu-lhes capacidade de se tornarem filhos de Deus, isto é, aos que acreditam em seu nome, pois estes não nasceram do sangue nem da vontade da carne nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo. E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como Filho unigênito, cheio de graça e de verdade. Dele, João dá testemunho, clamando: “Este é aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim”. De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça. Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo. A Deus, ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: — Palavra da Salvação.
O povo responde:
Ass.: — Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
CREDO
Símbolo niceno-constantinopolitano
Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé.
Pres.: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso.
E todos prosseguem:
Ass.: Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus
Às palavras seguintes, até e se fez homem, todos se ajoelham
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só Batismo para a remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
ORAÇÃO UNIVERSAL
Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: Irmãos e irmãs: Neste tempo santo do Natal, em que se manifestou a bondade de Deus, nosso Salvador, supliquemos fervorosamente a Deus Pai, dizendo, dizendo, com grande confiança:
E todos dizem:
Ass.: — Ouvi-nos, Senhor.
1. Pela Igreja santa e católica, para que receba, na alegria da fé, o Filho de Deus, nascido de Maria, rezemos.
2. Pela paz e progresso em todo o mundo, para que o bem-estar temporal ajude os homens a desejar os bens eternos, rezemos.
3. Pelos que têm fome, estão doentes ou sozinhos, para que o mistério do nascimento (da manifestação) de Jesus os reconforte no corpo e na alma, rezemos.
4. Pelos que fecham o coração à Palavra divina, para que a Sabedoria do Verbo os leve a descobrir que sem Deus nada tem valor, rezemos.
5. Pelas famílias da nossa comunidade (paroquial), para que acolham, de Maria, o Deus Menino e O descubram presente nos mais pobres, rezemos.
(Outras intenções…)
O sacerdote conclui, dizendo:
Pres.: Senhor, Pai santo, ouvi as súplicas dos vossos fiéis e, por intercessão da Virgem Maria, Mãe puríssima de Deus feito homem, dai-nos todos os bens da alma e do corpo. Por Cristo, Senhor nosso.
O povo responde:
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
CANTO
1. VINDE, CRISTÃOS, VINDE À PORFIA,
HINOS CANTEMOS DE LOUVOR,
HINOS DE PAZ E DE ALEGRIA,
HINOS DOS ANJOS DO SENHOR:
GLÓRIA IN EXCELSIS DEO!
GLÓRIA IN EXCELSIS DEO!
2. FOI NESTA NOITE VENTUROSA,
DO NASCIMENTO DO SENHOR.
QUE ANJOS DE VOZ HARMONIOSA,
DERAM A DEUS O SEU LOUVOR:
3. VINDE JUNTAR-VOS AOS PASTORES,
VINDE COM ELES A BELÉM,
VINDE CORRENDO PRESSUROSOS,
O SALVADOR ENFIM NOS VEM:
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Ó Deus, santificai estas oferendas pelo nascimento do vosso Filho, que nos mostra o caminho da verdade e nos promete a vida eterna no reino do céu. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA
PREFÁCIO
Natal II - A restauração universal na Encarnação
Com canto
Tonus Sollemnis
Tonus Sollemnis
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: — O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: — Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: — Corações ao alto.
O povo responde:
Ass.: — O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: — Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
Ass.: — É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
— Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação
— dar-vos graças, sempre e em todo lugar,
— Senhor, Pai santo,
— Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, nosso Senhor.
— Ele, no mistério do Natal que celebramos,
— invisível em sua divindade, tornou-se visível em nossa carne.
— Gerado antes do tempo, entrou em nossa história para erguer em si o mundo decaído,
— restituir a integridade do universo
— e chamar para o reino dos céus a humanidade perdida pelo pecado.
— Por isso, também nós, com todos os Anjos
— vos louvamos e, em jubilosa celebração, cantamos,
— a uma só voz:
Une as mãos e com o povo recita o Santo, Santo, Santo...
CANTO
Para canto:
1. SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR, DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA,
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA, HOSANA,
HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA NAS ALTURAS!
2. BENDITO, BENDITO O QUE VEM,
EM NOME DO SENHOR!
Ou, para recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.:Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e ✠ o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: — Na véspera de sua paixão,
toma o pão, e, mantendo-o m pouco elevado acima do altar, prossegue:
— ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,
eleva os olhos
— elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso,
— pronunciou a bênção de ação de graças,
— partiu o pão e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Pres.: — Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
— ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos,
— pronunciou novamente a bênção de ação de graças
— e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: — Mistério da fé!
A assembleia aclama:
Ass.: — Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo. Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
1C. Que o mesmo Espírito faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, e todos os Santos, que não cessam de intercer por nós na vossa presença.
2C. Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Pio, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
3C. Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
DOXOLOGIA
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Para canto:
— Por Cristo,
— com Cristo,
— e em Cristo,
— a vós, Deus Pai todo-poderoso,
— na unidade do Espírito Santo,
— toda honra e toda glória,
— por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Ass.: — Amém.
Ou, para recitação:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Ass.: Amém.
RITOS DA COMUNHÃO
PAI-NOSSO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
— Obedientes à Palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
E todos juntos cantam:
— Pai nosso que estais nos céus,
— santificado seja o vosso nome;
— venha a nós o vosso reino,
— seja feita a vossa vontade,
— assim na terra como no céu.
— O pão nosso de cada dia nos dai hoje;
— perdoai-nos as nossas ofensas,
— assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido;
— e não nos deixeis cair em tentação,
— mas livrai-nos do mal.
EMBOLISMO
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
— Livrai-nos de todos os males, ó Pai,
— e dai-nos hoje a vossa paz.
— Ajudados pela vossa misericórdia,
— sejamos sempre livres do pecado
— e protegidos de todos os perigos,
— enquanto aguardamos a feliz esperança
— e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: — Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
RITO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.
CORDEIRO DE DEUS
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.
1. CORDEIRO DE DEUS,
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
2. CORDEIRO DE DEUS,
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
3. CORDEIRO DE DEUS,
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ.
Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.
CANTO
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão:
Pres.: — Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu; se alguém come deste Pão, viverá eternamente.
E, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: — Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: — Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada,
— mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
CANTO
O VERBO FEZ-SE CARNE, E HABITOU ENTRE NÓS.
E VIMOS A SUA GLÓRIA DE UNIGENITO DO PAI,
CHEIO DE GRAÇA E VERDADE!
1. TODAS AS COISAS FORAM FEITAS POR ELE
E SEM ELE NADA SE FEZ.
UMA LUZ BRILHOU SOBRE NÓS
PORQUE NASCEU O SENHOR.
2. SERÁ CHAMADO PRINCIPE DA PAZ
E O SEU REINO NÃO TERÁ FIM.
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR,
QUE FEZ BRILHAR SOBRE NÓS A SUA LUZ.
3. TODOS OS CONFINS DA TERRA,
PUDERAM VER A SALVAÇÃO DO NOSSO DEUS.
POVOS TODOS ADORAI O SENHOR:
SOBRE A TERRA GRANDE LUZ DESCEU.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou o acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Pres.: Nós vos pedimos, Senhor nosso Deus, que a força desta Eucaristia nos purifique dos nossos pecados e realize nosssos santos desejos. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Se for oportuno, o ministro asperge água benta sobre a família reunida, nada dizendo.
Se necessário, fazem-se breves comunicados ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
(Natal)
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.
Em seguida, o sacerdote, estendendo as mãos sobre o povo, profere a bênção:
Pres.: O Deus de infinita bondade, que pela encarnação do seu Filho, dissipou as trevas do mundo e, com seu glorioso nascimento, inundou de luz esta noite santíssima, expulse dos vossos corações as trevas dos vícios e vos ilumine com a luz das virtudes.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Pres.: Aquele que anunciou aos pastores pelo anjo a grande alegria do nascimento do Salvador, faça transbordar de alegria vossos corações e vos torne mensageiros do seu Evangelho.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Pres.: Aquele que, pela encarnação de seu Filho, uniu a terra ao céu, vos cumule com os dons da sua paz e da sua benevolência e vos torne participantes da Igreja celeste.
O povo responde:
Ass.: Amém.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
O povo responde:
Ass.: Amém.
CANTO
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
℣.: — Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass.: — Graças a Deus.
Feita a reverência, retiram-se para a sacristia.
CANTO
1. JÁ SE OUVEM CANTOS NO CÉU,
SÃO OS ANJOS A REZAR;
REZEMOS TAMBÉM COM ELES
DE MÃOS POSTAS E A CANTAR.
VAMOS AO PRESÉPIO,
VAMOS A BELÉM!
LOUVAR O MENINO
QUE SALVAR-NOS VEM.
Seções:
Dicastério para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos
II Domingo depois do Natal
Livreto
Tempo do Natal
