LIVRETO CELEBRATIVO
EPIFANIA DO SENHOR
FECHAMENTO DA PORTA SANTA
E SANTA MISSA
PRESIDIDO PELO PAPA
PIO IX
ANO A
Cor Litúrgica: Branco
RITOS INICIAIS
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
CANTO
FIAMMA VIVA DELLA MIA SPERANZA
QUESTO CANTO GIUNGA FINO A TE!
GREMBO ETERNO D’INFINITA VITA
NEL CAMMINO IO CONFIDO IN TE.
1. OGNI LINGUA, POPOLO E NAZIONE
TROVA LUCE NELLA TUA PAROLA.
FIGLI E FIGLIE FRAGILI E DISPERSI
SONO ACCOLTI NEL TUO FIGLIO AMATO.
2. DIO CI GUARDA, TENERO E PAZIENTE:
NASCE L’ALBA DI UN FUTURO NUOVO.
NUOVI CIELI TERRA FATTA NUOVA:
PASSA I MURI SPIRITO DI VITA.
Antífona da entrada
Eis que vem o Senhor dos senhores, em suas mãos, o reino, o poder e o império. (Cf. Ml 3, 1; 1Cr 29, 12)
SAUDAÇÃO
Com todos reunidos no lado de fora ou dentro do templo, o Ordinário Local ou o Delegado Pontifício dirige-se até a Porta Santa, que permanece aberta, e dá início com as seguintes palavras:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: A paz esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
EXORTAÇÃO
Então começa a exortação com estas palavras ou outras semelhantes:
Pres.: Queridos irmãos e irmãs: Após vivermos neste último ano o Extraordinário Jubileu da Esperança e o décimo quinto aniversário da fundação da Santa Sé Apostólica no Habblet Hotel, chegamos ao seu encerramento. Foi um período rico em unidade, comunhão e na vivência da esperança que nos une. Agora, neste momento de verdadeira ação de graças, elevemos nossas preces ao Senhor e peçamos que Ele volte seu olhar para nós e derrame sobre cada um sua bondosa bênção, para que, após estes meses de Jubileu, levemos a esperança em nossos corações e sejamos fiéis ao seu chamado, por intercessão de Maria Santíssima, Nossa Senhora da Imaculada Conceição, nossa Padroeira, e de São Carlo Acutis, nosso Padroeiro.
ORAÇÃO
Fazem-se, então, alguns momentos de silêncio. Em seguida, o sacerdote de pé e diante da Porta Santa, abre os braços e diz a seguinte oração:
Pres.: Deus eterno e todo-poderoso, Pai de misericórdia e fonte de toda esperança, neste momento solene, ao encerrarmos a Porta Santa, elevamos a Vós nossa ação de graças pelas abundantes graças derramadas ao longo deste Ano Jubilar da Esperança e também Ano Jubilar do nosso Décimo-Quinto Aniversário da Fundação deste nosso apostolado. Nós Vos bendizemos, Senhor, porque abrindo esta Porta abriste também para o vosso povo os caminhos da reconciliação, da conversão sincera e da renovação da fé. Conduzistes vossos filhos e filhas a redescobrir a alegria do perdão, a força da caridade e a confiança que não decepciona na promessa da vida nova. Agradecemos-Vos, Senhor, pelos peregrinos que aqui chegaram, pelas orações elevadas, pelas lágrimas reconciliadas com a esperança, pelos gestos concretos de misericórdia que fizeram florescer a vossa graça nas famílias, nas comunidades e no coração dos que mais sofrem. Ao fecharmos esta Porta Santa, concedei-nos a graça de não fechar o coração. Que permaneça aberta, em cada um de nós, a porta da fé viva, da escuta atenta da vossa Palavra e do compromisso fiel com o Evangelho. Que a esperança celebrada neste Jubileu se torne caminho permanente de vida cristã, sinal luminoso no meio do mundo e testemunho credível do vosso amor. Confiamo-Vos, Senhor, esta Igreja particular, seus pastores e fiéis. Sustentai-nos na missão, fortalecei-nos nas provações e fazei de nós peregrinos da esperança, artesãos da paz e servidores da misericórdia. Tudo isto Vos pedimos e Vos agradecemos por Jesus Cristo, vosso Filho, Senhor do tempo e da história, que vive e reina convosco na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Pres.: Deus eterno e todo-poderoso, Pai de misericórdia e fonte de toda esperança, neste momento solene, ao encerrarmos a Porta Santa, elevamos a Vós nossa ação de graças pelas abundantes graças derramadas ao longo deste Ano Jubilar da Esperança e também Ano Jubilar do nosso Décimo-Quinto Aniversário da Fundação deste nosso apostolado. Nós Vos bendizemos, Senhor, porque abrindo esta Porta abriste também para o vosso povo os caminhos da reconciliação, da conversão sincera e da renovação da fé. Conduzistes vossos filhos e filhas a redescobrir a alegria do perdão, a força da caridade e a confiança que não decepciona na promessa da vida nova. Agradecemos-Vos, Senhor, pelos peregrinos que aqui chegaram, pelas orações elevadas, pelas lágrimas reconciliadas com a esperança, pelos gestos concretos de misericórdia que fizeram florescer a vossa graça nas famílias, nas comunidades e no coração dos que mais sofrem. Ao fecharmos esta Porta Santa, concedei-nos a graça de não fechar o coração. Que permaneça aberta, em cada um de nós, a porta da fé viva, da escuta atenta da vossa Palavra e do compromisso fiel com o Evangelho. Que a esperança celebrada neste Jubileu se torne caminho permanente de vida cristã, sinal luminoso no meio do mundo e testemunho credível do vosso amor. Confiamo-Vos, Senhor, esta Igreja particular, seus pastores e fiéis. Sustentai-nos na missão, fortalecei-nos nas provações e fazei de nós peregrinos da esperança, artesãos da paz e servidores da misericórdia. Tudo isto Vos pedimos e Vos agradecemos por Jesus Cristo, vosso Filho, Senhor do tempo e da história, que vive e reina convosco na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Ass.: Amém.
ENCERRAMENTO DA PORTA SANTA
Ele recebe a mitra em silêncio, aproxima-se da Porta Santa, beija-a pela última vez, ajoelha-se e faz alguns instantes de oração pessoal.
Em seguida, levanta-se e, com as palmas das mãos, fecha-a, encerrando o Jubileu da Esperança. Durante esse momento, pode-se entoar um cântico apropriado ou o Salmo 121.
Ao término do hino, salmo ou canto, o sacerdote entoa em voz alta.:
Pres.: Bendigamos ao Senhor.
À qual todos respondem:
Ass.: Demos graças a Deus!
À qual todos respondem:
Ass.: Demos graças a Deus!
CANTO DA PROCISSÃO
1. ADESTE FIDELES LÆTI TRIUMPHANTES,
VENITE, VENITE IN BETHLEHEM.
NATUM VIDETE REGEM ANGELORUM.
VENITE ADOREMUS, VENITE ADOREMUS,
VENITE ADOREMUS DOMINUM.
2. EN GREGE RELICTO HUMILES AD CUNAS,
VOCATI PASTORES APPROPERANT,
ET NOS OVANTI GRADU FESTINEMUS.
3. SPLENDOREM ÆTERNUM,
DEI PATRIS FILIUM,
DE VIRGINE NATUM AGNOSCIMUS,
MUNDI SALUTEM,
REDEMPTOREM GENTIUM.
Se a Missa acontecer logo após o Encerramento da Porta-Santa, o Bispo entrará vestindo pluvial, estola, mitra e báculo, como no encerramento da Porta Jubilar.
HINO DE LOUVOR
GLORIA IN EXCELSIS DE-E-E-O.
ET IN TERRA PAX HOMINIBUS
BONÆ VOLUNTATIS.
LAUDAMUS TE, BENEDICIMUS TE,
ADORAMUS TE, GLORIFICAMUS TE,
GRATIAS AGIMUS TIBI PROPTER MAGNAM GLORIAM TUAM,
DOMINE DEUS, REX CÆLESTIS,
DEUS PATER OMNIPOTENS.
DÓMINE FILI UNIGENITE, IESU CHRISTE,
DÓMINE DEUS, AGNUS DEI, FILIUS PATRIS,
QUI TOLLIS PECCATA MUNDI, MISERERE NOBIS;
QUI TOLLIS PECCATA MUNDI, SUSCIPE DEPRECATIONEM NOSTRAM.
QUI SEDES AD DEXTERAM PATRIS, MISERERE NOBIS.
QUONIAM TU SOLUS SANCTUS,
TU SOLUS DOMINUS,
TU SOLUS ALTISSIMUS, IESU CHRISTE,
CUM SANCTO SPIRITU: IN GLORIA DEI PATRIS.
AMEN.
ORAÇÃO COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta.
Ó Deus, que hoje revelastes o vosso Filho Unigênito às nações, guiando-as pela estrela, concedei benigno a nós que já vos conhecemos pela fé, sermos conduzidos à contemplação da vossa face no céu. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
Is 60,1-6
Apareceu sobre ti a gloria do Senhor.
O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura do Livro do Profeta Isaías.
Levanta-te, acende as luzes, Jerusalém, porque chegou a tua luz, apareceu sobre ti a glória do Senhor. Eis que está a terra envolvida em trevas, e nuvens escuras cobrem os povos; mas sobre ti apareceu o Senhor, e sua glória já se manifesta sobre ti. Os povos caminham à tua luz e os reis ao clarão de tua aurora. Levanta os olhos ao redor e vê: todos se reuniram e vieram a ti; teus filhos vêm chegando de longe com tuas filhas, carregadas nos braços. Ao vê-los, ficarás radiante, com o coração vibrando e batendo forte, pois com eles virão as riquezas de além-mar e mostrarão o poderio de suas nações; será uma inundação de camelos e dromedários de Madiã e Efa a te cobrir; virão todos os de Sabá, trazendo ouro e incenso e proclamando a glória do Senhor.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
— As nações de toda a terra hão de adorar-vos, ó Senhor!
Ass.: — As nações de toda a terra hão de adorar-vos, ó Senhor!
— Dai ao Rei vossos poderes, Senhor Deus,
— vossa justiça ao descendente da realeza!
— Com justiça ele governe o vosso povo,
— com equidade ele julgue os vossos pobres.
Ass.: — As nações de toda a terra hão de adorar-vos, ó Senhor!
— Nos seus dias a justiça florirá e grande paz,
— até que a lua perca o brilho!
— De mar a mar estenderá o seu domínio,
— e desde o rio até os confins de toda a terra!
Ass.: — As nações de toda a terra hão de adorar-vos, ó Senhor!
— Os reis de Társis e das ilhas hão de vir
— e oferecer-lhe seus presentes e seus dons;
— e também os reis de Seba e de Sabá
— hão de trazer-lhe oferendas e tributos.
— Os reis de toda a terra hão de adorá-lo,
— e todas as nações hão de servi-lo.
Ass.: — As nações de toda a terra hão de adorar-vos, ó Senhor!
— Libertará o indigente que suplica,
— e o pobre ao qual ninguém quer ajudar.
— Terá pena do indigente e do infeliz,
— e a vida dos humildes salvará.
Ass.: As nações de toda a terra hão de adorar-vos, ó Senhor!
SEGUNDA LEITURA
Ef 3, 2-3a. 5-6
Agora foi-nos revelado
que os pagãos são co-herdeiros das promessas.
Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.
Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios.
Irmãos: Se ao menos soubésseis da graça que Deus me concedeu para realizar o seu plano a vosso respeito, e como, por revelação, tive conhecimento do mistério. Este mistério, Deus não o fez conhecer aos homens das gerações passadas, mas acaba de o revelar agora, pelo Espírito, aos seus santos apóstolos e profetas: os pagãos são admitidos à mesma herança, são membros do mesmo corpo, são associados à mesma promessa em Jesus Cristo, por meio do Evangelho.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.
ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA!
ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA!
1. VIDIMUS STELLAM EJUS IN ORIENTE,
ET VENIMUS ADORARE EUM.
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
Mt 2, 1-12
Viemos do Oriente adorar o Rei.
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
Diác. ou Sac.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
Diác. ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
Diác. ou Sac.: Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém, perguntando: "Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo". Ao saber disso, o rei Herodes ficou perturbado, assim como toda a cidade de Jerusalém. Reunindo todos os sumos sacerdotes e os mestres da Lei, perguntava-lhes onde o Messias deveria nascer. Eles responderam: "Em Belém, na Judeia, pois assim foi escrito pelo profeta: E tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um chefe que vai ser o pastor de Israel, o meu povo". Então Herodes chamou em segredo os magos e procurou saber deles cuidadosamente quando a estrela tinha aparecido. Depois os enviou a Belém, dizendo: "Ide e procurai obter informações exatas sobre o menino. E, quando o encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-lo". Depois que ouviram o rei, eles partiram. E a estrela, que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino. Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande. Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram para a sua terra, seguindo outro caminho.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
Diác. ou Sac.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Diác. ou Sac..: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
ANÚNCIO DA PÁSCOA E DAS FESTAS MÓVEIS
Finda o Evangelho e antes da Homilia, faz-se o Anúncio da Páscoa e das Festas Móveis.
O celebrante, diz:
— Irmãos caríssimos, a glória do Senhor manifestou-se,
— E sempre há de manifestar-se no meio de nós até a sua vinda no fim dos tempos.
— Nos ritmos e nas vicissitudes do tempo
— Eecordamos e vivemos os mistérios da salvação.
— O centro de todo o Ano Litúrgico é o Tríduo do Senhor Crucificado,
— Sepultado e Ressuscitado, que culminará no Domingo de Páscoa, este ano a 05 de abril.
— Em cada Domingo, Páscoa semanal,
— A Santa Igreja torna presente este grande acontecimento,
— No qual Jesus Cristo venceu o pecado e a morte.
— Da celebração da Páscoa do Senhor procedem todas as celebrações do Ano Litúrgico:
— As Cinzas, início da Quaresma, a 18 de fevereiro;
— A Ascensão do Senhor, a 17 de maio;
— Pentecostes, a 24 de maio;
— Corpo e Sangue de Cristo, a 04 de junho.
— O 1º Domingo do Advento ocorrerá no dia 29 de novembro.
— Também nas festas da Santa Mãe de Deus,
— Dos Apóstolos, dos Santos e na Comemoração dos Fiéis Defuntos,
— A Igreja peregrina sobre a terra proclama a Páscoa do Senhor.
— A Cristo, que era, que é e que há de vir,
— Senhor do tempo e da história,
— Louvor e glória pelos séculos dos séculos. Amém.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé.
Símbolo niceno-constantinopolitano
Ass.: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus
Às palavras seguintes, até e se fez homem, todos se inclinam:
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só Batismo para a remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
ORAÇÃO UNIVERSAL
Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: Caríssimos cristãos, oremos juntos ao Pai, que está nos céus, pedindo-lhe que faça brilhar sobre os homens a sua luz de verdade e de vida, dizendo com alegria:
Ass.: Toda a terra vos adore, Senhor Deus do Universo.
1. Pela Igreja e por todos os seus filhos, para que sejam luz que ilumina, ao proclamarem as glórias do Senhor, oremos.
2. Pelos bispos, presbíteros e diáconos, e por todos os anunciadores da Boa Nova, para que a tornem atraente em suas palavras, oremos.
3. Pelos que não chegaram ainda à luz da fé, para que, seguindo a estrela de Belém, possam vir a adorar o Salvador, oremos.
4. Por aqueles que, sem descanso e sem fadiga, trabalham pela concórdia e pela paz, para que a vejam despontar no horizonte, oremos.
5. Por todos nós que aqui nos reunimos, para que aprendamos a saborear intimamente o mistério que nos foi dado a conhecer, oremos.
O sacerdote conclui, dizendo:
Pres.: Senhor, nosso Deus e nosso Pai, a quem os homens não procurariam se antes não vos tivessem encontrado, fazei que a nossa maneira de viver nos leve a contemplar a vossa glória. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
CANTO
MAGI VENIUNT AB ORIENTE HIEROSOLYMAM,
QUAERENTES ET DICENTES:
UBI EST QUI NATUS EST, REX JUDAEORUM,
CUIUS STELLAM VIDIMUS?
ET VENIMUS CUM MUNERIBUS
ADORARE DOMINUM.
23. O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Ó Senhor, olhai com bondade as oferendas da vossa Igreja, que não mais vos apresenta ouro, incenso e mirra, mas o próprio Jesus Cristo que nestes dons se manifesta, se imola e se dá em alimento. Ele, que vive e reina pelos séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
PREFÁCIO DA EPIFANIA DO SENHOR
Cristo, luz dos povos
Com canto
Tonus Sollemnis
Tonus Sollemnis
Este prefácio deve ser usado nas Missas da Solenidade da Epifania. Também pode ser usado, assim como os prefácios do Natal, nos dias depois da Epifania, até o sábado que precede a festa do Batismo do Senhor.
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: — O Senhor esteja convosco.
Ass.: — Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: — Corações ao alto.
Ass.: — O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: — Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: — É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: — Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças,
— sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso.
— Pois, em Cristo, para iluminar os povos,
— revelastes hoje o mistério da nossa salvação;
— quando ele se manifestou em nossa carne mortal,
— vós nos recriastes no novo esplendor da sua imortalidade.
— Por isso, com os Anjos e Arcanjos,
— os Tronos e as Dominações
— e todos os coros celestes,
— entoamos o hino da vossa glória,
— cantando (dizendo) a uma só voz:
CANTO
1. SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS,
DOMINUS DEUS SABAOTH.
PLENI SUNT CAELI ET TERRA GLORIA TUA.
HOSANNA IN EXCELSIS.
2. BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI,
HOSANNA IN EXCELSIS.
CANON ROMANO
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de infinita misericórdia, humildemente Vos suplicamos, por Jesus Cristo, vosso Filho, nosso Senhor.
Junta as mãos e diz:
que Vos digneis aceitar
Traça o sinal da cruz, uma só vez, simultaneamente sobre o pão e o cálice, dizendo:
e abençoar + estes dons, esta oblação pura e santa.
de braços abertos, prossegue:
Nós Vo-la oferecemos pela vossa Igreja santa e católica: dai-lhe a paz e congregai-a na unidade, defendei-a e governai-a em toda a terra, em comunhão comigo, vosso indigno servo, e todos os bispos que são fiéis à verdade e professam a fé católica e apostólica.
Memento dos vivos
1C. Lembrai-Vos, Senhor, dos vossos servos e servas, N. N.
Une as mãos e reza por alguns momentos em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que estão aqui presentes, cuja fé e dedicação ao vosso serviço bem conheceis. Por eles nós Vos oferecemos e também eles Vos oferecem este sacrifício de louvor, por si e por todos os seus, pela redenção das suas almas, para a salvação e segurança que esperam, ó Deus eterno, vivo e verdadeiro.
"Infra actionem"
2C. Ao celebrarmos a noite santíssima, em que a Imaculada Virgem Maria deu à luz o Salvador do mundo, veneramos a memória da gloriosa sempre Virgem Maria, Mãe do nosso Deus e Senhor, Jesus Cristo, e também a de são José, seu esposo, e a dos bem-aventurados apóstolos e mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago, João, Tomé, Tiago, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Simão e Tadeu; Lino, Cleto, Clemente, Sixto, Cornélio, Cipriano, Lourenço, Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião e de todos os santos. Por seus méritos e orações, concedei-nos, em tudo e sempre,
auxílio e proteção.
Une as mãos.
Por Cristo nosso Senhor. Amen.
O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai benignamente, Senhor, a oblação que nós, vossos servos, com toda a vossa família, vos apresentamos. Dai a paz aos nossos dias, livrai-nos da condenação eterna e contai-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amen.
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Santificai, Senhor, esta oblação com o poder da vossa bênção e recebei-a como sacrifício espiritual perfeito, de modo que se converta para nós no Corpo e Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: — Na véspera da sua paixão,
toma o pão, e, mantendo-o m pouco elevado acima do altar, prossegue:
— Ele tomou o pão em suas santas e adoráveis mãos
eleva os olhos
— e, levantando os olhos ao céu para Vós,
— Deus, seu Pai todo-poderoso,
— dando graças Vos bendisse,
— partiu-o e deu-o aos seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Pres.: — De igual modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
— tomou este sagrado cálice em suas santas e adoráveis mãos,
— dando graças Vos bendisse,
— e deu-o aos seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: — Mistério da fé!
A assembleia aclama:
Ass.: — Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, Senhor, o memorial da bem-aventurada paixão de Jesus Cristo, vosso Filho, nosso Senhor, da sua ressurreição de entre os mortos e da sua gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, com o vosso povo santo, dos próprios bens que nos destes oferecemos à vossa divina majestade o sacrifício perfeito, santo e imaculado, o pão santo da vida eterna e o cálice da eterna salvação. Olhai com benevolência e agrado para esta oferenda e dignai-Vos aceitá-la, como aceitastes os dons do justo Abel, vosso servo, o sacrifício de Abraão, nosso pai na fé, e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedec.
Une as mãos, e inclinando-se, diz:
Pres.: Humildemente Vos suplicamos, Deus todo-poderoso, que esta nossa oferenda seja apresentada pelo vosso santo anjo no altar celeste, diante da vossa divina majestade, para que todos nós, participando deste altar, pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
Alcancemos a plenitude das bênçãos + e graças do céu.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amen.
Memento dos mortos.
De braços abertos diz:
3C. Lembrai-vos, Senhor, dos vossos servos e servas, que partiram antes de nós, marcados com o sinal da fé, e agora dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
Concedei-lhes, Senhor, a eles e a todos os que descansam em Cristo, o lugar da consolação, da luz e da paz.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amen.
Bate no peito, dizendo:
4C. E a nós, pecadores, vossos servos,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, admiti-nos também na assembleia dos bem-aventurados apóstolos e mártires: João Batista, Estêvão, Matias, Barnabé Inácio, Alexandre, Marcelino, Pedro, Felicidade, Perpétua, Águeda, Luzia, Inês, Cecília, Anastácia e de todos os santos. Recebei-nos em sua companhia, não pelo valor dos nossos méritos, mas segundo a grandeza do vosso perdão.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amen.
E prossegue:
Pres.: Por nosso Senhor Jesus Cristo, criais todos os bens e lhes dais vida, os santificais, abençoais e distribuís por nós.
DOXOLOGIA
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Para canto:
— Por Cristo,
— com Cristo,
— e em Cristo,
— a vós, Deus Pai todo-poderoso,
— na unidade do Espírito Santo,
— toda honra e toda glória,
— por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Ass.: — Amen.
RITO DA COMUNHÃO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Somos chamados filhos de Deus e realmente o somos, por isso, podemos rezar confiantes:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
CANTO
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
1. AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCATA MUNDI:
MISERERE NOBIS.
2. AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCATA MUNDI:
MISERERE NOBIS.
3. AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCATA MUNDI:
DONA NOBIS PACEM.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.
CANTO
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão:
Pres.: — Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu; se alguém come deste Pão, viverá eternamente.
E, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: — Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: — Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada,
— mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
Antífona da comunhão
Vimos sua estrela no Oriente, e viemos com presentes adorar o Senhor. (Cf. Mt 2, 2)
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
CANTO
VIDIMUS STELLAM EJUS IN ORIENTE,
ET VENIMUS CUM MUNERIBUS
ADORARE DOMINUM.
1. DEUS, JUDICIUM TUUM REGI DA
ET JUSTITIAM TUA FILIO REGIS.
2. JUDICET POPULUM TUUM IN JUSTITIA
ET PAUPERES TUOS IN JUDICIO.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou o acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Ó Senhor, guiai-nos sempre e por toda parte com a vossa luz celeste, para que possamos contemplar com olhar puro e viver com amor sincero o mistério de que nos destes participar. Por Cristo, nosso Senhor.
Ó Senhor, guiai-nos sempre e por toda parte com a vossa luz celeste, para que possamos contemplar com olhar puro e viver com amor sincero o mistério de que nos destes participar. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
Se necessário, fazem-se breves comunicados ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Deus, que vos chamou das trevas à luz admirável, derrame benigno sobre vós as suas bênçãos e confirme os vossos corações na fé, na esperança e na caridade.
Ass.: Amém.
Pres.: Porque seguis confiantes o Cristo, que hoje se manifestou ao mundo como luz que ilumina as trevas, Deus vos torne também uma luz para vossos irmãos e irmãs.
Ass.: Amém.
Pres.: Terminada a vossa peregrinação, possais chegar ao Cristo Senhor, luz da luz, que os magos procuravam guiados pela estrela e com grande alegria encontraram.
Ass.: Amém.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass.: Amém.
CANTO
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
℣.: — Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass.: — Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
CANTO
ALMA REDEMPTORIS MATER,
QUAE PERVIA CAELI PORTA MANES,
ET STELLA MARIS, SUCCURRE CADENTI,
SURGERE QUI CURAT POPULO;
TU, QUAE GENUISTI, NATURA MIRANTE,
TUUM SANCTUM GENITOREM,
VIRGO PRIUS AC POSTERIUS,
GABRIELIS AB ORE
SUMENS ILLUD AVE,
PECCATORUM MISERERE.
TU SCENDI DALLE STELLE,
O RE DEL CIELO,
E VIENI IN UNA GROTTA
AL FREDDO E AL GELO.
O BAMBINO, MIO DIVINO,
IO TI VEDO QUI A TREMAR,
O DIO BEATO!
AH, QUANTO TI COSTÒ
L'AVERMI AMATO.
II. A TE, CHE SEI DEL MONDO
IL CREATORE,
MANCANO PANNI E FUOCO,
O MIO SIGNORE.
CARO ELETTO PARGOLETTO,
QUANTO A QUESTA POVERTÀ
PIÙ M'INNAMORA!
POICHÉ TI FECE AMOR
POVERO ANCORA.
Seções:
Basílica de São Pedro
Encerramento da Porta Santa
Jubileu da Esperança
Livreto Celebrativo
Papa Pio IX
