
VATICAN NEWS HABBLET
As horas antes da grandiosa Coroação de Gregório VII
e o Início do Ministério Petrino do 113º Pontífice
Vaticano Habblet, 18 de abril de 2026 — A Praça de São Pedro está pronta para acolher um dos eventos mais marcantes da história recente: o início do Ministério Petrino do Papa Gregório VII.
De origem brasileira, o pontífice Scherer encontra-se a poucas horas de iniciar oficialmente o seu governo como líder supremo da Igreja Católica, tornando-se o 113º Papa a assumir, de forma solene, as funções de Sucessor de Pedro e Bispo da Igreja Universal. A cerimônia de posse como Bispo da Diocese de Roma, por sua vez, está programada para ocorrer alguns dias depois.
Entre os marcos mais simbólicos deste novo pontificado, destaca-se a coroação pontifícia, que simboliza não apenas a autoridade espiritual do Papa, mas também a continuidade de uma tradição milenar que une fé, história e solenidade no coração do Vaticano.
O Papa Gregório será solenemente coroado com a tríplice Tiara Papal, um ato que não ocorria desde o pontificado de Bonifácio III, há quase um ano, já que os sucessores de Bonifácio optaram por não utilizar este símbolo de poder.
O Papa Gregório será solenemente coroado com a tríplice Tiara Papal, um ato que não ocorria desde o pontificado de Bonifácio III, há quase um ano, já que os sucessores de Bonifácio optaram por não utilizar este símbolo de poder.
O início do papado de Gregório tem sido marcado por significativas reorganizações internas, entre as quais se destacam mudanças na Cúria Romana e a elevação da recém-criada Arquidiocese da Imaculada Conceição (Aparecida). Para o governo pastoral desta arquidiocese, o Pontífice nomeou Joaquim D’Aniello, figura de destaque e peça-chave na estratégia de reestruturação do clero.
Em contraste com as diretrizes de seu antecessor, Antônio I (que se alinhava ao pensamento do falecido Papa Francisco), Gregório VII restabeleceu o uso dos múleos vermelhos e das insígnias em ouro, tradições associadas à ala mais conservadora do papado. Além disso, o Latim voltou a ser empregado nas celebrações mais solenes, como a Missa de encerramento do Conclave.
Paralelamente, milhares de fiéis deslocam-se para Roma a fim de participar das cerimônias pontifícias. Foram investidos pelo menos 24.000 euros na organização, ornamentação e preparação dos locais que acolherão os momentos solenes de Início do Ministério Petrino, com destaque para o Túmulo de São Pedro e a imponente Praça de São Pedro.
A Tiara do Papa Gregório VII
Esta é, oficialmente, a tiara que será colocada na cabeça do Papa Gregório durante a Missa de Início do Ministério Petrino. Composta por aproximadamente 150 diamantes, a peça é confeccionada em veludo e cuidadosamente costurada pelas irmãs do Instituto de Nossa Senhora da Paz.
Tradicionalmente, a tiara é utilizada no Rito da Missa de Entronização, bem como em reuniões de grande relevância, Sínodos e Concílios. O adorno carrega um profundo simbolismo, representando os três poderes temporais do pontífice: Pai de reis, Pastor do mundo e Vigário de Cristo.
A confecção da peça foi realizada pelo Atelier São Paulo, cidade natal do Pontífice que atualmente conduz a Igreja Habbletiana.
As Esperanças do novo Pontificado
O novo pontificado iniciou-se após o breve e transitório governo de Antônio I. O anterior pontificado mergulhou a Igreja em uma crise, resultado das ideias modernistas e revolucionárias do pontífice português Águeda. Gregório, por sua vez, tem procurado adotar uma postura mais presente, incentivando os clérigos ao serviço pastoral e empenhando-se em reintegrar aqueles que se afastaram nos últimos pontificados.
Nesse contexto, resgatou figuras de destaque para o Colégio Cardinalício, como o Cardeal Albani, renomado canonista, bacharel em Direito e ex-Presidente do Tribunal da Rota Romana, designando-o à Ordem dos Bispos; e Dom Omena, especialista em Liturgia e ex-Presidente do Departamento das Celebrações Litúrgicas. Retorna também um rosto conhecido: Dom Coppa, ex-cardeal que havia se afastado da comunhão com a Santa Igreja após os episódios de divisão ocorridos em 2023, durante o pontificado de João XII.
O atual pontificado pode, sobretudo, conduzir a Igreja a um possível Concílio, especialmente após, na tarde de quinta-feira, o Papa Gregório ter reconhecido a “necessidade de mudanças burocráticas, de governo e no exercício fundamental do papel do apostolado e dos clérigos que dele fazem parte”.
No entanto, o pontífice não ignora os dois cismas existentes no mesmo cenário. Para o Papa Gregório, tais movimentos cismáticos são “menores e irrelevantes”, ressaltando que “fará todo o possível para que todos retornem à comunhão com a Santa Igreja, aqueles que realmente tenham boa vontade de evangelizar e não de ceder aos desejos de homens sedentos”.

