Livreto Celebrativo | Posse Canônica do Arcebispo de Aparecida

 LIVRETO CELEBRATIVO

SANTA MISSA COM POSSE CANÔNICA
DO ARCEBISPO DE APARECIDA
DOM PIETRO MENARDI

Santuário Nacional de Aparecida
13.07.2026

℣.: Queridos irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos!

Com grande alegria, reunimo-nos para celebrar a Santa Eucaristia e acompanhar a Posse Canônica de nosso novo Arcebispo Metropolitano, Dom Pietro Menardi. Neste momento de graça, a Arquidiocese de Aparecida retoma suas atividades pastorais, iniciando uma nova etapa marcada pela comunhão, pela participação e pelo ardor missionário, para que, unidos ao nosso novo Pastor, anunciemos o Evangelho e sirvamos com generosidade ao Povo de Deus.

Confiemos este novo tempo à intercessão de Nossa Senhora Aparecida e participemos desta celebração com fé e alegria.

RECEPÇÃO DO ARCEBISPO

2. O Bispo é recebido à porta da igreja catedral pela primeira dignidade do cabido, ou, não havendo cabido, pelo reitor da mesma igreja, revestido de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório de água benta com o qual o Bispo se asperge a si mesmo e aos presentes.

CANTO PARA A ASPERSÃO

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR! 
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR! 
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!

1. TU ÉS SACERDOTE, SEMPRE E PARA SEMPRE,
SEGUNDO A ORDEM DE MELQUISEDEC!
HOJE SERVIDOR DA IGREJA!

2. MENSAGEIRO DA PAZ, DE HARMONIA E AMOR,
VEM AO NOSSO MEIO EM NOME DO SENHOR!

3. EM TUA LUZ, SENHOR, VEREMOS A LUZ,
ESTE É TEU LEMA ,
FOSTE CONSAGRADO, HOJE ÉS ENVIADO
PARA CONDUZIR NOSSA IGREJA!

3. Depois, convém seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos. 

Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o mesmo Bispo, presbíteros concelebrantes, diáconos e restante ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.

RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

CANTO

1. REUNIDOS EM TORNO DOS NOSSOS PASTORES
NÓS IREMOS A TI!
PROFESSANDO TODOS UMA SÓ FÉ
NÓS IREMOS A TI!
ARMADOS COM A FORÇA QUE VEM DO SENHOR
NÓS IREMOS A TI!
SOB O IMPULSO DO ESPÍRITO SANTO
NÓS IREMOS A TI!

IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, 
Ó CIDADE DOS CRISTÃOS
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE 
VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!

2. COM NOSSAS IRMÃS E IRMÃOS NOS CLAUSTROS,
NÓS IREMOS A TI!
COM OS NOSSOS IRMÃOS SOFREDORES,
NÓS IREMOS A TI!
COM OS PADRES QUE SOBEM AO ALTAR,
NÓS IREMOS A TI!
COM OS PADRES QUE PARTEM EM MISSÃO,
NÓS IREMOS A TI!

3. CURVADOS AO PESO DO NOSSO TRABALHO
NÓS IREMOS A TI!
CURVADOS AO PESO DE NOSSO PECADO
NÓS IREMOS A TI!
CONFIANTES POR SERMOS OS FILHOS DE DEUS
NÓS IREMOS A TI!
CONFIANTES POR SERMOS OS MEMBROS DE CRISTO
NÓS IREMOS A TI!

2. Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

SAUDAÇÃO

3. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

4. Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor, que encaminha os nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

Depois o Arcebispo dirige-se para a Cadeira e o Vigário Geral, fará a leitura da Bula de Nomeação.

PAULUS, EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI

Ao venerável irmão Dom Pietro Menardi,
eleito para a Arquidiocese Metropolitana de Aparecida,
e a todos os que esta nossa bula lerem,
saúde, paz e bênção apostólica.

"Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com ciência e prudência" (Jr 3,15).

Do alto da Cátedra de Pedro, na qual, por disposição da Divina Providência, exercemos o ministério de confirmar os irmãos na fé e apascentar o rebanho universal de Cristo, dirigimos agora o nosso olhar pastoral para a Igreja Particular de Aparecida, Sé Metropolitana, cuja história se entrelaça profundamente com a piedade do povo cristão e com a singular proteção da Bem-aventurada Virgem Maria, venerada sob o título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

Encontrando-se vacante a Arquidiocese Metropolitana de Aparecida, e desejando prover com diligência o bem espiritual daquela porção do Povo de Deus, após madura reflexão, ouvido o parecer do Dicastério para o Clero e considerados todos os elementos previstos pelo direito da Igreja, julgamos oportuno confiar o governo pastoral a um pastor digno e zeloso. Chegaram até nós testemunhos acerca da tua reta doutrina, da tua fidelidade ao Magistério da Igreja, da prudência no governo, da integridade de vida e da tua reconhecida solicitude pastoral. Estas qualidades levaram-nos a reconhecer em ti as disposições necessárias para assumir tão elevado ministério.

Por isso, na plenitude da minha autoridade, nomeio-te ARCEBISPO METROPOLITANO DA ARQUIDIOCESE DE APARECIDA, conferindo-te todos os direitos, prerrogativas, faculdades, honras e obrigações próprias deste ofício, conforme estabelecem o Código de Direito Canônico e as legítimas tradições da Santa Igreja. Determino que, no tempo oportuno, recebas a posse canônica da Arquidiocese, segundo as prescrições do direito. Receberás igualmente o Sagrado Pálio, sinal da comunhão com o Romano Pontífice e da autoridade metropolitana, bem como o Báculo Pastoral, para que conduzas o rebanho do Senhor com solicitude, firmeza e espírito de serviço.

Lembra-te sempre das palavras do Príncipe dos Apóstolos: "Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto" (1Pd 5,2). Exortamos-te ainda a conservar vivo o espírito missionário da Igreja, incentivando as vocações e o anúncio íntegro do Evangelho, para que Cristo seja conhecido, amado e servido por todos.

Confiamos o teu ministério à proteção da Beatíssima Virgem Maria, venerada sob o glorioso título de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil. Que te alcance do seu Divino Filho a sabedoria dos pastores, a fortaleza dos confessores da fé e a caridade dos santos, para que conduzas esta Arquidiocese e alcances abundantes frutos para a glória de Deus e a salvação das almas.

Dado em Roma, junto a São Pedro, no dia 10 de julho do ano do Senhor de dois mil e vinte e seis, primeiro do meu Pontificado.

+ PAULUS PP. VII
Servus Servorum Dei

No fim, todos aclamam:
Ass.: Graças a Deus.

ENTREGA DO BÁCULO E DA CÁTEDRA

7. Convém que o Bispo que iniciou a celebração diga algumas palavras sobre o ministério do Bispo, ao fim de suas palavras, entrega o báculo pastoral ao novo Arcebispo, e o entrega sua cátedra.

9. Em seguida, o cabido e o clero arquidiocesano, aproximam-se do seu bispo, para lhe manifestarem obediência e respeito. Enquanto isso, canta-se.

CANTO

SOU BOM PASTOR, OVELHAS GUARDAREI,
NÃO TENHO OUTRO OFÍCIO NEM TEREI.
QUANTAS VIDAS EU TIVER EU LHES DAREI.

MAUS PASTORES NUM DIA DE SOMBRA
NÃO CUIDARAM E O REBANHO SE PERDEU.
VOU SAIR PELOS CAMPOS, REUNIR O QUE É MEU,
CONDUZIR E SALVAR.

VERDES PRADOS E BELAS MONTANHAS,
HÃO DE VER O PASTOR REBANHO ATRÁS.
JUNTO A MIM AS OVELHAS TERÃO MUITA PAZ,
PODERÃO DESCANSAR.

HINO DE LOUVOR

9. Depois, omitidos o ato penitencial, o Bispo depõe a mitra, levanta-se, e canta-se: Glória a Deus nas alturas, seguindo as rubricas.

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS
POR ELE AMADOS!

1. SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS,
DEUS PAI TODO-PODEROSO.
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.

2. SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO.
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA!
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

3. SÓ VÓS SOIS SANTO, SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO.
COM O ESPÍRITO SANTO
NA GLÓRIA DE DEUS PAI, AMÉM!

COLETA

9. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração:
Pres.: Ó Deus, que mostrais a luz da vossa verdade aos que erram, para retornarem ao bom caminho, dai aos que professam a fé, rejeitar o que não convém ao cristão e abraçar tudo o que é digno deste nome. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
E todos respondem:
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Is 1,10-17)

10. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados. 

Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías.

Ouvi a palavra do Senhor, magistrados de Sodoma, prestai ouvidos ao ensinamento do nosso Deus, povo de Gomorra. Que me importa a abundância de vossos sacrifícios? - diz o Senhor. Estou farto de holocaustos de carneiros e de gordura de animais cevados; do sangue de touros, de cordeiros e de bodes, não me agrado. Quando entrais para vos apresentar diante de mim, quem vos pediu para pisardes os meus átrios? Não continueis a trazer oferendas vazias! O incenso é para mim uma abominação! Não suporto lua nova, sábado, convocação de assembleia: iniquidade com reunião solene! Vossas luas novas e vossas solenidades, eu as detesto! Elas são para mim um peso, estou cansado de suportá-las. Quando estendeis as vossas mãos, escondo de vós os meus olhos. Ainda que multipliqueis a oração, eu não ouço: Vossas mãos estão cheias de sangue! Lavai-vos, purificai-vos. Tirai a maldade de vossas ações de minha frente. Deixai de fazer o mal! Aprendei a fazer o bem! Procurai o direito, corrigi o opressor. Julgai a causa do órfão, defendei a viúva.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
E todos respondem:
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

11. O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

— A TODO HOMEM QUE PROCEDE RETAMENTE, EU MOSTRAREI A SALVAÇÃO QUE VEM DE DEUS.

— EU NÃO VENHO CENSURAR TEUS SACRIFÍCIOS, POIS SEMPRE ESTÃO PERANTE MIM TEUS HOLOCAUSTOS; NÃO PRECISO DOS NOVILHOS DE TUA CASA NEM DOS CARNEIROS QUE ESTÃO NOS TEUS REBANHOS. ℟.

— COMO OUSAS REPETIR OS MEUS PRECEITOS E TRAZER MINHA ALIANÇA EM TUA BOCA? TU QUE ODIASTE MINHAS LEIS E MEUS CONSELHOS E DESTE AS COSTAS ÀS PALAVRAS DOS MEUS LÁBIOS! ℟.

— DIANTE DISSO QUE FIZESTE, EU CALAREI? ACASO PENSAS QUE EU SOU IGUAL A TI? É DISSO QUE TE ACUSO E REPREENDO E MANIFESTO ESSAS COISAS AOS TEUS OLHOS. ℟.

— QUEM ME OFERECE UM SACRIFÍCIO DE LOUVOR, ESTE SIM É QUE HONRA DE VERDADE. A TODO HOMEM QUE PROCEDE RETAMENTE EU MOSTRAREI A SALVAÇÃO QUE VEM DE DEUS. ℟.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

13. Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.

ALELUIA, ALELUIA , ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA , ALELUIA!

FELIZES OS QUE SÃO PERSEGUIDOS
POR CAUSA DA JUSTIÇA DO SENHOR,
PORQUE O REINO DOS CÉUS HÁ DE SER DELES!

ALELUIA, ALELUIA , ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA , ALELUIA!

14. Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Mt 10,34–11,1)

15. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus. +++
Ass.: Glória a vós, Senhor. +++

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
℣.: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer a paz, mas sim a espada. De fato, vim separar o filho de seu pai, a filha de sua mãe, a nora de sua sogra. E os inimigos do homem serão os seus próprios familiares. Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim, não é digno de mim. Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. Quem procura conservar a sua vida vai perdê-la. E quem perde a sua vida por causa de mim vai encontrá-la. Quem vos recebe, a mim recebe; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou. Quem recebe um profeta, por ser profeta, receberá a recompensa de profeta. E quem recebe um justo, por ser justo, receberá a recompensa de justo. Quem der, ainda que seja apenas um copo de água fresca, a um desses pequeninos, por ser meu discípulo, em verdade vos digo: não perderá a sua recompensa”. Quando Jesus acabou de dar essas instruções aos doze discípulos, partiu daí, a fim de ensinar e pregar nas cidades deles.

16. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
E todos respondem:
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

17. Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

19. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a Oração Universal. O sacerdote, convida o povo à oração com estas palavras:

Pres.: Irmãos e irmãs, elevemos ao Pai nossas súplicas, confiantes de que Ele jamais abandona a sua Igreja, e peçamos que derrame suas graças sobre o novo Arcebispo, sobre esta Arquidiocese e sobre todo o povo santo de Deus.

E todos dizem:

Ass.: Por intercessão da Mãe Aparecida, ouvi, Senhor, a nossa oração!

O leitor então diz:

1. Pela Santa Igreja, para que, guiada pelo Papa, pelos bispos e ministros ordenados, permaneça fiel à missão de anunciar o Evangelho e de conduzir todos os povos à salvação, rezemos ao Senhor.

2. Por nosso novo Arcebispo Metropolitano, Dom Pietro Menardi, para que o Espírito Santo o fortaleça no ministério pastoral, concedendo-lhe sabedoria, prudência e um coração de pai, à imagem do Bom Pastor, rezemos ao Senhor.

3. Pela Arquidiocese de Aparecida, que hoje retoma, com novo vigor, suas atividades pastorais, para que seja uma Igreja viva, unida na comunhão, perseverante na participação e ardorosa na missão, testemunhando Cristo em todas as realidades, rezemos ao Senhor.

4. Por todos nós, aqui reunidos, para que, alimentados pela Palavra e pela Eucaristia, sejamos discípulos missionários, comprometidos com a construção do Reino de Deus e com o serviço aos irmãos, rezemos ao Senhor.

Outras preces da comunidade...

20. Então o sacerdote diz a oração conclusiva, de braços abertos:
Pres.: Deus eterno e todo-poderoso, acolhei as preces que vos apresentamos com confiança. Derramai abundantes bênçãos sobre esta Igreja particular e sobre todo o vosso povo, para que, caminhando na unidade da fé e animados pelo Espírito Santo, sejamos fiéis anunciadores do Evangelho. Por Cristo, nosso Senhor.
E todos dizem:
Ass.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

21. Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

22. Convém que os fiéis nesta missa expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

1. BENDITO SEJAS, SENHOR DEUS DO UNIVERSO,
PELO CARINHO, DOM E FRUTO DE TUAS MÃOS,
HOJE É TEU POVO QUE TE LOUVA EM PROSA E VERSO,
E AGRADECIDO ENTOA A TI ESTA ORAÇÃO.

BENDITO SEJAS, Ó SENHOR, POR VOSSA MESA,
NO PÃO E VINHO, O TRABALHO, A VIDA, O CHÃO,
A NOSSA OFERTA AGORA É BENÇÃO, COM CERTEZA.
NOSSA ALEGRIA SE TRANSFORMA EM LOUVAÇÃO!

2. BENDITO SEJAS, SENHOR DEUS, POR TANTAS GRAÇAS!
DE TI NÓS TEMOS A BONDADE, A DOAÇÃO.
NÓS TE PEDIMOS QUE TEU REINO EM NÓS SE FAÇA,
E ASSIM POSSAMOS CONSTRUIR UM MUNDO IRMÃO.

3. BENDITO SEJAS, SENHOR DEUS QUE DÁS A VIDA!
TAL QUAL UM SOPRO NOS REVELAS TUA VONTADE.
QUE NÓS POSSAMOS TE AMAR, DEUS SEM MEDIDA,
E SER NO OUTRO UM SINAL DE TUA BONDADE.

23. O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

24. O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

25. Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

26. Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

27. E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

28. Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO

29. Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que, trazendo ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

SOBRE AS OFERENDAS

30. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração Sobre as oferendas.
Pres.: Olhai, Senhor, os dons da Igreja em oração e concedei que os fiéis que os recebem possam crescer em santidade. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO
(A Igreja a caminho da unidade)

31. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças e cantar-vos um hino de glória e louvor, Senhor, Pai de infinita bondade. Pela palavra do Evangelho do vosso Filho reunistes uma só Igreja de todos os povos, línguas e nações. Por ela, vivificada pela força do vosso Espírito, não deixais de congregar na unidade todo o gênero humano. Manifestando a aliança do vosso amor, a Igreja irradia sem cessar a alegre esperança do vosso reino e brilha como sinal da vossa fidelidade que prometestes para sempre em Cristo Jesus, Senhor nosso. Por isso, unidos a todos os Anjos dos céus, nós vos celebramos na terra cantando (dizendo) com a Igreja inteira a uma só voz:

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO, 
SENHOR, DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA, 
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. 
HOSANA NAS ALTURAS! 

BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!
HOSANA NAS ALTURAS! 

ORAÇÃO EUCARÍSTICA PARA DIVERSAS CIRCUNSTÂNCIAS I

2. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo e digno de louvor, ó Deus, que amais os seres humanos e sempre os acompanhais no caminho da vida. Na verdade, é bendito o vosso Filho, presente no meio de nós, quando nos reunimos por seu amor. Como outrora aos discípulos de Emaús, ele nos revela as Escrituras e parte o Pão para nós.
A assembleia aclama:
Ass.: Bendito o vosso Filho, presente entre nós!

3. Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Por isso, nós vos suplicamos, Pai de bondade: enviai o vosso Espírito Santo para que santifique estes dons do pão e do vinho
une as mãos 
e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
e se tornem para nós o Corpo e o Sangue 
une as mãos
de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo.

4. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Na véspera de sua paixão, na noite da última Ceia,
toma o pão
e, mantendo-o m pouco acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.

5. Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos deu-vos graças novamente e o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

6. Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama: 
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus.

7. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, ó Pai santo, o memorial da Páscoa de Cristo, vosso Filho, nosso Salvador, anunciamos a obra do vosso amor; pela paixão e morte de cruz, vós o fizestes entrar na glória da ressurreição e o colocastes à vossa direita. Enquanto esperamos sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos o Pão da vida e o Cálice da bênção.
A assembleia aclama: 
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Olhai com bondade a oferta da vossa Igreja; nela vos apresentamos o sacrifício pascal de Cristo, que nos foi entregue. E concedei que, pela força do Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.
A assembleia aclama: 
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!

1C. Renovai, ó Pai, com a luz do Evangelho, a vossa Igreja que está em Aparecida. Fortalecei o vínculo da unidade entre os fiéis e os pastores do vosso povo, em comunhão com o nosso Papa Paulo, o nosso Bispo Pietro, e toda a ordem episcopal. Assim, neste mundo dilacerado por discórdias, o vosso povo brilhe como sinal profético de unidade e concórdia.
A assembleia aclama: 
Ass.: Confirmai na unidade a vossa Igreja!

2C. Lembrai-vos dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na paz do vosso Cristo, e de todos os falecidos, cuja fé só vós conhecestes: acolhei-os na luz da vossa face e, a ressurreição, concedei-lhes a plenitude da vida.
A assembleia aclama: 
Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C. Concedei também a nós, no fim da peregrinação terrestre, chegarmos todos à morada eterna, onde viveremos para sempre convosco e, com a Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus, os Apóstolos e Mártires, e todos os Santos, vos louvaremos e glorificaremos,
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.

38. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama: 
Ass.: Amém.


RITO DA COMUNHÃO

ORAÇÃO DO SENHOR

39. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:

E todos juntos, rezam:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

40. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

41. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.

42. O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

43. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.

44. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.

45. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ, SENHOR, A VOSSA PAZ!

Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

46. Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

47. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

48. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

49. Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

50. Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.

51. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

CANTO


SOMOS MUITOS, UM SÓ CORPO!
SOMOS MUITOS, UM SÓ CÁLICE!
CORPO E SANGUE DA UNIDADE
EM TI, SENHOR JESUS!
TU, A CABEÇA, NÓS OS MEMBROS,
TUA IGREJA!
"CORPO DE CRISTO!" — DIGO E SOU "AMÉM"!

1. EUCARISTIA, PÃO DA UNIDADE,
NO AMOR SE TORNA PÃO DO SENHOR!
E AS UVAS SÃO VINHO NOVO,
ALIMENTO DE VIDA ETERNA
A QUEM CAMINHA E CRÊ!
VAI TU TAMBÉM COMER, BEBER
E RECEBER O PÃO DO CÉU!

2. EUCARISTIA, A CARIDADE,
O FILHO AMADO, ETERNO AMOR,
MANDAMENTO DA VIDA NOVA:
NOS AMARMOS NO MESMO AMOR
COM QUE ELE NOS AMOU!
COMER A CARNE DO SENHOR,
BEBER SEU SANGUE: DEUS EM NÓS!

3. EUCARISTIA, O SACRAMENTO
DO CORPO E SANGUE DO REDENTOR,
SACRIFÍCIO DO CRISTO VIVO,
NOVA PÁSCOA, MEMORIAL
DA SUA PAIXÃO NA CRUZ.
PASCAL MISTÉRIO DE JESUS,
NOS GUARDE PARA O ETERNO AMÉM!

4. EUCARISTIA, CEIA E BANQUETE,
SERVIDO A TODOS NESTE ALTAR.
É O PÃO VIVO DO CÉU DESCIDO,
CRISTO MESMO, PARTIDO E REPARTIDO
ENTRE OS IRMÃOS.
OS CONVIDADOS DO SENHOR
RESPONDAM COM O MESMO AMOR!

52. Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou  o acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

53. Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

54. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Alimentados pelos vossos dons, nós vos pedimos, Senhor, que cresçam em nós os frutos da nossa salvação cada vez que celebramos este mistério. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

CONSAGRAÇÃO A NOSSA SENHORA APARECIDA

Pres.: Ó, Maria Santíssima, pelos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo, em vossa querida imagem de Aparecida, espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil. Eu, embora indigno de pertencer ao número de vossos filhos e filhas, mas cheio do desejo de participar dos benefícios de vossa misericórdia, prostrado a vossos pés, consagro-vos o meu entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis; consagro-vos a minha língua, para que sempre vos louve e propague a vossa devoção; consagro-vos o meu coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas. Recebei-me, o Rainha incomparável, vós que o Cristo crucificado deu-nos por Mãe, no ditoso número de vossos filhos e filhas; acolhei-me debaixo de vossa proteção; socorrei-me em todas as minhas necessidades, espirituais e temporais, sobretudo na hora de minha morte.
Abençoai-me, ó, Celestial Cooperadora, e com vossa poderosa intercessão, fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda eternidade. Assim seja!
Ass.: Amém.


DAI-NOS A BÊNÇÃO, Ó MÃE QUERIDA
NOSSA SENHORA APARECIDA!
DAI-NOS A BÊNÇÃO, Ó MÃE QUERIDA
NOSSA SENHORA APARECIDA!

RITOS FINAIS

55. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL
Tempo Comum II

56. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.:
Ele está no meio de nós.

O diácono, ou na ausência dele, o próprio sacerdote, diz:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.
 
Em seguida, o sacerdote, com as mãos estendidas sobre o povo, diz a oração:
Pres.: A paz de Deus, que supera todo entendimento, guarde vossos corações e vossas mentes no conhecimento e no amor de Deus e de seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Ass.: Amém.
 
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.:
E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass.: Amém.
 
57. À despedida, o diácono, ou o próprio sacerdote diz unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.

CANTO FINAL

VIRGEM MÃE APARECIDA
ESTENDEI O VOSSO OLHAR
SOBRE O CHÃO DE NOSSA VIDA
SOBRE NÓS E O NOSSO LAR

VIRGEM MÃE APARECIDA, NOSSA VIDA E NOSSA LUZ
DAI-NOS SEMPRE NESTA VIDA PAZ E AMOR NO BOM JESUS
DAI-NOS SEMPRE NESTA VIDA PAZ E AMOR NO BOM JESUS

PEREGRINOS LONGES TERRAS
CAMINHAMOS ATRAVÉS
DE ALTOS MONTES DE ALTAS SERRAS
PARA VOS BEIJAR OS PÉS

VIRGEM MÃE APARECIDA, NOSSA VIDA E NOSSA LUZ
DAI-NOS SEMPRE NESTA VIDA PAZ E AMOR NO BOM JESUS
DAI-NOS SEMPRE NESTA VIDA PAZ E AMOR NO BOM JESUS

ESTENDEI OS VOSSOS BRAÇOS
QUE TRAZEIS NO PEITO, EM CRUZ
PARA NOS GUIAR OS PASSOS
PARA O REINO DE JESUS

VIRGEM MÃE APARECIDA, NOSSA VIDA E NOSSA LUZ
DAI-NOS SEMPRE NESTA VIDA PAZ E AMOR NO BOM JESUS
DAI-NOS SEMPRE NESTA VIDA PAZ E AMOR NO BOM JESUS.
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