LIVRETO CELEBRATIVO
SANTA MISSA DE POSSE
NA CÁTEDRA DE LATRÃO
DO SANTO PADRE
PAULO VII
Arquibasílica e Catedral do Santíssimo Salvador e dos Santos João Batista e Evangelista de Latrão
10 de julho | 17h
Após a Missa Inaugural do Ministério Petrino, o Santo Padre buscará realizar, conforme a proximidade de alguma festividade ou solenidade, a sua Posse como Bispo Diocesano de Roma, na Catedral de São João de Latrão — Cátedra do Bispo de Roma.
Esta celebração poderá ocorrer dentro de uma Celebração Eucarística ou de uma Celebração da Liturgia das Horas. A posse se dá conforme o rito habitual da posse de um Bispo Diocesano. As orações e leituras da Missa serão as próprias do dia litúrgico em que a celebração ocorrer.
Estarão presentes o Vigário-Geral da Diocese de Roma (que é também o Arcipreste da Basílica de Latrão) e o Capítulo dos Cônegos Lateranenses.
ENTRADA CANÔNICA
1. O Arcipreste, ao receber o Santo Padre na entrada da Basílica, apresenta-lhe a cruz para ser beijada. O Papa oscula-a e, em seguida, um dos cerimoniários lhe apresenta a caldeirinha com o hissope.
O Papa asperge o povo enquanto se dirige ao interior da Catedral.
2. Durante este momento, canta-se um canto apropriado.
IN FIDE VIVO FILII DEI,
QUI DILEXIT ME,
ET TRADIDIT SEMETIPSUM PRO ME.
VISITA AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO
3. Concluída a aspersão, o Papa dirige-se ao Sacrário para um momento de oração silenciosa. Neste momento, ainda não se senta na Cátedra.
4. Ao terminar a adoração pessoal, dirige-se à Sacristia para se paramentar.
SANTA MISSA
ENTRADA
Antífona de Entrada - cf. Ps. 47, 10. 11 et 2
Suscepimus, Deus, misericordiam tuam in medio templi tui: secundum nomen tuum Deus, ita et laus tua in fines terrae: iustitia plena est dextera tua. Magnus Dominus et laudabilis nimis: in civitate Dei nostri, in monte sancto eius.
5. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
SUSCEPIMUS, DEUS, MISERICORDIAM TUAM
IN MEDIO TEMPLI TUI:
SECUNDUM NOMEN TUUM, DEUS,
ITA ET LAUS TUA IN FINES TERRÆ:
IUSTITIA PLENA EST DEXTERA TUA.
I. MAGNUS DOMINUS, ET LAUDABILIS NIMIS:
IN CIVITATE DEI NOSTRI, IN MONTE SANCTO EJUS.
II. GLORIA PATRI, ET FILIO, ET SPIRITUI SANCTO
SICUT ERAT IN PRINCIPIO ET NUNC, ET SEMPER
ET IN SÆCULA SÆCULORUM. AMEN.
6. Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
SAUDAÇÃO
7. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti. +
O povo responde:
Ass.: Amen. +
Em seguida, o Santo Padre, abrindo os braços, saúda o povo, com uma das seguintes fórmulas:
Pres.: Pax vobis.
E o povo responde:
Ass.: Et cum spiritu tuo.
POSSE CANÔNICA
Após a saudação, o Santo Padre se senta na cadeira preparada e recebe a mitra.
8. Todos se assentam. O Vigário-Geral da Diocese dirige uma breve saudação ao Santo Padre. Em seguida, aproxima-se dele e profere as seguintes palavras:
Beatissime Pater Paulus,
Sancta Ecclesia quae est Romae hodie in gloria Domini exsultat, et Episcopum suum accipit, successorem Apostoli Petri, qui ad Cathedram suam accipiendam venit.
Hic est locus electus et benedictus, ex quo, per saeculorum decursum fideliter, petra super quam Ecclesia fundata est omnes fratres in veritate fidei confirmat, caritati omnium Ecclesiarum praesidet, eosque omnes in viis sanctitatis firmiter dirigit.
Sanctissimae Trinitati exsurgit hymnus noster laudis, gratiarum actionis atque supplicationis, ut, a finibus terrae usque ad fines eius, unus tantum grex sub uno Pastore efficiatur. Sancte Pater, filiali devotione, nos obsequentes et dociles erga vestra praecepta ac directiones profitemur.
O Santo Padre levanta-se, recebe a férula e dirige-se em procissão à Cátedra Diocesana. Assenta-se, sendo então aclamado com o canto Tu es Petrus.
CANTO
TU ES PETRUS, ET SUPER HANC PETRAM
AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM.
ET PORTAE INFERI NON PRAEVALEBUNT ADVERSUM EAM.
ET TIBI DABO CLAVES REGNI CAELORUM.
9. O Papa é saudado pelo Vigário-Geral, por seus bispos auxiliares e pelos demais clérigos incardinados na Diocese de Roma ou nela residentes.
A celebração segue normalmente.
ATO PENITENCIAL
10. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Fratres, agnoscamus peccata nostra, ut apti simus ad sacra mysteria celebranda.
Após um momento de silêncio, todos rezam:
Ass.: Confiteor Deo omnipotenti et tibi, frater, quia peccavi nimis cogitatione, verbo, opere et omissione
e, batendo no peito, dizem:
mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa. Deinde prosequuntur: Ideo precor beatam Mariam semper Virginem, omnes Angelos et Sanctos, et te, frater, orare pro me ad Dominum Deum nostrum.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Miseretur nostri omnipotens Deus et, dimissis peccatis nostris, perducat nos ad vitam aeternam.
O povo responde:
Ass.: Amen.
11. Seguem as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.
CANTO
KYRIE, ELEISON.
KYRIE, ELEISON.
CHRISTE, ELEISON.
CHRISTE, ELEISON.
KYRIE, ELEISON.
KYRIE, ELEISON.
CANTO
13. Segue-se o Hino de Louvor. Este Hino não é rezado no Advento ou na Quaresma.
Pres.: GLORIA IN EXCELSIS DEO
Ass.: ET IN TERRA PAX HOMINIBUS
BONAE VOLUNTATIS.
LAUDAMUS TE,
BENEDICIMUS TE,
ADORAMUS TE,
GLORIFICAMUS TE,
GRATIAS AGIMUS TIBI
PROPTER MAGNAM GLORIAM TUAM,
DOMINE DEUS, REX COELESTIS,
DEUS PATER OMNIPOTENS.
DOMINE FILI UNIGENITE,
IESU CHRISTE,
DOMINE DEUS, AGNUS DEI,
FILIUS PATRIS:
QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,
MISERERE NOBIS;
QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,
SUSCIPE DEPRECATIONEM NOSTRAM,
QUI SEDES AD DEXTERAM PATRIS,
MISERERE NOBIS.
QUONIAM TU SOLUS SANCTUS,
TU SOLUS DOMINUS,
TU SOLUS ALTISSIMUS,
IESU CHRISTE,
CUM SANCTO SPIRITU,
IN GLORIA DEI PATRIS.
AMEN.
COLETA
14. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremus.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta;
Pres.: Deus, qui in Filii tui humilitate iacentem mundum erexisti, fidelibus tuis sanctam concede laetitiam, ut, quos eripuisti a servitute peccati, gaudiis facias perfrui sempiternis. Per Dominum nostrum Iesum Christum, Filium tuum, in unitate Spiritus Sancti, Deus, per omnia saecula saeculorum.
ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amen.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
Os 14,2-10
15. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura da Profecia de Oseias.
Assim fala o Senhor: “Volta, Israel, para o Senhor, teu Deus, porque estavas caído em teu pecado. Vós todos, encontrai palavras e voltai para o Senhor; dizei-lhe: ʽLivra-nos de todo o mal e aceita este bem que oferecemos; o fruto de nossos lábios. A Assíria não nos salvará; não queremos montar nossos cavalos, não chamaremos mais ‘Deuses nossos’ a produtos de nossas mãos; em ti encontrará o órfão misericórdiaʼ. “Hei de curar sua perversidade e me será fácil amá-los, deles afastou-se a minha cólera. Serei como orvalho para Israel; ele florescerá como o lírio e lançará raízes como plantas do Líbano. Seus ramos hão de estender-se; será seu esplendor como o da oliveira, e seu perfume como o do Líbano. Voltarão a sentar-se à minha sombra e a cultivar o trigo, e florescerão como a videira, cuja fama se iguala à do vinho do Líbano. Que tem ainda Efraim a ver com ídolos? Sou eu que o atendo e que olho por ele. Sou como o cipreste sempre verde: de mim procede o teu fruto. Compreenda estas palavras o homem sábio, reflita sobre elas o bom entendedor! São retos os caminhos do Senhor e, por eles, andarão os justos, enquanto os maus ali tropeçam e caem”.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: — VERBUM DOMINI.
Todos aclamam:
Ass.: — DEO GRATIAS.
SALMO RESPONSORIAL
Sl 50(51)
16. O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
— OS MEUM ANNUNTIABIT LAUDEM TUAM.
— MISERERE MEI, DEUS, SECUNDUM MAGNAM MISERICORDIAM TUAM.
— ET SECUNDUM MULTITUDINEM MISERATIONUM TUARUM DELE INIQUITATEM MEAM.
— AMPLIUS LAVA ME AB INIQUITATE MEA, ET A PECCATO MEO MUNDA ME. ℟.
— ECCE ENIM VERITATEM DILEXISTI; INCERTA
— ET OCCULTA SAPIENTIAE TUAE MANIFESTASTI MIHI.
— ASPERGES ME HYSSOPO, ET MUNDABOR; LAVABIS ME, ET SUPER NIVEM DEALBABOR. ℟.
— COR MUNDUM CREA IN ME, DEUS, ET SPIRITUM FIRMUM INNOVA IN VISCERIBUS MEIS.
— NE PROJICIAS ME A FACIE TUA, ET SPIRITUM SANCTUM TUUM NE AUFERAS A ME. ℟.
— REDDE MIHI LAETITIAM SALUTARIS TUI, ET SPIRITU PROMPTISSIMO CONFIRMA ME.
— DOMINE, LABIA MEA APERIES, ET OS MEUM ANNUNTIABIT LAUDEM TUAM. ℟.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
17. Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.
— ALLELUIA, ALLELUIA, ALLELUIA.
MAGNUS DOMINUS, ET LAUDABILIS VALDE,
IN CIVITATE DEI NOSTRI, IN MONTE SANCTO EJUS.
18. Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Iube, domne, benedicere.
O sacerdote diz em voz baixa:
Ass.: Dominus sit in corde tuo et in labiis tuis: ut digne et competenter annunties Evangelium suum: in nomine Patris, et Filii, + et Spiritus Sancti.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amen.
19. Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Ass.: Munda cor meum ac labia mea, omnipotens Deus, ut sanctum Evangelium tuum digne valeam nuntiare.
EVANGELHO
Mt 10,16-23
20. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
℣.: — DOMINUS VOBISCUM.
O povo responde:
Ass.: — ET CUM SPIRITU TUO.
O diácono, ou o sacerdote, diz:
℣.: — LECTIO SANCTI EVANGELII SECUNDUM MATTHAEUM. +++
E, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
O povo aclama:
Ass.: — GLORIA TIBI, DOMINE. +++
21. Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Eis que eu vos envio como ovelhas no meio de lobos. Sede, portanto, prudentes como as serpentes e simples como as pombas. Cuidado com os homens, porque eles vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão nas suas sinagogas. Vós sereis levados diante de governadores e reis, por minha causa, para dar testemunho diante deles e das nações. Quando vos entregarem, não fiqueis preocupados como falar ou o que dizer. Então naquele momento vos será indicado o que deveis dizer. Com efeito, não sereis vós que havereis de falar, mas sim o Espírito do vosso Pai é que falará através de vós. O irmão entregará à morte o próprio irmão; o pai entregará o filho; os filhos se levantarão contra seus pais, e os matarão. Vós sereis odiados por todos, por causa do meu nome. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo. Quando vos perseguirem numa cidade, fugi para outra. Em verdade vos digo, vós não acabareis de percorrer as cidades de Israel, antes que venha o Filho do Homem”.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: — VERBUM DOMINI.
O povo aclama:
Ass.: — LAUS TIBI, CHRISTE.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Per evangelica dicta deleantur nostra delicta.
22. E se oportuno, ergue o livro e leva-o ao presidente que o beijará e abençoará o povo.
HOMILIA
23. Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
25. Aquele que preside convida os fiéis à Oração, dizendo:
Pres.: Irmãos e irmãs, reunidos no amor do Cristo, nosso Pastor e Cabeça da Igreja, elevemos a Deus, Pai de misericórdia, nossas preces confiantes, para que nos guie e fortaleça neste novo serviço ao Seu povo, dizendo:
E todos, a cada prece, dizem:
Ass.: Te rogamus, audi nos.
1. Pelo nosso Santo Padre, Paulo, a quem o Senhor confiou o ministério de pastor universal, para que, iluminado pelo Espírito Santo, governe a Igreja com sabedoria, justiça e amor, rezemos.
2. Pelos bispos, padres, diáconos e todos os ministros da Igreja, para que em comunhão com o Papa sejam testemunhas fiéis do Evangelho, anunciando a salvação de Cristo a todas as nações, rezemos.
3. Pelos governantes e autoridades civis, para que trabalhem pelo bem comum, respeitando a dignidade de toda pessoa humana e promovendo a paz e a justiça, rezemos.
4. Pelos irmãos e irmãs que sofrem no corpo, na mente e no espírito, para que encontrem alívio em suas dificuldades e descubram na Igreja um sinal vivo da misericórdia divina, rezemos.
5. Por todos nós aqui reunidos, para que, fortalecidos pela palavra e pelos sacramentos, sejamos discípulos fiéis e missionários do Reino de Deus, rezemos.
De braços abertos, conclui:
Pres.: Pai misericordioso, atendei nossas súplicas e concedei-me a graça de servir à Igreja com fidelidade e amor. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
26. Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
POPULUM HUMILEM SALVUM FACIES, DOMINE,
ET OCULOS SUPERBORUM HUMILIABIS:
QUONIAM QUIS DEUS PRAETER TE, DOMINE?
27. Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
28. O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Benedictus es, Domine, Deus universi, quia de tua largitate accepimus panem, quem tibi offerimus, fructum terrae et operis manuum hominum: ex quo nobis fiet panis vitae.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Benedíctus Deus in sæcula!
29. O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Per huius aquae et vini mysterium eius efficiamur divinitatis consortes, qui humanitatis nostrae fieri dignatus est particeps.
30. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Benedictus es, Domine, Deus universi, quia de tua largitate accepimus vinum, quod tibi offerimus, fructum vitis et operis manuum hominum, ex quo nobis fiet potus spiritualis.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Benedíctus Deus in sæcula!
31. Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
In spiritu humilitatis et in animo contrito suscipiamur a te, Domine; et sic fiat sacrificium nostrum in conspectu tuo hodie, ut placeat tibi, Domine Deus.
32. E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
33. Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lava me, Domine, ab iniquitate mea, et a peccato meo munda me.
CONVITE À ORAÇÃO
34. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orate, fratres: ut meum ac vestrum sacrificium acceptabile fiat apud Deum Patrem omnipotentem.
O povo responde:
Ass.: Suscipiat Dominus sacrificium de manibus tuis ad laudem et gloriam nominis sui, ad utilitatem quoque nostram totiusque Ecclesiae suae sanctae.
SOBRE AS OFERENDAS
35. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Pres.: Oblatio nos, Domine, tuo nomini dicata purificet, et de die in diem ad caelestis vitae transferat actionem. Per Christum, Dominum nostrum.
ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amen.
PRECE EUCARÍSTICA
PREX EUCHARISTICA PRO VARIIS NECESSITATIBUS I
PRÆFATIO
Ecclesia in viam unitatis progrediens
36. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: Dominus vobiscum.
Ass.: Et cum spiritu tuo.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Sursum corda.
Ass.: Habemus ad Dominum.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Gratias agamus Domino Deo nostro.
Ass.: Dignum et iustum est.
37. O sacerdote, de braços abertos, reza o Prefácio:
Pres.: Vere dignum et iustum est tibi gratias agere tibique gloriae et laudis hymnum canere, Domine, Pater infinitae bonitatis. Quia verbo Evangelii Filii tui, ex omnibus populis, linguis et nationibus unam Ecclesiam collegisti, per quam, Spiritus tui virtute vivificatam, omnes homines in unum congregare non desinis. Ipsa tuae dilectionis testamentum manifestans, spem beatam regni incessanter largitur ac veluti signum tuae fidelitatis resplendet quam in Christo Iesu Domino nostro, in aeternum promisisti. Et ideo, cum omnibus caelorum Virtutibus, in terris te iugiter celebramus, cum universa Ecclesia una voce dicentes:
SANTO
SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS,
DOMINUS DEUS SABAOTH.
PLENI SUNT CAELI ET TERRA GLORIA TUA.
HOSANNA IN EXCELSIS.
BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI,
HOSANNA IN EXCELSIS.
108. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Vere Sanctus es et glorificandus, amator hominum Deus, qui semper illis ades in itinere vitae. Vere benedictus Filius tuus, qui praesens est in medio nostri cum ab eius amore congregamur, et sicut olim pro discipulis nobis Scripturas aperit et panem frangit.
109. Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Rogamus ergo te, Pater clementissime, ut Spiritum Sanctum tuum emittas, qui haec dona panis et vini sanctificet, iungit manus et signat semel super panem et calicem simul,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
ut nobis Corpus et + Sanguis fiant iungit manus Domini nostri Iesu Christi.
Une as mãos.
110. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Qui pridie quam pateretur, in supremae nocte Cenae,
toma o pão
e, mantendo-o m pouco acima do altar, prossegue:
accepit panem et benedixit ac fregit, deditque discipulis suis.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.
111. Então prossegue:
Pres.: Simili modo, postquam cenatum est accipit calicem,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
accipiens et calicem, tibi gratias egit, deditque discipulis suis.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
112. Em seguida, diz:
Pres.: Mysterium fidei.
A assembleia aclama:
Ass.: Salvator mundi, salva nos, qui per crucem et resurrectionem tuam liberasti nos.
113. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Unde et nos, Pater sancte, memores Christi Filii tui Salvatoris nostri, quem per passionem et mortem crucis ad resurrectionis gloriam perduxisti et ad dexteram tuam sedere fecisti, opus tuae caritatis annuntiamus, donec ipse veniat, tibique panem vitae et calicem benedictionis offerimus. In oblationem Ecclesiae tuae, in qua paschale Christi sacrificium nobis traditum exhibemus, respice propitius, et concede, ut virtute Spiritus caritatis tuae, inter Fílii tui membra, cuius Corpori communicamus et Sanguini, nunc et in diem aeternitatis numeremur.
1C. Ecclesiam tuam, Domine, quae est Romae, lumine renova Evangelii. Vínculum unitatis confirma inter fideles et pastores plebis tuae, una cum Papa nostro Paulus et universo ordine episcopali, ut populus tuus, hoc in mundo discordiis lacerato, unitatis et concordiae propheticum signum eluceat. Aperi oculos nostros ut necessitates fratrum agnoscamus; verba et opera nobis inspira, ad laborantes et oneratos confortandos; fac nos sincere ipsis inservire, Christi exemplo eiusque mandato. Ecclesia tua vivum testimonium exsistat veritatis et libertatis, pacis atque iustitiae, ut omnes homines in spem novam erigantur.
2C. Memento fratrum nostrorum (N. et N.), qui in pace Christi tui dormierunt omniumque defunctorum, quorum fidem tu solus cognovisti: eos ad lumen vultus tui fruendum admitte et in resurrectione dona eis vitae plenitudinem.
3C. Concede nos quoque, terrena exacta peregrinatione, ad aeternam pervenire mansionem, ubi tecum semper vivemus et cum beata Virgine Dei Genetrice Maria, cum Apostolis et martyribus, (cum Sancto N.: Sancto diei vel patrono) Sanctisque omnibus communicantes, te laudabimus et magnificabimus Iungit manibus
une as mãos
per Iesum Christum, Filium tuum.
114. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Per ipsum, et cum ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipotenti, in unitate Spiritus Sancti, omnis honor et gloria per omnia sæcula sæculorum.
A assembleia aclama:
Ass.: Amen.
48. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:
Pres.: — PRAECEPTIS SALUTARIBUS MONITI, ET DIVINA INSTITUTIONE FORMATI, AUDEMUS DICERE:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: — PATER NOSTER, QUI ES IN CAELIS: SANCTIFICETUR NOMEN TUUM;
— ADVENIAT REGNUM TUUM; FIAT VOLUNTAS TUA, SICUT IN CAELO, ET IN TERRA.
— PANEM NOSTRUM QUOTIDIANUM DA NOBIS HODIE;
— ET DIMITTE NOBIS DEBITA NOSTRA, SICUT ET NOS DIMITTIMUS DEBITORIBUS NOSTRIS;
— ET NE NOS INDUCAS IN TENTATIONEM; SED LIBERA NOS A MALO.
49. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Libera nos, quaesumus, Domine, ab omnibus malis, da propitius pacem in diebus nostris, ut, ope misericordiae tuae adiuti, et a peccato simus semper liberi et ab omni perturbatione securi: exspectantes beatam spem et adventum Salvatoris nostri Iesu Christi.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: — QUIA TUUM EST REGNUM, ET POTESTAS, ET GLORIA IN SAECULA.
50. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Domine Iesu Christe, qui dixisti Apostolis tuis: Pacem relinquo vobis, pacem meam do vobis: ne respicias peccata nostra, sed fidem Ecclesiae tuae; eamque secundum voluntatem tuam pacificare et coadunare digneris.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Qui vivis et regnas in saecula saeculorum.
O povo responde:
Ass.: Amen.
51. O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: Pax Domini sit semper vobiscum.
O povo responde:
Ass.: Et cum spiritu tuo.
52. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Offerte vobis pacem.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
53. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Haec commixtio Corporis et Sanguinis Domini nostri Iesu Christi fiat accipientibus nobis in vitam aeternam.
CANTO
AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,
MISERERE NOBIS.
AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,
MISERERE NOBIS.
AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,
DONA NOBIS PACEM.
54. Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dona nobis pacem.
55. Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Domine Iesu Christe, Fili Dei vivi, qui ex voluntate Patris, cooperante Spiritu Sancto, per mortem tuam mundum vivificasti: libera me per hoc sacrosanctum Corpus et Sanguinem tuum ab omnibus iniquitatibus meis et universis malis: et fac me tuis semper inhaerere mandatis, et a te numquam separari permittas.
Ou:
Perceptio Corporis et Sanguinis tui, Domine Iesu Christe, non mihi proveniat in iudicium et condemnationem: sed pro tua pietate prosit mihi ad tutamentum mentis et corporis, et ad medelam percipiendam.
56. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Ecce Agnus Dei, ecce qui tollit peccata mundi. Beati qui ad cenam Agni vocati sunt.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Domine, non sum dignus, ut intres sub tectum meum, sed tantum dic verbo, et sanabitur anima mea.
COMUNHÃO
57. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Corpus Christi custodiat me in vitam aeternam.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Sanguis Christi custodiat me in vitam aeternam.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
58. Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: Corpus Christi.
O que vai comungar responde:
℟.: Amen.
E comunga.
59. O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
60. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
Antífona da Comunhão
Gustate et videte, quoniam suavis est Dominus; beatus vir, qui sperat in eo.
61. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
ANIMA CHRISTI, SANCTIFICA ME.
CORPUS CHRISTI, SALVA ME.
SANGUIS CHRISTI, INEBRIA ME.
AQUA LATERIS CHRISTI, LAVA ME.
I. PASSIO CHRISTI, CONFORTA ME,
O BONE JESU, EXAUDI ME.
INTRA TUA VULNERA ABSCONDE ME.
II. NE PERMITTAS A TE ME SEPARARI,
AB HOSTE MALIGNO DEFENDE ME.
IN HORA MORTIS MEAE VOCA ME.
III. ET JUBE ME VENIRE AD TE,
UT CUM SANCTIS TUIS LAUDEM TE
PER INFINITA SAECULA SAECULORUM, AMEN.
62. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Quod ore sumpsimus, Domine, pura mente capiamus, et de munere temporali fiat nobis remedium sempiternum.
Então o sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
63. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremus.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Tantis, Domine, repleti muneribus, praesta, quaesumus, ut et salutaria dona capiamus, et a tua numquam laude cessemus. Per Christum, Dominum nostrum.
Pres.: Tantis, Domine, repleti muneribus, praesta, quaesumus, ut et salutaria dona capiamus, et a tua numquam laude cessemus. Per Christum, Dominum nostrum.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amen.
BÊNÇÃO FINAL
64. O Bispo recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:
Pres.: Dominus vobiscum.
Todos respondem:
Ass.: Et cum spiritu tuo.
O sacerdote ou diácono diz:
℣.: Inclinate vos ad benedictionem.
O celebrante diz:
Pres.: Sit nomen Domini benedictum.
Ass.: Ex hoc nunc et usque in sæculum.
Pres.: Adiutorium nostrum in nomine Domini,
Ass.: Qui fecit cælum et terram.
65. Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz:
Pres.: Benedicat vos omnipotens Deus,
e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:
Pater +, et Filius +, et Spiritus + Sanctus.
Todos:
Ass.: Amen.
66. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ite, missa est.
O povo responde:
Ass.: Deo gratias.
ANTÍFONA
SALVE, REGINA, MATER MISERICORDIAE,
VITA, DULCEDO, ET SPES NOSTRA, SALVE.
AD TE CLAMAMUS, EXSULES FILII EVAE.
AD TE SUSPIRAMUS, GEMENTES ET FLENTES
IN HAC LACRIMARUM VALLE.
EIA ERGO, ADVOCATA NOSTRA,
ILLOS TUOS MISERICORDES OCULOS
AD NOS CONVERTE.
ET IESUM BENEDICTUM FRUCTUM VENTRIS TUI,
NOBIS, POST HOC EXSILIUM, OSTENDE.
O CLEMENS, O PIA, O DULCIS VIRGO MARIA.
67. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
68. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.
Seções:
Dicastério para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos
Livreto Celebrativo
Papa Paulo VII
Posse em Latrão
Posse na Cátedra de Latrão
Posse Pontifícia
Tomada de Posse em Latrão