SEMANÁRIO LITÚRGICO
XVI DOMINGO DO TEMPO COMUM
ANO A
Cor Litúrgica: Verde
12/07/2026
SÚPLICA AO ESPÍRITO SANTO
VEM, ESPÍRITO SANTO,
VEM E NÃO DEMORES!
VEM E NÃO DEMORES!
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
CANTO
QUEM ME PROTEGE E ME AMPARA É MEU DEUS,
É O SENHOR QUEM SUSTENTA A MINHA VIDA!
QUEM ME PROTEGE E ME AMPARA É MEU DEUS,
É O SENHOR QUEM SUSTENTA A MINHA VIDA!
1. QUERO OFERTAR-VOS O MEU SACRIFÍCIO,
DE CORAÇÃO E COM MUITA ALEGRIA!
QUERO LOUVAR, Ó SENHOR, VOSSO NOME,
QUERO CANTAR VOSSO NOME QUE É BOM!
2. POR VOSSO NOME SALVAI-ME, SENHOR,
E DAI-ME A VOSSA JUSTIÇA;
Ó MEU DEUS, ATENDEI MINHA PRECE
E ESCUTA AS PALAVRAS QUE EU DIGO!
Antífona da entrada
Quem me protege e me ampara é meu Deus; é o Senhor quem sustenta minha vida. Quero ofertar-vos o meu sacrifício de coração e com muita alegria. (Cf. Sl 53, 6. 8)
2. Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
SAUDAÇÃO
3. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
4. Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor, que encaminha os nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
5. O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com essas ou outras palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia:
℣.: Irmãos e irmãs, eis que o Senhor, bom, clemente e fiel, está no meio de nós. Ao iniciarmos esta semana na sua presença, que- remos acolher a proposta do Reino por Ele anunciada: um Reino que tudo transforma e cresce silenciosa- mente, exigindo nossa paciência e confiança. Que esta celebração nos mantenha fiéis e perseverantes até o fim, certos da promessa de que um dia viveremos eternamente na presença de Deus.
ATO PENITENCIAL
6. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.
SENHOR, QUE SOIS O CAMINHO QUE NOS LEVA AO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
KYRIE, KYRIE,
KYRIE ELEISON!
Ó CRISTO, QUE SOIS A VERDADE QUE ILUMINA OS POVOS,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CHRISTE, CHRISTE,
CHRISTE ELEISON!
SENHOR, QUE SOIS A VIDA QUE RENOVA O MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
KYRIE, KYRIE,
KYRIE ELEISON!
7. Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Ass.: Amém.
HINO DE LOUVOR
8. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o Hino.
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS
POR ELE AMADOS!
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS,
DEUS PAI TODO-PODEROSO.
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO.
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA!
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
SÓ VÓS SOIS SANTO, SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO.
COM O ESPÍRITO SANTO
NA GLÓRIA DE DEUS PAI, AMÉM!
Ou para recitação:
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso. Nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
COLETA
9. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração:
Pres.: Senhor, sede propício a vossos fiéis, e, benigno, multiplicai neles os dons da vossa graça, para que, fervorosos na fé, esperança e caridade, perseverem sempre vigilantes na observância dos vossos mandamentos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
E todos respondem:
Ass.: Amém.
REFRÃO ORANTE
É BOM CONFIAR EM DEUS,
É BOM CONFIAR,
É BOM ESPERAR SEMPRE NO SENHOR!
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Sb 12,13.16-19)
10. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor: Leitura do Livro da Sabedoria.
Não há, além de ti, outro Deus que cuide de todas as coisas e a quem devas mostrar que teu julgamento não foi injusto. A tua força é princípio da tua justiça, e o teu domínio sobre todos te faz para com todos indulgente. Mostras a tua força a quem não crê na perfeição do teu poder; e nos que te conhecem, castigas o seu atrevimento. No entanto, dominando tua própria força, julgas com clemência e nos governas com grande consideração: pois, quando quiseres, está ao teu alcance fazer uso do teu poder. Assim procedendo, ensinaste ao teu povo que o justo deve ser humano; e a teus filhos deste a confortadora esperança de que concedes o perdão aos pecadores.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
E todos respondem:
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
11. O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
— Ó SENHOR, VÓS SOIS BOM, SOIS CLEMENTE E FIEL!
— Ó SENHOR, VÓS SOIS BOM E CLEMENTE, SOIS PERDÃO PARA QUEM VOS INVOCA. ESCUTAI, Ó SENHOR, MINHA PRECE, O LAMENTO DA MINHA ORAÇÃO! ℟.
— AS NAÇÕES QUE CRIASTES VIRÃO ADORAR E LOUVAR VOSSO NOME. SOIS TÃO GRANDE E FAZEIS MARAVILHAS: VÓS SOMENTE SOIS DEUS E SENHOR! ℟.
— VÓS, PORÉM, SOIS CLEMENTE E FIEL, SOIS AMOR, PACIÊNCIA E PERDÃO. TENDE PENA E OLHAI PARA MIM! CONFIRMAI COM VIGOR VOSSO SERVO. ℟.
SEGUNDA LEITURA
(Rm 8,26-27)
12. Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.
Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.
Irmãos: O Espírito vem em socorro da nossa fraqueza. Pois nós não sabemos o que pedir, nem como pedir; é o próprio Espírito que intercede em nosso favor, com gemidos inefáveis. E aquele que penetra o íntimo dos corações sabe qual é a intenção do Espírito. Pois é sempre segundo Deus que o Espírito intercede em favor dos santos.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
E todos respondem:
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
13. Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
EU TE LOUVO, Ó PAI SANTO,
DEUS DO CÉU, SENHOR DA TERRA:
OS MISTÉRIOS DO TEU REINO
AOS PEQUENOS, PAI, REVELAS!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
Para recitação:
Aleluia, aleluia, aleluia.
Aleluia, aleluia, aleluia.
Eu te louvo, ó Pai Santo, Deus do céu, Senhor da terra: os mistérios do teu Reino aos pequenos, Pai, revelas!
14. Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mt 13,24-43 ou mais breve Mt 13,24-30)
15. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, ✠ segundo Mateus. +++
Ass.: Glória a vós, Senhor. +++
Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
[A forma breve está entre colchetes.]
℣.: Naquele tempo: [Jesus contou outra parábola à multidão: “O Reino dos Céus é como um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo, e foi embora. Quando o trigo cresceu e as espigas começaram a se formar, apareceu também o joio. Os empregados foram procurar o dono e lhe disseram: ‘Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde veio então o joio?’ O dono respondeu: ‘Foi algum inimigo que fez isso’. Os empregados lhe perguntaram: ‘Queres que vamos arrancar o joio?’ O dono respondeu: ‘Não! Pode acontecer que, arrancando o joio, arranqueis também o trigo. Deixai crescer um e outro até a colheita! E, no tempo da colheita, direi aos que cortam o trigo: arrancai primeiro o joio e amarrai-o em feixes para ser queimado! Recolhei, porém, o trigo no meu celeiro!’”] Jesus contou-lhes outra parábola: “O Reino dos Céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo. Embora ela seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior do que as outras plantas. E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos”. Jesus contou-lhes ainda uma outra parábola: “O Reino dos Céus é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado”. Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões. Nada lhes falava sem usar parábolas, para se cumprir o que foi dito pelo profeta: “Abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo”. Então Jesus deixou as multidões e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: “Explica-nos a parábola do joio!” Jesus respondeu: “Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem. O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifeiros são os anjos. Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos: o Filho do Homem enviará os seus anjos, e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; e depois os lançarão na fornalha de fogo. Aí haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça”.
16. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
E todos respondem:
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
17. Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
Símbolo Apostólico
18. Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé.
Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam:
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria,
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
19. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a Oração Universal. O sacerdote, convida o povo à oração com estas palavras:
Pres.: Irmãos e irmãs, o Espírito vem em socorro da nossa fraqueza, pois não sabemos o que pedir, nem como pedir. Na confiança de sermos iluminados pelo Espírito, apresentemos a Deus nossos pedidos, suplicando:
E todos dizem:
Ass.: Iluminai, Senhor, os nossos caminhos!
O leitor então diz:
1. Senhor, Vosso nome é reconhecido, adorado e louvado entre as nações; ajudai-nos a reconhecer as sementes da verdade presentes nas culturas e a viver a unidade na diversidade dos dons, nós vos pedimos.
2. Senhor, Vós que nos ensinastes que o justo deve ser profundamente humano; fortalecei em nós a justiça que tem em vós o seu fundamento e protegei, de modo especial, os pequenos e os mais pobres, nós vos pedimos.
3. Senhor, que semeais a boa semente no campo: concedei-nos, pela vossa graça, acolher em nossas vidas a semente do Reino e produzir frutos de justiça, amor e solidariedade, nós vos pedimos.
Outras preces da comunidade...
20. Então o sacerdote diz a oração conclusiva, de braços abertos:
Pres.: Acolhei, Pai Santo, a súplica da vossa Igreja em oração, por Cristo, nosso Senhor.
E todos dizem:
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
21. Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
22. Convém que os fiéis nesta missa expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
1. BENDITO SEJAIS, SENHOR,
PELOS DONS QUE APRESENTAMOS,
BENDITO PELO PÃO,
BENDITO PELO VINHO
BENDITO SEJAIS, TAMBÉM
PELA GRAÇA NO CAMINHO!
2. BENDITO SEJAIS, SENHOR,
PELOS DONS QUE APRESENTAMOS,
BENDITO PELA FÉ,
BENDITO PELA IGREJA,
BENDITO SEJAIS, TAMBÉM,
PELA FORÇA NA PELEJA!
3. BENDITO SEJAIS, SENHOR,
PELOS DONS QUE APRESENTAMOS,
BENDITO PELO AMOR,
BENDITO PELA VIDA,
BENDITO SEJAIS, TAMBÉM,
PELAS NOSSAS MÃOS UNIDAS!
23. O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
24. O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
25. Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
26. Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
27. E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
28. Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.
CONVITE À ORAÇÃO
29. Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que, trazendo ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
SOBRE AS OFERENDAS
30. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração Sobre as oferendas.
Pres.: Ó Deus, no único sacrifício da cruz levastes à plenitude os diversos sacrifícios da antiga lei. Aceitai esta oblação das mãos dos vossos fiéis e santificai-a, com a mesma bênção que destes à oferta de Abel, a fim de que sirva para a salvação de todos o que cada um trouxe em vossa honra. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
PREFÁCIO
O Dia do Senhor
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação bendizer-vos e dar-vos graças, Pai santo, fonte da verdade e da vida, porque, neste domingo festivo nos acolhestes em vossa casa. Hoje, vossa família, reunida para escutar vossa Palavra e repartir o Pão da Eucaristia, celebra a memória do Senhor ressuscitado, enquanto a humanidade inteira espera o domingo sem ocaso para entrar no vosso repouso. Então contemplaremos a vossa face e louvaremos para sempre a vossa misericórdia. Nesta alegre esperança, unidos aos Anjos e Santos, cantamos (dizemos) a uma só voz:
CANTO
SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR, DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA,
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!
HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
Ou, para recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
100. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
101. Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo.
102. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão
e, mantendo-o m pouco acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.
103. Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
104. Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé e do amor!
A assembleia aclama:
Ass.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!
105. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!
1C.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Paulo, com o nosso Bispo N.*, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
A assembleia aclama:
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C.: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
3C.: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
8. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
ORAÇÃO DO SENHOR
39. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à Palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
E todos juntos, rezam:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
40. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
41. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.
42. O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
43. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.
44. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.
45. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
CANTO
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ, SENHOR, A VOSSA PAZ!
Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
46. Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.
47. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
Antífona da comunhão
O Senhor bom e clemente nos deixou o memorial de suas grandes maravilhas. Ele dá o alimento aos que o temem. (Cf. Sl 110,4-5)
Ou:
Eis que estou à porta e bato, diz o Senhor; se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo. (Ap 3,20)
48. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
49. Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
50. Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.
51. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
CANTO
DEIXEM O JOIO CRESCER ATÉ A COLHEITA.
ENTÃO, SIM, SERÁ ARRANCADO E QUEIMADO;
MAS O TRIGO RECOLHEI NO MEU CELEIRO.
1. Ó SENHOR, VÓS SOIS BOM E CLEMENTE,
SOIS PERDÃO PARA QUEM VOS INVOCA!
ESCUTAI, Ó SENHOR, MINHA PRECE,
O LAMENTO DA MINHA ORAÇÃO!
2. NÃO EXISTE ENTRE OS DEUSES NENHUM
QUE CONVOSCO SE POSSA IGUALAR;
NÃO EXISTE OUTRA OBRA NO MUNDO
COMPARÁVEL ÀS VOSSAS, SENHOR!
O SENHOR BOM E CLEMENTE NOS DEIXOU
A LEMBRANÇA DE SUAS GRANDES MARAVILHAS;
ELE DÁ ALIMENTO AOS QUE O TEMEM!
1. EU AGRADEÇO A DEUS DE TODO O CORAÇÃO
JUNTO COM TODOS OS SEUS JUSTOS REUNIDOS;
QUE GRANDIOSAS SÃO AS OBRAS DO SENHOR,
ELAS MERECEM TODO AMOR E ADMIRAÇÃO!
2. QUE BELEZA E ESPLENDOR SÃO OS SEUS FEITOS,
SUA JUSTIÇA PERMANECE ETERNAMENTE;
O SENHOR BOM E CLEMENTE NOS DEIXOU
A LEMBRANÇA DE SUAS GRANDES MARAVILHAS!
52. Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou o acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
53. Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
54. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Nós vos pedimos, Senhor misericordioso, permanecei junto ao vosso povo e fazei passar da antiga para a nova vida aqueles que iniciastes nos mistérios do céu. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
55. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
Oração sobre o povo, n. 4
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou na ausência dele, o próprio sacerdote, diz:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.
Em seguida, o sacerdote, com as mãos estendidas sobre o povo, diz a oração:
Pres.: Ó Deus, nós vos pedimos que o vosso povo se volte para vós de todo o coração; pois se defendeis até os que pecam, protegeis com grande misericórdia os que vos servem de coração sincero. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass.: Amém.
57. À despedida, o diácono, ou o próprio sacerdote diz unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.
Ass.: Graças a Deus.
CANTO FINAL
SALVE RAINHA MÃE DE DEUS,
ÉS SENHORA NOSSA MÃE,
NOSSA DOÇURA, NOSSA LUZ,
DOCE VIRGEM MARIA.
NÓS A TI CLAMAMOS,
FILHOS EXILADOS,
NÓS A TI VOLTAMOS
NOSSO OLHAR CONFIANTE.
VOLTA PARA NÓS, OH MÃE,
TEU SEMBLANTE DE AMOR.
DÁ-NOS TEU JESUS, OH MÃE,
QUANDO A NOITE PASSAR.
SALVE RAINHA MÃE DE DEUS,
ÉS AUXILIO DOS CRISTÃOS,
OH MÃE CLEMENTE, MÃE PIEDOSA,
DOCE VIRGEM MARIA.
Seções:
Ano A
Dicastério para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos
Semanário Litúrgico
XVI Domingo do Tempo Comum