MARIANO, BISPO
SERVO DOS SERVOS DE DEUS
Aos diletos irmãos que esta minha Constituição Apostólica lerem, graça, paz e bençãos por parte de Nosso Senhor.
“O gesto de Jesus realizado na Última Ceia é o extremo agradecimento ao Pai pelo seu amor, pela sua misericórdia. ‘Agradecimento’ em grego se diz ‘eucaristia’. Eis o motivo pelo qual o termo Eucaristia resume todo aquele gesto, que é gesto de Deus e do homem juntos, gesto de Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem” [1] Jesus entregando-se assim em Corpo e Sangue, deixou a nós Sacerdotes o dever de fazer memória de sua Última Ceia.
Jesus institui antes de sua Paixão a Eucaristia ''Quando chegou a hora, pôs-se à mesa e os Apóstolos com Ele. Disse-lhes: «Tenho ardentemente desejado comer esta Páscoa convosco, antes de padecer,pois digo-vos que já não a voltarei a comer até ela ter pleno cumprimento no Reino de Deus.» Tomando uma taça, deu graças e disse: «Tomai e reparti entre vós, pois digo-vos que não tornarei a beber do fruto da videira, até chegar o Reino de Deus.»
Tomou, então, o pão e, depois de dar graças, partiu-o e distribuiu-o por eles, dizendo: «Isto é o meu corpo, que vai ser entregue por vós; fazei isto em minha memória.» Depois da ceia, fez o mesmo com o cálice, dizendo: «Este cálice é a nova Aliança no meu sangue, que vai ser derramado por vós.'' (cf. Lc 22 14-20) e com a Celebração Eucaristica também recordamos os últimos momentos de Nosso Senhor na sua Paixão no Calvário.
Da mesma forma, voltamos os nossos olhares para o Missal Romano promulgado por meu predescessor Miguel II que lançou a Primeira Edição Típica do Missal Romano, deixando sob a autoridade da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos a sua mesma produção. O Missal Romano contém os ritos diários para os Sacerdotes realizarem a Celebração da Santa Missa e recordar o mistério Pascal que em todas as Celebrações são recordados.
Diante os últimos acontecimentos, O meu antecessor Augusto II confiou ao Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos, que na época era o seu prefeito o Cardeal Paulo Arns a reconstrução e reforma deste; sucumbido pelo Espírito diabólico, levou a eliminar o Missal Romano e à necessidade da Produção de um novo. Sendo tudo isto necessário, aprouve a mim e em unidade com a Congregação Disciplinar para a Liturgia a reforma e promulgação.
Por isso com minha Autoridade Apostólica, APROVO e ORDENO o lançamento da IIª Edição Típica do Missal Romano, contendo nele o Rito Ordinário da Missa em Português e em Latim, a Celebração da Palavra para ou sem Ministros e como bem as Orações Devocionais a cada Missa Votiva. Da mesma forma, deixo sob a responsabilidade de Sua Eminência, Dom Daniel Wojtyla Cardeal Águeda a construção deste e quando concluido, a Publicação do referido Missal e sua anexação ao Site da Santa Sé, no qual, através de uma nota será publicado. Deus nos inspire na realização deste e que faça com que os Sacerdotes sejam mais presentes e atentos sob inspiração Divina às Celebrações Eucarísticas, que faça os Leigos entenderem diretamente o que se celebra e que leve ao povo o Pão da Vida e o Cálice da Salvação. «O cálice de Benção, é comunhão no Sangue de Cristo» [2]
Dado em Roma junto de São Pedro no dia em que se celebra a Memória Litúrgica de Nossa Senhora do Rosário, 07 de outubro do Ano do Grande Jubileu de 2020, primeiro de nosso Pontificado.
+ Mariano, Pp. IV
Pontifíce Romano
+ Daniel Card. Águeda
Prefeito da Congregação para o
Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos
[1] CF. PAPA FRANCISCO NA AUDIÊNCIA GERAL (05/02/2014)
[2] EXTRAÍDO DO SALMO DA MISSA ''IN COENA DOMINI''.
Seções:
Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos
Constituição Apostólica
Daniel Águeda
Folhetos Litúrgicos
Mariano IV
Missa Romano
Papa Mariano IV
Reforma do Missal Romano
