XXVIII DOMINGO DO TEMPO COMUM
Cor litúrgica: Verde
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.
CANTO
SENHOR, SE LEVARDES EM CONTA AS NOSSAS FALTAS
QUEM PODERÁ SUBSISTIR?
MAS EM VÓS ENCONTRA-SE O PERDÃO,
DEUS DE ISRAEL.
DAS PROFUNDEZAS EU CLAMO A VÓS, SENHOR,
ESCUTAI A MINHA VOZ!
VOSSOS OUVIDOS ESTEJAM BEM ATENTOS
AO CLAMOR DA MINHA PRECE!
SE LEVARDES EM CONTA NOSSAS FALTAS,
QUEM HAVERÁ DE SUBSISTIR?
MAS EM VÓS SE ENCONTRA O PERDÃO,
EU VOS TEMO E EM VÓS ESPERO.
NO SENHOR PONHO A MINHA ESPERANÇA,
ESPERO EM SUA PALAVRA.
A MINH'ALMA ESPERA NO SENHOR
MAIS QUE O VIGIA PELA AURORA.
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o:
A graça e a paz de Deus, nosso Pai e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
O povo responde:
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o Ato Penitencial.
O sacerdote convida os fiéis à penitência.
No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamos-nos necessitados da misericórdia do Pai.
Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Tende compaixão de nós, Senhor.
Ass: Porque somos pecadores.
Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
Ass: E dai-nos a vossa salvação.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.
4. Segue-se as invocações Senhor tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.
CANTO
SENHOR,TENDE PIEDADE DE NÓS
PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CRISTO, TENDE PIEDADE DE NÓS
PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS
PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
Ou para recitação:
Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
HINO DE LOUVOR
5. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.
CANTO
GLÓRIA A DEUS NOS ALTOS CÉUS
PAZ NA TERRA A SEUS AMADOS
A VOS LOUVAM, REI CELESTE
OS QUE FORAM LIBERTADOS.
DEUS E PAI, NÓS VOS LOUVAMOS
ADORAMOS, BENDIZEMOS
DAMOS GLÓRIA A VOSSO NOME
VOSSOS DONS AGRADECEMOS
AGRADECEMOS!
SENHOR NOSSO, JESUS CRISTO
UNIGÊNITO DO PAI
VÓS, DE DEUS CORDEIRO SANTO
NOSSAS CULPAS PERDOAI!
VÓS, QUE ESTAIS JUNTO DO PAI
COMO NOSSO INTERCESSOR
ACOLHEI NOSSOS PEDIDOS
ATENDEI NOSSO CLAMOR
NOSSO CLAMOR!
VÓS SOMENTE SOIS O SANTO
O ALTÍSSIMO, O SENHOR
COM O ESPÍRITO DIVINO
DE DEUS PAI NO ESPLENDOR!
AMÉM! AMÉM!
AMÉM! AMÉM! AMÉM!
PAZ NA TERRA A SEUS AMADOS
A VOS LOUVAM, REI CELESTE
OS QUE FORAM LIBERTADOS.
DEUS E PAI, NÓS VOS LOUVAMOS
ADORAMOS, BENDIZEMOS
DAMOS GLÓRIA A VOSSO NOME
VOSSOS DONS AGRADECEMOS
AGRADECEMOS!
SENHOR NOSSO, JESUS CRISTO
UNIGÊNITO DO PAI
VÓS, DE DEUS CORDEIRO SANTO
NOSSAS CULPAS PERDOAI!
VÓS, QUE ESTAIS JUNTO DO PAI
COMO NOSSO INTERCESSOR
ACOLHEI NOSSOS PEDIDOS
ATENDEI NOSSO CLAMOR
NOSSO CLAMOR!
VÓS SOMENTE SOIS O SANTO
O ALTÍSSIMO, O SENHOR
COM O ESPÍRITO DIVINO
DE DEUS PAI NO ESPLENDOR!
AMÉM! AMÉM!
AMÉM! AMÉM! AMÉM!
Ou para recitação:
Ass: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças, por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós o Senhor, só vós o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo.
Então, o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Ó Deus, sempre nos preceda e acompanhe a Vossa graça para
que estejamos sempre atentos ao bem que devemos fazer. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na
unidade do Espírito Santo.
ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
PRIMEIRA LEITURA
Is 25, 6-10a
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías.
O Senhor dos exércitos dará neste monte, para todos os povos, um banquete de ricas iguarias, regado com vinho puro, servido de pratos deliciosos e dos mais finos vinhos. Ele removerá, neste monte, a ponta da cadeia que ligava todos os povos, a teia em que tinha envolvido todas as nações. O Senhor Deus eliminará para sempre a morte e enxugará as lágrimas de todas as faces e acabará com a desonra do seu povo em toda a terra, o Senhor o disse. Naquele dia, se dirá: 'Este é o nosso Deus, esperamos nele, até que nos salvou; este é o Senhor, nele temos confiado: vamos alegrar-nos e exultar por nos ter salvo'. E a mão do Senhor repousará sobre este monte.
Na conclusão da leitura, o que lê diz:
Palavra do Senhor.
A assembleia responde:
Graças a Deus.RESPONSÓRIO
8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Salmista: NA CASA DO SENHOR HABITAREI, ETERNAMENTE.
Salmista: O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ;
NÃO ME FALTA COISA ALGUMA.
PELOS PRADOS E CAMPINAS VERDEJANTES
ELE ME LEVA A DESCANSAR.
PARA AS ÁGUAS REPOUSANTES ME ENCAMINHA,
E RESTAURA AS MINHAS FORÇAS.
Salmista: ELE ME GUIA NO CAMINHO MAIS SEGURO,
PELA HONRA DO SEU NOME.
MESMO QUE EU PASSE PELO VALE TENEBROSO,
NENHUM MAL EU TEMEREI;
ESTAIS COMIGO COM BASTÃO E COM CAJADO;
ELES ME DÃO A SEGURANÇA!
Salmista: PREPARAIS À MINHA FRENTE UMA MESA,
BEM À VISTA DO INIMIGO,
E COM ÓLEO VÓS UNGIS MINHA CABEÇA;
O MEU CÁLICE TRANSBORDA.
Salmista: FELICIDADE E TODO BEM HÃO DE SEGUIR-ME
PELA HONRA DO SEU NOME.
MESMO QUE EU PASSE PELO VALE TENEBROSO,
NENHUM MAL EU TEMEREI;
ESTAIS COMIGO COM BASTÃO E COM CAJADO;
ELES ME DÃO A SEGURANÇA!
Salmista: PREPARAIS À MINHA FRENTE UMA MESA,
BEM À VISTA DO INIMIGO,
E COM ÓLEO VÓS UNGIS MINHA CABEÇA;
O MEU CÁLICE TRANSBORDA.
Salmista: FELICIDADE E TODO BEM HÃO DE SEGUIR-ME
POR TODA A MINHA VIDA;
E NA CASA DO SENHOR, HABITAREI
PELOS TEMPOS INFINITOS.
E NA CASA DO SENHOR, HABITAREI
PELOS TEMPOS INFINITOS.
SEGUNDA LEITURA
Fl 4, 12-14.19-20
9. Se houver segunda leitura, o leitor a fará no ambão, como acima.
Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses.
Irmãos: Sei viver na miséria e sei viver na abundância. Eu aprendi o segredo de viver em toda e qualquer
situação, estando farto ou passando fome, tendo de sobra ou sofrendo necessidade. Tudo posso naquele
que me dá força. No entanto, fizestes bem em compartilhar as minhas dificuldades. O meu Deus
proverá esplendidamente com sua riqueza a todas as vossas necessidades, em Cristo Jesus. Ao nosso
Deus e Pai, a glória pelos séculos dos séculos. Amém
Na conclusão da leitura, o que lê diz:
Palavra do Senhor.
A assembleia responde:
Graças a Deus.ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
O diácono pede a bênção aos presbíteros, aos bispos, cardeais e ao papa.
Os presbíteros pedem bênção aos bispos, cardeais e ao papa.
Os bispos e cardeais só pedem essa bênção ao papa.
EVANGELHO
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, Jesus voltou a falar em parábolas aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo,
dizendo: “O Reino dos céus é como a história do rei que preparou a festa de casamento do seu filho. E
mandou os seus empregados para chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram ir. O rei
mandou outros empregados, dizendo: ‘Dizei aos convidados: já preparei o banquete, os bois e os animais
cevados já foram abatidos e tudo está pronto. Vinde para a festa!’ Mas os convidados não deram a menor
atenção: um foi para o seu campo, outro para os seus negócios, outros agarraram os empregados,
bateram neles e os mataram. O rei ficou indignado e mandou suas tropas para matar aqueles assassinos e
incendiar a cidade deles. Em seguida, o rei disse aos empregados: ‘A festa de casamento está pronta, mas
os convidados não foram dignos dela. Portanto, ide até às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a
festa todos os que encontrardes’. Então os empregados saíram pelos caminhos e reuniram todos os que
encontraram, maus e bons. E a sala da festa ficou cheia de convidados. Quando o rei entrou para ver os
convidados, observou ali um homem que não estava usando traje de festa e perguntou-lhe: ‘Amigo,
como entraste aqui sem o traje de festa?’ Mas o homem nada respondeu. Então o rei disse aos que
serviam: ‘Amarrai os pés e as mãos desse homem e jogai-o fora, na escuridão! Ali haverá choro e ranger de
dentes’. Por que muitos são chamados, e poucos são escolhidos”.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
PROFISSÃO DA FÉ
15. Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão da fé.
Ass: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
(Todos se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria,
(Todos erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
O sacerdote convida o povo à Oração, dizendo:
Irmãos e irmãs, o Senhor nos convidou ao banquete do Seu Reino. Peçamos pelas necessidades da Igreja e do mundo inteiro, dizendo:
Ass: Atendei, Senhor, ao nosso Clamor!
O leitor dirige-se ao ambão e faz as preces.
Leitor: Fortalecei o Santo Padre, o Papa Mariano, para que ele possa, com sabedoria e humildade,
desempenhar fiel e corajosamente a sua tarefa de nos confirmar na fé e na Verdade, nós Vos pedimos.
Leitor: Vós que prometestes enxugar as lágrimas do vosso povo, socorrei, por meio da caridade dos cristãos,
os pobres, os doentes e os marginalizados de nossa sociedade, nós Vos pedimos.
Leitor: Vós que sois a Luz que ilumina a nossa história, volvei o vosso olhar para todos nós e fortalecei-nos
pela Eucaristia, ajudando-nos a enfrentar com fé e confiança esse período de pandemia., nós Vos
pedimos.
Leitor: Escutai as preces de nossa comunidade em prol da obra missionária da Igreja e fazei-nos testemunhas
da vossa compaixão no trabalho e no ambiente familiar, nós Vos pedimos.
Senhor, nosso Deus, que nos convidais a participar das Núpcias do Cordeiro, ouvi as nossas preces e
fortalecei-nos no exercício da nossa missão. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
OFERTÓRIO
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.
CANTO
UM CORAÇÃO PARA AMAR,
PRA PERDOAR E SENTIR
PARA CHORAR E SORRIR
AO ME CRIAR TU ME DESTES
UM CORAÇÃO PRA SONHAR,
INQUIETO E SEMPRE A BATER
ANSIOSO POR ENTENDER
AS COISAS QUE TU ME DESTE
EIS O QUE EU VENHO TE DAR.
EIS O QUE EU PONHO NO ALTAR
TOMA SENHOR QUE ELE É TEU
MEU CORAÇÃO NÃO É MEU
QUERO QUE O MEU CORAÇÃO,
SEJA TÃO CHEIO DE PAZ
QUE NÃO SE SINTA CAPAZ,
DE SENTIR ÓDIO OU RANCOR
QUERO QUE A MINHA ORAÇÃO,
POSSA ME AMADURECER
LEVE-ME A COMPREENDER
AS CONSEQUÊNCIAS DO AMOR
PRA PERDOAR E SENTIR
PARA CHORAR E SORRIR
AO ME CRIAR TU ME DESTES
UM CORAÇÃO PRA SONHAR,
INQUIETO E SEMPRE A BATER
ANSIOSO POR ENTENDER
AS COISAS QUE TU ME DESTE
EIS O QUE EU VENHO TE DAR.
EIS O QUE EU PONHO NO ALTAR
TOMA SENHOR QUE ELE É TEU
MEU CORAÇÃO NÃO É MEU
QUERO QUE O MEU CORAÇÃO,
SEJA TÃO CHEIO DE PAZ
QUE NÃO SE SINTA CAPAZ,
DE SENTIR ÓDIO OU RANCOR
QUERO QUE A MINHA ORAÇÃO,
POSSA ME AMADURECER
LEVE-ME A COMPREENDER
AS CONSEQUÊNCIAS DO AMOR
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
20. O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
22. O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Orai, irmãos e irmãs, para que levando ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Acolhei, ó Deus, com estas oferendas, as preces dos vossos fiéis,
para que o nosso culto filial nos leve à glória do céu. Por Cristo, nosso Senhor.
ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
PREFÁCIO DOS DOMINGOS DO TEMPO COMUM, III
A salvação dos homens, pelo homem
50. Nos domingos do Tempo comum.
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Nós reconhecemos ser digno da vossa imensa glória vir em socorro de todos os mortais com a vossa divindade. E servir-vos de nossa condição mortal, para nos libertar da morte e abrir-nos o caminho da salvação, por Cristo, Senhor nosso. Por ele, os anjos celebram vossa grandeza, os santos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
CANTO
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA
HOSSANA NAS ALTURAS, HOSSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR
HOSSANA NAS ALTURAS, HOSSANA NAS ALTURAS!
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
Ou para recitação:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA VII
De braços abertos, diz:
Pres: Ó Deus, desde a criação do mundo, fazeis o bem a cada um de nós para sermos santos como vós sois santo. Olhai vosso povo aqui reunido e O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
derramai a força do Espírito, para que estas oferendas se tornem
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:o Corpo e o Sangue do Filho muito amado, no qual também somos vossos filhos.
Une as mãos e prossegue:
Enquanto estávamos perdidos e incapazes de vos encontrar, vós nos amastes de modo admirável, pois vosso filho – o justo e santo – entregou-se em nossas mãos, aceitando ser pregado na cruz.
Ass: Como é grande, ó Pai, a vossa misericórdia!De braços abertos, prossegue:
Antes, porém, de seus braços abertos traçarem entre o céu e a terra o sinal permanente da vossa aliança, Jesus quis celebrar a Páscoa com seus discípulos.
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
Ceando com eles, tomou o pão e pronunciou a bênção de ação de graças. Depois, partindo o pão, o deu a seus amigos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
Então prossegue:
Ao fim da ceia, Jesus, sabendo que ia reconciliar todas as coisas pelo sangue a ser derramado na cruz,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
tomou o cálice com vinho. Deu graças novamente e passou o cálice a seus amigos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
Em seguida diz:
Eis o mistério da fé!
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!De braços abertos, prossegue:
Lembramo-nos de Jesus Cristo, nossa páscoa e certeza da paz definitiva. Hoje celebramos sua morte e ressurreição, esperando o dia feliz de sua vinda gloriosa. Por isso, vos apresentamos, ó Deus fiel, a vítima de reconciliação que nos faz voltar à vossa graça.
Ass: Esperamos, ó Cristo, vossa vinda gloriosa!De braços abertos, prossegue:
Olhai com amor, Pai misericordioso, aqueles que atraís para vós, fazendo-os participar no único sacrifício de Cristo. Pela força do Espírito Santo, todos se tornem um só corpo bem unido, no qual todas as divisões sejam superadas.
Ass: Esperamos, ó Cristo, vossa vinda gloriosa!De braços abertos, prossegue:
1C: Conservai-nos, em comunhão de fé e amor, unidos ao papa Mariano e ao nosso bispo N.. Ajudai-nos a trabalhar juntos na construção do vosso reino, até o dia em que, diante de vós, formos santos com os vossos santos, ao lado da virgem Maria e dos apóstolos, com nossos irmãos e irmãs já falecidos que confiamos à vossa misericórdia. Quando fizermos parte da nova criação, enfim libertada de toda maldade e fraqueza, poderemos cantar a ação de graças de Cristo que vive para sempre.
Ass: Esperamos, ó Cristo, vossa vinda gloriosa!Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!Para o canto, pode-se usar a seguinte aclamação:
Ass: Amém, louvor e glória ao Pai que em Cristo nos dá seu perdão.ORAÇÃO DO SENHOR
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos, digamos juntos:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
ORAÇÃO PELA PAZ
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
128.O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
GESTO DA PAZ
129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
FRAÇÃO DO PÃO
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
COMUNHÃO
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
UM REI FEZ UM GRANDE BANQUETE,
O POVO JÁ FOI CONVIDADO.
A MESA JÁ ESTÁ PREPARADA,
JÁ FOI O CORDEIRO IMOLADO.
EU ME SINTO FELIZ, PERTO DE DEUS,
EM ACHAR UM ABRIGO NO SENHOR
EU, AGORA, ESTAREI, SEMPRE, COM ELE,
POIS, ME VEIO TRAZENDO PELA MÃO.
VOSSO PLANO DE AMOR ME VAI GUIANDO,
PARA CHEGAR, FINALMENTE, EM VOSSA GLÓRIA.
QUEM SE AFASTA DE VÓS, NADA CONSEGUE,
QUEM SE ALEGRA SEM VÓS, NÃO É FELIZ.
VOU CANTAR A BONDADE DO SENHOR
PELAS RUAS E PRAÇAS DA CIDADE.
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
140.De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz;
Ó Deus todo-poderoso, nós Vos pedimos
humildemente que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue de Cristo, possamos participar da Vossa
vida. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.
O sacerdote estende as mãos sobre o povo e diz:
Que o Deus de toda consolação disponha na paz os vossos dias e vos conceda as suas bênçãos.
Ass: Amém.
Sempre vos liberte de todos os perigos e confirme os vossos corações em seu amor.
E assim, ricos em esperança, fé e caridade, possais viver praticando o bem e chegar felizes à vida eterna.
Sempre vos liberte de todos os perigos e confirme os vossos corações em seu amor.
Ass: Amém.
E assim, ricos em esperança, fé e caridade, possais viver praticando o bem e chegar felizes à vida eterna.
Ass: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
Diác ou Sac: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.
144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
145. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.
146. Chegados a sacristia, o sacerdote que preside antes de se desparamentar, diz:
Bendigamos ao Senhor
E todos reverenciam e dizem:
Demos graças a Deus
