I. BÊNÇÃO E PROCISSÃO DAS VELAS
1. Os fiéis se reúnem em outra igreja, ou na porta da própria igreja, ou ainda, em seus lugares, como de costume. Trazem nas mãos velas acesas. O Sacerdote, dirige-se ao lugar da reunião, revestido de paramentos brancos. Em lugar da casula poderá usar a capa, depondo-a no fim da procissão.
CANTO PARA ACENDIMENTO DAS VELAS :
Ó LUZ DO SENHOR,
QUE VEM SOBRE A TERRA,
INUNDA MEU SER, PERMANECE EM NÓS.
2. Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.
O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o com uma das seguintes fórmulas:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.EXORTAÇÃO
3. Em seguida, aquele que preside, exorta o povo com as seguintes palavras:
Pres: Irmãos e irmãs, há quarenta dias celebrávamos com alegria o Natal do Senhor. E hoje chegou o dia em que Jesus foi apresentado ao Templo por Maria e José. Conformava-se assim, à Lei do Antigo Testamento, mas na realidade vinha ao encontro do seu povo fiel. Impulsionados pelo Espírito Santo, o velho Simeão e a profetisa Ana foram também ao Templo. Iluminados pelo mesmo Espírito, reconheceram o seu Senhor naquela criança e o anunciaram com júbilo. Também nós, reunidos pelo Espírito Santo, vamos nos dirigir à casa de Deus, ao encontro de Cristo. Nós o encontraremos e reconheceremos na fração do pão, enquanto esperamos a sua vinda gloriosa.
Ass: Assim seja.
BENÇÃO DAS VELAS
O sacerdote, de mãos unidas, benze as velas, dizendo:
Pres: Oremos. Deus, fonte e origem de toda luz, que hoje mostrastes ao Justo Simeão a luz que ilumina as nações, nós vos pedimos humildemente: santificai estas velas com a vossa + benção, e atendei as preces do vosso povo aqui reunido. Fazei que, levando-as nas mãos em vossa honra em seguindo o caminho da virtude, cheguemos à luz que não se apaga. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
O sacerdote asperge as velas com água benta e, em seguida, dá início à procissão, dizendo:
Pres: Vamos em paz, ao encontro do Senhor
CANTO
1. O QUE O CORO DOS PROFETAS, CELEBROU EM PROFECIA
PELA AÇÃO DO SANTO ESPÍRITO, REALIZA-SE EM MARIA.
CRISTO-LUZ, Ó LUZ BENDITA VINDE NOS ILUMINAR
LUZ DO MUNDO, LUZ DA VIDA, ENSINAI-NOS A AMAR.
2. AO SENHOR DE TODO O MUNDO ESTA VIRGEM CONCEBEU
DEU A LUZ, E SEMPRE VIRGEM E FIEL PERMANECEU.
3. SIMEÃO, NO TEMPLO, EXULTA TENDO AOS BRAÇOS O MENINO
PORQUE VÊ, COM OS SEUS OLHOS O ESPERADO O SOL DIVINO.
4. MÃE DO REI ETERNO, OUVI-NOS ACOLHEI DO ORANTE A PRECE
VÓS QUE DAIS A CLARA LUZ QUE NO FILHO RESPLANDECE.
5. CRISTO, LUZ QUE NOS ABRIS DE DEUS PAI AS PROFUNDEZAS
NA MANSÃO DA LUZ ETERNA VOS CANTEMOS AS GRANDEZAS.
1. O QUE O CORO DOS PROFETAS, CELEBROU EM PROFECIA
PELA AÇÃO DO SANTO ESPÍRITO, REALIZA-SE EM MARIA.
CRISTO-LUZ, Ó LUZ BENDITA VINDE NOS ILUMINAR
LUZ DO MUNDO, LUZ DA VIDA, ENSINAI-NOS A AMAR.
2. AO SENHOR DE TODO O MUNDO ESTA VIRGEM CONCEBEU
DEU A LUZ, E SEMPRE VIRGEM E FIEL PERMANECEU.
3. SIMEÃO, NO TEMPLO, EXULTA TENDO AOS BRAÇOS O MENINO
PORQUE VÊ, COM OS SEUS OLHOS O ESPERADO O SOL DIVINO.
4. MÃE DO REI ETERNO, OUVI-NOS ACOLHEI DO ORANTE A PRECE
VÓS QUE DAIS A CLARA LUZ QUE NO FILHO RESPLANDECE.
5. CRISTO, LUZ QUE NOS ABRIS DE DEUS PAI AS PROFUNDEZAS
NA MANSÃO DA LUZ ETERNA VOS CANTEMOS AS GRANDEZAS.
II. SANTA MISSA
HINO DE LOUVOR
Ass: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!
5. Depois do canto do glória, diz a oração como de costume e a missa prossegue de modo habitual.
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo.
Então, o sacerdote abrindo os braços reza a oração conforme abaixo em Oração da Coleta.
Deus eterno e todo-poderoso, ouvi as nossas súplicas. Assim como o vosso Filho único, revestido da nossa humanidade, foi hoje apresentado no templo, fazei que nos apresentemos diante de vós com os corações purificados. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.
PRIMEIRA LEITURA
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Hoje há duas leituras, estas ficam à escolha de opção por parte daquele que celebra.
L: Leitura da Profecia de Malaquias.
L: Assim diz o Senhor: Eis que envio meu anjo, e ele há de preparar o caminho para mim; logo chegará ao seu templo o Dominador, que tentais encontrar, e o anjo da aliança, que desejais. Ei-lo que vem, diz o Senhor dos exércitos; e quem poderá fazer-lhe frente, no dia de sua chegada? E quem poderá resistir-lhe, quando ele aparecer?
Ele é como o fogo da forja e como a barrela dos lavadeiros; e estará a postos, como para fazer derreter e purificar a prata: assim ele purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata, e eles poderão assim fazer oferendas justas ao Senhor. Será então aceitável ao Senhor a oblação de Judá e de Jerusalém, como nos primeiros tempos e nos anos antigos.
L: Palavra do Senhor.
O povo aclama:
Ass: Graças a Deus.
Ou:
L: Leitura da Carta aos Hebreus.
L: Irmãos, Visto que os filhos têm em comum a carne e o sangue, também Jesus participou da mesma condição, para assim destruir, com a sua morte, aquele que tinha o poder da morte, isto é, o diabo, e libertar os que, por medo da morte, estavam a vida toda sujeitos à escravidão. Pois, afinal, não veio ocupar-se com os anjos, mas com a descendência de Abraão.
Por isso devia fazer-se em tudo semelhante aos irmãos, para se tornar um sumo-sacerdote misericordioso e digno de confiança nas coisas referentes a Deus, a fim de expiar os pecados do povo. Pois, tendo ele próprio sofrido ao ser tentado, é capaz de socorrer os que agora sofrem a tentação.
L: Palavra do Senhor.
O povo aclama:
Ass: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Ass: O Rei da glória é o Senhor onipotente!
1. “Ó portas, levantai vossos frontões!
1. “Ó portas, levantai vossos frontões!
Elevai-vos bem mais alto, antigas portas, a fim de que o Rei da glória possa entrar!” R.
2. Dizei-nos: “Quem é este Rei da glória?”
2. Dizei-nos: “Quem é este Rei da glória?”
“É o Senhor, o valoroso, o onipotente, o Senhor, o poderoso nas batalhas!” R.
3. “Ó portas, levantai vossos frontões!
3. “Ó portas, levantai vossos frontões!
Elevai-vos bem mais alto, antigas portas, a fim de que o Rei da glória possa entrar!” R.
4. Dizei-nos: “Quem é este Rei da glória?”
4. Dizei-nos: “Quem é este Rei da glória?”
“O Rei da glória é o Senhor onipotente, o Rei da glória é o Senhor Deus do universo”. R
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
SOIS A LUZ QUE BRILHARÁ PARA OS GENTIOS
E PARA A GLÓRIA DE ISRAEL, O VOSSO POVO
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
O diácono responde:
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Pres: Quando se completaram os dias para a purificação da mãe e do filho, conforme a lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, a fim de apresentá-lo ao Senhor. Conforme está escrito na lei do Senhor: “Todo primogênito do sexo masculino deve ser consagrado ao Senhor”.
Foram também oferecer o sacrifício — um par de rolas ou dois pombinhos — como está ordenado na Lei do Senhor. Em Jerusalém, havia um homem chamado Simeão, o qual era justo e piedoso, e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor. Movido pelo Espírito, Simeão veio ao Templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a Lei ordenava, Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus: “Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz; porque meus olhos viram a tua salvação, que preparaste diante de todos os povos: luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel”. O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que diziam a respeito dele. Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus: “Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma”.Havia também uma profetisa chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada; quando jovem, tinha sido casada e vivera sete anos com o marido. Depois ficara viúva, e agora já estava com oitenta e quatro anos. Não saía do Templo, dia e noite servindo a Deus com jejuns e orações. Ana chegou nesse momento e pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. Depois de cumprirem tudo, conforme a Lei do Senhor, voltaram à Galileia, para Nazaré, sua cidade. O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
ORAÇÃO UNIVERSAL
Pres: Convocados pelo Espírito Santo
para celebrar a Apresentação do Senhor,
unamo-nos a Maria e a José,
a fim de sermos nós também apresentados a Deus Pai,
dizendo, com alegria:
Ass: Iluminai, Senhor, o vosso povo.
1. Para que a Igreja, templo santo do Senhor
e sinal do encontro entre Deus e o homem,
leve às nações o Evangelho e a luz de Cristo,
oremos.
2. Para que Maria, mulher atenta à voz de Deus,
Esposa dedicada e Mãe solícita,
nos ensine a ser fiéis como ela,
oremos.
3. Para que os responsáveis pelas nações e suas leis
respeitem a igualdade dos cidadãos
e promovam o bem-estar de todos,
oremos.
4. Para que os idosos das nossas comunidades vejam em Cristo a salvação que Deus nos deu
e recebam o carinho dos seus filhos,
oremos.
5. Para que as jovens mães cristãs de todo o mundo
saibam oferecer os seus filhos ao Senhor
e ser para eles o que Maria foi para Jesus,
oremos.
Pres: Senhor, nosso Deus,
que em vosso Filho, apresentado no templo,
manifestastes ao mundo a luz das nações,
fazei que a vossa Igreja, iluminada pelo Espírito Santo,
cresça em santidade e se encha de sabedoria.
Por Cristo Senhor nosso.
Ass: Amém.
OFERTÓRIO
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.
CANTO
BRILHE A VOSSA LUZ, BRILHE PARA SEMPRE
SEJAM LUMINOSAS VOSSAS MÃOS E AS MENTES
BRILHE A VOSSA LUZ, BRILHE A VOSSA LUZ
BRILHE A VOSSA LUZ, BRILHE A VOSSA LUZ!
1. VÓS SOIS A LUZ DO MUNDO, A TODOS ACLARAI
AFUGENTANDO AS TREVAS, AO PAI GLORIFICAI!
2. A VOSSA LUZ É O CRISTO QUE DENTRO EM VÓS ESTÁ
VIA, VERDADE E VIDA, ELE VOS GUIARÁ!
3. ROMPENDO O JUGO INÍQUO, BANINDO A OPRESSÃO
A VOSSA LUZ REBRILHA E AS TREVAS FUGIRÃO!
4. NINGUÉM A LUZ ACENDE DEIXANDO-A SE ESCONDER
VOSSA LUZ ILUMINE, FAÇA A VIDA VENCER!
SEJAM LUMINOSAS VOSSAS MÃOS E AS MENTES
BRILHE A VOSSA LUZ, BRILHE A VOSSA LUZ
BRILHE A VOSSA LUZ, BRILHE A VOSSA LUZ!
1. VÓS SOIS A LUZ DO MUNDO, A TODOS ACLARAI
AFUGENTANDO AS TREVAS, AO PAI GLORIFICAI!
2. A VOSSA LUZ É O CRISTO QUE DENTRO EM VÓS ESTÁ
VIA, VERDADE E VIDA, ELE VOS GUIARÁ!
3. ROMPENDO O JUGO INÍQUO, BANINDO A OPRESSÃO
A VOSSA LUZ REBRILHA E AS TREVAS FUGIRÃO!
4. NINGUÉM A LUZ ACENDE DEIXANDO-A SE ESCONDER
VOSSA LUZ ILUMINE, FAÇA A VIDA VENCER!
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
20. O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
22. O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas; ao terminar, o povo aclama:
Pres: Possam agradar-vos, ó Deus, as oferendas da vossa Igreja em festa, nas quais vos apresentamos vosso Filho único, que nos deste como cordeiro sem mancha para a vida do mundo. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
PREFÁCIO PRÓPRIO DA APRESENTAÇÃO DO SENHOR
Cristo, luz das nações.
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Vosso Filho eterno, hoje apresentado no templo, é revelado pelo Espírito Santo como glória do vosso povo e luz de todas as nações. Por essa razão, também nós corremos ao encontro do Salvador; e, com os anjos e com todos os santos, proclamamos a vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz...
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
109. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso povo, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
Ass: Santificai e reuni o vosso povo!110. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas,
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, que nos mandou celebrar este mistério.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
111. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
112. Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
113. Em seguida, diz:
Eis o mistério da fé!
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
114. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando agora, ó Pai, a memória do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!Pres: Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a virgem Maria, mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos apóstolos e mártires e de todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
Ass: Fazei de nós um perfeita oferenda!2C: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa Lucas, (o nosso Bispo N.*), com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
*Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 109.
2C: Atendei as preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.
Ass: A todos saciai com vossa glória!
3C: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
115. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
SIM, EU QUERO QUE A LUZ DE DEUS
QUE UM DIA EM MIM BRILHOU
JAMAIS SE ESCONDA E NÃO
SE APAGUE EM MIM O SEU FULGOR
SIM, EU QUERO QUE O MEU AMOR
AJUDE O MEU IRMÃO
A CAMINHAR GUIADO POR TUA MÃO.
EM TUA LEI, EM TUA LUZ, SENHOR!
1. EM MINH'ALMA CHEIA DO AMOR DE DEUS
PALPITANDO A MESMA VIDA DIVINAL
HÁ UM RESPLENDOR SECRETO DO INFINITO SER
HÁ UM PROFUNDO GERMINAR DE ETERNIDADE
2. QUANDO EU SOU UM SOL A TRANSMITIR A LUZ
E MEU SER É TEMPLO ONDE HABITA DEUS,
TODO CÉU ESTÁ PRESENTE DENTRO DE MIM
ENVOLVENDO-ME NA VIDA E NO CALOR
3. ESTA VIDA NOVA, COMUNHÃO COM DEUS
NO BATISMO, AQUELE DIA EU RECEBI
VAI AUMENTANDO SEMPRE E VAI ME TRANSFORMANDO
ATÉ QUE CRISTO SEJA TODO O MEU VIVER
QUE UM DIA EM MIM BRILHOU
JAMAIS SE ESCONDA E NÃO
SE APAGUE EM MIM O SEU FULGOR
SIM, EU QUERO QUE O MEU AMOR
AJUDE O MEU IRMÃO
A CAMINHAR GUIADO POR TUA MÃO.
EM TUA LEI, EM TUA LUZ, SENHOR!
1. EM MINH'ALMA CHEIA DO AMOR DE DEUS
PALPITANDO A MESMA VIDA DIVINAL
HÁ UM RESPLENDOR SECRETO DO INFINITO SER
HÁ UM PROFUNDO GERMINAR DE ETERNIDADE
2. QUANDO EU SOU UM SOL A TRANSMITIR A LUZ
E MEU SER É TEMPLO ONDE HABITA DEUS,
TODO CÉU ESTÁ PRESENTE DENTRO DE MIM
ENVOLVENDO-ME NA VIDA E NO CALOR
3. ESTA VIDA NOVA, COMUNHÃO COM DEUS
NO BATISMO, AQUELE DIA EU RECEBI
VAI AUMENTANDO SEMPRE E VAI ME TRANSFORMANDO
ATÉ QUE CRISTO SEJA TODO O MEU VIVER
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração ''Depois da comunhão''.
Por esta comunhão, ó Deus, completai em nós a obra da vossa graça e concedei-nos alcançar a vida eterna, caminhando ao encontro de Cristo, como correspondestes à esperança de Simeão, não consentindo que morresse antes de acolher o Messias. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass: Graças a Deus.
144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
Por esta comunhão, ó Deus, completai em nós a obra da vossa graça e concedei-nos alcançar a vida eterna, caminhando ao encontro de Cristo, como correspondestes à esperança de Simeão, não consentindo que morresse antes de acolher o Messias. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.
Em seguida, o sacerdote, com as mãos estendidas sobre o povo, diz a oração:
Pres: Deus, que vos chamou das trevas à sua luz admirável, derrame sobre vós as suas bênçãos e vos confirme na fé, na esperança e na caridade.
Ass: Amém.
Pres: Deus faça de vós testemunhas da sua verdade junto aos irmãos, como verdadeiros discípulos do Cristo, luz que brilha nas trevas.
Ass: Amém.
Pres: Como Simeão e Ana esperaram e encontraram Cristo, luz do mundo, assim, com imensa alegria, possais encontrar, ao término da vossa caminhada, Cristo, luz da luz.
Ass: Amém.
Pres: Deus, que vos chamou das trevas à sua luz admirável, derrame sobre vós as suas bênçãos e vos confirme na fé, na esperança e na caridade.
Ass: Amém.
Pres: Deus faça de vós testemunhas da sua verdade junto aos irmãos, como verdadeiros discípulos do Cristo, luz que brilha nas trevas.
Ass: Amém.
Pres: Como Simeão e Ana esperaram e encontraram Cristo, luz do mundo, assim, com imensa alegria, possais encontrar, ao término da vossa caminhada, Cristo, luz da luz.
Ass: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass: Graças a Deus.
144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
Seções:
Apresentação do Senhor
Folheto Litúrgico
Papa Lucas II
Pontifícia Comissão para os Textos Litúrgicos
Semanário Litúrgico
