Livreto Celebrativo - Exéquias de Dom Daniel Águeda presidida pelo Papa

 


1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.


CANTO DE ENTRADA

DESCANSO ETERNO DAI-LHES, SENHOR,
E A LUZ PERPÉTUA OS ILUMINE. 


A VÓS, Ó DEUS, DEVEMOS DIRIGIR
O NOSSO LOUVOR EM SIÃO.
A VÓS PAGAREMOS O VOTO EM JERUSALÉM.
OUVI MINHA ORAÇÃO,
A VÓS VIRÁ TODA CARNE.

DESCANSO ETERNO DAI-LHES, SENHOR,
E A LUZ PERPÉTUA OS ILUMINE.

SAUDAÇÃO

2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembléia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:

Pres: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.

Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

4. Segue-se o Ato Penitencial. 
O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

CANTO
SENHOR QUE VIESTES

SOLO: SENHOR QUE VIESTES SALVAR OS CORAÇÕES ARREPENDIDOS,
TENDE PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORO: SENHOR TENDE PIEDADE DE NÓS.

SOLO: CRISTO QUE VIESTES CHAMAR OS PECADORES,
TENDE PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORO: SENHOR TENDE PIEDADE DE NÓS.

SOLO: SENHOR QUE INTERCEDEIS POR NÓS JUNTO AO PAI,
TENDE PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORO: SENHOR TENDE PIEDADE DE NÓS.

ABSOLVIÇÃO

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém. 

ORAÇÃO DO DIA
5. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. 
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração; 
Ó Deus, que chamastes ao ministério episcopal o vosso servo Daniel Águeda, colocando entre os sucessores dos Apóstolos, concedei-lhe também associar-se a eles no convívio eterno. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.



PRIMEIRA LEITURA
1 Jo 2 29-3, 1-2

6. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitura da Primeira Carta de São João

Caríssimos: Vede que grande presente de amor o Pai nos deu: de sermos chamados filhos de Deus! E nós o somos! Se o mundo não nos conhece, é porque não conheceu o Pai. 
Caríssimos, desde já somos filhos de Deus, mas nem sequer se manifestou o que seremos! Sabemos que, quando Jesus se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque o veremos tal como ele é. 

Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.

RESPONSÓRIO

7. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

O SENHOR É MINHA LUZ E SALVAÇÃO
Repete-se

SOLO: O SENHOR É MINHA LUZ E SALVAÇÃO
DE QUEM TEREI MEDO?
O SENHOR É A PROTEÇÃO DA MINHA VIDA
PERANTE QUEM EU TEMEREI?

SOLO: AO SENHOR EU PEÇO APENAS UMA COISA 
E É SÓ ISTO QUE EU DESEJO
HABITAR NO SANTUÁRIO DO SENHOR
 POR TODA MINHA VIDA
SABOREAR A SUAVIDADE DO SENHOR
E CONTEMPLÁ-LO NO SEU TEMPLO.

SOLO: Ó SENHOR OUVI A VOZ DO MEU APELO
ATENDEI POR COMPAIXÃO!
É VOSSA FACE QUE EU PROCURO
NÃO AFASTEIS EM VOSSA IRA O VOSSO SERVO
SOIS VOS O MEU AUXILIO.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

8. Segue-se o Aleluia ou outro canto.

CANTO

ALELUIA, ALELUIA ALELUIA
ALELUIA, ALELUIA ALELUIA.

9. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo.
O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

O diácono pede a bênção aos presbíteros, aos bispos, cardeais e ao papa.
Os presbíteros pedem bênção aos bispos, cardeais e ao papa.
Os bispos e cardeais só pedem essa bênção ao papa.

EVANGELHO

10. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, disse Jesus às multidões: “Todos os que o Pai me confia virão a mim, e quando vierem, não os afastarei. Pois eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum daqueles que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. Pois esta é a vontade do meu Pai: que toda pessoa que vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna. E eu o ressuscitarei no último dia”.

11. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

12. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

OFERTÓRIO

13. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
CANTO DE OFERTÓRIO

QUEM NOS SEPARARÁ? QUEM VAI NOS SEPARAR
DO AMOR DE CRISTO? QUEM NOS SEPARARÁ?
SE ELE É POR NÓS, QUEM SERÁ, QUEM SERÁ CONTRA NÓS?
QUEM VAI NOS SEPARAR DO AMOR DE CRISTO, QUEM SERÁ?

NEM A ESPADA OU PERIGO, NEM OS ERROS DO MEU
IRMÃO, NENHUMA DAS CRIATURAS NEM A CONDENAÇÃO.

NEM A VIDA, NEM A MORTE, A TRISTEZA OU AFLIÇÃO.
NEM O PASSADO, NEM O PRESENTE, O FUTURO, NEM OPRESSÃO.~

14. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

15. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.

Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

16. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

17. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.

Ass: Bendito seja Deus para sempre!

Coloca o cálice sobre o corporal.

18. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

19. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

20. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

21. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

21. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Acolhei, ó Pai, nossas oferendas por vosso bispo Daniel Águeda ; e, tendo-lhe concedido na terra a graça do pontificado, dai-lhe partilhar no céu a felicidade dos santos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

PREFÁRIO DOS FIÉIS DEFUNTOS I
A esperança da ressurreição em Cristo

22. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.Pres: Na Verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nele brilhou para nós a esperança da feliz ressurreição. E, aos que a certeza da morte entristece, a promessa da imortalidade consola. Senhor, para os que crêem em vós, a vida não é tirada, mas transformada. E, desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível. E, enquanto esperamos a realização de vossas promessas, com os anjos e com todos os santos, nós vos aclamamos, cantando (dizendo) a uma só voz...
CANTO
SANTO

SANTO SANTO SANTO, SANTO É O SENHOR
DEUS DO UNIVERSO, DEUS DO UNIVERSO

O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA
HOSSANA, HOSSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR
HOSSANA, HOSSANA NAS ALTURAS!

SANTO SANTO SANTO, SANTO É O SENHOR
DEUS DO UNIVERSO, DEUS DO UNIVERSO

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

23. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
24. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.
O sacerdote une as mãos.

CONSAGRAÇÃO DO 
CORPO E SANGUE DO SENHOR

25. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

26. Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.

27. Em seguida, diz:
Pres: Eis o mistério da fé!
O povo aclama:
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

28. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
O povo aclama:
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa João Paulo, com o nosso bispo Enrico e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n.109.


1C: Lembrai-vos do vosso filho Daniel Águeda, que hoje chamastes deste mundo à vossa presença. Concedei-lhe que, tendo participado da morte de Cristo pelo batismo, participe igualmente de sua ressurreição.
Ass: Concedei-lhe contemplar a vossa face!

2C: Lembrai-vos também dos nossos outros irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO DA COMUNHÃO

29. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres:  Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

CANTO

PAI NOSSO QUE ESTAIS NOS CÉUS, SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME
VENHA A NÓS O VOSSO REINO, SEJA FEITA A VOSSA VONTADE 
ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU
O PÃO NOSSO DE CADA DIA A NÓS DAI HOJE, PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO
E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO MAS LIVRAI-NOS DO MAL.

30. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

31. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

32. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

FRAÇÃO DO PÃO

33. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

34. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A VOSSA PAZ
DAI-NOS A VOSSA PAZ

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

35. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

EIS O CORDEIRO DE DEUS

36. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
Pres: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

37. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

38. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

39. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

40. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.


CANTO DE COMUNHÃO 

EU SOU O PÃO DA VIDA,
O QUE VEM A MIM NÃO TERÁ FOME
O QUE CRÊ EM MIM NÃO TERÁ SEDE.
NINGUÉM VEM A MIM SE MEU PAI NÃO O ATRAIR

EU O RESSUSCITAREI, EU O RESSUSCITAREI  
EU O RESSUSCITAREI  NO DIA FINAL

EU SOU O PÃO DA VIDA
QUE SE PROVA E NÃO SE SENTE FOME             
O QUE SEMPRE BEBER DO MEU SANGUE
VIVERÁ EM MIM E TERÁ A VIDA ETERNA

O PÃO QUE EU DAREI É MEU CORPO,
VIDA PARA O MUNDO
O QUE SEMPRE COMER DE MINHA CARNE
VIVERÁ EM MIM   COMO EU VIVO NO PAI

41. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

42. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Ó Deus de poder e misericórdia, que constituístes o vosso bispo Daniel Águeda, representante de Cristo na terra, dai-lhe, purificado por esta Eucaristia, associar-se a ele no céu. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém

ÚLTIMA ENCOMENDAÇÃO E DESPEDIDA

43. Aquele que preside se dirige para perto do corpo vestido de pluvial.
Pres: Ao cumprirmos, segundo o rito cristão, o piedoso dever de sepultar o corpo humano, oremos confiadamente a Deus nosso Pai, para quem todos os seres vivem. Entregamos à terra o corpo deste nosso irmão, na esperança da sua ressurreição entre os eleitos de Deus e pedimos que a sua alma seja recebida na comunhão gloriosa dos Santos. O Senhor lhe abra os braços da sua misericórdia infinita, para que este nosso irmão, livre dos vínculos da morte, absolvido de toda a culpa, reconciliado com o Pai, conduzido aos ombros do Bom Pastor, mereça entrar na alegria que não tem fim, na companhia dos Santos, na presença do Rei eterno.

44. Faz-se um momento de silêncio.

45. Aquele que foi preparado para falar se dirige ao ambão e profere seu agradecimento. Após as palavras do encarregado, dá-se continuidade.

46. O sacerdote dá a volta ao féretro aspergindo-o com água benta; (depois, põe incenso, benze-o e dá uma segunda volta perfumando o cadáver com incenso). 

ENCOMENDAÇÃO

47. Depois, continua.
Pres: Nas vossas mãos, Pai clementíssimo, encomendamos a alma do vosso servo Daniel Águeda, com a firme esperança de que ele há-de ressuscitar no último dia, juntamente com todos os que morrem em Cristo. Nós Vos agradecemos todos os benefícios que Vos dignastes conceder-lhe durante a sua vida terrena, como sinal da vossa bondade e da comunhão dos Santos em Cristo. Na vossa infinita misericórdia, Senhor, abri a este vosso servo as portas do Paraíso; e a nós, que ainda vivemos na terra, dai-nos a consolação das palavras da fé, até ao dia em que nos encontremos todos reunidos em Cristo e possamos viver para sempre convosco na alegria eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

Todos se dirigem ao local onde será depositado o corpo. Enquanto isso, pode-se cantar alguma antífonia preparada ou outro canto próprio.

CANTO DE PROCISSÃO

SE AS ÁGUAS DO MAR DA VIDA QUISEREM TE AFOGAR
SEGURA NA MÃO DE DEUS E VAI
SE AS TRISTEZAS DESTA VIDA QUISEREM TE SUFOCAR
SEGURA NA MÃO DE DEUS E VAI!

SEGURA NA MÃO DE DEUS, SEGURA NA MÃO DE DEUS,
POIS ELA, ELA TE SUSTENTARÁ
NÃO TEMAS SEGUE ADIANTE E NÃO OLHES PARA TRÁS
SEGURA NA MÃO DE DEUS E VAI

SE A JORNADA É PESADA E TE CANSAS DA CAMINHADA
SEGURA NA MÃO DE DEUS E VAI
ORANDO, JEJUANDO, CONFIANDO E CONFESSANDO
SEGURA NA MÃO DE DEUS E VAI!

48. Benze-se então a sepultura.
Pres: Oremos. Senhor Jesus Cristo, que, repousando três dias no sepulcro, santificastes com a esperança da ressurreição os túmulos daqueles que crêem em Vós, fazei que o corpo do vosso servo durma e descanse em paz nesta sepultura, até ao dia em que Vós, que sois a ressurreição e a vida, o façais resplandecer com a luz da ressurreição, para que possa contemplar no esplendor do vosso rosto a luz eterna do Céu. Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.

49. Depois de colocar o corpo na sepultura, reza-se.
Pres: Deus onipotente quis chamar desta vida para Si o nosso irmão, cujo corpo entregamos à terra, para que volte ao lugar de onde foi tirado. Supliquemos a Cristo nosso Senhor, que ressuscitou como Primogênito dos mortos e há-de transformar o nosso corpo mortal para o tornar semelhante ao seu Corpo glorioso, que receba na sua paz este nosso irmão e o ressuscite no último dia para a glória eterna.
Ass: Amém.

50. Todos rezam o Pai Nosso.
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

51. Termina-se então.
Pres: Dai-lhes, Senhor, o eterno descanso.
Ass: Nos esplendores da luz perpétua.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.

54. Então o sacerdote feito a devida reverência, retira-se com os ministros.


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