VATICANORUM SACROSANCTUM CONCILIUM IV
PAULUS, EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI
VICARI FILII DEI
AD PERPETUAM REI MEMORIAM
CONSTITUIÇÃO APOSTÓLICA CONCILIAR
ECCLESIAE AEDIFICANDI
SOBRE A AÇÃO EVANGELIZADORA DA SANTA IGREJA
NO HABBLET HOTEL
Aos estimados irmãos que estas letras lerem, saúde e paz sejam concedidas por parte de Deus, nosso Pai.
Proemium
da Constituição Conciliar ''Edificar a Igreja''.
Na realização deste Concílio, voltamos os nossos olhares para a real ação evangelizadora de nosso apostolado Católico existente no Habblet Hotel. «et dixit eis euntes in mundum universum prædicate evangelium omni creaturæ.» (Cf. Mc 16, 15) através do pedido de Cristo, para que fóssemos pelo mundo e anunciasse o Evangelho, foi assim que nossos pioneiros estenderam essa missão ao meio virtual dos Habbos Piratas em novembro de 2010. É missão do Católico saber edificar a Igreja, persuasível pelo Espírito Santo, somos chamados a seguir durante os anos, o nosso real dever de permanecermos aqui.
+ Daniel Card. Águeda
Presidente da Comissão para o Âmbito Teologico
+ Francisco Card. Santos
Presidente da Comissão para o Âmbito Filosófico
+ Joseph M. Steiner
Secretário das Comissões Âmbituais.
I PARTE
O primado de Cristo e inicio de Sua Igreja
1. O Eterno Pai, pelo libérrimo e insondável desígnio da Sua sabedoria e bondade, criou o universo, decidiu elevar os homens à participação da vida divina e não os abandonou, uma vez caídos em Adão, antes, em atenção a Cristo Redentor «que é a imagem de Deus invisível, primogénito de toda a criação» (Col. 1,15) [1] O mistério da santa Igreja manifesta-se na sua fundação. O Senhor Jesus deu início à Sua Igreja pregando a boa nova do advento do Reino de Deus prometido desde há séculos nas Escrituras: «cumpriu-se o tempo, o Reino de Deus está próximo» (Mc. 1,15; cfr. Mt. 4,17). [2] A edificação da Igreja, por mistério da divindade do Pai, começa através do Ministério de Cristo ao chamar os Apóstolos e confirma-se com Simão, como pedra fundamental, lançada para Cristo edificar n'ele a sua primeira Igreja e confia a Simão o nome de Pedro (Em latim, Keppha) que significa Pedra, confia-lhe as chaves do Céu, para que ele, por séculos e até aos dias atuais tivesse poder para intermediar entre o Céu e a Terra.
2. Deus dispôs amorosamente que permanecesse integro e fosse transmitido a todas as gerações tudo quanto tinha revelado para salvação de todos os povos. Por isso, Cristo Senhor, em quem toda a revelação do Deus altíssimo se consuma (cfr. 2 Cor. 1,20; 3,16-4,6), mandou aos Apóstolos que pregassem a todos, como fonte de toda a verdade salutar e de toda a disciplina de costumes, o Evangelho prometido antes pelos profetas e por Ele cumprido e promulgado pessoalmente, comunicando-lhes assim os dons divinos. [3] E assim inspirados pelo Espírito Santo, levou a que três de nossos primeiros pioneiros e de perpétua memória o nosso proto-magno pontífice Romano I, estabelecesse este meio de evangelização virtual no Habblet Hotel em dois mil e dez.
3. Assim, a divindade do Pai e o amor e suma piedade de Seu Filho, revela no antigo testamento o Deus de justiça e concede no novo tempo, um Cristo de amor e misericórdia. Tudo isto, é sentido do plano e ação evangelizadora da Igreja. Ainda mais, juntamente com todos os discípulos de Cristo, a Igreja Católica funda, sobre o desígnio de Deus, o seu empenho ecuménico de reunir a todos na unidade [4] que leva a confirmação da presença do Espírito Santo no meio da Igreja até ao fim dos tempos.
II PARTE
A presença e ação do Espirito Santo sobre a Igreja
4. Na tarde de Pentecostes, reunidos os Apóstolos com Nossa Senhora fechados no cenáculo, o Espírito Santo desceu sobre cada um e lançando como línguas de fogo, dando-lhes sete dons, O dom da ciência faz que o cristão penetre na realidade deste mundo sob a luz de Deus; vê cada criatura como reflexo da sabedoria do Criador e como caminho a Deus. Leva o homem a compreender o vestígio de Deus que há em cada ser criado. O homem foi feito para Deus e só n’Ele pode descansar, como disse Santo Agostinho. Por este dom o cristão reconhece o sentido do sofrimento e das humilhações no plano de Deus, que liberta e purifica o homem.; O dom do entendimento ou inteligência nos ajuda a penetrar no íntimo das verdades reveladas por Deus e entendê-las. Por ele o cristão contempla os mistérios da fé. É um entendimento diferente daquele que o teólogo obtém pelo estudo; o que é penoso e lento. O dom da inteligência é eficaz mesmo sem estudo; é dado aos pequeninos e ignorantes, desde que tenham grande amor a Deus. Por esse dom conhecemos os nossos pecados e a nossa miséria. Os santos, quanto mais se aproximaram de Deus, mais tiveram consciência do seu pecado ou da sua distância de Deus.; O dom da sabedoria nos dá um conhecimento da verdade revelada por Deus. Abrange todos os conhecimentos do cristão e os põe sob a luz de Deus, mostra a grandeza do plano do Criador e a sua onipotência. Vem da intimidade com o Senhor.; O dom do conselho permite ao cristão tomar as decisões oportunas nas horas difíceis da vida, para que se comporte como verdadeiro filho de Deus. Isso, às vezes, exige coragem. Pelo dom do conselho o Espírito Santo nos inspira a maneira correta de agir no momento oportuno. “Todas as coisas têm o seu tempo, e tudo o que existe debaixo dos céus tem a sua hora […]” (Ecl 3, 1-8); fora desse momento preciso, o que é oportuno pode tornar-se inoportuno; nem sempre é fácil discernir se é oportuno falar ou calar, ficar ou partir, dizer “sim” ou dizer “não”.; O dom da piedade nos orienta em todas as relações que temos com Deus e com o próximo. São Paulo se refere a isso: “Recebestes o Espírito de adoção filial, pelo qual bradamos: Abbá ó Pai” (Rm 8,15). O Espírito Santo, mediante o dom da piedade, nos faz, como filhos adotivos de Deus, reconhecer Deus como Pai. E, pelo fato de reconhecermos Deus como Pai, consideramos as criaturas com olhar novo. Este dom nos leva a considerar o fato de que Deus é sumamente santo e sábio: “Nós vos damos graças por vossa grande glória”. É o dom da piedade que leva os santos a desejar, acima de tudo, a honra e a glória de Deus. “Para que em tudo seja Deus glorificado”, diz São Bento. E Santo Inácio de Loiola exclama: “Para a maior glória de Deus”. É também o dom da piedade que desperta no cristão a inabalável confiança em Deus Pai, como, por exemplo, Santa Teresinha. Este dom leva o cristão a ver o outro como irmão e a amá-lo como filho de Deus.; O dom da fortaleza nos dá força para a fidelidade à vida cristã, cheia de dificuldades. Jesus disse que “o Reino dos céus sofre violência dos que querem entrar, e violentos se apoderam dele” (Mt 11,12). Pelo dom da Fortaleza o Espírito Santo nos dá a coragem necessária para a luta diária contra nós mesmos, nossas paixões e problemas, com paciência, perseverança, coragem e silencio. Nos dá forças além das naturais. Esta força divina transforma os obstáculos em meios e nos dá a paz mesmo nas horas mais difíceis. Foi o que levou São Francisco de Assis a dizer: “Irmão Leão, a perfeita alegria consiste em padecer por Cristo, que tanto quis padecer por nós” e o O dom do temor de Deus nos leva a amá-Lo tão profundamente que tenhamos receio de ofendê-Lo. Nada tem a ver com o temor do mercenário ou o temor do castigo (do escravo); mas é o temor do amor do filho. É a rejeição que o cristão experimenta diante da possibilidade de ofender a Deus; brota das entranhas do amor. Não há verdadeiro amor sem este tipo de temor. Medo de ofender o Amado. Pelo dom do temor de Deus a vitória é rápida e perfeita, pois é o Espírito que move o cristão a dizer “não” à tentação. O dom do temor de Deus está ligado à virtude da humildade, que nos faz conhecer nossa miséria, impede a presunção e a vã glória, e assim, nos torna conscientes de que podemos ofender a Deus; daí surge o santo temor de Deus. Ele se liga também à virtude da temperança; combate a concupiscência e os impulsos desordenados do coração, para não ofender e magoar a Deus.
5. A presença do Espírito Santo na ação santificadora e evangelizadora da Igreja, faz confirmar os novos Apóstolos [os Bispos] nas suas regiões particulares em que estão confiados, a guiar a messe do Senhor. É autenticidade e corroboável a presença do Espírito Santo na Igreja e como a presença de um só Corpo e a presença de um só Batismo (Ef 4, 5) que valida e mais uma vez confirma, que somos o verdadeiro Corpo Místico edificado por Cristo, mais uma vez, lançando Pedro como sua primeira Pedra fundamental da Igreja (Mt 16, 18-20).
6. Quando já estava iminente para Jesus Cristo o tempo de deixar este mundo, ele anunciou aos Apóstolos «um outro Consolador» (Jo 14, 16). O evangelista São João, que estava presente, escreve que, durante a Ceia pascal no dia anterior à sua paixão e morte, Jesus se dirigiu a eles com estas palavras: «Tudo o que pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho ... Eu pedirei ao Pai, e Ele vos dará um outro Consolador, para estar convosco para sempre, o Espírito da verdade» (Jo 14, 13.16s.) A Igreja professa a sua fé no Espírito Santo, como n'Aquele «que é Senhor e dá a vida». É o que ela proclama no Símbolo da Fé, chamado Niceno-Constantinopolitano, do nome dos dois Concílios ― de Niceia (a. 325) e de Constantinopla (a. 381) ― nos quais foi formulado ou promulgado. Nele se acrescenta também que o Espírito Santo «falou pelos Profetas». [5]
III Parte
A unidade da Igreja
A confirmação da Igreja e da Unidade do Rebanho
7. A Igreja é «una» e «santa» e é por essa razão, que nos leva à verdadeira conclusão de que a Igreja deve ser unida, pelo próprio pedido do Cristo: ut omnes unum sint sicut tu Pater in me et ego in te ut et ipsi in nobis unum sint ut mundus credat quia tu me misisti (cf. Jo 17, 21). Nos atos dos Apóstolos, narra a unidade dos primeiros Cristãos que sabem retribuir tudo e confiam uns nos outros e esse exmplo deve-se estender a toda a Igreja, como sinal da presença de Cristo vivo no meio de nós.
8. As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo; e não há realidade alguma verdadeiramente humana que não encontre eco no seu coração. Porque a sua comunidade é formada por homens, que, reunidos em Cristo, são guiados pelo Espírito Santo na sua peregrinação em demanda do reino do Pai, e receberam a mensagem da salvação para a comunicar a todos. Por este motivo, a Igreja sente-se real e intimamente ligada ao género humano e à sua história. [6] a intíma união da Igreja com o Homem, também insere-se neste contexto: à criação do homem, a sua missão e seu dever de ser apóstolo e servente da messe do Senhor.
9. Há muitos anos que a nossa igreja enfrenta inúmeras divisões. A obra do inimigo, é a real prova para dispersar o rebanho do Senhor e nessa exaustiva tarefa de erguer a Igreja e de nos mantermos unidos, vêm a voz que ressoa: As portas do inferno jamais prevalecerão contra a minha Igreja (cf. Mt 16, 18). A presença ardilosa e manipuladora do nosso inimigo, cada vez mais presente no mundo atual, leva-nos a considerar a verdadeira missão que devemos ter.
10. Na realidade do Habblet Hotel, devemos estar mais unidos em questão fraternal. Por muitos anos, tivemos presença de sacerdotes que vieram para dispersar e não para ajuntar, assim também, como alguns Romanos Pontifíces que figuram o nosso Anuário. Portanto, ainda que, na Igreja, nem todos sigam pelo mesmo caminho, todos são, contudo, chamados à santidade, e a todos coube a mesma fé pela justiça de Deus (cfr. 2 Ped. 1,1). Ainda que, por vontade de Cristo, alguns são constituídos doutores, dispensadores dos mistérios e pastores em favor dos demais, reina, porém, igualdade entre todos quanto à dignidade e quanto à actuação, comum a todos os fiéis, em favor da edificação do corpo de Cristo. A distinção que o Senhor estabeleceu entre os ministros sagrados e o restante Povo de Deus, contribui para a união, já que os pastores e os demais fiéis estão ligados uns aos outros por uma vinculação comum: os pastores da Igreja, imitando o exemplo do Senhor, prestem serviço uns aos outros e aos fiéis: e estes dêem alegremente a sua colaboração aos pastores e doutores. Deste modo, todos testemunham, na variedade, a admirável unidade do Corpo místico de Cristo: a própria diversidade de graças, ministérios e actividades, consagra em unidade os filhos de Deus, porque «um só e o mesmo é o Espírito que opera todas estas coisas» (1 Cor. 12,11). [7]
Da real missão virtual
11. Essa missão na realidade virtual, não é somente dissimular as celebrações de Missa, mas também, para irmos ao encontro de todos os nossos irmãos que estão afastados do redil de Cristo, em forma de arrependimento e apontá-los o caminho, como São João Batista o fez, a todos os que estão apartados do rebanho do Senhor. Essa mesma missão, nasce no coração de muitos Jovens que estão inseridos neste meio e muito deles, vocacionados ao Sacerdócio, à vida Religiosa ou ao Matrimónio. No meio virtual, consoante os tempos, surgem divisões da Igreja por parte de coplôs de pessoas sedentas por altos cargos hierárquicos e isso gera um certo desconforto entre os clérigos, que boa parte deles, são seduzidos por mentes cismáticas e mal instruidas para compor essas divisões.
12. A Igreja no Habblet é um plano vocacional para as Crianças, Adolescentes e Jovens que vivem no meio deste âmbito virtual e são vocacionados em sua vida real. A composição hierárquica da Igreja, é composta por clérigos que lutaram e estão bem astutos para assumir a função. Muitos dos meus antecessores, acabaram por praticar simonia e vender os altos cargos à clérigos ingressos de cisma para que fossem Bispos ou até Cardeais. Vale ressaltar, que também, mm virtude da comum sagrada ordenação e missão, todos os presbíteros estão entre si ligados em íntima fraternidade, que espontânea e livremente se deve manifestar no auxílio mútuo, tanto espiritual como material, pastoral ou pessoal, em reuniões e na comunhão de vida, de trabalho e de caridade. [8]
Dessarte, é necessário que mantenhamos a nossa posição certa; abandonando qualquer poder ou sede que tenhamos e voltar os nossos olhos à real missão que temos. ''A missão que temos neste espaço virtual é de levar Cristo: O seu amor, a sua Misericórdia e a reconciliação aos irmãos e não sermos serventes do erro, do ódio e do mal'' (cf. Pp. Lucas II).
As ações sacramentais e sua legitimidade
13. Muitos nos questionam: «É um pecado grave a celebração de Missas no meio virtual, porque fazem isso?» A celebração de outras Missas e de outros Sacramentos, são lícitos para o meio virtual - na hora que se omite professar as palavras do Senhor no momento da comunhão. Além disso, para realizar tão grande obra, Cristo está sempre presente na sua igreja, especialmente nas acções litúrgicas. Está presente no sacrifício da Missa, quer na pessoa do ministro - «O que se oferece agora pelo ministério sacerdotal é o mesmo que se ofereceu na Cruz» [9] e portanto, com razão, se considera a Liturgia como o exercício da função sacerdotal de Cristo. Nela, os sinais sensíveis significam e, cada um à sua maneira, realizam a santificação dos homens; nela, o Corpo Místico de Jesus Cristo - cabeça e membros - presta a Deus o culto público integral. Portanto, qualquer celebração litúrgica é, por ser obra de Cristo sacerdote e do seu Corpo que é a Igreja, acção sagrada por excelência, cuja eficácia, com o mesmo título e no mesmo grau, não é igualada por nenhuma outra acção da Igreja. [10] Porque quando estamos três ou mais reunidos, Cristo está no meio de nós (Mt 18,20) portanto, também está presente no nosso meio e considerável que a simulação dos Sacramentos não se torna pecaminosa ou contraditória aos ensinamentos da Igreja.
14. Porém, omitimos por sua natureza, proferir as palavras «Isto é o meu corpo [...] Isto é o meu sangue [...]» durante as celebrações da Missa, tendo em consideração que não obtemos qualquer poder para dizê-lo no meio virtual. Como também, através da Constituição Conciliar do Concílio do Vaticano III do Papa João Paulo, pela qual se proíbe o uso do rito de exorcismo no meio virtual, considerando que, não existe possessões diabólicas neste meio.
CONCLUSÃO
Esta Constituição Apostólica, assinada durante as quarta sessão do Concílio do Vaticano IV, medita sobre a ação evangelizadora da Igreja no Habblet Hotel com perto de onze anos de existência. A presença de inúmeros ministros ordenados que por cá passaram, ajudaram a construir o real sentido de nossa presença surreal no meio virtual. Confiantes na intercessão de Nossa Senhora Rainha do Mundo e Mãe da Igreja, confiamos o nosso apostolado às suas mãos , para que auxilie os nossos serviços enquanto clérigos e enquanto Evangelistas neste meio virtual.
Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 30 de julho do ano da encarnação do Senhor de 2021, durante a realização do I Período Conciliar e primeiro de meu Pontificado.
+ Paulus, PP. VI
Servus Servorum Dei
[1] Constituição Conciliar Lumen Gentium, do Concílio do Vaticano II, ponto 3.
https://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19641121_lumen-gentium_po.html
[2] Constituição Conciliar Lumen Gentium, do Concílio do Vaticano II, ponto 5.
https://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19641121_lumen-gentium_po.html
[3] Constituição Conciliar Dei Verbum, do Concílio do Vaticano II, ponto 7.
https://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19651118_dei-verbum_po.html
[4] Encíclica Ut Unum Sint, de São João Paulo II, ponto 5.
https://www.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/encyclicals/documents/hf_jp-ii_enc_25051995_ut-unum-sint.html
[5] Encíclica Dominum et Vificantem, d São João Paulo II, ponto 1.
https://www.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/encyclicals/documents/hf_jp-ii_enc_18051986_dominum-et-vivificantem.html
[6] Constituição Pastoral Gaudium et spes, de São Paulo VI, ponto 1.
https://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19651207_gaudium-et-spes_po.html
[7] Constituição Conciliar Lumen Gentium, do Concílio do Vaticano II, ponto 32.
https://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19641121_lumen-gentium_po.html
[8] Constituição Conciliar Lumen Gentium, do Concílio do Vaticano II, ponto 28.
https://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19641121_lumen-gentium_po.html
[9] Conc. Trento, Sess. XXII, 17 Set. 1562, Dout. De ss. Missae sacrif., c. 2: Concilium Tridentinum, ed. cit., t. VIII, Actas: Parte V, Friburgo da Brisgóvia, 1919, p. 960.
[10] Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium, do Concílio do Vaticano II, ponto 7.
https://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19631204_sacrosanctum-concilium_po.html
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