FOLHETO CELEBRATIVO
PARA A SOLENIDADE DE MARIA MADALENA.
Cor Litúrgica: Branco/Dourado
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.
CANTO DE ENTRADA
MARIA,
BELA MULHER DA MAGDALA;
UM CORAÇÃO SEDENTO DE AMOR
VIDA DE DESENCANTO E DOR.
BUSCAVA,
AO BEL PRAZER E NA PAIXÃO;
AMENIZAR O VAZIO INTENSO
DA SUA VIDA DE ILUSÃO.
QUE NOVO AMOR ERA AQUELE,
APREGOADO AOS PESCADORES,
POR LÁBIOS TÃO DIVINOS;
PELO RABI DA GALILEIA,
ESTE HOMEM MEIGO E SERENO;
COMPREENDEU SUA AFLIÇÃO,
LEVANTA OS OLHOS, MARIA,
E AMA DE TODO CORAÇÃO.
O AMOR COBRE A MULTIDÃO DOS PECADOS,
EU ESTAREI AO TEU LADO,
TE ESPERO NA CASA DO PAI!
DE ALMA LEVE,
TODA VESTIDA DE LUZ,
NO FINAL DA JORNADA;
MARIA DE MAGDALA!
ENCONTRA O MESTRE JESUS!
Antifona de Entrada: O Senhor disse à Maria Madalena: Vai a meus irmãos e anuncia-lhes: subo a meu Pai e vosso Pai a meu Deus e vosso Deus (Jo 20,17).
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
O povo responde:
Ass: Amém.
O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o com uma das seguinte fórmula:
Pres: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
O povo responde:
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
ATO PENITENCIAL
Pres: No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
O sacerdote diz:
Pres: Confessemos os nossos pecados.
Ass: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, (batendo no peito) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Ass: Amém.
CANTO PENITENCIAL
Solo: SENHOR TENDE PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS.
Todos: SENHOR TENDE PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS.
Solo: CRISTO TENDE PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS!
Todos: CRISTO TENDE PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS!
Solo: SENHOR TENDE PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS.
Todos: SENHOR TENDE PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS.
HINO DE LOUVOR
Forma cantada:
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA
AOS HOMENS POR ELE AMADOS
E PAZ NA TERRA
AOS HOMENS POR ELE AMADOS
SENHOR DEUS REI DO CÉU,
DEUS PAI TODO PODEROSO,
NÓS VOS LOUVAMOS,
NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS,
NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS,
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA!
SENHOR JESUS CRISTO,
FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS CORDEIRO DE DEUS,
FILHO DE DEUS PAI,
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS,
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS A DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS,
TENDE PIEDADE DE NÓS,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
NÓS VOS ADORAMOS,
NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS,
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA!
SENHOR JESUS CRISTO,
FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS CORDEIRO DE DEUS,
FILHO DE DEUS PAI,
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS,
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS A DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS,
TENDE PIEDADE DE NÓS,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
SÓ VOS SOIS O SANTO,
SÓ VOS O SENHOR,
SÓ VOS O ALTÍSSIMO,
JESUS CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO;
NA GLÓRIA DE DEUS PAI,
AMÉM!
Forma rezada:
Ass: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças, por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós o Senhor, só vós o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Vou levantar-me e percorrer a cidade, as ruas e as praças, em busca daquele que meu coração ama; procurei-o, sem o encontrar.
Os guardas encontraram-me quando faziam sua ronda na cidade. 'Vistes acaso aquele que meu coração ama?'
Mal passara por eles, encontrei aquele que meu coração ama. Segurei-o, e não o largarei antes que o tenha introduzido na casa de minha mãe, no quarto daquela que me concebeu".
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
EIS O QUE EU VENHO TE DAR.
EIS O QUE EU PONHO NO ALTAR
TOMA SENHOR QUE ELE É TEU
MEU CORAÇÃO NÃO É MEU
QUERO QUE O MEU CORAÇÃO,
SEJA TÃO CHEIO DE PAZ
QUE NÃO SE SINTA CAPAZ,
DE SENTIR ÓDIO OU RANCOR
QUERO QUE A MINHA ORAÇÃO,
POSSA ME AMADURECER
LEVE-ME A COMPREENDER
AS CONSEQUÊNCIAS DO AMOR.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso. Na assembléia dos santos, vós sois glorificado e, coroando seus méritos, exaltais vossos próprios dons. Nos vossos santos e santas ofereceis um exemplo para a nossa vida, a comunhão que nos une, a intercessão que nos ajuda. Assistidos por tão grande testemunhas, possamos correr, com perseverança, no certame que nos é proposto e receber com eles a coroa imperecível, por Cristo, Senhor nosso. Enquanto esperamos a glória eterna, com os anjos e com todos os santos, nós vos aclamamos, dizendo a uma só voz...
Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo.
Então, o sacerdote abrindo os braços reza a oração.
Ó Deus, o vosso filho confiou a Maria Madalena o primeiro anúncio da alegria pascal; dai-nos, por suas preces e a seu exemplo, anunciar também que Cristo vive e contemplá-lo na glória de seu reino. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
PRIMEIRA LEITURA
(Cântico 3,1-4)
Leitor: Leitura do livro do Cântico dos Cânticos.
"Durante as noites, no meu leito, busquei aquele que meu coração ama; procurei-o, sem o encontrar.Vou levantar-me e percorrer a cidade, as ruas e as praças, em busca daquele que meu coração ama; procurei-o, sem o encontrar.
Os guardas encontraram-me quando faziam sua ronda na cidade. 'Vistes acaso aquele que meu coração ama?'
Mal passara por eles, encontrei aquele que meu coração ama. Segurei-o, e não o largarei antes que o tenha introduzido na casa de minha mãe, no quarto daquela que me concebeu".
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Salmo Responsorial 62/63)
Salmista: A MINHA ALMA TEM SEDE DE VÓS, SENHOR!
Todos: A MINHA ALMA TEM SEDE DE VÓS, SENHOR!
SOIS VÓS, Ó SENHOR, O MEU DEUS!
DESDE A AURORA ANSIOSO VOS BUSCO!
A MINHA ALMA TEM SEDE DE VÓS,
MINHA CARNE TAMBÉM VOS DESEJA
COMO TERRA SEDENTA E SEM ÁGUA!
VENHO, ASSIM, CONTEMPLAR-VOS NO TEMPLO
PARA VER VOSSA GLÓRIA E PODER.
VOSSO AMOR VALE MAIS DO QUE A VIDA,
E POR ISSO MEUS LÁBIOS VOS LOUVAM.
QUERO, POIS, VOS LOUVAR PELA VIDA
E ELEVAR PARA VÓS MINHAS MÃOS!
A MINHA ALMA SERÁ SACIADA
COMO EM GRANDE BANQUETE DE FESTA;
CANTARÁ A ALEGRIA EM MEUS LÁBIOS
AO CANTAR PARA VÓS MEU LOUVOR!
PARA MIM FOSTES SEMPRE UM SOCORRO;
DE VOSSAS ASAS À SOMBRA EU EXULTO!
MINHA ALMA SE AGARRA EM VÓS;
COM PODER VOSSA MÃO ME SUSTENTA.
ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO
10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA!
RESPONDE-NOS, Ó MARIA,
NO TEU CAMINHO O QUE HAVIA?
VI CRISTO RESSUSCITADO,
O TÚMULO ABANDONADO!
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
O diácono responde:
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(João 20,1-2.11-18)
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
No primeiro dia que se seguia ao sábado, Maria Madalena foi ao sepulcro, de manhã cedo, quando ainda estava escuro. Viu a pedra removida do sepulcro.
Correu e foi dizer a Simão Pedro e ao outro discípulo a quem Jesus amava: "Tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram!"
Entretanto, Maria se conservava do lado de fora perto do sepulcro e chorava. Chorando, inclinou-se para olhar dentro do sepulcro.
Viu dois anjos vestidos de branco, sentados onde estivera o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés.
Eles lhe perguntaram: "Mulher, por que choras?" Ela respondeu: "Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram".
Ditas estas palavras, voltou-se para trás e viu Jesus em pé, mas não o reconheceu.
Perguntou-lhe Jesus: "Mulher, por que choras? Quem procuras?" Supondo ela que fosse o jardineiro, respondeu: "Senhor, se tu o tiraste, dize-me onde o puseste e eu o irei buscar".
Disse-lhe Jesus: "Maria!" Voltando-se ela, exclamou em hebraico: "Rabôni!" (que quer dizer Mestre).
Disse-lhe Jesus: "Não me retenhas, porque ainda não subi a meu Pai, mas vai a meus irmãos e dize-lhes: 'Subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus'".
Maria Madalena correu para anunciar aos discípulos que ela tinha visto o Senhor e contou o que ele lhe tinha falado.
Correu e foi dizer a Simão Pedro e ao outro discípulo a quem Jesus amava: "Tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram!"
Entretanto, Maria se conservava do lado de fora perto do sepulcro e chorava. Chorando, inclinou-se para olhar dentro do sepulcro.
Viu dois anjos vestidos de branco, sentados onde estivera o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés.
Eles lhe perguntaram: "Mulher, por que choras?" Ela respondeu: "Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram".
Ditas estas palavras, voltou-se para trás e viu Jesus em pé, mas não o reconheceu.
Perguntou-lhe Jesus: "Mulher, por que choras? Quem procuras?" Supondo ela que fosse o jardineiro, respondeu: "Senhor, se tu o tiraste, dize-me onde o puseste e eu o irei buscar".
Disse-lhe Jesus: "Maria!" Voltando-se ela, exclamou em hebraico: "Rabôni!" (que quer dizer Mestre).
Disse-lhe Jesus: "Não me retenhas, porque ainda não subi a meu Pai, mas vai a meus irmãos e dize-lhes: 'Subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus'".
Maria Madalena correu para anunciar aos discípulos que ela tinha visto o Senhor e contou o que ele lhe tinha falado.
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
LITURGIA EUCARÍSTICA
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
CANTO DE OFERTÓRIO
UM CORAÇÃO PARA AMAR,
PRA PERDOAR E SENTIR
PARA CHORAR E SORRIR
AO ME CRIAR TU ME DESTES
UM CORAÇÃO PRA SONHAR,
INQUIETO E SEMPRE A BATER
ANSIOSO POR ENTENDER
AS COISAS QUE TU ME DESTE.
PRA PERDOAR E SENTIR
PARA CHORAR E SORRIR
AO ME CRIAR TU ME DESTES
UM CORAÇÃO PRA SONHAR,
INQUIETO E SEMPRE A BATER
ANSIOSO POR ENTENDER
AS COISAS QUE TU ME DESTE.
EIS O QUE EU VENHO TE DAR.
EIS O QUE EU PONHO NO ALTAR
TOMA SENHOR QUE ELE É TEU
MEU CORAÇÃO NÃO É MEU
QUERO QUE O MEU CORAÇÃO,
SEJA TÃO CHEIO DE PAZ
QUE NÃO SE SINTA CAPAZ,
DE SENTIR ÓDIO OU RANCOR
QUERO QUE A MINHA ORAÇÃO,
POSSA ME AMADURECER
LEVE-ME A COMPREENDER
AS CONSEQUÊNCIAS DO AMOR.
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
20. O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
22. O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
ORAÇÃO SOBRE OFERENDAS
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Recebei, ó Pai, as oferendas que vos apresentamos na festa de santa Maria Madalena, cuja demonstração de amor vosso Filho acolheu com misericordiosa bondade. Por Cristo, nosso Senhor.
ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
PREFÁCIO DOS SANTOS
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso. Na assembléia dos santos, vós sois glorificado e, coroando seus méritos, exaltais vossos próprios dons. Nos vossos santos e santas ofereceis um exemplo para a nossa vida, a comunhão que nos une, a intercessão que nos ajuda. Assistidos por tão grande testemunhas, possamos correr, com perseverança, no certame que nos é proposto e receber com eles a coroa imperecível, por Cristo, Senhor nosso. Enquanto esperamos a glória eterna, com os anjos e com todos os santos, nós vos aclamamos, dizendo a uma só voz...
Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.
O sacerdote une as mãos.
104. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
105. Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.
106. Em seguida, diz:
Pres: Eis o mistério da fé!
O povo aclama:
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
107. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
O povo aclama:
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Paulo, com o nosso bispo N.* e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos também dos nossos outros irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!
108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO DE COMUNHÃO
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
128.O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Quem come minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Diác: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Quem come minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
Antifona de Comunhão: O amor de Cristo nos impele, para que os que vivem já não vivam para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou (2Cor 5,14s).
CANTO DE COMUNHÃO
Bom é louvar o Senhor
BOM É LOUVAR O SENHOR, NOSSO DEUS
CANTAR SALMOS AO NOME DO ALTÍSSIMO,
COM ALEGRIA ACLAMAR SEU AMOR,
SUA GLÓRIA, BONDADE E PODER.
1. COMO TUAS OBRAS ME ALEGRAM, SENHOR,
OS TEUS PRODÍGIOS SUSCITAM LOUVOR.
TUA PRESENÇA EU CONTEMPLO NO CÉU,
OLHO A TERRA TAMBÉM NELA ESTÁS.
2. TU ENGRANDECES O HOMEM MORTAL
DA NATUREZA ELE É REI E SENHOR.
DE HONRA O COROASTE, DE GLÓRIA E PODER,
POUCO MENOS QUE AOS ANJOS DO CÉU.
3. NARRAM OS CÉUS O QUE FEZ TUA MÃO,
TODO UNIVERSO TEU NOME BENDIZ.
A CRIAÇÃO É UM CANTO DE AMOR,
E ESSE CANTO É TAMBEM MEU LOUVOR.
CANTAR SALMOS AO NOME DO ALTÍSSIMO,
COM ALEGRIA ACLAMAR SEU AMOR,
SUA GLÓRIA, BONDADE E PODER.
1. COMO TUAS OBRAS ME ALEGRAM, SENHOR,
OS TEUS PRODÍGIOS SUSCITAM LOUVOR.
TUA PRESENÇA EU CONTEMPLO NO CÉU,
OLHO A TERRA TAMBÉM NELA ESTÁS.
2. TU ENGRANDECES O HOMEM MORTAL
DA NATUREZA ELE É REI E SENHOR.
DE HONRA O COROASTE, DE GLÓRIA E PODER,
POUCO MENOS QUE AOS ANJOS DO CÉU.
3. NARRAM OS CÉUS O QUE FEZ TUA MÃO,
TODO UNIVERSO TEU NOME BENDIZ.
A CRIAÇÃO É UM CANTO DE AMOR,
E ESSE CANTO É TAMBEM MEU LOUVOR.
ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO
139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
140.De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração.
Ó Deus, a comunhão nos vossos mistérios infunda em nós aquele amor perseverantes que levou Maria Madalena a jamais separar-se do Mestre. Que vive e reina para sempre.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.
144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
145. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.
CANTO FINAL
Madalena
MARIA MADALENA SENTIDO-SE TÃO PEQUENA COMO EU
COM LÁGRIMAS LAVOU OS PÉS DE JESUS
E PERFUME PASSOU EM SEUS PÉS.
MUITOS A CRITICAVAM, TODOS A CONDENAVAM
MAS JESUS FALOU:
A QUEM MUITO AMOU MUITO SE PERDOA
AMO A TI PECADORA, AMO A TI
AMO A TI PECADORA NÃO A CONDENEI.
Seções:
Dom Thiago Montini
Folheto Celebrativo
Papa Paulo VI
Pontifícia Comissão para os Textos Litúrgicos
