PAULUS, EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI
A todos os diletíssimos filhos a que este Decreto lerem, saúde, paz e bençãos sejam concedidas por parte de Deus, nosso Pai.
São muitos os filhos que se rebelião contra a Igreja e contra o Romano Pontífice, este enquanto Vigário de Nosso Senhor. Contudo, concedeu-me Deus a graça de assentar-me no trono de Pedro, para governar e ficar atento aos filhos que se arrependem e reconhecem os seus erros. É missão de todos nós, reconhecermos os nossos pecados e nossas revoltas e depois de voltarmo-nos para Deus e dizer-lhe: Perdoa-me Pai, pequei contra o Céu e contra Ti. (cf. Lc 15, 18b-19a)
O apostolado existente no Habblet Hotel, com perto de onze anos de existência, foi ápice de grandes atentados do maligno ao longo de todos este anos onde os fortes ventos assopra, agita a barca e gera com que muitos acabem caindo às águas. É nossa missão também, como pescadores, lançar as cordas e salvar a vida de todos aqueles que se perdem ou se afogam no mar da perdição, dos desejos ou do poder.
Foi durante o Pontificado de meu venerável antecessor, o Santo Padre Bento VII, que a Santa Igreja viveu uma separação histórica contra o governo de Sua Santidade, promovida pelo ex-clérigo Bernardo Cruz (que hoje é Patriarca da Igreja Ortodoxa) e por outros. Dentro deste grupo da resistência, o na época Cardeal Karol Albino (Ratzinger.J.A), deixou-se levar por falsas paixões e seguir os passos dos traidores. Confirmou-se a Excomunhão Ferendae Sententiae destes nossos irmãos pelo meu antecessor.
A Igreja, mãe de Misericórdia, volta a abraçar a todos os filhos que estão perdidos e desejam retornar ao dócil redil de Jesus. Ele, que é amor e Misericórdia, busca sempre converter os nossos corações e voltarmo-nos para Seu majestoso Amor. Durante a Missa pela ocasião do meu 2º mês de Pontificado, no Congresso Eucarístico Internacional, Karol Albino buscou-me para o perdão e para retornar ao seio da Igreja, e eu, reconhecendo que todos somos atentados pelo poder ardiloso do nosso inimigo que leva muitos aos mares do pecado, concedi-lhe a remoção da Excomunhão e o seu retorno ao 3º grau de Ordem do Estado Clerical.
Portanto, acolhendo o pedido de nosso irmão e seu desejo de retornar à comunhão com o legítimo sucessor de Pedro, com a minha autoridade apostólica declaramos a RETIRADA DA EXCOMUNHÃO de Karol Ratzinger Albino e, pelo que a partir de agora, pode novamente fazer uso dos sacramentos de ordem, adentrar nos templos católicos e viver a nosso meio. Da mesma forma, comunicamos a REINTEGRAÇÃO de Karol Albino ao Sacro Colégio Episcopal, com todos os direitos e obrigações inseridos no múnus episcopal e no Código de Direito Canônico.
Caríssimo, recorda-te de permaneceres fielmente em união legítima com esta Sé Apostólica, comigo e com todos os meus sucessores. E que Nossa Senhora, mãe de Jesus, possa levar-te aos caminhos certos. A proteção a bem-aventurada Virgem Maria, interceda e proteja todo o orbe habbletiano.
Dado em Aparecida, durante o III Congresso Eucarístico Internacional, no dia 12 de agosto do ano do Senhor de 2021, primeiro de meu Pontificado.
+ Paulus, PP. VI
Pontifex Maximus
Seções:
Decreto de Retirada de Excomunhão
Karol Albino
Papa Paulo VI
Ratzinger J. A.
Remoção de Excomunhão
Retirada de Excomunhão
