Declaração Apostólica «Servus Mali» (Servo do Mal) - Declaração da antipapia de Mariano IV


CLEMENS, EPISCOPVS
SERVVS SERVORVM DEI
VIGARIVS CHRISTI PRIMVS ITALIAE
ARCIEPISCOPVS PROVINCIAE ITALIAE
PRINCEPS CIVITAS VATICANA
PONTIFEX MAXIMVS
PATRIARCHAE OCIDENTIS

A todos aqueles que lerem esta DECLARAÇÃO APOSTÓLICA, saúde, paz e benção por parte de Deus nosso Pai.

"O Espírito diz expressamente que, nos tempos vindouros, alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas, de hipócritas e impostores que, marcados na própria consciência com o ferrete da infâmia." ( Cf. 1 Tim, 4, 1-2) expresso, que muitos daqueles que foram, de certeza forma, chamados a assentar-se no trono de Pedro, governaram a Igreja na apostasia e na mentira, seguindo o exemplo do próprio pai da mentira, o demônio, que causa a divisão e corrói a imagem sacra da igreja de Cristo. Este que é Seu corpo místico, é chamado a professar a verdade e não a defender a mentira, como diz Santo Apostinho: «Contanto, quanto mais amamos a verdade, tanto devemos odiar mais a mentira.» (de Santo Agostinho de Hipona) e porque devemos recusar de defender e dizer mentiras (cf. Ecl, 7, 14).

«Quem promete alguma coisa com a intenção de cumprir o prometido, não mente, porque não fala contra aquilo que tem em sua mente. Se, no entanto, não cumprir o que prometeu, então estará agindo como infiel à promessa.» (Santo Tomás de Aquino, suma teológica). Porquanto, o pontífice é chamado a unir as ovelhas num só rebanho, e não a dispersa-las, foi esse o dever que Pedro, a quem nós Papas sucedemos, foi chamado por Cristo a fazê-lo, e Cristo, ainda impeliu-nos de mantermo-nos resguardados dos falsos profetas, pois viriam eles como ovelhas, mas são realmente lobos e ladrões (Cf. Mt, 7, 15-20).

Nós, como Corpo Místico de Cristo presente no Habblet Hotel, que há dez anos somos iluminados pela luz divina do Espírito Santo, somos da mesma forma, convidados a defender a dignidade deste redil e a reconhecer os maus pastores que promoveram a desgraça, está torpemente enganado aquele que defende um ditador e um mentiroso compulsivo, deixando o seu legado sacrílego por debaixo dos panos,  sem defender a justa causa para santificação do Clero e auto-reconhecimento da imagem dos nossos antecessores que tanto apunhalaram a imagem do Cristo e de Sua esposa, a Igreja.

Assim, todos aqueles que apoiam a corrupção que se instalou dentro desta Igreja, apoiando homens sujos, como muquifos, são eles considerados como “insensatos, desleais, sem coração, sem misericórdia. Apesar de conhecerem o justo decreto de Deus que considera dignos de morte aqueles que fazem tais coisas, não somente as praticam, como também aplaudem os que as cometem." (Cf. Rm 1, 31-32). É mais que ilegitimo, apoiar certas e indeterminadas posições, que muitos de meus antecessores apresentaram ao redil, como figura, temos o exemplo do antipapa Anastácio II, o que até aos dias de hoje é conhecido pelas atitudes depravadas, imbecis e mentirosa e o pontificado mais obscuro desta Sé Apostólica, reinante de abril à junho de dois-mil e quinze.

Cabe-nos constatar os fatos, acerca de nosso antecessor Mariano IV - Tiago Mancini Montini - Papa reinante nesta Igreja nos mês de outubro de dois-mil e vinte, tendo governado durante o tempo estipulado de mais ou menos doze dias. Em sua figura, o referido pontífice, promoveu a desunião da igreja e a decadência total dos colégios presbiteral, episcopal e cardinalício, auto-promovendo a má-posição como pontífice e sucessor do apóstolo São Pedro, rompendo o celibato, apoiando a corrupção, a mentira e figurando postura infantil. Destarte, foi desleal e insubmisso ao compromisso que um Papa deve ter, sem saber governar abandonando a Sé de Pedro, e posteriormente, voltando como pontífice e negando que renunciou ao pontificado, contrariando o reinado do antipapa Inocêncio V que na altura foi legitimamente eleito.

"Ai dos pastores que deixam perder-se e dispersar-se o rebanho miúdo de minha pastagem. " (Jr, 23, 1) profunda-se aqui, mais uma vez, a falta de responsabilidade que Mariano IV, teve em guiar o rebanho, por vezes também, colaborando em atos de simonia e de heresia. Por também envolver-se em sodomia  com pessoas do mesmo sexo ou também assédio a alguns dos Cardeais, inclusive, relacionamentos amorosos no âmbito clerical. De fato, Mariano está também compelido ao julgamento da justiça divina, pois, fomos instituídos por ela a fim de cumprir o bem no mundo temporal. Ainda, praticando a usurpação de poder, o supracitado implantou a ditadura sobre todo o Clero e Laicato, criando escândalos e levando muitos a dispersar-se da Igreja, que perdura até aos dias de hoje e lentamente vai-se retomando a conversão de muitos. Há ainda a corrupção, outrora citada, na venda do cargo de Cardeal-Bispo ao ex-Cardeal Mário Von-Scherer pelo Trono Sultão LTD.

Portanto, tendo em consideração o que aqui expomos, desde a negligência, sodomia, e vilipêndio ao ministério petrino, consideramos que nosso antecessor, entre tantos outros, jamais deve ser esquecido por tantos crimes e por tanta podridão instalada em seu pontificado. Ainda, reconhecendo-o como um dos lobos que veio dispersar o rebanho de Cristo, usurpando-se de um poder impróprio à sua ignorância, materialidade e irresponsabilidade, com minha autoridade apostólica como Vigário de Cristo na terra, DEFINIMOS, INSTITUIMOS, DECLARAMOS e PROCLAMAMOS a ANTIPAPIA do PAPA MARIANO IV, o servus mali (servo do mal) pelas suas fraquezas e negligências que instauraram a degradação, assombração e desvio de todo o redil de Cristo. Deve a partir de agora, figurar o anuário pontifício, sendo reconhecido como antipapa e sua história deve ser levada a público para que este filho do mal, seja reconhecido pela sua depravação e postura degradante.

Por fim, sejamos a Igreja reunida como os apóstolos no Cenáculo de Jerusalém, onde aconteceu o Pentecostes, para que homens dignos, justos e retos, possam governar sobre a Igreja sem qualquer tipo de usurpação ou corrupção dentro do Corpo Místico de Cristo. De igual modo, rogamos e suplicamos à bem-aventurada Virgem Maria, que triunfe sobre todos os inimigos da Igreja, libertando-nos dos servos do mal e de todos aqueles que desejam perpetrar o mal dentro do a Igreja de Seu filho, Cristo Senhor.

Dado em Roma, junto de São Pedro no dia vinte e dois do mês de setembro no ano de dois mil e vinte um, primeiro de meu Pontificado.

+ Clemens Pp. VIII
Pontifex Maximus
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