DECRETO DE EXCOMUNHÃO
À VITANDO
DO SR. THIAGO MANCINI MONTINI
CLEMENTE, BISPO
PONTÍFICE MAXIMO
VIGÁRIO DE CRISTO
BISPO DE ROMA
SERVO DOS SERVOS DE DEUS
Aos veneráveis irmãos e irmãs que as minhas letras apostólicas lerem, saúde, paz, bênção apostólica e todo o bem lhes seja concedido por parte de Deus.
«Então, depois de receber o bocado, Judas saiu imediatamente. Era noite» (Jo 13,30). Sempre é de noite quando nos distanciamos do que é «Luz de Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro» (Símbolo de Niceas-Constantinopla).
O pecador é o que dá as costas ao Senhor para gravitar ao redor das coisas criadas, sem referi-las a seu Criador. Santo Agostinho descreve o pecado como «um amor a si mesmo até o desprezo de Deus». Uma traição. Uma prevaricação fruto da «arrogância com a que queremos emancipar-nos de Deus e não ser nada mais que nós mesmos; a arrogância pela que cremos não ter necessidade do amor eterno, e sim que desejamos dominar nossa vida por nós mesmos». [1] Podemos entender que Jesus, aquela noite, tenha-se sentido «turbado em seu interior» (Jo XIII, 21).
Contemplamos também a figura de Judas, o apóstolo traidor. Judas tenta dissimular a má intenção que guarda no seu coração; assim mesmo, procura encobrir com hipocrisia a avareza que lhe domina e lhe cega, apesar de ter tão perto ao que é a Luz do mundo. Mesmo assim de estar rodeado de Luz e de desprendimento exemplar, para Judas «Era noite» (Jo XIII ,30): trinta moedas de prata, “o excremento do diabo” —como qualifica Papini o dinheiro— o deslumbraram e amordaçaram. Preso da avareza, Judas atraiçoou e vendeu a Jesus, o mais prezado dos homens, o único que pode nos enriquecer. Mas Judas experimentou, também a desesperação, já que o dinheiro não é tudo e pode chegar a escravizar.
Assim como o próprio Judas, temos presencialmente muitos de seus exemplos que figuram ainda dentro da Barca de Cristo, em busca de poder e de superioridade. O próprio espírito diabólico invade o coração de muitos e os leva à traição. O desejo, a vontade de querer ter primeiro lugar para se transparecer, é o significado de revolta e de vingança que invade o coração dos sedentos. Fomos surpresos com o rompimento de alguns irmãos que figuravam o Colégio Episcopal e também o erguimento de um cisma, após a negação de lhes ser entregue o Barrete Cardinalício (entre estes, encontra-se alguns que desejam regressar como Cardeal e lhes foi negado essa mesma confiança). Deste modo, a permanência dos frutos é sinal concreto de que há união com a videira verdadeira (XV, 4-5), assim como como exemplo da união com seu corpo que é a Igreja: Santa, Una, Católica e Apostólica. Todo aquele que não ajunta, dispersa (Mt. XII, 30) e como palha, será reunido e extirpado (Mt. III, 12).
Desgraçadamente, as trevas sucumbe o coração de nossos irmãos, sedentos de poder; sedentos da negação e desejando o primeiro lugar no Hall da Fama. Nos atos dos apóstolos, temos bem presente a unidade da primeira Igreja e que prossegue invicta até aos dias atuais, iniciou-se através das palavras do Cristo à Pedro (Mt. XVI, 18-20) quando Ele se dirige a Simão e lhe confia o ministério, o pastoreio de Sua Igreja.
Como citado acima, mais uma vez, o espírito das trevas instala-se no coração dos mais fracos e nas vicissitudes da Igreja por mim, são levados às falácias dos falsos profetas que virão e enganarão a muitos (Cf Mt. XXIV, 11). A meio de uma agitação ferranha, desfiguram a imagem do Romano Pontífice que lhes confiara novamente o retorno ao Corpo Místico de Cristo, retornando alguns ao Colégio Presbiteral e outros ao Colégio Episcopal, ao meio do corpo dos apóstolos.
Como citado acima, mais uma vez, o espírito das trevas instala-se no coração dos mais fracos e nas vicissitudes da Igreja por mim, são levados às falácias dos falsos profetas que virão e enganarão a muitos (Cf Mt. XXIV, 11). A meio de uma agitação ferranha, desfiguram a imagem do Romano Pontífice que lhes confiara novamente o retorno ao Corpo Místico de Cristo, retornando alguns ao Colégio Presbiteral e outros ao Colégio Episcopal, ao meio do corpo dos apóstolos.
Após inúmeros escândalos por parte do até então cardeal Thiago Mancini Montini, desde seus atos homossexuais, escandalosos e de suas posições infantis nos grupos do Clero, aprouve-me enquanto pontífice terminar com a desordem existente no Clero. O cardeal Montini foi inúmeras vezes advertido para terminar com seus ataques, pelo qual, recusou as inúmeras advertencias e insistiu em criar ainda mais confusões. Destarte, o referido Cardeal iniciou uma campanha LGBT dentro da Igreja e apoiou o aborto em pleno grupo público e na frente de inúmeras pessoas. O Código de Direito Canônico, no cânone 1329, nº2, cita o que se segue:«quem provocar aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latæ sententiae».
Após as inúmeras repreensões, o referido cardeal decidiu sair dos grupos e incorporar em um meio cismático com o nome de ''Marcelo Rodrigues'' enquanto nos garantiu que desejava um afastamento até ao dia 25 de setembro. Por isso, em cumprimento com o que se ordena e com o parecer de toda a Igreja, fadigados de tanta injustiça e querendo impor ordem, ORDENO e DECRETO:
- ORDENO A EXCOMUNHÃO À VITANDO do Cardeal Thiago Mancini Montini
- ORDENO A SUSPENSÃO DO USO DO MÚNUS EPISCOPAL, em um futuro retorno, requer novamente a Ordenação Episcopal. A bula concedida por Clemente VII, meu antecessor, torna-se a partir deste momento inválida.
- ORDENO A EXPULSAÇÃO DOS ESPAÇOS PÚBLICOS, sem poder permanecer no meio de qualquer templo católico
- ORDENO E IMPONHO que o mesmo encontra-se em estado de pecado mortal, por isso, deve em um futuro buscar a absolvição por um sacerdote.
- ESTÁ PROÍBIDO DO USO DOS SACRAMENTOS DE ORDEM, não pode mais exercer qualquer sacramento de ordem, torna-se inválido.
- ESTÁ IMPEDIDO DE COMUNGAR E PARTICIPAR EM QUALQUER AÇÃO SACRAMENTAL, deve ser expulso.
Por fim, recordamos aos que estão com a verdadeira Sé Apostólica e com o legítimo Sucessor de Pedro que não tenham medo. Cristo prometeu-nos que estaria connosco até à consumação dos tempos (Mt. XXVIII, 20) e que qualquer tempestade contra a Sua Igreja jamais a afetaria, porque está bem firme sobre a rocha que foi edificada (Mt. VII, 25), prometendo a Pedro que as portas do inferno jamais prevalecerão contra Ela (Mt. XVI, 18). Confiamos este período de luta pela verdade e pela conversão dos irmãos à Nossa Senhora e a São Miguel Arcanjo para que lance ao inferno a satanás, as suas seduções e os espíritos imundos, para que possamos viver em Comunhão e União com o verdadeiro Cristo e com Sua verdadeira Igreja. (1Cor. XV, 58).
Dado em Roma, junto à Cátedra de São Pedro no vigésimo segundo dia do mês de setembro do ano do Senhor de 2021, sob o poder de nossas armas e primeiro de nosso Pontificado.
+Clemens PP. VIII
Pontifex Maximus
[1] Papa Bento Bento XVI

