Semanário Litúrgico - Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo


SEMANÁRIO LITÚRGICO
SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO,
REI DO UNIVERSO,
XXXIV DOMINGO DO TEMPO COMUM

ANO B
20.11.2021
DOURADO

RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

CANTO DE ENTRADA

TU ÉS O REI DOS REIS!
O DEUS DO CÉU DEU-TE REINO, FORÇA E GLÓRIA,
E ENTREGOU EM TUAS MÃOS A NOSSA HISTÓRIA,
TU ÉS REI, E O AMOR É TUA LEI!

1. SOU O PRIMEIRO E O DERRADEIRO, 
FUI UNGIDO PELO AMOR!
VÓS SOIS MEU POVO; 
EU, VOSSO REI E SENHOR REDENTOR!

2. VOS LEVAREI ÁS GRANDES FONTES, 
DOR E FOME NÃO TEREIS!
VÓS SOIS MEU POVO; 
EU, VOSSO REI: JUNTO A MIM VIVEREIS!

2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.

SAUDAÇÃO

Terminado o cântico de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A vós, irmãos, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo. 
(Ef 6,23)

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Segue-se para o ato penitencial, o sacerdote convida os fiéis a penitência.
Pres: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamos-nos necessitados da misericórdia do Pai.
O povo permanece em silêncio por um momento em silêncio:
O sacerdote, diz:
Pres: Confessemos os nossos pecados.
Ass: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, (batendo no peito) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Estendendo as mãos, segue-se para a absolvição:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.

4. Segue-se as invocações ''Senhor, tende piedade'', ou omite-se caso já tenha ocorrido durante o Ato Penitencial:
Pres: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Pres: Cristo, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.

Pres: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Ou para cantar.
CANTO
SENHOR TENDE PIEDADE,
PIEDADE, PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS.

CRISTO TENDE PIEDADE,
PIEDADE, PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS.

SENHOR TENDE PIEDADE,
PIEDADE, PIEDADE,
PIEDADE DE NÓS.


HINO DE LOUVOR

5. Quando prescrito na Liturgia, cante-se ou recite-se o Hino de Louvor.
Inicia o Hino o celebrante e continua o povo.
Ass: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças, por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós o Senhor, só vós o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

Ou para cantar.
CANTO

GLÓRIA, GLÓRIA! ANJOS DO CÉU
CANTAM TODOS SEU AMOR!
E NA TERRA, HOMENS DE PAZ
DEUS MERECE O LOUVOR

1. DEUS E PAI, NÓS VOS LOUVAMOS
ADORAMOS, BENDIZEMOS,
DAMOS GLÓRIA AO VOSSO NOME,
VOSSOS DONS AGRADECEMOS!

2. SENHOR NOSSO, JESUS CRISTO,
UNIGÊNITO DO PAI,
VÓS DE DEUS CORDEIRO SANTO,
NOSSAS CULPAS PERDOAI!

3. VÓS QUE ESTAIS JUNTO DO PAI,
COMO NOSSO INTERCESSOR,
ACOLHEI NOSSOS PEDIDOS,
ATENDEI NOSSO CLAMOR!

4. VÓS SOMENTE SOIS O SANTO,
O ALTÍSSIMO, O SENHOR,
COM O ESPIRITO DIVINO,
DE DEUS PAI NO ESPLENDOR!

ORAÇÃO DO DIA

6. Terminado o hino de louvor, de braços abertos diz:
Pres: Oremos
E todos oram em silêncio durante alguns momentos:
Depois, o sacerdote, de braços abertos, reza:
Pres: Deus eterno e todo-poderoso, que dispusestes restaurar todas as coisas no vosso amado Filho, rei do universo, fazei que todas as criaturas, libertas da escravidão e servindo à vossa majestade, vos glorifiquem eternamente. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ao concluir o povo responde:
Ass: Amém

LITURGIA DA PALAVRA~

Nos dias de semana há somente uma leitura e o salmo, nos domingos e Solenidades há duas leituras e um salmo.

PRIMEIRA LEITURA

7. Em seguida, o leitor dirige-se ao ambão e lê a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor: Leitura da profecia de Daniel.
“Olhando sempre a visão noturna, vi um ser, semelhante ao filho do homem, vir sobre as nuvens do céu: dirigiu-se para o lado do ancião, diante de quem foi conduzido. A ele foram dados império, glória e realeza, e todos os povos, todas as nações e os povos de todas as línguas serviram-no. Seu domínio será eterno; nunca cessará e o seu reino jamais será destruído”.
Ao término da leitura, o leitor diz: 
Leitor: Palavra do Senhor
Todos aclamam: 
Ass: Graças a Deus.

RESPONSÓRIO

8. O salmista ou cantor canta ou recita o salmo, ao qual o povo responde o estribilho.
S.: DEUS É REI E SE VESTIU DE MAJESTADE, GLÓRIA AO SENHOR!
Ass: DEUS É REI E SE VESTIU DE MAJESTADE, GLÓRIA AO SENHOR!

S.: DEUS É REI E SE VESTIU DE MAJESTADE,
REVESTIU-SE DE PODER E DE ESPLENDOR!

S.: VÓS FIRMASTES O UNIVERSO INABALÁVEL,
VÓS FIRMASTES VOSSO TRONO DESDE A ORIGEM,
DESDE SEMPRE, Ó SENHOR, VÓS EXISTIS!

S.: VERDADEIROS SÃO OS VOSSOS TESTEMUNHOS,
REFULGE A SANTIDADE EM VOSSA CASA
PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS, SENHOR!

SEGUNDA LEITURA

9. Se houver a segunda leitura antes do Evangelho, o leitor fará no ambão, como acima.
Leitor: Leitura do livro do Apocalipse.
Jesus Cristo, testemunha fiel, primogênito dentre os mortos e soberano dos reis da terra. Àquele que nos ama, que nos lavou de nossos pecados no seu sangue e que fez de nós um reino de sacerdotes para Deus e seu Pai, glória e poder pelos séculos dos séculos! Amém. Ei-lo que vem com as nuvens. Todos os olhos o verão, mesmo aqueles que o traspassaram. Por sua causa, hão de lamentar-se todas as raças da terra. Sim. Amém. “Eu sou o Alfa e o Ômega”, diz o Senhor Deus, “aquele que é, que era e que vem, o Dominador”.
No fim da leitura, o leitor diz: 
Leitor: Palavra do Senhor
Todos aclamam: 
Ass: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO

10. Segue-se o Aleluia ou outro canto. 

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

É BENDITO AQUELE QUE VEM VINDO,
QUE VEM VINDO EM NOME DO SENHOR,
E O REINO QUE VEM, SEJA BENDITO,
AO QUE VEM E A SEU REINO, O LOUVOR!

11. Entretanto, o sacerdote, se se usa o incenso, coloca incenso no turíbulo. Em seguida, se tiver diácono ele deverá proclamar o evangelho, inclinado diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa, dizendo: 
Diác: Me conceda a vossa bênção.
O sacerdote, em voz baixa, diz:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: Em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono benze-se e responde: 
Diác: Amém

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, diz em silêncio:
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho. 

EVANGELHO

12. A seguir, o diácono ou o sacerdote, dirige-se para o ambão, acompanhado dos ministros que podem levar o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco. 
O povo responde: 
Ass: Ele está no meio de nós. 
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz: 
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João. 
Ass: Glória a vós, Senhor. 
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho. 
Diác ou Sac: Naquele tempo: Pilatos entrou no pretório, chamou Jesus e perguntou-lhe: “És tu o rei dos judeus?” Jesus respondeu: “Dizes isso por ti mesmo, ou foram outros que to disseram de mim?” Disse Pilatos: “Acaso sou eu judeu? A tua nação e os sumos sacerdotes entregaram-te a mim. Que fizeste?” Respondeu Jesus: “O meu Reino não é deste mundo. Se o meu Reino fosse deste mundo, os meus súditos certamente teriam pelejado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu Reino não é deste mundo”. Perguntou-lhe então Pilatos: “És, portanto, rei?” Respondeu Jesus: “Sim, eu sou rei. É para dar testemunho da verdade que nasci e vim ao mundo. Todo o que é da verdade ouve a minha voz”.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz: 
Diác ou Sac: Palavra da Salvação. 
O povo aclama: 
Ass: Glória a vós, Senhor.

HOMILIA

14. Depois, segue-se a homilia que deve ser feita todos os domingos e festas de preceito, e é recomendada nos outros dias.

PROFISSÃO DA FÉ

15. Na conclusão da Homilia, faz-se conforme as rubricas, a Profissão da Fé.
Pres: Professemos a Nossa fé
Ass: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: 
(Todos se inclinam) 
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. 
(Todos se erguem) 
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

PRECE DOS FIÉIS

Pres: Irmãos e irmãs: Oremos pelos mais pobres deste mundo, que têm um lugar privilegiado no coração do Pai, e invoquemo-l’O, por Cristo, Rei do Universo, dizendo (ou: cantando):
Ass: Senhor, venha a nós o vosso reino. 

Leitor: Pela santa Igreja e por todos os seus filhos, pelos pobres e por aqueles que os assistem na fome, na doença ou na prisão, oremos. 

Leitor: Pelos bispos, presbíteros e diáconos e por todos os que, imitando o Bom Pastor, orientam os fiéis para o seu Reino, oremos. 

Leitor: Pelos doentes, prisioneiros e condenados, pelos que esperam ver despontar a salvação, e por todos os moribundos e defuntos, oremos. 

Leitor: Pelos que vêm Cristo em cada homem, pelos servidores dos que mais sofrem e pelos que têm fome e sede de justiça, oremos. 

Leitor: Pelos fiéis que vivem à luz do Evangelho, pelos que nunca o descobriram nem viveram e por aqueles que por ele dão a própria vida, oremos. 

Pres: Senhor, nosso Deus, que nos enviastes o vosso Filho, não para condenar, mas para salvar todos os homens, dai-nos a graça de O reconhecer nos mais pobres e desprezados deste mundo. Por Cristo Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: Amém

OFERTÓRIO

16. Inicia-se o canto do ofertório. O diácono colocam no altar o corporal, o pão e o vinho para serem oferecidos.
CANTO DO OFERTÓRIO

GRANDE É O SENHOR,
TODO UNIVERSO A TERRA E O SOL NOS DEU,
NOS ESPERAVA QUANDO AMANHECEU,
SÓ NOS PEDIU AMOR.
SANTO É O SENHOR
VEM OFERECE O MESMO FILHO TEU
PRA NÃO DIZER QUE NUNCA SE ESQUECEU
DE NOS DOAR SEU AMOR

1. QUEM SE PROPÕE CULTIVAR O CHÃO,
PREPARAR O PÃO E ASSIM REPARTIR.
PODE CONTAR COM A MÃO DE DEUS,
QUE SUSTENTA OS SEUS E SABE CUMPRIR.

2. QUEM SE FECHAR ESQUECENDO O IRMÃO
LHE NEGANDO O PÃO E ASSIM PERSISTIR
VAI SE ENTENDER COM A MÃO DE DEUS
QUE SUSTENTA OS SEUS E SABE CUMPRIR.

3. QUEM SE FIZER CONTRA ESSA OPRESSÃO
QUE DESTRÓI O IRMÃO E ASSIM RESISTIR
VAI REVELAR QUAL A MÃO DE DEUS
QUE SUSTENTA OS SEUS E SABE CUMPRIR.

17. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, apresentando o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, e mesmo outros dons para ocorrer às necessidades da Igreja e dos pobres.

18. O sacerdote, junto do altar, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco acima do altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, depõe a patena com o pão sobre o corporal. 

Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em voz alta. No fim o povo pode aclamar:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

19. O diácono ou o sacerdote deita vinho e um pouco de água no cálice, dizendo em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

20. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco acima do altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Em seguida, depõe o cálice sobre o corporal. 

Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em voz alta. No fim o povo pode aclamar:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

21. A seguir, o sacerdote inclina-se e diz em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

22. Depois, se oportuno, incensa as oblatas e o altar. A seguir, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

23. Em seguida, o sacerdote, estando ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

24. Depois, estando ao meio do altar e, voltado para o povo, abrindo e juntando as mãos, diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde: 
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.

25. Em seguida, de braços abertos, o sacerdote reza;
Pres: Oferecendo-vos estes dons que nos reconciliam convosco, nós vos pedimos, ó Deus, que o vosso próprio Filho conceda paz e união a todos os povos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

PREFÁCIO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO,
REI DO UNIVERSO

Ao iniciar a Oração Eucarística, o celebrante Abrindo os braços diz: 
Pres: O Senhor esteja convosco. 
Ass: Ele está no meio de nós. 
Elevando as mãos, o sacerdote continua:
Pres: Corações ao alto. 
Ass: O nosso coração está em Deus. 
De braços abertos, o sacerdote acrescenta: 
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus. 
Ass: É nosso dever e nossa salvação. 
O sacerdote, prossegue o prefácio de braços abertos.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Com óleo de exultação, consagrastes sacerdote eterno e rei do universo vosso Filho único, Jesus Cristo, Senhor nosso. Ele, oferecendo-se na cruz, vítima pura e pacífica, realizou a redenção da humanidade. Submetendo ao poder de toda criatura, entregará à vossa infinita majestade um reino eterno e universal: reino da verdade e da vida, reino da santidade e da graça, reino de justiça, do amor e da paz. Por essa razão, hoje e sempre, nós nos unimos aos anjos e arcanjos, aos querubins e serafins e toda a milícia celeste, cantando (dizendo) a uma só voz:
No fim junta as mãos e conclui o prefácio, cantando ou recitando em voz alta junto com o povo:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

Ou para cantar.
CANTO

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA!

HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA!

BENDITO É AQUELE QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!
BENDITO É AQUELE QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!

HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA I ou 
CÂNONE ROMANO

80. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, nós vos pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz sore o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
que abençoeis + estas oferendas apresentadas ao vosso altar.
O povo aclama:
(Ass: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!)

O sacerdote, de braços abertos, prossegue:
Pres: Nós as oferecemos pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra. Nós as oferecemos também pelo vosso servo o papa Pio, por nosso bispo N.*, e por todos os que guardam a fé que receberam dos apóstolos.
O povo aclama:
(Ass: Conservai a vossa Igreja sempre unida!)

81. Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
Une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fidelidade e a dedicação em vos servir. Eles vos oferecem connosco este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
O povo aclama:
(Ass: Lembrai-vos, ó Pai, de vossos filhos!)

82. "Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja, veneramos a sempre Virgem Maria, Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo; e também São José, esposo de Maria,* os santos apóstolos e mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião), e todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. (Por Cristo, Senhor nosso. Amém).
O povo aclama:
(Ass: Em comunhão com toda a Igreja aqui estamos.)

88. O sacerdote, com os braços abertos. continua:
Pres: Recebei, ó Pai, com bondade, a oferenda dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
(Por Cristo, Senhor nosso. Amém).

90. Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres: Dignai-vos, ó Pai, aceitar e santificar estas oferendas, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O povo aclama:
(Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!)
O sacerdote une as mãos.

91. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue,
Toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão em suas mãos,
Eleva os olhos,
elevou os olhos a vós, ó Pai, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

92. Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
Toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

93. Em seguida, diz:
Pres: Eis o mistério da fé.
O povo aclama:
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

94. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício perfeito e santo, pão da vida eterna e cálice da salvação.
O povo aclama:
(Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!)

95. Prossegue, de braços abertos:
Recebei, ó Pai, esta oferenda, como recebestes a oferta de Abel, o sacrifício de Abraão e os dons de Melquisedeque.
96. Une as mãos e inclina-se, dizendo:
Nós vos suplicamos que ela seja levada à vossa presença, para que, ao participarmos deste altar, recebendo o Corpo e o Sangue de vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
(Por Cristo, Senhor nosso. Amém).
O povo aclama:
(Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta.

97. Memento dos defuntos.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que partiram desta vida, marcados com o sinal da fé.
Une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que adormeceram no Cristo, concedei a felicidade, a luz e a paz.
Une as mãos.
(Por Cristo, Senhor nosso. Amém).
O povo aclama:
(Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos.)

98. Bate no peito dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
de braços abertos, prossegue:
que confiamos na vossa imensa misericórdia, concedei, não por seus méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro; Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês e Cecília, Anastáciae todos os vossos santos.
Une as mãos:
Por Cristo, Senhor nosso.
O povo aclama:
(Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos.)

99. E o sacerdote prossegue:
4C: Por ele não cessais de criar e santificar estes bens e distribuí-los entre nós.

100. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
O povo aclama:
Ass: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos: 

Pres:  Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

ORAÇÃO PELA PAZ

127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

Ou para cantar.
CANTO

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS! TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS! TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A VOSSA PAZ, DAI-NOS A VOSSA PAZ!

132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

CANTO DE COMUNHÃO

EU SOU REI, DISSE JESUS.
PARA ISSO É QUE EU NASCI:
DAR TESTEMUNHO DA VERDADE.
QUEM É DA VERDADE ESCUTA A MINHA VOZ.

1. ESTE REI DEFENDERÁ OS QUE SÃO POBRES,
E OS FILHOS DOS HUMILDES SALVARÁ.
COM JUSTIÇA ELE GOVERNE O VOSSO POVO,
COM EQUIDADE ELE JULGUE OS VOSSOS POBRES.

2. NOS SEUS DIAS A JUSTIÇA FLORIRÁ
E GRANDE PAZ, ATÉ QUE A LUA PERCA O BRILHO!
DE MAR A MAR ESTENDERÁ O SEU DOMÍNIO,
E DESDE O RIO ATÉ OS CONFINS DE TODA A TERRA!

3. TANTO TEMPO QUANTO O SOL HÁ DE VIVER,
QUANTO A LUA ATRAVÉS DAS GERAÇÕES!
VIRÁ DO ALTO, COMO O ORVALHO SOBRE A RELVA,
COMO A CHUVA QUE IRRIGA TODA A TERRA.

4. OS REIS DE TODA A TERRA HÃO DE VIR
E OFERECER-LHE SEUS PRESENTES E SEUS DONS;
OS REIS DE TÁRSIS E DAS ILHAS O ADORARÃO,
E TODAS AS NAÇÕES HÃO DE SERVI-LO.

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

AÇÃO DE GRAÇAS

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

CANTO

CRISTO VENCE,
CRISTO REINA,
CRISTO, CRISTO, IMPERA.
CRISTO VENCE,
CRISTO REINA,
CRISTO, CRISTO, IMPERA.

CANTAI AO SENHOR UM CANTO
CANTAI AO SENHOR Ó TERRA INTEIRA.

ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Pres: Alimentados pelo pão da imortalidade, nós vos pedimos, ó Deus, que, gloriando-nos de obedecer na terra aos mandamentos de Cristo, rei do universo, possamos viver com ele eternamente no reino dos céus. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

BENÇÃO FINAL

141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

Pres: Deus todo-poderoso vos abençoe na sua bondade e infunda em vós a sabedoria da salvação
Ass: Amém.

Pres: Sempre vos alimente com os ensinamentos da fé e vos faça perseverar em boas obras.
Ass: Amém.

Pres: Oriente para ele os vossos passos, e vos mostre o caminho da caridade e da paz.
Ass: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.

143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác: Glorificai o Senhor com vossa vida; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.

144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

145. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.

CANTO FINAL

TU QUE RENOVAS TODAS AS COISAS,
TU QUE NOS PROVAS NO AMOR.
TU QUE RENOVAS TODAS AS COISAS,
TU QUE NOS PROVAS NO AMOR.

1. EU TE ENTREGO MINHAS MÃOS,
MEU TRABALHO, MEU VIVER
E TE PEÇO QUE RENOVES O MEU SER.

2. EU TE ENTREGO MINHA VOZ,
O MEU CANTO DE LOUVOR
E TE PEÇO QUE RENOVES MEU AMOR.
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