Carta de Retratação à comunidade de São Paulo Apóstolo e ao Padre Gilmar

 

LEÃO, BISPO
SERVO DOS SERVOS DE DEUS

A quantos esta minha carta lerem, saúde e paz, bênção apostólica.

Depois de sete (7) dias do início da grande dissensão entre a comunidade PSPA e entre a Santa Sé, decidimos tornar pública, a nossa nota de Esclarecimento e de retratação pelos últimos acontecimentos. Nesta breve Carta, dirigimos essas letras ao Padre Gilmar Costa, pároco da Paróquia de São Paulo Apóstolo e às irmãs Flávia Santoro e Clarisse Muniz. Devemos reconhecer que estamos errados em algumas atitudes tomadas desde aquela noite do dia trinta de dezembro do ano passado de dois mil e vinte e um. O início da separação deu-se com as mensagens passadas pelo diácono Carlos Eduardo (Cadu), este afirmou, na frente de todo o Clero, que o Padre Gilmar Costa havia nos insultado e declarado o desfecho do acordo da comunhão parcial entre a SICAR e a PSPA.  Depois do acontecimento, iniciou-se uma série de farpas. A Sra. Maria Caccini, na passada terça-feira, dia quatro de janeiro, publicou nas redes sociais coisas acerca do caso de racismo feito a uma de suas amigas e a um amigo seu no Habblet Hotel, afirmando ter sido Clarisse Muniz quem realizou os ataques de racismo. E eu, ao ter conhecimento desta situação, alertei a todos no grupo do Discord sobre os fatos. Depois de deduzir as provas, ouvindo o parecer, chegamos a conclusão que se tratava de uma fraude. Com este acontecimento, tido colocado os leigos em plena dúvida, iniciou uma série de advertências por nossa parte, esclarecendo pareceres errados que tínhamos. Apercebemo-nos com a fraqueza dos leigos, entendemos que estávamos errados mais uma vez. Destarte, com toda a situação, Dom Daniel publicou uma nota nas redes sociais, na qual citou a realidade pessoal do Pe. Gilmar Costa, citando-o como seminarista e a favor da desunião.

Cumprindo com o mandamento do Senhor em sermos pacientes e hospitaleiros com os irmãos (Tg 5, 7), de nos amarmos uns aos outros (Jo 13, 33-34) e de reconhecer os nossos erros (Mt 10, 32-33) pedindo a intercessão e misericórdia do Pai, expresso a toda a comunidade de São Paulo Apóstolo, ao Padre Gilmar Costa que é a autoridade paroquial desta circunscrição e às irmãs Flávia Santoro e Clarisse Muniz, o nosso pedido de remissão e de desculpas pelos ataques acontecidos, buscando aprimorar o nosso comportamento, com também o cessar das desavenças que vêm acontecendo e afetando o nosso meio de evangelização. Expresso os meus votos de voltarmos um dia ao diálogo fraternal, como também ao antigo convívio que existia antes da discórdia que se gerou nestes dias. Busquemos em paz, como irmãos, estar em comunhão como Corpo Místico de Cristo Jesus, amando-nos e ser amados.

Doravante ordeno que os demais clérigos que publicaram e comentaram as publicações em tom de provocação, removam as publicações das redes sociais. Permaneçamos em nossos lugares, trabalhando pela difusão da mensagem e do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, para que um dia, sejamos todos um (cf. Jo 17, 21).

Dado em Roma, Habblet Hotel, no dia 05 de janeiro do ano do Senhor de 2022, primeira semana do meu Pontificado.

+ Leão, Pp. IV
Servo dos Servos de Deus
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