FOLHETO LITÚRGICO
7° DIA DA SÉ VACANTE
Basílica de São Pedro - 03.03.2023
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
Antífona da entrada
Farei surgir um sacerdote fiel, que agirá segundo o meu coração e a minha vontade. Eu lhe darei uma casa que permaneça para sempre e ele caminhará na minha presença todos os dias.
CANTO
É agora o tempo favorável
EM NOME DE CRISTO
NÓS VOS SUPLICAMOS:
DEIXAI-VOS RECONCILIAR COM DEUS!
É AGORA O TEMPO FAVORÁVEL!
É AGORA O DIA DA SALVAÇÃO!
1. BUSCAI O SENHOR ENQUANTO PODE SER ACHADO
INVOCAI ENQUANTO ELE ESTÁ PERTO!
É AGORA O TEMPO FAVORÁVEL!
É AGORA O DIA DA SALVAÇÃO!
2. ABANDONE O ÍMPIO SEU CAMINHO
E O HOMEM INJUSTO SUAS MAQUINAÇÕES
É AGORA O TEMPO FAVORÁVEL!
É AGORA O DIA DA SALVAÇÃO!
3. VOLTE AO SENHOR, QUE TERÁ PIEDADE DELE
VOLTE PARA DEUS, QUE É GENEROSO NO PERDÃO!
É AGORA O TEMPO FAVORÁVEL!
É AGORA O DIA DA SALVAÇÃO!
NÓS VOS SUPLICAMOS:
DEIXAI-VOS RECONCILIAR COM DEUS!
É AGORA O TEMPO FAVORÁVEL!
É AGORA O DIA DA SALVAÇÃO!
1. BUSCAI O SENHOR ENQUANTO PODE SER ACHADO
INVOCAI ENQUANTO ELE ESTÁ PERTO!
É AGORA O TEMPO FAVORÁVEL!
É AGORA O DIA DA SALVAÇÃO!
2. ABANDONE O ÍMPIO SEU CAMINHO
E O HOMEM INJUSTO SUAS MAQUINAÇÕES
É AGORA O TEMPO FAVORÁVEL!
É AGORA O DIA DA SALVAÇÃO!
3. VOLTE AO SENHOR, QUE TERÁ PIEDADE DELE
VOLTE PARA DEUS, QUE É GENEROSO NO PERDÃO!
É AGORA O TEMPO FAVORÁVEL!
É AGORA O DIA DA SALVAÇÃO!
2. Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres.: No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.
Após um momento de silêncio, o sacerdote propõe as seguintes invocações:
Pres.: Tende compaixão de nós, Senhor.
Ass.: Porque somos pecadores.
Pres.: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
Ass.: E dai-nos a vossa salvação.
Segue-se a absolvição:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
4. Seguem-se as invocações.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Ó Deus, pastor eterno, que governais o vosso rebanho com solicitude constante, no vosso amor de Pai concedei à Igreja um pastor que vos agrade pela a virtude e que ele vele solícito sobre nós. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
PRIMEIRA LEITURA
(Ez 18, 21-28)
Será que eu tenho prazer na morte do ímpio?
Não desejo, antes, que mude de conduta e viva?
Leitor: Leitura da Profecia de Ezequiel
Assim fala o Senhor: “Se o ímpio se arrepender de todos os pecados cometidos, e guardar todas as minhas leis, e praticar o direito e a justiça, viverá com certeza e não morrerá. Nenhum dos pecados que cometeu será lembrado contra ele. Viverá por causa da justiça que praticou. Será que eu tenho prazer na morte do ímpio? — oráculo do Senhor Deus. Não desejo, antes, que mude de conduta e viva? Mas, se o justo desviar de sua justiça e praticar o mal, imitando todas as práticas detestáveis feitas pelo ímpio, poderá fazer isso e viver? Da justiça que ele praticou, nada mais será lembrado. Por causa da infidelidade e do pecado que cometeu, por causa disso morrerá. Mas vós andais dizendo: ‘A conduta do Senhor não é correta’. Ouvi, vós da casa de Israel: É a minha conduta que não é correta, ou antes é a vossa conduta que não é correta? Quando um justo se desvia da justiça, pratica o mal e morre, é por causa do mal praticado que ele morre. Quando um ímpio se arrepende da maldade que praticou e observa o direito e a justiça, conserva a própria vida. Arrependendo-se de todos os seus pecados, com certeza viverá; não morrerá”.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 129)
8. O salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Leitor: Se levardes em conta nossas faltas, quem haverá de subsistir?
Ass.: Se levardes em conta nossas faltas, quem haverá de subsistir?
Leitor: Das profundezas eu clamo a vós, Senhor, escutai a minha voz! Vossos ouvidos estejam bem atentos ao clamor da minha prece!
Leitor: Se levardes em conta nossas faltas, quem haverá de subsistir? Mas em vós se encontra o perdão, eu vos temo e em vós espero.
Leitor: No Senhor ponho a minha esperança, espero em sua palavra. A minh’alma espera no Senhor, mais que o vigia pela aurora.
Leitor: Espere Israel pelo Senhor, mais que o vigia pela aurora! Pois no Senhor se encontra toda graça e copiosa redenção. Ele vem libertar a Israel de toda a sua culpa.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Omite-se o Aleluia. Canta-se outro canto apropriado.
SALVE, Ó CRISTO, IMAGEM DO PAI,
A PLENA VERDADE NOS COMUNICAI!
LANÇAI PARA BEM LONGE TODA A VOSSA INIQUIDADE!
CRIAI EM VÓS UM NOVO ESPÍRITO E UM NOVO CORAÇÃO!
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mt 5, 20-26)
Vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão.
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Se a vossa justiça não for maior que a justiça dos mestres da Lei e dos fariseus, vós não entrareis no Reino dos Céus. Vós ouvistes o que foi dito aos antigos: ‘Não matarás! Quem matar será condenado pelo tribunal’. Eu, porém, vos digo: todo aquele que se encoleriza com seu irmão será réu em juízo; quem disser ao seu irmão: ‘patife!’ será condenado pelo tribunal; quem chamar o irmão de ‘tolo’ será condenado ao fogo do inferno. Portanto, quando tu estiveres levando a tua oferta para o altar, e ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa a tua oferta ali diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão. Só então vai apresentar a tua oferta. Procura reconciliar-te com teu adversário, enquanto caminha contigo para o tribunal. Senão o adversário te entregará ao juiz, o juiz te entregará ao oficial de justiça, e tu serás jogado na prisão. Em verdade eu te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo”.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
OFERTÓRIO
Pela compaixão tocados
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
1. PELA COMPAIXÃO TOCADOS,
COMPAIXÃO DO DEUS VIVENTE,
SIM, A ELE APRESENTEMOS
NOSSA VIDA EM SACRIFÍCIO.
A TI, Ó DEUS, TODA GRAÇA E LOUVOR;
HOJE MANIFESTAS O TEU AMOR!
A TI, Ó DEUS, TODA GRAÇA E LOUVOR;
HOJE MANIFESTAS O TEU AMOR!
2. EIS O CULTO AGRADÁVEL,
CONSONANTE COM A VIDA:
VIDA QUE SE FAZ VONTADE
DO ETERNO PAI DE TODOS.
A TI, Ó DEUS, TODA GRAÇA E LOUVOR;
HOJE MANIFESTAS O TEU AMOR!
A TI, Ó DEUS, TODA GRAÇA E LOUVOR;
HOJE MANIFESTAS O TEU AMOR!
3. FRENTE AO MUNDO NÃO QUEDEMOS
EM VIVERMOS CONFORMADOS,
MAS SEJAMOS TRANSFORMADOS
NO PENSAR E ENTENDIMENTO.
A TI, Ó DEUS, TODA GRAÇA E LOUVOR;
HOJE MANIFESTAS O TEU AMOR!
A TI, Ó DEUS, TODA GRAÇA E LOUVOR;
HOJE MANIFESTAS O TEU AMOR!
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
20. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Ó Deus, sede compassivo para conosco, e dai-nos, pelas as oferendas que vos apresentamos, a alegria de ver à frente de vossa igreja um pastor do vosso agrado. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
PREFÁCIO DA QUARESMA, II
Quaresma, tempo de conversão
27. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Para renovar, na santidade, o coração dos vossos filhos e filhas, instituístes este tempo de graça e salvação. Libertando-nos do egoísmo e das outras paixões desordenadas, superamos o apego às coisas da terra. E, enquanto esperamos a plenitude eterna, proclamamos a vossa glória, dizendo a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
28. Em todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da concelebração, forem apropriadas ao canto.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
102. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O sacerdote une as mãos.
104. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
105. Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.
106. Em seguida, diz:
Pres.: Eis o mistério da fé!
O povo aclama:
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
107. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir. E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com todos os ministros do vosso povo.
2C: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, e São José, seu esposo, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass.: Amém!
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para minha vida.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona da comunhão
Fui eu que vos escolhi e enviei para produzirdes fruto, e o vosso fruto permaneça, diz o Senhor.
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
Vosso jejum, esmola e oração
VOSSO JEJUM, ESMOLA E ORAÇÃO,
DIANTE DOS HOMENS NÃO SE FAÇAM VER;
E O PAI, QUE CONHECE OS CORAÇÕES
VOSSA JUSTIÇA HÁ DE RECONHECER.
1. FELIZ O HOMEM QUE FOI PERDOADO
E CUJA FALTA JÁ FOI ENCOBERTA!
FELIZ O HOMEM A QUEM O SENHOR
NÃO OLHA MAIS COMO SENDO CULPADO.
DIANTE DOS HOMENS NÃO SE FAÇAM VER;
E O PAI, QUE CONHECE OS CORAÇÕES
VOSSA JUSTIÇA HÁ DE RECONHECER.
1. FELIZ O HOMEM QUE FOI PERDOADO
E CUJA FALTA JÁ FOI ENCOBERTA!
FELIZ O HOMEM A QUEM O SENHOR
NÃO OLHA MAIS COMO SENDO CULPADO.
VOSSO JEJUM, ESMOLA E ORAÇÃO,
DIANTE DOS HOMENS NÃO SE FAÇAM VER;
E O PAI, QUE CONHECE OS CORAÇÕES
VOSSA JUSTIÇA HÁ DE RECONHECER.
2. EU CONFESSEI, AFINAL, MEU PECADO
E MINHA FALTA VOS FIZ CONHECER.
DISSE: "EU IREI CONFESSAR MEU PECADO!"
DIANTE DOS HOMENS NÃO SE FAÇAM VER;
E O PAI, QUE CONHECE OS CORAÇÕES
VOSSA JUSTIÇA HÁ DE RECONHECER.
2. EU CONFESSEI, AFINAL, MEU PECADO
E MINHA FALTA VOS FIZ CONHECER.
DISSE: "EU IREI CONFESSAR MEU PECADO!"
E PERDOASTES, SENHOR, MINHA FALTA.
VOSSO JEJUM, ESMOLA E ORAÇÃO,
DIANTE DOS HOMENS NÃO SE FAÇAM VER;
E O PAI, QUE CONHECE OS CORAÇÕES
VOSSA JUSTIÇA HÁ DE RECONHECER.
DIANTE DOS HOMENS NÃO SE FAÇAM VER;
E O PAI, QUE CONHECE OS CORAÇÕES
VOSSA JUSTIÇA HÁ DE RECONHECER.
3. TODO FIEL PODE, ASSIM, INVOCAR-VOS
DURANTE O TEMPO DA ANGÚSTIA E AFLIÇÃO,
DURANTE O TEMPO DA ANGÚSTIA E AFLIÇÃO,
PORQUE, AINDA QUE IRROMPAM AS ÁGUAS,
NÃO PODERÃO ATINGI-LO JAMAIS.
VOSSO JEJUM, ESMOLA E ORAÇÃO,
DIANTE DOS HOMENS NÃO SE FAÇAM VER;
E O PAI, QUE CONHECE OS CORAÇÕES
VOSSA JUSTIÇA HÁ DE RECONHECER.
DIANTE DOS HOMENS NÃO SE FAÇAM VER;
E O PAI, QUE CONHECE OS CORAÇÕES
VOSSA JUSTIÇA HÁ DE RECONHECER.
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme pra nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Refeitos, ó Deus, pelo o sacramento do Corpo e do Sangue de vosso Filho, dai-nos a alegria de possuir um pastor que dirija o vosso povo no caminho da virtude e faça penetrar em seu coração a verdade do Evangelho. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Em nome do Senhor, ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
CANTO
Ave, Rainha do Céu
AVE, RAINHA DO CÉU;
AVE, DOS ANJOS SENHORA;
AVE, RAIZ, AVE, PORTA,
DA LUZ DO MUNDO ÉS AURORA.
EXULTA, Ó VIRGEM TÃO BELA,
AS OUTRAS SEGUEM-TE APÓS.
NÓS TE SAUDAMOS: ADEUS!
E PEDE A CRISTO POR NÓS.
VIRGEM MÃE, Ó MARIA!
VIRGEM MÃE, Ó, Ó MARIA!
Seções:
Folheto Litúrgico. Sé Vacante
