MOTU PROPRIO
EVANGELIZARE
SOBRE A EVANGELIZAÇÃO NO HABBLET HOTEL
DO SANTO PADRE
MARIANO
SERVO DOS SERVOS DE DEUS
A todos aqueles que esta lerem;
saúde, paz e bênção apostólica!
PRŒMIUM
EVANGELIZAR é o direito que nos é incutido ao coração através do sopro do Espírito Santo. Nosso Senhor disse aos apóstolos: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” (cf. Mc. 16, 15) e não foi por um acaso que hoje estamos aqui. A meio de tantas controvérsias, na minha posição enquanto Sucessor de Romano e de São Pedro, cabe esclarecer ao povo de Deus as realidades pastorais a que estamos incumbidos.
Por isso, apresento-vos este Motu Proprio “Evangelizare” (Evangelizar no português) para comprovar a verdadeira missão a que nós, clérigos, religiosos/as, leigos e o povo Cristão está encarregue nesta plataforma do Habblet Hotel.
TÍTULO I
O início
1. Quis o Espírito Santo atuar pelas mentes dos nossos primeiros precursores, para cristianizar estes territórios que se encontravam sedentos da palavra de Deus; do alimento do Pão do Céu, de modo a saciar os corações daqueles que procuravam Jesus.
Tudo indica que foi em outubro, próximo à festa de Nossa Senhora do Rosário e através da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, sob os cuidados do Pároco Giuseppe Maria, que tudo iniciou. Realmente, comemoramos a data da Instalação da cátedra de Pedro no dia 26 de novembro.
2. Foi na tarde daquele dia 26 de novembro de 2010 que havendo necessidade de um pastor para guiar a grei do Senhor, o Espírito falou aos corações e elegeu, pela primeira vez, o primeiro Bispo da Diocese de Roma, que adotou o nome de João Paulo, mas logo escolheu Romano, para pronome de tratamento.
3. Desde os primeiros tempos até à atualidade o verdadeiro foco da nossa Igreja sempre foi evangelizar, embora entre houvéssemos quem sempre desse (prioridade) a um simples role play, como outro qualquer in-game, e não a um compromisso de evangelização.
4. Os primeiros Pontificados demostraram sempre isso: O compromisso com a evangelização. Não é por um acaso que se faz ressoar a passagem de São Marcos, onde Jesus ordena aos discípulos a “irem pregar o evangelho.”
TITULO II
Da sucessão
5. É inegável dizer que não há sucessão. Ela existe, sim! Nosso Senhor realmente não desceu à plataforma virtual e designou um sucessor, porém, o Espírito Santo usou do nosso Corpo, que é templo do Espírito Santo[1], e quis instalar pela primeira vez a continuidade da sua Igreja nesta plataforma.
6. A sucessão que a nossa Igreja segue é a que provém do nosso primeiro Bispo, Romano PP. I, desde 2010 até ao presente segurando os seus sucessores a continuidade dessa sucessão que perdura há treze (13) anos.
É por essa razão que em cada conclave, os Cardeais proferem o juramento seguindo a Constituição Apostólica por um dos Pontífices: para conceder pela mão dos cardeais, criados pelos Papas, essa sucessão.
7. Por isso, a que seguimos é a sucessão do primeiro Sumo Pontífice. Como igreja militante, louvamos e agradecemos ao Espírito Santo por nos conceder Santos Pastores para guiarem a Igreja e segurarem, com firmeza e fé, a sucessão — que podemos chamar também de uma relíquia.
TÍTULO III
Não é um RPG
8. Haja quem realmente alegue que as Igrejas Católicas espalhadas pelos orbes virtuais sejam “RPG's”. Então diríamos que evangelizar é uma brincadeira? O compromisso que levamos aqui é um mero-passatempo? É grave este pensar, pois, se pensamos assim realmente estamos vilipendiando a nossa Fé.
9. A nossa verdadeira Missão é EVANGELIZAR; chamar Jovens para a Igreja, e não brincar com a Igreja. Fazer do sagrado uma brincadeira qualquer é como se novamente apunhalássemos Nosso Senhor e o entregássemos a nossos amigos; por isso, São Paulo chama-nos a permanecermos firmes na obra d'Ele[2] e não podemos desistir de fazê-lo.
10. Entristece-me absolutamente quando ouço clérigos dizendo que “não há compromisso, pois, aqui é um passatempo”: isso não é verdade!
Deve haver compromisso sempre: nas ações; na vida pastoral; nas nomeações às quais fomos confiados; aos deveres a que estamos atribuídos no múnus que exercemos, etc. É preciso entendermos que estamos aqui para proclamar a palavra, e ser instrumentos de Jesus: mais nada!
11. Volto-me agora aos servos de Deus. Sejam eles Leigos; Religiosos; Padres, Bispos, Cardeais: tenham compromisso com o que pregam aqui, e não vilipendiem a Fé, como apóstatas brincando com o sagrado. Levem sério este chamado do Senhor virtualmente e deixem o Espírito Santo agir. Isso basta!
12. Dizia São João Paulo II: abri as portas a Cristo e deixai-o entrar! Realmente muito poucos percebem o convite que São João Paulo II nos fez. Abrir as portas dos nossos corações às necessidades; usando dos nossos meios para atrair os perdidos na Fé até Cristo, e se o fizermos, teremos a nossa recompensa eterna no Céu.
CONCLUSÃO
Através deste motu espero que os demais irmãos batizados percebam o real sentido de estar aqui. Não levem o apostolado virtual como uma brincadeira, mas, algo sério! O Espírito Santo age dos nossos corpos — na realidade — para deixar a Sua luz entrar nestes meios e iluminar a penumbra escura que invade milhares de vidas dos jovens, que estão afastados de Deus e da Igreja. Roguemos a Maria, Mãe do bom conselho, que nos dê coragem e perseverança no exercer da nossa missão. Com Ela, louvemos sempre o Senhor pelas maravilhas que Ele fez.
Dado em Roma, junto à São Pedro, no dia 27 de setembro do ano do Senhor de 2023 e primeiro do meu pontificado.
+ MARIANVS, PP. V
SERVUS SERVORUM DEI
[1] Somos templo do Espírito Santo, cf. 1 Cor. 6, 19
[2] Permanecermos firmes na obra do Senhor, cf. 1 Cor. 15, 58
