FESTA DA CONVERSÃO DE SÃO PAULO, APÓSTOLO
25.01.2024
SAUDAÇÃO
Reunido o povo, o sacerdote e os ministros encaminham-se para o altar enquanto se executa o cântico de entrada.
Ó PAULO, MESTRE DOS POVOS,
ENSINA A NÓS TEU AMOR:
CORRER EM BUSCA DO PRÊMIO
E CHEGAR AO CRISTO SENHOR.
1. SOIS VÓS, Ó SENHOR, O MEU DEUS!
DESDE A AURORA ANSIOSO VOS BUSCO!
VENHO, ASSIM, CONTEMPLAR-VOS NO TEMPLO,
PARA VER VOSSA GLÓRIA E PODER.
2. VOSSO AMOR VALE MAIS DO QUE A VIDA:
E POR ISSO MEUS LÁBIOS VOS LOUVAM.
QUERO, POIS, VOS LOUVAR PELA VIDA,
E ELEVAR PARA VÓS MINHAS MÃOS!
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Ant. (Cf. 2Tm 1, 12; 4, 8) - Sei em quem acreditei, e estou certo de que ele é poderoso para guardar até aquele dia o que me foi confiado, o Senhor, justo juiz.
Ao chegar ao altar, o sacerdote, feita uma inclinação profunda juntamente com os ministros, beija o altar e, conforme as circunstâncias, incensa a cruz e o altar. Depois, dirige-se para a sua cadeira, juntamente com os ministros
Terminado o cântico de entrada, sacerdote e fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
℣. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
℟. Amém.
Depois, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
℣. O Senhor, que encaminha os nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco.
O povo responde:
℟. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!
O sacerdote, ou o diácono, ou um ministro idóneo, pode fazer aos fiéis uma brevíssima introdução à Missa do dia.
ATO PENITENCIAL
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial, dizendo:
℣. Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Seguidamente, o sacerdote, ou um ministro idóneo, diz ou canta as seguintes invocações ou outras semelhantes:
℣. Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.
℟. Senhor, tende piedade de nós.
℣. Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.
℟. Cristo, tende piedade de nós.
℣. Senhor, que intercedeis por nós junto do Pai, tende piedade de nós.
℟. Senhor, tende piedade de nós.
Estendendo as mãos sobre o povo, reza a absolvição:
℣. Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟. Amém.
HINO DE LOUVOR
Em seguida, segundo as rubricas, canta-se ou recita-se o hino:
Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
ORAÇÃO DA COLETA
Terminado o hino, o sacerdote, de mãos juntas, diz:
℣. Oremos
E todos, juntamente com o sacerdote, oram em silêncio durante alguns momentos. Depois, o sacerdote, de braços abertos, diz a oração coleta.
Ó Deus, que instruístes todos os povos pela pregação do apóstolo São Paulo, concedei aos que celebramos hoje a sua conversão caminhar para vós, seguindo o seu exemplo e ser para o mundo testemunhas da vossa verdade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
No fim, , o povo responde:
℟. Amém
PRIMEIRA LEITURA
(At 22, 3-16)
O leitor vai ao ambão e lê a primeira leitura, que todos escutam sentados.
Naqueles dias, Paulo disse ao povo: “Eu sou judeu, nascido em Tarso da Cilícia, mas fui criado aqui nesta cidade. Como discípulo de Gamaliel, fui instruído em todo o rigor da Lei de nossos antepassados, tornando-me zeloso da causa de Deus, como acontece hoje convosco. Persegui até à morte os que seguiam este Caminho, prendendo homens e mulheres e jogando-os na prisão. Disso são minhas testemunhas o Sumo Sacerdote e todo o conselho dos anciãos. Eles deram-me cartas de recomendação para os irmãos de Damasco. Fui para lá, a fim de prender todos os que encontrasse e trazê-los para Jerusalém, a fim de serem castigados. Ora, aconteceu que, na viagem, estando já perto de Damasco, pelo meio dia, de repente uma grande luz que vinha do céu brilhou ao redor de mim. Caí por terra e ouvi uma voz que me dizia: ‘Saulo, Saulo, por que me persegues?’ Eu perguntei: ‘Quem és tu, Senhor?’ Ele me respondeu: ‘Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem tu estás perseguindo’. Meus companheiros viram a luz, mas não ouviram a voz que me falava. Então perguntei: ‘Que devo fazer, Senhor?’ O Senhor me respondeu: ‘Levanta-te e vai para Damasco. Ali te explicarão tudo o que deves fazer’. Como eu não podia enxergar, por causa do brilho daquela luz, cheguei a Damasco guiado pela mão dos meus companheiros. Um certo Ananias, homem piedoso e fiel à Lei, com boa reputação junto de todos os judeus que aí moravam, veio encontrar-me e disse: ‘Saulo, meu irmão, recupera a vista!’ No mesmo instante, recuperei a vista e pude vê-lo. Ele, então, me disse: ‘O Deus de nossos antepassados escolheu-te para conheceres a sua vontade, veres o Justo e ouvires a sua própria voz. Porque tu serás a sua testemunha diante de todos os homens, daquilo que viste e ouviste. E agora, o que estás esperando? Levanta-te, recebe o batismo e purifica-te dos teus pecados, invocando o nome dele!’”
Ao término da leitura, o leitor diz:
Palavra do Senhor
Todos aclamam:
℟. Graças a Deus.
SALMO
(Sl 116)
O salmista ou cantor canta ou recita o salmo, ao qual o povo responde com o refrão.
℟. Ide, por todo o mundo, a todos pregai o Evangelho.
— Cantai louvores ao Senhor, todas as gentes, povos todos, festejai-o!
℟. Ide, por todo o mundo, a todos pregai o Evangelho.
— Pois comprovado é seu amor para connosco, para sempre ele é fiel!
℟. Ide, por todo o mundo, a todos pregai o Evangelho.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Cf. Jo 15, 16)
Segue-se o Aleluia ou outro cântico, requerido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
EU VOS DESIGNEI PARA
QUE VADES E DEIS FRUTOS
E O VOSSO FRUTO PERMANEÇA.
QUE VADES E DEIS FRUTOS
E O VOSSO FRUTO PERMANEÇA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
Entretanto, o sacerdote impõe incenso, sendo usado, no turíbulo. Em seguida, o diácono que tiver de proclamar o Evangelho, profundamente inclinado diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa, dizendo:
Me conceda a vossa bênção.
O sacerdote, em voz baixa, diz:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: Em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono benze-se e responde:
Amém
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, diz em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mc 16, 15-18)
A seguir, o diácono ou o sacerdote, dirige-se para o ambão, acompanhado dos acólitos que podem levar o incenso e os círios, e diz:
℣. O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟. Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣. Proclamação do Evangelho de + Jesus Cristo, segundo Marcos.
Ao mesmo tempo faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo na fronte, na boca e no peito, e o mesmo fazem todos os demais.
℟. Glória a vós, Senhor.
A seguir, quando se usar o incenso, o diácono ou o sacerdote incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, Jesus se manifestou aos onze discípulos, e disse-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado. Os sinais que acompanharão aqueles que crerem serão estes: expulsarão demônios em meu nome, falarão novas línguas; se pegarem em serpentes ou beberem algum veneno mortal não lhes fará mal algum; quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados”.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣. Palavra da Salvação.
O povo aclama:
℟. Glória a vós, Senhor.
Em seguida, beija o livro, dizendo em silêncio
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
Depois, segue-se a homilia, que deve ser feita pelo sacerdote ou pelo diácono, todos os domingos e festas de preceito e recomendada nos outros dias.
OFERTÓRIO
Terminada a oração universal, inicia-se o cântico do ofertório. Entretanto, os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o missal.
MINHA VIDA TEM SENTIDO,
CADA VEZ QUE EU VENHO AQUI,
E TE FAÇO O MEU PEDIDO,
DE NÃO ME ESQUECER DE TI.
MEU AMOR É COMO ESTE PÃO,
QUE ERA TRIGO,
QUE ALGUÉM PLANTOU,
DEPOIS COLHEU,
E DEPOIS TORNOU-SE SALVAÇÃO,
E DEU MAIS VIDA,
E ALIMENTOU O POVO MEU:
EU TE OFEREÇO ESTE PÃO,
EU TE OFEREÇO MEU AMOR!
EU TE OFEREÇO ESTE PÃO,
EU TE OFEREÇO MEU AMOR!
MINHA VIDA TEM SENTIDO,
CADA VEZ QUE EU VENHO AQUI,
E TE FAÇO O MEU PEDIDO,
DE NÃO ME ESQUECER DE TI.
MEU AMOR É COMO ESTE VINHO,
QUE ERA FRUTO,
QUE ALGUÉM PLANTOU,
DEPOIS COLHEU
E DEPOIS ENCHEU-SE DE CARINHO,
E DEU MAIS VIDA,
E SACIOU O POVO MEU:
EU TE OFEREÇO VINHO E PÃO,
EU TE OFEREÇO MEU AMOR!
EU TE OFEREÇO VINHO E PÃO,
EU TE OFEREÇO MEU AMOR!
Convém que os fiéis manifestem a sua participação, apresentando o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, e mesmo outros dons para as necessidades da Igreja e dos pobres, conforme os costumes locais.
O sacerdote, junto do altar, toma a patena com o pão e, elevando-a com ambas as mãos um pouco acima do altar, diz em voz baixa:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, depõe a patena com o pão sobre o corporal.
Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em voz alta. No fim, o povo pode aclamar: Bendito seja Deus para sempre.
O diácono ou o sacerdote deita vinho e um pouco de água no cálice, dizendo em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o com ambas as mãos um pouco acima do altar, diz em voz baixa:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Em seguida, depõe o cálice sobre o corporal.
Se não houver cântico do ofertório, o sacerdote pode proferir estas palavras em voz alta. No fim, o povo pode aclamar: Bendito seja Deus para sempre.
A seguir, o sacerdote inclina-se e diz em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
Depois, usando-se o incenso, incensa as oblatas, a cruz e o altar. A seguir, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo
Em seguida, o sacerdote, estando ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Depois, estando ao meio do altar e, voltado para o povo, abrindo e juntando as mãos, diz:
℣. Oremos
Todos, juntamente com o sacerdote, oram em silêncio durante alguns momentos.
Em seguida, de braços abertos, o sacerdote diz a Oração sobre as oferendas;
Senhor, ao celebrarmos os divinos mistérios, nós vos pedimos que o Espírito Santo infunda em nós aquela luz da fé que iluminou o apóstolo São Paulo para proclamar sempre a vossa glória. Por Cristo, nosso Senhor.
No fim o povo aclama:
℟. Amém.
PREFÁCIO
Apóstolos I: Os Apóstolos, pastores do povo de Deus
Abrindo os braços diz:
℣. O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟. Ele está no meio de nós.Elevando as mãos, o sacerdote continua:
℟. O nosso coração está em Deus.
℣. Corações ao alto.
O povo responde:
De braços abertos, o sacerdote acrescenta:
℟. É nosso dever e nossa salvação.
℣. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
O sacerdote continua o prefácio de braços abertos:
℣. Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus todo-poderoso. Pastor eterno, vós nunca abandonais o vosso rebanho, mas o guardais constantemente pela proteção dos vossos santos Apóstolos para que ele seja conduzido por aqueles mesmos pastores que colocastes à sua frente como representantes do vosso Filho. Por isso, com os Anjos e todos os Santos, proclamamos vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:
No fim junta as mãos e conclui o prefácio, cantando ou recitando em voz alta com o povo:
℟. Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
O sacerdote, de braços abertos, diz:
℣. Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
℟. Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
℣. Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟. Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
℣. Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
℟. Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
O sacerdote, de braços abertos, continua:
Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:
℟. O Espírito nos una num só corpo!
1Cc. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro;* que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Paulo, com (o nosso Bispo N.*) os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
A assembleia aclama:
℟. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
* Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.
2Cc. Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
℟. Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
3Cc. Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
℣. Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟. Amém.
RITOS DA SAGRADA COMUNHÃO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos juntas, diz:
℣. Guiados pelo Espírito Santo, que ora em nós e por nós, elevemos as mãos ao Pai e rezemos juntos a oração que o próprio Jesus nos ensinou:
Abre os braços e, juntamente com o povo, continua:
℟. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
De braços abertos, o sacerdote diz sozinho:
℣. Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟. Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
℣. Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote junta as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
℟. Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e juntando as mãos, diz:
℣. A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟. O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, conforme as circunstâncias, o diácono ou o sacerdote acrescenta:
℣. No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℟. Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Ou:
℟. Agnus Dei, qui tollis peccata mundi: miserere nobis.
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi: miserere nobis.
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi: dona nobis pacem.
Estas invocações podem repetir-se várias vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez, diz-se: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos juntas, diz em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.
O sacerdote genuflete, toma a hóstia, levanta-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice e, voltado para o povo, diz em voz alta:
℣. Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida.
E conclui:
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟. Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E comunga com reverência o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E comunga com reverência o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se não há cântico de comunhão, recita-se a antífona:
Ant. (Cf. Cf. Gl 2, 208) - Vivo na fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.
Para a comunhão sob as duas espécies, segue-se o rito descrito em seu lugar próprio.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, começa-se o cântico da comunhão.
PAULO, SERÁS MINHA TESTEMUNHA
ENTRE OS POVOS:
LEVANTA E ANUNCIA O
MEU REINO A TODA GENTE.
1. OS CÉUS PROCLAMAM A GLÓRIA DO SENHOR,
E O FIRMAMENTO, A OBRA DE SUAS MÃOS;
O DIA AO DIA TRANSMITE ESTA MENSAGEM,
A NOITE À NOITE PUBLICA ESTA NOTÍCIA.
2. NÃO SÃO DISCURSOS NEM FRASES OU PALAVRAS,
NEM SÃO VOZES QUE POSSAM SER OUVIDAS;
SEU SOM RESSOA E SE ESPALHA EM TODA A TERRA,
CHEGA AOS CONFINS DO UNIVERSO A SUA VOZ.
Terminada a distribuição da Comunhão, o sacerdote ou o diácono, ou o acólito instituído, purifica a patena sobre o cálice e o próprio cálice.
Durante a purificação, o sacerdote diz em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então, o sacerdote pode voltar para a sua cadeira. Se convier, podem guardar-se uns momentos de silêncio sagrado, ou recitar um salmo ou um cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
℣. Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Senhor nosso Deus, o sacramento que recebemos faça crescer em nós o ardor da caridade que inflamou com zelo incansável o apóstolo São Paulo e o levou a permanecer firme na solicitude por todas as Igrejas. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟. Amém.
RITOS DE CONCLUSÃO
Seguem-se, se os houver, breves avisos ao povo.
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
℣. O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
℣. Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
O povo responde:
℟. Amém.
Em seguida, o diácono ou o próprio sacerdote, de mãos juntas e voltado para o povo, diz:
Em nome do Senhor, ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
℟. Graças a Deus.
Em seguida, o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a inclinação profunda com os ministros, retira-se.
Se a Missa é seguida de outra ação litúrgica, omitem-se os ritos de despedida.
Seções:
Conversão de São Paulo
Dicastério para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos
Festa Litúrgica
