TIAGO, BISPO
SERVO DOS SERVOS DE DEUS,
PONTÍFICE MÁXIMO,
VIGÁRIO DE CRISTO NA TERRA,
PARA A PERPÉTUA MEMÓRIA.
AOS DIGNÍSSIMOS E EMINENTÍSSIMOS CARDEAIS,
AOS DIGNÍSSIMOS E EXCELENTÍSSIMOS BISPOS
AOS DIGNÍSSIMOS E REVERENDÍSSIMOS PADRES E DIÁCONOS;
AOS IRMÃOS E IRMÃS RELIGIOSOS E RELIGIOSAS.
AO QUERIDO POVO DE DEUS.
SAÚDE, PAZ E BÊNÇÃO APOSTÓLICA.
BULA PONTIFÍCIA
PRODITOR
TRAIDOR
PELA QUAL SE DEFINE A ANTIPAPIA
DE ALEXANDRE IV
1. No dia 3 de junho de 2022, às 21h45min da noite, em Roma, enquanto se especulava a chegada do 94.º Romano Pontífice e sucessor de Romanus I, uma fumaça branca saiu desde a chaminé da Capela Sistina e anunciou que a Cátedra de Pedro seria recebida pelo sucessor de Inocêncio IV (segundo a venerável memória).
Era o Cardeal Tiago Montini. Purpurado, progressista e escandaloso, com um histórico de excomunhões por envolvimento com heresias e rebeldias contra a Igreja e os Romanos Pontífices. Os cardeais eleitores escolheram-no para guiar a Igreja de Cristo, ficando apenas 1 mês e 13 dias como Pontífice da Igreja Universal.
2. O seu Pontificado ficou marcado por alguns escândalos, entre eles a criação de Tomás Viglietti e Óscar Scheid por assuntos sob sigilo do Colégio Cardinalício; Pelo escândalo durante a Homilia da JMJ 2022 em Aparecida, onde o pontífice manifestou o seu agrado pelas palavras: «A Igreja alegra-se com os homossexuais, ao serem eles o futuro da Igreja; rejubilo-me em ver os defensores das leis homoafetivas e orgulho-me ver as bandeiras coloridas a balançar com o vento.»[1] como também o escândalo que levou ao final do Pontificado: O desvio de dinheiro com alguns clérigos homossexuais, sendo descoberto pela alta cúpula do Colégio Cardinalício e denunciado ao Decano, na época, sua eminência D. Javert, que elaborou juntamente a Enrico Montini um plano de encorajar o Pontífice que, por receio, renunciou ao Pontificado.
3. É vergonhoso ir contra os princípios da Natureza de Deus e contra a vontade de Deus na humanidade (Gen. 1, 27–30). A Igreja, mesmo em alguns cânones, é contra a natureza homossexual, pois a mesma é contra a Natureza e a vontade de Deus. O discurso do pontífice demonstrou uma profunda heresia durante a Jornada Mundial da Juventude, conforme demonstrado na nota [1] da segunda coluna deste documento.
4. Por isso, é necessário pôr-se à cautela e condenar o erro. A Deus agrada à verdade e o seguimento das Suas leis. Induzir o povo ao erro e ao equívoco é uma atitude que desagrada a Deus e, por isso, a Igreja deve defender a verdade e se opor à mentira.
5. Depois, também é necessário condenar o vilipêndio ao Ministério Petrino; por si só, é um Ministério sagrado e não deve haver mancha de corrupção, muito menos qualquer tipo de heresia ou palavras contrárias ao Magistério da Igreja Católica.
6. Testemunhamos também quando, em um Consistório com os cardeais, o Pontífice manifestou estar a cima de Deus. É um grave erro, induzindo à idolatria. Tal ato demonstrou repugna e justa condenação por parte dos Cardeais.
7. Uma vez que este Pontificado transcorreu contra as leis, como também agiu com má-fé, idolatria, corrupção, heresia; eu, como Sumo Pontífice da Igreja Católica e julgando idôneo tomar esta decisão, DECRETO:
A declaração de antipapia do Papa Alexandre IV e a imposição do título de «traidor»
Conforme as letras que aqui prescrevemos no título desta Bula.
Conforme as letras que aqui prescrevemos no título desta Bula.
8. A partir deste momento, solicito que se faça a devida prescrição no Anuário Pontifício e o título deste seja mantido assim, como o declarei.
9. Rezemos por pastores santos à frente da Messe de Cristo e peçamos a Maria, Boa Mãe, que interceda por mim, pelos meus sucessores, por todos os que se assentaram na Cátedra de Pedro.
ORDENE-SE e
CUMPRA-SE.
Vaticano, no primeiro dia de setembro do ano de dois mil e vinte e quatro e primeiro do meu Pontificado, XXII Domingo do Tempo Comum do Ano B.
+ Iacobus, Pp.
Servus Servorum Dei.
