Exortação Apostólica ''Omnes filii Dei'' | Em relação à comparação da realidade com a virtualidade

    

IACOBVS, EPISCOPVS

SERVUS SERVORUM DEI

AD PERPETVAM REI MEMORIAM


EXORTAÇÃO APOSTÓLICA

OMNES FILLI DEI

ACERCA DA REALIDADE E VIRTUALIDADE

E A SUA COMPARAÇÃO NO HABBLET HOTEL


1. ''A missão que temos neste espaço virtual é de levar Cristo: O seu amor, a sua Misericórdia e a reconciliação aos irmãos e não sermos serventes do erro, do ódio e do mal''[1] compreendendo as palavras do meu venerável predecessor, dou abertura a esta exortação, dando razão ao nosso real compromisso aqui, porque ''Essa missão na realidade virtual, não é somente dissimular as celebrações de Missa, mas também, para irmos ao encontro de todos os nossos irmãos que estão afastados do redil de Cristo,''[2]


2. Infelizmente são muitos os que insistem em julgar a personalidade de cada um. ''Com a existência do apostolado no mundo virtual, muitas das crianças, adolescentes e jovens e até muitos adultos que aqui se encontram neste meio de entretenimento, puderam alcançar mais próximo à Igreja e ter conhecimento profundo daquilo que é ser clérigo e viver em um clero como na realidade.


Isto, porque os apostolados virtuais nasceram para evangelizar e ir ao encontro do próximo''[3] e às vezes, as relações são despedaçadas e então torna-se incomodante o diálogo entre duas pessoas em desunião. Isso não deve acontecer, pois, foi amar que Jesus nos mandou e devemos cumprir com isso.


Amando, perdoando e vivendo em comunhão uns com os outros, porque ''Nós amamos porque ele nos amou primeiro.''(cf. 1Jo 4, 19).


3. Contudo, é difícil falar sobre o amor fraternal, em vista que muitos tencionam alvejar poder e ganância, deixando de lado o real propósito de porque estarmos aqui. Por esta razão originam-se as divisões que consideramos cismas: porque muitos apenas olham aos números e não às capacidades e à obediência.


Por isso torna-se difícil em falar sobre comunhão num apostolado virtual. Porque as pessoas tendem a apenas se esbanjar em altos cargos, ambicionam-se no seu próprio egoísmo e não querem, de forma alguma, demonstrar comunhão com os Papas. Só quando estes lhes fazem o que lhes agrada.


4. Outros, como havia remerecido anteriormente, abonam trazer a realidade pessoal de cada personagem virtual para este círculo, algo que, ao meu olhar e ao olhar de alguns dos meus predecessores, é errôneo.


Acreditamos piamente que o que é a realidade de cada um, é a realidade de cada um: independente do gênero, opção, religião, partido ou intenção pessoal. Estas não devem ser, de forma alguma, perpetradas no meio virtual. Mas, acreditamos que isso nunca será possível por não saberem diferenciar a realidade da virtualidade.


5. Entre nós houvemos participantes do gênero feminino (na realidade) que criaram personagens masculinos, para participar na condição de clérigo ou religioso. É condenatório? É errôneo? Não. É digno como qualquer outra pessoa pelo fato do que afirmei anteriormente: o que é a realidade de cada um, é a realidade de cada um.


Porque se realmente envolvermos a realidade aqui, estaríamos todos sob punição de Excomunhão na realidade pelos motivos de: simulação de Sacramentos, que é uma gravidade tremenda; criação de um cisma virtual (todos os orbes) e, por fim, por representar, sem ordens do Papa Francisco, um clero.


E mesmo que a realidade impactasse aqui, poderão acreditar que muitos também não poderiam participar por práticas homossexuais; por afiliação a partidos condenados pela Igreja Católica e até por não serem Católicos.


6. Portanto, todos são bem-vindos à Igreja. O que é inadmissível é a incrementação da realidade de cada um neste apostolado virtual. No momento que saímos da realidade para a virtualidade, deixamos de ser quem somos para figurar o personagem.


7. Isso também torna-se próprio com a realização dos Sacramentos. A Eucaristia celebrada por nós é uma simulação, sem consagração, por esse mesmo motivo. ''Aqui, na nossa realidade virtual, desconsideramos a realização da transubstanciação nas espécies, uma vez que o que realizamos aqui é uma simulação e pronunciar as palavras da consagração é uma profanação, sendo que, por respeito e devoção, só deve ser recitado pelos sacerdotes na realidade.''[4]


8. Deste modo, peço aos demais irmãos e irmãs que não juntem a realidade com a virtualidade. Àqueles que julgarem alguém por sua vida pessoal aqui, neste meio, poderão ser aplicadas medidas de correção. Entendamos, como referi: Que a realidade e a virtualidade não se misturam.


Pedido de perdão às vítimas ofendidas


Deste modo dirijo-me agora aos clérigos que têm sido alvo de perseguição ou zombaria por suas situações pessoais sendo envolvidas neste meio virtual com motivo de chacota. Peço, meus irmãos e minhas irmãs, em meu nome e, por conseguinte, de toda a igreja, um pedido de perdão e este voto de retratação com confiança e credibilidade.


9. Encomendo assim, todos vós, às mãos de Nossa Senhora. Sendo Ela a mãe da humanidade, possa interceder pelos seus amados filhos, e por mim, Pontífice e Bispo de Roma, chamado a servir na humildade, no amor e com mansidão pelo aprisco que me foi confiado naquele 24 de agosto de 2024.


Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 12 de setembro do ano de 2024, primeiro do meu pontificado.


† IACOBUS, Pp.

SERVUS SERVORUM DEI


[1] Sua Santidade Lucas II - Homilia de Encerramento do Conclave, fevereiro de 2021.

[2] Constituição Apostólica Conciliar - Ecclesiae Edificandi - julho de 2021.

[3] Encíclica Pastoris Amore do Papa João Paulo VI.

[4] Nota Pastoral sobre a transubstanciação - Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, setembro de 2024.

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