SANTA MISSA DE POSSE,
DO ARCIPRESTE DA ARQUIBASÍLICA DE LATRÃO
PRESIDIDA PELO PAPA TIAGO
QUINTA-FEIRA DA XXIII SEMANA DO TEMPO COMUM
RITOS INICIAIS
Antífona da entrada
Sl 118, 137. 124
Vós sois justo, na verdade, ó Senhor, e os vossos julgamentos são corretos. Conforme o vosso amor, Senhor, tratai-me.
CANTO
NÓS ANUNCIAMOS A PALAVRA ETERNA: DEUS É AMOR!
ESTA É A VOZ QUE ATRAVESSOU OS TEMPOS: DEUS É CARIDADE!
PASSA ESTE MUNDO, PASSAM OS SÉCULOS,
SÓ QUEM AMA NÃO PASSARÁ JAMAIS!
DEUS É A LUZ E NELE NÃO HÁ NOITE: DEUS É AMOR!
NÓS CAMINHAMOS PELO SEU CAMINHO: DEUS É CARIDADE!
NÓS NOS AMAMOS POIS ELE NOS AMA: DEUS É AMOR!
ELE NOS DEU A VIDA POR PRIMEIRO: DEUS É CARIDADE!
ESTA É A VOZ QUE ATRAVESSOU OS TEMPOS: DEUS É CARIDADE!
PASSA ESTE MUNDO, PASSAM OS SÉCULOS,
SÓ QUEM AMA NÃO PASSARÁ JAMAIS!
DEUS É A LUZ E NELE NÃO HÁ NOITE: DEUS É AMOR!
NÓS CAMINHAMOS PELO SEU CAMINHO: DEUS É CARIDADE!
NÓS NOS AMAMOS POIS ELE NOS AMA: DEUS É AMOR!
ELE NOS DEU A VIDA POR PRIMEIRO: DEUS É CARIDADE!
Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres.: Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos menos indignos de aproximar-nos da mesa do Senhor.
CANTO
SENHOR, QUE VIESTES, NÃO PARA CONDENAR, MAS PARA PERDOAR, TENDE PIEDADE DE NÓS.
KYRIE, ELEISON!
CRISTO, QUE VOS ALEGRAIS PELO PECADOR ARREPENDIDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CHRISTE, ELEISON!
SENHOR, QUE PERDOAIS A QUEM MUITO AMA, TENDE PIEDADE DE NÓS.
KYRIE, ELEISON!
Segue-se a absolvição:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.
ORAÇÃO DO DIA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração:
Ó Deus, olhai com bondade os que redimistes e adotastes como filhos e filhas, e concedei aos que creem no Cristo a verdadeira liberdade e a herança eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(1Cor 8, 1b-7. 11-13)
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
– Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios
Irmãos, 1bo conhecimento incha, a caridade é que constrói. Se alguém acha que conhece bem alguma coisa, ainda não sabe como deveria saber. Mas se alguém ama a Deus, ele é conhecido por Deus! Quanto ao comer as carnes de animais sacrificados aos ídolos, nós sabemos que um ídolo não é nada no mundo, e que Deus é um só. É verdade que alguns são chamados deuses, no céu ou na terra, e muita gente pensa que existem muitos deuses e muitos senhores. Para nós, porém, existe um só Deus, o Pai, de quem vêm todos os seres e para quem nós existimos. E, ainda, para nós, existe um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual tudo existe, e nós também existimos por ele. Mas nem todos têm esse conhecimento. De fato, alguns habituados, até ao presente, ao culto dos ídolos, comem da carne dos sacrifícios, como se ela fosse mesmo oferecida aos ídolos. E assim, a sua consciência, que é fraca, fica manchada. E então, por causa do teu conhecimento, perece o fraco, o irmão pelo qual Cristo morreu. Pecando, assim, contra os irmãos e ferindo a consciência deles, que é fraca, é contra Cristo que pecais. Por isso, se um alimento é ocasião de queda para meu irmão, nunca mais comerei carne, para não escandalizar meu irmão.
– Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 138)
O salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
– Conduzi-me no caminho para a vida, ó Senhor!
℟.: Conduzi-me no caminho para a vida, ó Senhor!
– Senhor, vós me sondais e conheceis, sabeis quando me sento ou me levanto; de longe penetrais meus pensamentos, percebeis quando me deito e quando eu ando, os meus caminhos vos são todos conhecidos.
℟.: Conduzi-me no caminho para a vida, ó Senhor!
– Fostes vós que me formastes as entranhas, e no seio de minha mãe vós me tecestes. Eu vos louvo e vos dou graças, ó Senhor, porque de modo admirável me formastes! Que prodígio e maravilha as vossas obras!
℟.: Conduzi-me no caminho para a vida, ó Senhor!
– Senhor, sondai-me, conhecei meu coração, examinai-me e provai meus pensamentos! Vede bem se não estou no mau caminho, e conduzi-me no caminho para a vida!
℟.: Conduzi-me no caminho para a vida, ó Senhor!
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Segue-se o Aleluia ou outro canto.
CANTO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
Se nós nos amarmos, irmãos, Deus vive unido conosco, e, em nós seu amor fica pleno.
Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
EVANGELHO
(Lc 6, 27-38)
℣.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, falou Jesus aos seus discípulos: “A vós que me escutais, eu digo: Amai os vossos inimigos e fazei o bem aos que vos odeiam, bendizei os que vos amaldiçoam, e rezai por aqueles que vos caluniam. Se alguém te der uma bofetada numa face, oferece também a outra. Se alguém te tomar o manto, deixa-o levar também a túnica. Dá a quem te pedir e, se alguém tirar o que é teu, não peças que o devolva. O que vós desejais que os outros vos façam, fazei-o também vós a eles. Se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Até os pecadores amam aqueles que os amam. E se fazeis o bem somente aos que vos fazem o bem, que recompensa tereis? Até os pecadores fazem assim. E se emprestais somente àqueles de quem esperais receber, que recompensa tereis? Até os pecadores emprestam aos pecadores, para receber de volta a mesma quantia. Ao contrário, amai os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai sem esperar coisa alguma em troca. Então, a vossa recompensa será grande, e sereis filhos do Altíssimo, porque Deus é bondoso também para com os ingratos e os maus. Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso. Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados. Dai e vos será dado. Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante será colocada no vosso colo; porque com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis medidos”.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio.
HOMILIA
Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
RITO DE POSSE
Terminada a homilia, é de recomendar que o novo pároco renove as promessas que fez na sua ordenação, respondendo às perguntas do Bispo:
Pres.: Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito que prometeste na ordenação. Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem episcopal, apascentando o rebanho do Senhor sob a direção do Espírito Santo?
℟.: Quero.
Pres.: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo, para louvor de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja?
℟.: Quero.
Pres.: Queres unir-te, cada vez mais ao Cristo, Sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai phor nós, e ser com ele consagrado a Deus para a salvação dos homens?
℟.: Quero.
Pres.: Queres com dignidade e sabedoria desempenhar o ministério da palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica?
℟.: Quero, com a graça de Deus.
Pres.: Prometes reverência e obediência a mim e aos meus sucessores?
℟.: Prometo.
Pres.: Deus, que te inspirou este bom proposito, te conduza mais à perfeição.
PROFISSÃO DE FÉ
Em seguida, o empossante profere o juramento diante toda a Assembleia:
Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém. Eu, Daniel Pedro Cardeal Águeda, ao assumir o ofício de Arcipreste da Arquibasílica do Santíssimo Salvador de São João Evangelista e de São João Batista de Latrão, inerente à Diocese de Roma, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja Católica e com o Romano Pontifíce Tiago, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios, pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este depósito, serão por mim evitadas. Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico. Com cristã obediência seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e os Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos. Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.
CANTO
SENHOR, COM JÚBILO, TUDO VOS DOU.
ABENÇOAI NOSSA OFERTA, SENHOR!
LOUVAI O SENHOR DOS ALTOS CÉUS, LOUVAI-O DESDE O EXCELSO FIRMAMENTO; OS ANJOS DO SENHOR ENTOEM HINOS E CANTEM OS EXÉRCITOS DE DEUS!
ACLAMEM-NO OS ASTROS REFULGENTES; O SOL E A LUA BRILHAM NO SENHOR, POR QUE SUA PALAVRA ONIPOTENTE CRIOU A IMENSIDÃO DO UNIVERSO!
OS PEIXES DOS PROFUNDOS OCEANOS PROCLAMAM TODA GLÓRIA DO SENHOR, OS PÁSSAROS, AS FERAS E REBANHOS, PRA SEMPRE GLORIFIQUEM O SENHOR!
OS PRÍNCIPES E REIS DE TODO O MUNDO, NÃO CESSEM DE LOUVAR O CRIADOR. O NOME DO SENHOR É GRANDIOSO, CRISTÃOS, LOUVAI CONTENTES VOSSO DEUS!
O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio. Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio. Coloca o cálice sobre o corporal.
O sacerdote, inclinado, reza em silêncio.
Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio.
CONVITE À ORAÇÃO
No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Ó Deus, fonte da verdadeira piedade e da paz, concedei que vos honremos dignamente nesta celebração e, pela fiel participação nos sagrados mistérios, sejam reforçados os laços que nos unem. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA, II
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, por vosso amado Filho, Jesus Cristo. Ele é a vossa Palavra, pela qual tudo criastes. Ele é o nosso Salvador e Redentor, que se encarnou pelo Espírito Santo e nasceu da Virgem Maria. Ele, para cumprir a vossa vontade e adquirir para vós um povo santo, estendeu os braços na hora da sua paixão, a fim de vencer a morte e manifestar a ressurreição. Por isso, com os Anjos e todos os Santos, proclamamos vossa glória, cantando a uma só voz:
CANTO
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA!
HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!
HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA!
HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!
HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA NAS ALTURAS, NAS ALTURAS!
Em todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da concelebração, forem apropriadas ao canto.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir. Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Tiago, com o nosso Bispo Daniel, que toma posse nesta Arciprestia, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.
2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
℟.: Amém.
O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
CANTO
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona da comunhão
Sl 41, 2-3
Assim como a corça suspira pelas águas correntes, suspira igualmente minh'alma por vós, ó meu Deus! Minha alma tem sede de Deus e deseja o Deus vivo.
Ou:
Jo 8, 12
Eu sou a luz do mundo, diz o Senhor. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio. Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio. Comunga o Sangue de Cristo.
Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
SE CALAREM A VOZ DOS PROFETAS
AS PEDRAS FALARÃO
SE FECHAREM OS POUCOS CAMINHOS
MIL TRILHAS NASCERÃO
MUITO TEMPO NÃO DURA A VERDADE
NESTAS MARGENS ESTREITAS DEMAIS
DEUS CRIOU O INFINITO PRA VIDA
SER SEMPRE MAIS
É JESUS ESTE PÃO DE IGUALDADE
VIEMOS PRA COMUNGAR
COM A LUTA SOFRIDA DE UM POVO
QUE QUER, TER VOZ, TER VEZ, LUGAR
COMUNGAR É TORNAR-SE UM PERIGO
VIEMOS PRA INCOMODAR
COM A FÉ E A UNIÃO NOSSOS PASSOS
UM DIA VÃO CHEGAR
O ESPÍRITO É VENTO INCESSANTE
QUE NADA HÁ DE PRENDER
ELE SOPRA ATÉ NO ABSURDO, QUE A GENTE
NÃO QUER VER
MUITO TEMPO NÃO DURA A VERDADE
NESTAS MARGENS ESTREITAS DEMAIS
DEUS CRIOU O INFINITO PRA VIDA
SER SEMPRE MAIS
É JESUS ESTE PÃO DE IGUALDADE
VIEMOS PRA COMUNGAR
COM A LUTA SOFRIDA DE UM POVO
QUE QUER, TER VOZ, TER VEZ, LUGAR
COMUNGAR É TORNAR-SE UM PERIGO
VIEMOS PRA INCOMODAR
COM A FÉ E A UNIÃO NOSSOS PASSOS
UM DIA VÃO CHEGAR
NO BANQUETE DA FESTA DE UNS POUCOS
SÓ RICO SE SENTOU
NOSSO DEUS FICA AO LADO DOS POBRES
COLHENDO O QUE SOBROU
MUITO TEMPO NÃO DURA A VERDADE
NESTAS MARGENS ESTREITAS DEMAIS
DEUS CRIOU O INFINITO PRA VIDA
SER SEMPRE MAIS
É JESUS ESTE PÃO DE IGUALDADE
VIEMOS PRA COMUNGAR
COM A LUTA SOFRIDA DE UM POVO
QUE QUER, TER VOZ, TER VEZ, LUGAR
COMUNGAR É TORNAR-SE UM PERIGO
VIEMOS PRA INCOMODAR
COM A FÉ E A UNIÃO NOSSOS PASSOS
UM DIA VÃO CHEGAR
O PODER TEM RAÍZES NA AREIA
O TEMPO FAZ CAIR
UNIÃO É A ROCHA QUE O POVO USOU PRA CONSTRUIR
MUITO TEMPO NÃO DURA A VERDADE
NESTAS MARGENS ESTREITAS DEMAIS
DEUS CRIOU O INFINITO PRA VIDA
SER SEMPRE MAIS
É JESUS ESTE PÃO DE IGUALDADE
VIEMOS PRA COMUNGAR
COM A LUTA SOFRIDA DE UM POVO
QUE QUER, TER VOZ, TER VEZ, LUGAR
COMUNGAR É TORNAR-SE UM PERIGO
VIEMOS PRA INCOMODAR
COM A FÉ E A UNIÃO NOSSOS PASSOS
UM DIA VÃO CHEGAR
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.
O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Senhor, que alimentais e fortaleceis vossos fiéis com o pão da Palavra e da Eucaristia, concedei-nos desfrutar de tal modo destes dons do vosso amado Filho, que mereçamos para sempre viver em comunhão com ele. Que vive e reina pelos séculos dos séculos.
℟.: Amém.
ATA DE POSSE E SAUDAÇÃO
Neste momento, alguém designado faz a leitura da Ata de Posse, a qual é depois assinada pelo Papa e pelos demais concelebrantes. Ao final, poderão assinar os fiéis.
L.: Aos 12 dias do mês de setembro às 18 horas toma posse como Arcipreste da Arquibasílica de Latrão o Cardeal Daniel Paulo Águeda. Ao início, o Santo Padre que é o Bispo de Roma, interrogou ao arcipreste e em seguida, Dom Daniel, professou o juramento recitando a Profissão de Fé e o Juramento de obediência como prescito nos Cânones. Prosseguiu a Santa Missa o Santo Padre. Como prova e facto de veracidade, Eu, N., assino esta Ata que após será assinada pelos demais.
Roma, aos 12 de setembro do ano do Senhor de 2024 na memória do Santíssimo Nome de Maria.
RITOS FINAIS
Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
℟.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Em nome do Senhor, ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
Seções:
Arcipreste de Latrão
Dicastério para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos
Livreto Celebrativo
Missa de Posse
Papa Tiago
