A todos os diletos filhos e filhas que esta BULA PONTIFÍCIA lerem, saudação, paz, misericórdia e benção apostólica.
É com grande reverência e profunda gratidão que venho por meio desta Bula declarar João Paulo (V) como Papa Magno. Célio Goulart, que posteriormente adotou o nome Guido Kievel Montini, foi eleito como João Paulo, sem número oficialmente cotado no Anuário Pontifício. Este Pontífice, de origem italiana, ascendeu ao trono de Pedro e governou a Igreja por um curto período, agindo com amor, humildade e caridade.
Infelizmente, João Paulo (V) enfrentou grande oposição de uma cúpula mafiosa de poderosos absolutistas, sendo destituído de seu pontificado por meio de artimanhas. Mesmo assim, seu exemplo de liderança e dedicação permanece um farol de inspiração para todos nós. Ele continuou a servir a Igreja com a mesma devoção, agora sob o nome de Guido Kievel Montini.
A Bíblia nos ensina a importância da humildade e do serviço. "Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus" (Mateus 5,3). Esta passagem nos lembra da importância da humildade e da simplicidade no serviço a Deus e ao próximo. "Mas Jesus chamou-os a si e disse: Sabeis que os príncipes dos gentios dominam sobre eles, e os grandes exercem autoridade sobre eles. Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal" (Mateus 20,25-26).
O Código de Direito Canônico nos ensina que "O Romano Pontífice, Vigário de Cristo e Pastor da Igreja Universal, tem na Igreja poder ordinário supremo, pleno, imediato e universal, que pode sempre exercer livremente" (Cân. 331). A liderança de João Paulo (V) foi um verdadeiro reflexo deste ensinamento, sempre guiada pela caridade e justiça. Sua destituição, feita de maneira injusta e imoral, foi um ataque não apenas a ele, mas ao próprio coração da nossa fé.
O Catecismo da Igreja Católica, no parágrafo 882, afirma: "O Papa, Bispo de Roma e Sucessor de São Pedro, é o princípio perpétuo e visível e o fundamento da unidade quer dos Bispos quer da multidão dos fiéis." João Paulo (V) foi um exemplo vivo deste princípio, sempre trabalhando pela unidade e pela paz.
Na encíclica "Redemptor Hominis", São João Paulo II nos lembra da importância do serviço humilde e devotado: "O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos" (Mateus 20,28). Este ensinamento ecoa a essência do pontificado de João Paulo (V), que serviu com profunda humildade e amor.
Eu tive a graça de colaborar com João Paulo (V) e testemunhei pessoalmente sua humildade e sapiência. Reconhecendo sua grandeza e importância para a nossa Igreja, proclamo sua magnitude e agradeço por sua fidelidade e compromisso para com a Igreja. João Paulo (V) serviu a Igreja com grande devoção, e sua liderança, embora breve, foi marcada por uma profunda sabedoria e humildade. Em nome da Igreja, reconheço seu valioso exemplo e testemunho.
A humildade é uma virtude essencial para qualquer líder, especialmente para aqueles que servem como Vigário de Cristo. Como nos ensina São Francisco de Assis, "Pregue o Evangelho em todo tempo. Se necessário, use palavras." João Paulo (V) viveu este ensinamento através de suas ações, demonstrando que o verdadeiro poder está no serviço e na humildade.
Ao mesmo tempo, confio Guido Kievel Montini à intercessão de Nossa Senhora, pedindo que continue a servir com a mesma devoção e amor que sempre demonstrou. Que a Virgem Maria, Mãe da Igreja, interceda por ele e por todos nós, guiando-nos sempre pelo caminho da santidade e da verdade.
Que o exemplo de João Paulo (V) inspire todos os fiéis a seguir o caminho da humildade e do serviço. Sua vida e ministério são um testemunho poderoso do que significa ser um verdadeiro servo de Deus. Ele nos mostrou que, mesmo diante da adversidade e da injustiça, a fé e a devoção podem iluminar o caminho.
Dado em Roma, junto de São Pedro, em nosso Pontificado, no dia 20 de outubro no ano do Senhor de 2024, XXIX Domingo do Tempo Comum, Ano B.
+ Romanus Pp. II
