Folheto Litúrgico | Memória de São José Operário

 


FOLHETO LITÚRGICO
MEMÓRIA LITÚRGICA DE SÃO JOSÉ OPERÁRIO

ANO C
Cor Litúrgica: Branco/Dourado
01.05.2025

RITOS INICIAIS

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Antífona da entrada
SI 127,1-2 
Feliz és tu se temes o Senhor e trilhas seus caminhos! Do trabalho de tuas mãos hás de viver, serás feliz, tudo irá bem, aleluia. 

CANTO

TODOS OS TRABALHADORES, VAMOS JUNTOS ENTOAR. 
OPERÁRIOS LAVRADORES, SÃO JOSÉ VAMOS SAUDAR. (AI, AI.)
A MULHER TRABALHADORA, FAXINEIRA E PROFESSORA 
E TAMBÉM DONA DE CASA TEM OS FILHOS PRA CUIDAR. (AI, AI.)

SÃO JOSÉ HOMEM DO POVO 
ENTENDEU A MENSAGEM DO SENHOR 
OPERÁRIO, FELIZ ESPOSO 
DE MARIA A MÃE DO SALVADOR. 
DE MARIA A MÃE DO SALVADOR.  (AI, AI, AI, AI)

EMPREGADA, BALCONISTA, EMPRESÁRIO E ESCRITOR 
COMERCIANTE E ARTISTA CANTAM JUNTOS O LOUVOR. (AI, AI.) 
SANTO HUMILDE, HOMEM JUSTO ELEVAMOS NOSSA VOZ 
TEU EXEMPLO NOS AJUDE QUE A JUSTIÇA VIVA EM NÓS! (AI, AI.)

Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai + e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém. +

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: A graça e a paz daquele que é, que era e que vem, estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente dos santos mistérios.

Pres.: Senhor, nossa paz, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Cristo, nossa Páscoa, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, nossa vida, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Amém.

ORAÇÃO COLETA

De mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta.
Ó Deus, criador do universo, que destes aos seres humanos a lei do trabalho, concedei benigno que, pelo exemplo e proteção de São José, possamos realizar as obras que nos confiais e alcançar os prêmios que prometeis. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. 
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
Gn 1,26–2,3

O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados. 

Leitura do Livro do Gênesis.

Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem e segundo a nossa semelhança, para que domine sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, e sobre todos os répteis que rastejam sobre a terra”. E Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus ele o criou: homem e mulher os criou. E Deus abençoou e lhes disse: “Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a! Dominai sobre os peixes do mar, sobre os pássaros do céu e sobre todos os animais que se movem sobre a terra”. E Deus disse: “Eis que vos entrego todas as plantas que dão semente sobre a terra, e todas as árvores que produzem fruto com sua semente, para vos servirem de alimento. E a todos os animais da terra, e a todas as aves do céu, e a tudo o que rasteja sobre a terra e que é animado de vida, eu dou todos os vegetais para alimento”. E assim se fez. E Deus viu tudo quanto havia feito, e eis que tudo era muito bom. Houve uma tarde e uma manhã: sexto dia. E assim foram concluídos o céu e a terra com todo o seu exército. No sétimo dia, Deus considerou acabada toda a obra que tinha feito; e no sétimo dia descansou de toda a obra que fizera. Deus abençoou o sétimo dia e o santificou, porque nesse dia descansou de toda a obra da criação.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
Sl 89

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

—  Ó SENHOR, FAZEI DAR FRUTOS O LABOR DE NOSSAS MÃOS!
Ass.: —  Ó SENHOR, FAZEI DAR FRUTOS O LABOR DE NOSSAS MÃOS!

— JÁ BEM ANTES QUE AS MONTANHAS FOSSEM FEITAS OU A TERRA E O MUNDO SE FORMASSEM,
DESDE SEMPRE E PARA SEMPRE VÓS SOIS DEUS.
Ass.: —  Ó SENHOR, FAZEI DAR FRUTOS O LABOR DE NOSSAS MÃOS!

— VÓS FAZEIS VOLTA AO PÓ TODO MORTAL,  QUANDO DIZEIS: “VOLTAI AO PÓ, FILHOS DE ADÃO!” 
POIS MIL ANOS PARA VÓS SÃO COMO ONTEM, QUAL VIGÍLIA DE UMA NOITE QUE PASSOU.
Ass.: —  Ó SENHOR, FAZEI DAR FRUTOS O LABOR DE NOSSAS MÃOS!

— ENSINAI-NOS A CONTAR OS NOSSOS DIAS, E DAI AO NOSSO CORAÇÃO SABEDORIA! 
SENHOR, VOLTAI-VOS! ATÉ QUANDO TARDAREIS? TENDE PIEDADE E COMPAIXÃO DE VOSSOS SERVOS!
Ass.: —  Ó SENHOR, FAZEI DAR FRUTOS O LABOR DE NOSSAS MÃOS!

— SACIAI-NOS DE MANHÃ COM VOSSO AMOR, E EXULTAREMOS DE ALEGRIA TODO O DIA! 
MANIFESTAI A VOSSA OBRA A VOSSOS SERVOS, E A SEUS FILHOS REVELAI A VOSSA GLÓRIA!
Ass.: —  Ó SENHOR, FAZEI DAR FRUTOS O LABOR DE NOSSAS MÃOS!

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
BENDITO SEJA DEUS, 
BENDITO SEJA A CADA DIA
O DEUS DA NOSSA SALVAÇÃO, 
QUE CARREGA OS NOSSOS FARDOS!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém. +

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
Mt 13,54-58


O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
Diác. ou Sac.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
Diác. ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo,  segundo Mateus. +++
Ass.: Glória a vós, Senhor. +++

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
Diác. ou Sac.: Naquele tempo, dirigindo-se para a sua terra, Jesus ensinava na sinagoga, de modo que ficavam admirados. E diziam: “De onde lhe vêm essa sabedoria e esses milagres? Não é ele o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? E suas irmãs não moram conosco? Então, de onde lhe vem tudo isso?” E ficaram escandalizados por causa dele. Jesus, porém, disse: “Um profeta só não é estimado em sua própria pátria e em sua família!” E Jesus não fez ali muitos milagres, porque eles não tinham fé.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
Diác. ou Sac.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Diác. ou Sac..: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.

Pres.: Abrindo-se à Palavra de Deus, São José acolheu a sua vocação de guardião do menino Jesus e da Bem-aventurada Virgem Maria, além de tornar-se modelo para todo trabalhador. Reunidos em assembleia e tendo escutado a mesma Palavra, supliquemos ao Pai, dizendo:
℟.: Pai nosso, que estais nos céus, ouvi-nos.

1.  Pai santo, que revelastes ao justo José o mistério de Cristo, oculto desde toda a eternidade, fazei-nos conhecer melhor o vosso Filho, Deus e homem.

2.  Pai celeste, que alimentais as aves do céu e vestis a erva dos campos, dai a todos os homens o pão do corpo e da alma.

3. Criador de todas as coisas, que nos confiastes a obra das vossas mãos, fazei que os trabalhadores gozem dignamente o fruto do seu trabalho.

4. Pelo falecido Papa Francisco, para que viva na eterna alegria com os santos e os eleitos e nos proteja e interceda sempre por nós junto de Deus. 

O sacerdote conclui, dizendo:

Pres.: Ó Deus, que trabalhais até agora para completar a obra começada, escutai as preces que vossos filhos e filhas vos apresentam como guardiães de vossos dons. Fazei com que essas preces do nosso coração frutifiquem também em nossa vida como gestos de cuidado e responsabilidade. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguíneo, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

CANTO

TRAZEMOS À MESA SANTA O FRUTO DE NOSSAS MÃOS:  
UMA TRANSFORMA, OUTRA PLANTA E ALIMENTAM MIL IRMÃOS.  
O TRABALHO – QUEM DIRIA? ERA A MISSA DE JOSÉ: 
QUE SUSTENTAVA MARIA E JESUS EM NAZARÉ!
QUE SUSTENTAVA MARIA E JESUS EM NAZARÉ!

TRAZEMOS TAMBÉM O VINHO QUE GOTAS SÃO DE ALEGRIA: 
POIS DEUS NOS QUER COM CARINHO, BEM FELIZES NOITE E DIA.
COM GESTOS MIL, COM SORRISO, COMO GOTINHAS DE LUZ, 
JOSÉ FEZ UM PARAÍSO DO LAR DA MÃE DE JESUS!
JOSÉ FEZ UM PARAÍSO DO LAR DA MÃE DE JESUS!

OFERTAS POMOS NA CESTA - GOTAS DE NOSSO SUOR,
POIS NOSSA MISSA É UMA FESTA DA PARTILHA E DO AMOR
PARA QUE FOSSE LEVADA AO MUNDO ESTA LUZ DA FÉ. 
QUANTA MADEIRA BANHADA NO SUOR DE SÃO JOSÉ!
QUANTA MADEIRA BANHADA NO SUOR DE SÃO JOSÉ!

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Ó Deus, fonte de toda misericórdia, olhai benigno os dons que vos apresentamos na comemoração de São José operário; e concedei propício que estas oferendas alcancem vossa proteção para aqueles que vos invocam. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

PREFÁCIO
A missão de São José

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, e na veneração de São José louvar, bendizer e proclamar vossa grandeza. Ele, homem justo, dado por esposo à Virgem Mãe de Deus, servo fiel e prudente, foi posto à frente da vossa família para cuidar como pai do vosso Filho Unigênito, concebido pelo poder do Espírito Santo, Jesus Cristo, Senhor nosso. Por ele, os Anjos vos louvam, as Dominações vos adoram, as Potestades vos reverenciam; os céus e as Forças celestes, com os beatos Serafins, unidos e exultantes vos celebram. Concedei, também a nós, associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta:

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!  
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA, 
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. 
HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS.
HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS.

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR! 
HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS.
HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS.

Para recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!


ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
A assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo.

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão
e, mantendo-o m pouco acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Mistério da fé!
A assembleia aclama: 
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
A assembleia aclama: 
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

O sacerdote, de braços abertos, prossegue:
Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
A assembleia aclama: 
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!

1C. Que o mesmo Espírito faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, patrono dos trabalhadores, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
A assembleia aclama: 
Ass.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C. Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa João Paulo e o nosso Bispo N.*, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
A assembleia aclama: 
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C. Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

Ergue o cálice e a patena com a hóstia (ou entrega-os aos concelebrantes e estes os erguem, ou ainda, entrega o cálice ao diácono e eleva a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
DAI-NOS A PAZ.

Para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes,  se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

Antífona da comunhão
Cl 3,17 
Tudo que fizerdes, por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor, dando graças a Deus, aleluia.

COMUNHÃO

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.

O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

CANTO

JOSÉ, HUMILDE ARTESÃO, 
TRABALHASTE NOITE E DIA 
PARA NÃO FALTAR O PÃO, 
PARA NÃO FALTAR O PÃO 
NO LAR DA VIRGEM MARIA. 
QUE NÃO FALTE EM NOSSA VIDA 
ESTE PÃO QUE VEM DO CÉU, 
MAS CRESCEU COM A COMIDA 
QUE O TEU TRABALHO LHE DEU!

1. VEM AJUDAR-NOS, JOSÉ, 
ENSINA-NOS OUTRA VEZ 
A RECEBER COM MAIS FÉ 
O PÃO QUE JESUS SE FEZ!

2. ESTE JESUS TÃO CRIANÇA 
TE DEU RAZÃO PRA VIVER. 
DÁ-NOS CRESCER NA ESPERANÇA 
POR ESTE PÃO AQUI TER!

3. BEM MAIS QUE TUDO, Ó JOSÉ, 
ENSINA-NOS A AMAR 
QUEM CRESCEU EM NAZARÉ 
E É PÃO AGORA NO ALTAR!

4. MOSTRA O SEGREDO DA MISSA: 
QUE TER NAS MÃOS ESTE PÃO, 
É CONSTRUIR A JUSTIÇA 
E PROMOVER TODO IRMÃO.

5. PARTE DE TI ERA, JOSÉ, 
O PÃO QUE JESUS COMIA. 
PENSANDO NISSO, ELE ATÉ 
QUIS NOSSO PÃO SER, UM DIA!

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal  se transforme pra nós em remédio eterno.

O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração Depois da comunhão.
Senhor, que nos fizestes provar o alimento celeste, nós vos pedimos humildemente que, a exemplo de São José, levemos em nossos corações o testemunho do vosso amor e possamos saborear sempre os frutos da verdadeira paz. Por Cristo, nosso Senhor. 
Ass.: Amém.

RITOS FINAIS

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL

Se necessário, fazem-se breves comunicados ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde: 
Ele está no meio de nós.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
O povo responde: 
Amém. +

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.

O sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início, e dirige-se à imagem da Mãe de Deus, fazendo um breve instante de oração.

ANTÍFONA MARIANA

REGINA CAELI LAETARE, ALLELUIA,
QUIA QUEM MERUISTI PORTARE, ALLELUIA,
RESURREXIT SICUT DIXIT, ALLELUIA. 
ORA PRO NOBIS DEUM. ALLELUIA.

REGINA CAELI LAETARE, ALLELUIA,
QUIA QUEM MERUISTI PORTARE, ALLELUIA,
RESURREXIT SICUT DIXIT, ALLELUIA. 
ORA PRO NOBIS DEUM. ALLELUIA.

Feita a devida reverência ao santo altar, retira-se com os ministros.

CANTO

MEU BOM JOSÉ, MEU BOM JOSÉ
POBRE CARPINTEIRO LÁ DE NAZARÉ
MEU BOM JOSÉ, MEU BOM JOSÉ
O SANTO DO POVO, MODELO DE FÉ
MEU BOM JOSÉ, MEU BOM JOSÉ
O SANTO DO POVO, MODELO DE FÉ

VIVESTE NUM TEMPO EM QUE O TEU PAÍS
SOFRIA ESMAGADO CANSADO INFELIZ
DEBAIXO DO IMPÉRIO ROMANO OPRESSOR
O POVO GEMIA E CLAMAVA DE DOR
DEBAIXO DO IMPÉRIO ROMANO OPRESSOR
O POVO GEMIA E CLAMAVA DE DOR

A HORA BENDITA DA LIBERTAÇÃO,
SOAVA NA TERRA MINANDO A OPRESSÃO
MARIA A TUA NOIVA DISPOSTA ACEITOU
SER MÃE DO MENINO DIVINO SENHOR
MARIA A TUA NOIVA DISPOSTA ACEITOU
SER MÃE DO MENINO DIVINO SENHOR

O SONHO TÃO GRANDE DE VER LIBERTADA
A TERRA QUERIDA POR TI HABITADA
A GRAÇA DE DEUS E A PAIXÃO PELO NOVO
TE FAZEM CASAR COM A NOIVA DO POVO
A GRAÇA DE DEUS E A PAIXÃO PELO NOVO
TE FAZEM CASAR COM A NOIVA DO POVO

POR ISSO AINDA HOJE O POBRE QUE SOFRE
ESPERA QUE UM VENTO DE BÊNÇÃOS NOS SOPRE
EM TEMPOS DE SECA E DE DOR BOM JOSÉ
DAI-NOS SANTA CHUVA DE LUZ E DE FÉ!
EM TEMPOS DE SECA E DE DOR BOM JOSÉ
DAI-NOS SANTA CHUVA DE LUZ E DE FÉ!

O NOSSO BENDITO CONTRITO OFERTAMOS
AO DEUS DA JUSTIÇA EM QUEM CONFIAMOS
AO POVO QUE LUTA POR LIBERTAÇÃO
A NOSSA SENHORA E A JOSÉ NOSSO IRMÃO!
AO POVO QUE LUTA POR LIBERTAÇÃO
A NOSSA SENHORA E A JOSÉ NOSSO IRMÃO!






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