Semanário Litúrgico | Solenidade de todos os Santos e Santas de Deus


SEMANÁRIO LITÚRGICO
TODOS OS SANTOS E SANTAS A DEUS

Solenidade
Ano C
Cor litúrgica: Branca
(01/11/2025)

A Igreja é indefectivelmente santa: Cristo amou-a como sua esposa e deu-se a si mesmo por ela a fim de santificá-la; por isso todos na Igreja são chamados à santidade (cf. LG 39). 

A Igreja prega o mistério pascal nos santos que sofreram com Cristo e com ele são glorificados; propõe aos fiéis seus exemplos que atraem todos ao Pai por meio de Cristo, e implora por seus merecimentos os benefícios de Deus (cf. SC 104). 

Hoje numa só festa celebram-se, junto com os santos canonizados, todos os justos de toda raça e nação, cujos nomes estão inscritos no livro da vida (cf. Ap20,12). Começou-se a celebrar a festa de todos os santos, também em Roma, desde o século IX.

RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

CANTO

ALEGREMO-NOS TODOS NO SENHOR, 
CELEBRANDO A FESTA DE TODOS OS SANTOS. 
CONOSCO ALEGRAM-SE OS ANJOS 
E GLORIFICAM O FILHO DE DEUS!

1. Ó JUSTOS, ALEGRAI-VOS NO SENHOR!
AOS RETOS FICA BEM GLORIFICÁ-LO.

2.  DAI GRAÇAS AO SENHOR AO SOM DA HARPA,
NA LIRA DE DEZ CORDAS CELEBRAI-O!

3.  CANTAI PARA O SENHOR UM CANTO NOVO,
COM ARTE SUSTENTAI A LOUVAÇÃO!

4.  POIS RETA É A PALAVRA DO SENHOR,
E TUDO O QUE ELE FAZ MERECE FÉ.

5.  DEUS AMA O DIREITO E A JUSTIÇA,
TRANSBORDA EM TODA A TERRA A SUA GRAÇA.

6.  FELIZ O POVO CUJO DEUS É O SENHOR,
E A NAÇÃO QUE ESCOLHEU POR SUA HERANÇA!


Antífona da entrada
Propria
Alegremo-nos todos no Senhor, celebrando este dia festivo em honra de todos os santos. Nesta solenidade os Anjos se alegram e conosco dão glória ao Filho de Deus.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

2. Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:
Pres.: O Senhor, que encaminha os nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

3. O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL

4. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.
Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
E todos rezam:
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.

7. Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.

CANTO

KYRIE, ELEISON.
KYRIE, ELEISON.

CHRISTE, ELEISON.
CHRISTE, ELEISON.

KYRIE, ELEISON.
KYRIE, ELEISON.

Ou, para recitação:
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

8. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino:

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS

GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS!
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA, GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS!
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS. 
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO. 
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, 
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS, 
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA. 

SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO, 
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI. 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,  TENDE PIEDADE DE NÓS. 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,  ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA. 
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, 
TENDE PIEDADE DE NÓS. 

SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS, O SENHOR, 
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO, 
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI. 

AMÉM, AMÉM!

Ou, para recitação:
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso. Nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

ORAÇÃO COLETA

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta.
Deus eterno e todo-poderoso, que nos permitis celebrar os méritos de todos os vossos santos numa única festa, concedei-nos, por intercessores tão numerosos, a desejada abundância da vossa misericórdia. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
Ap 7, 2-4. 9-14

Vi uma multidão imensa de gente 
de todas as nações, tribos, povos e línguas,

10. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados. 

Leitura do Livro do Apocalipse de São João

Eu, João, vi um outro anjo, que subia do lado onde nasce o sol. Ele trazia a marca do Deus vivo e gritava, em alta voz, aos quatro anjos que tinham recebido o poder de danificar a terra e o mar, dizendo-lhes: “Não façais mal à terra, nem ao mar, nem às árvores, até que tenhamos marcado na fronte os servos do nosso Deus”. Ouvi então o número dos que tinham sido marcados: eram cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel. Depois disso, vi uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas, e que ninguém podia contar. Estavam de pé diante do trono e do Cordeiro; trajavam vestes brancas e traziam palmas na mão. Todos proclamavam com voz forte: “A salvação pertence ao nosso Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro”. Todos os anjos estavam de pé, em volta do trono e dos Anciãos, e dos quatro Seres vivos, e prostravam-se, com o rosto por terra, diante do trono. E adoravam a Deus, dizendo: “Amém. O louvor, a glória e a sabedoria, a ação de graças, a honra, o poder e a força pertencem ao nosso Deus para sempre. Amém”. E um dos Anciãos falou comigo e perguntou: “Quem são esses vestidos com roupas brancas? De onde vieram?” Eu respondi: “Tu é que sabes, meu senhor”. E então ele me disse: “Esses são os que vieram da grande tribulação. Lavaram e alvejaram as suas roupas no sangue do Cordeiro”.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

11. O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

– É ASSIM A GERAÇÃO DOS QUE PROCURAM O SENHOR!
Ass.: É ASSIM A GERAÇÃO DOS QUE PROCURAM O SENHOR!

— AO SENHOR PERTENCE A TERRA E O QUE ELA ENCERRA, O MUNDO INTEIRO COM OS SERES QUE O POVOAM;
—  PORQUE ELE A TORNOU FIRME SOBRE OS MARES, E SOBRE AS ÁGUAS A MANTÉM INABALÁVEL.
Ass.: É ASSIM A GERAÇÃO DOS QUE PROCURAM O SENHOR!

— “QUEM SUBIRÁ ATÉ O MONTE DO SENHOR, QUEM FICARÁ EM SUA SANTA HABITAÇÃO?”
—  “QUEM TEM MÃOS PURAS E INOCENTE CORAÇÃO, QUEM NÃO DIRIGE SUA MENTE PARA O CRIME.
Ass.: É ASSIM A GERAÇÃO DOS QUE PROCURAM O SENHOR!

— SOBRE ESTE DESCE A BÊNÇÃO DO SENHOR E A RECOMPENSA DE SEU DEUS E SALVADOR”.
—  “É ASSIM A GERAÇÃO DOS QUE O PROCURAM, E DO DEUS DE ISRAEL BUSCAM A FACE”.
Ass.: É ASSIM A GERAÇÃO DOS QUE PROCURAM O SENHOR!

SEGUNDA LEITURA
1Jo 3, 1-3

 O veremos tal como Ele é. 

12. Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.

Leitura da Primeira Carta de São João

Caríssimos: Vede que grande presente de amor o Pai nos deu: de sermos chamados filhos de Deus! E nós o somos! Se o mundo não nos conhece, é porque não conheceu o Pai. Caríssimos, desde já somos filhos de Deus, mas nem sequer se manifestou o que seremos! Sabemos que, quando Jesus se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque o veremos tal como ele é. Todo o que espera nele, purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

13. Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
MARIA É ELEVADA AO CÉU,
ALEGREM-SE OS COROS DOS ANJOS.

14. Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
Mt 5, 1-12a

 Alegrai-vos e exultai, 
porque será grande a vossa recompensa nos céus”.

15. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
Diác. ou Sac.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
Diác. ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
  Naquele tempo, vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se, e Jesus começou a ensiná-los: “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus. Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e, mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus”.

16. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
Diác. ou Sac.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Diác. ou Sac..: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

17. Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ

18. Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé.

Símbolo dos Apóstolos
Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, 
Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.

ORAÇÃO UNIVERSAL

20. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.

Pres.: Irmãos e irmãs, na solenidade que nos une a todos os Santos, oremos àquele que pode saciar a nossa fome de santidade e de vida, dizendo, alegremente:
Ass.: Santificai, Senhor, vossa Igreja.

1. Pela santa Igreja de Deus, para que no dia da manifestação de Jesus Cristo, surja resplandecente em todos seus membros, rezemos.

2. Pelos bispos, presbíteros e diáconos, para que um dia possam contemplar no Céu aquele que na terra lhes chamou a seu serviço, rezemos.

3. Pelos que governam os destinos das nações, para que Deus lhes dê o dom da sabedoria, da prudência, do desapego e da verdade, rezemos.

4. Pelos que choram e pelos que sofrem perseguição por amar a justiça e a verdade, para que se alegrem com todos os Santos no Céu, rezemos.

5. Pelos que andam cansados e oprimidos, para que sintam a presença de Jesus e nele encontrem descanso, alívio e força, rezemos. 

6. Por todos nós que celebramos esta solenidade, para que Deus nos junte a seus eleitos e um dia nos mostre o rosto de Cristo glorioso, rezemos.

O sacerdote conclui, dizendo:
Pres.: Deus eterno e onipotente, dignai-vos ouvir nossas súplicas e conduzir-nos, através e vosso Espírito, para a bem-aventurança que nos prometeis. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

21. Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

22. Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

CANTO
Opção I

AS ALMAS DOS JUSTOS
ESTÃO NA MÃO DE DEUS,
E NENHUM TORMENTO OS ATINGIRÁ.
AOS OLHOS DOS INSENSATOS 
PARECEM TER MORRIDO
MAS ELES ESTÃO EM PAZ. 
ALELUIA. ALELUIA.

Opção II

A VIDA DOS JUSTOS ESTÁ NAS MÃOS DE DEUS,
TORMENTO NENHUM OS ATINGIRÁ.
AOS OLHOS DOS INSENSATOS PARECEM TER MORRIDO;
MAS ELES ESTÃO EM PAZ, ALELUIA!

1. AOS OLHOS DOS HOMENS PARECEM,
TER SIDO CASTIGADOS.

2. MAS SUA ESPERANÇA É CHEIA,
DE IMORTALIDADE.

23. O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

24. O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

25. Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

26. Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

27. E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

28. Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO

29. Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Senhor, possam agradar-vos as oferendas que apresentamos em honra de todos os santos. Certos de que eles já alcançaram a imortalidade, experimentemos sua solicitude pela nossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

PREFÁCIO
A glória de Jerusalém, nossa mãe

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Vós nos concedei hoje festejar vossa cidade, a Jerusalém do alto, nossa mãe, onde a assembleia de nossos irmãos e irmãs canta eternamente o vosso louvor. Para esta cidade, peregrinos e guiados pela fé, nos apressamos jubilosos, compartilhando a alegria dos membros mais ilustres da Igreja, que nos concedeis como exemplo e auxílio para a nossa fragilidade. Por isso, em união com os anjos e todos os santos nós vos glorificamos, cantando (dizendo) o vosso louvor a uma só voz:

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR, DEUS DO UNIVERSO. 
O CÉU E A TERRA,
PROCLAMAM VOSSA GLÓRIA. 

HOSANA NAS ALTURAS!
SANTO, SANTO, SANTO!

BENDITO, BENDITO O QUE VEM,
EM NOME DO SENHOR! 
BENDITO, BENDITO O QUE VEM,
EM NOME DO SENHOR! 

HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!

Ou, para recitação:
Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA, I
CANON ROMANUM

84. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem os nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis ✠ estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com o nosso Bispo N.*, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
A assembleia aclama:
(Ass.: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!)

85. Memento dos vivos
1C. Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
Une as mãos e reza por alguns momentos em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
A assembleia aclama:
(Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!)

86. "Infra actionem"
2C. Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção.
A assembleia aclama:
(Ass.: Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!)

87. O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
88. Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas, recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
(Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo!)

89. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
— NA VÉSPERA DE SUA PAIXÃO,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
— ELE TOMOU O PÃO,
— EM SUAS SANTAS E VENERÁVEIS MÃOS, 
eleva os olhos,
— ELEVOU OS OLHOS AO CÉU, 
— A VÓS, Ó PAI TODO-PODEROSO,
— PRONUNCIOU A BÊNÇÃO DE AÇÃO DE GRAÇAS,
— PARTIU O PÃO 
— E O DEU A SEUS DISCÍPULOS, DIZENDO:
inclina-se levemente
— TOMAI, TODOS, E COMEI:
— ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

90. Então prossegue:
— DO MESMO MODO,
— NO FIM DA CEIA,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:
— ELE TOMOU ESTE PRECIOSO CÁLICE
— EM SUAS SANTAS E VENERÁVEIS MÃOS,
— PRONUNCIOU NOVAMENTE A BÊNÇÃO DE AÇÃO DE GRAÇAS
— E O DEU A SEUS DISCÍPULOS,
— DIZENDO:
inclina-se levemente
— TOMAI, TODOS, E BEBEI:
— ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE,
— O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA,
— QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS
— E POR TODOS
— PARA REMISSÃO DOS PECADOS.
— FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

91. Em seguida, diz:
— MISTÉRIO DA FÉ!
A assembleia aclama: 
— ANUNCIAMOS, SENHOR, A VOSSA MORTE E PROCLAMAMOS A VOSSA RESSURREIÇÃO. VINDE, SENHOR JESUS. ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Ou, para recitação:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama: 
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa Ressurreição. Vinde Senhor Jesus. Aleluia!

92. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
A assembleia aclama: 
(Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!)

94. Une as mãos, e inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
A assembleia aclama:
(Ass.: O Espírito nos una num só corpo!)

95. Memento dos mortos.
De braços abertos diz:
3C. Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
A assembleia aclama:
(Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!)

96. Bate no peito, dizendo:
4C. E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convício dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e todos os vossos Santos.
Une as mãos:
Por Cristo, nosso Senhor.

97. E prossegue:
Pres.: Por ele não cessais de criar e santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.

114. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
— POR CRISTO, COM CRISTO, E EM CRISTO,
— A VÓS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, 
— NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, 
— TODA HONRA E TODA GLÓRIA, 
— POR TODOS OS SÉCULOS 
— DOS SÉCULOS.
A assembleia aclama: 
 AMÉM!

Ou, para recitação:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama: 
Ass.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

ORAÇÃO DO SENHOR

124. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
— OBEDIENTES À PALAVRA DO SALVADOR
— E FORMADOS POR SEU DIVINO ENSINAMENTO OUSAMOS DIZER:
E todos cantam:
— PAI NOSSO QUE ESTAIS NOS CÉUS, 
— SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME; 
— VENHA A NÓS O VOSSO REINO, 
— SEJA FEITA A VOSSA VONTADE, 
— ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU.
— O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE; 
— PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS, 
— ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO; 
— E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO,
— MAS LIVRAI-NOS DO MAL.

Ou, para recitação:
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

Embolismo
125. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
— LIVRAI-NOS DE TODOS OS MALES, Ó PAI,
— E DAI-NOS HOJE A VOSSA PAZ.
— AJUDADOS PELA VOSSA MISERICÓRDIA,
— SEJAMOS SEMPRE LIVRES DO PECADO
— E PROTEGIDOS DE TODOS OS PERIGOS,
— ENQUANTO AGUARDAMOS A FELIZ ESPERANÇA
— E A VINDA DO NOSSO SALVADOR,
— JESUS CRISTO.
E o povo responde:
— VOSSO É O REINO, O PODER E A GLÓRIA PARA SEMPRE.

Ou recitado:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

126. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.

127. O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

128. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.

129. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.

129. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.

130. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS, 
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, 
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, 
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
DAI-NOS A PAZ.

Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

131. Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

132. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para o banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

Antífona da comunhão
Cf. Mt 5, 8-10
Bem-aventurados os puros no coração, porque verão a Deus. Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.

133. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

134. Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

135. Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.

136. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

CANTO

BEM-AVENTURADOS OS CORAÇÕES PUROS, 
PORQUE ELES VERÃO A DEUS. 
BEM-AVENTURADOS OS QUE CONSTROEM A PAZ, 
PORQUE SERÃO CHAMADOS FILHOS DE DEUS. 
BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO PERSEGUIDOS 
POR CAUSA DA JUSTIÇA, 
PORQUE DELES É O REINO DOS CÉUS.

1. BENDIREI O SENHOR DEUS EM TODO O TEMPO,
SEU LOUVOR ESTARÁ SEMPRE EM MINHA BOCA. 
MINHA ALMA SE GLORIA NO SENHOR;
QUE OUÇAM OS HUMILDES E SE ALEGREM! 

2. COMIGO ENGRANDECEI AO SENHOR DEUS,
EXALTEMOS TODOS JUNTOS O SEU NOME! 
TODAS AS VEZES QUE O BUSQUEI, ELE ME OUVIU,
E DE TODOS OS TEMORES ME LIVROU. 

3. CONTEMPLAI A SUA FACE E ALEGRAI-VOS,
E VOSSO ROSTO NÃO SE CUBRA DE VERGONHA! 
ESTE INFELIZ GRITOU A DEUS, E FOI OUVIDO,
E O SENHOR O LIBERTOU DE TODA ANGÚSTIA. 

4. O ANJO DO SENHOR VEM ACAMPAR,
AO REDOR DOS QUE O TEMEM, E OS SALVA. 
PROVAI E VEDE QUÃO SUAVE É O SENHOR!
FELIZ O HOMEM QUE TEM NELE O SEU REFÚGIO! 

5. RESPEITAI O SENHOR DEUS, SEUS SANTOS TODOS,
PORQUE NADA FALTARÁ AOS QUE O TEMEM.
OS RICOS EMPOBRECEM, PASSAM FOME,
MAS AOS QUE BUSCAM O SENHOR NÃO FALTA NADA.

137. Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou  o acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

138. Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

139. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Ó Deus, nós vos adoramos e admiramos em todos os santos, porque só vós sois o Santo, e imploramos a vossa graça para que, santificados na plenitude do vosso amor, passemos desta mesa de peregrinos ao banquete da pátria celeste. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

RITOS FINAIS

140. Se necessário, fazem-se breves comunicados ao povo.

BÊNÇÃO FINAL
(Todos os Santos e Santas de Deus)

141. Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Deus, glória e exultação dos Santos, que vos deu a graça de tão exímios intercessores, vos abençoe hoje e para sempre.
Ass.: Amém.

Pres.: Libertos por sua intercessão dos males presentes, e estimulados pelo exemplo de suas vidas santas, estejais constantemente a serviço de Deus e dos irmãos.
Ass.: Amém.

Pres.: E assim, com todos eles, vos seja dado gozar a felicidade daquela pátria, no qual a Igreja exulta eternamente pela comunhão gloriosa de seus filhos com os cidadãos do céu.
Ass.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass.: Amém.

144. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
Pres.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.

145. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

CANTO

MÃE DE MISERICÓRDIA!
MÃE DE MISERICÓRDIA!
MÃE DE MISERICÓRDIA, ROGAI POR NÓS!
ROGAI POR NÓS.
ROGAI POR NÓS.
ROGAI POR NÓS.
ROGAI POR NÓS, Ó MÃE!
Ó MÃE DE MISERICÓRDIA!
Ó MÃE DE MISERICÓRDIA!

PARA QUE SEJAMOS SOCORRIDOS.
SOCORRIDOS! SOCORRIDOS!
NO TEMPO OPORTUNO.
SOCORRIDOS! SOCORRIDOS!
NO TEMPO OPORTUNO.
ROGAI POR NÓS.
ROGAI POR NÓS.
ROGAI POR NÓS.
ROGAI POR NÓS, Ó MÃE!
Ó MÃE DE MISERICÓRDIA!
Ó MÃE DE MISERICÓRDIA!
Postagem Anterior Próxima Postagem

نموذج الاتصال