SEMANÁRIO LITÚRGICO
I DOMINGO DO ADVENTO
PRECEITO
Ano A
Cor litúrgica: Roxa
(30/11/2025)
(30/11/2025)
RITOS INICIAIS
ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
CANTO
SENHOR, MEU DEUS, A VÓS ELEVO A MINHA ALMA.
EM VÓS CONFIO: QUE EU NÃO SEJA ENVERGONHADO!
NÃO SE ENVERGONHA QUEM EM VÓS PÕE A ESPERANÇA;
MAS, SIM, QUEM NEGA POR UM NADA SUA FÉ.
1. MOSTRAI-ME, Ó SENHOR, VOSSOS CAMINHOS,
E FAZEI-ME CONHECER A VOSSA ESTRADA!
VOSSA VERDADE ME ORIENTE E ME CONDUZA,
PORQUE SOIS O DEUS DA MINHA SALVAÇÃO.
2. RECORDAI, SENHOR MEU DEUS, VOSSA TERNURA,
E A VOSSA COMPAIXÃO QUE SÃO ETERNAS!
DE MIM LEMBRAI-VOS, PORQUE SOIS MISERICÓRDIA,
E SOIS BONDADE SEM LIMITES, Ó SENHOR!
3. O SENHOR É PIEDADE E RETIDÃO,
E RECONDUZ AO BOM CAMINHO OS PECADORES.
ELE DIRIGE OS HUMILDES NA JUSTIÇA,
E AOS POBRES ELE ENSINA O SEU CAMINHO.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
ANTÍFONA
Nas Missas sem canto, o sacerdote recita a Antífona de Entrada:
cf. Sl 24, 1-3
A vós, meu Deus, elevo a minha alma, e confio em vós. Que eu não seja envergonhado, nem se riam de mim os meus inimigos! Pois não será desiludido quem em vós espera.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
E o povo responde:
Ass.: Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:
A graça e a paz daquele que é, que era e que vem, estejam convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
INÍCIO DO ADVENTO
BÊNÇÃO DA COROA DO ADVENTO
O sacerdote se dirige ao altar e, com a assembleia reunida, faz um breve comentário sobre o sentido da Coroa do Advento, explicando que ela simboliza a espera pela vinda de Cristo, a luz que vem ao mundo. Ele pode dizer algo como:
Irmãos e irmãs, No início do novo ano litúrgico, vamos benzer esta coroa, com que inauguramos o tempo do Advento. As suas luzes lembrar-nos-ão que Cristo é a luz do mundo. A cor verde significa a vida e a esperança. A coroa do Advento é, pois, um símbolo de que a luz e a vida triunfarão sobre as trevas e a morte, porque o Filho de Deus fez-se homem e nos deu a verdadeira vida. Ao acender, semana após semana, os quatro círios, queremos significar a nossa progressiva preparação para receber a luz do Natal. Por isso, hoje, I Domingo do Advento, abençoamos esta coroa e acendemos o seu primeiro círio.
O sacerdote se aproxima da coroa do Advento, que já deve estar preparada, e, com as mãos estendidas sobre ela, faz a oração de bênção:
Senhor Deus, que, ao nos aproximarmos da festa do nascimento de Jesus, nos concedeis a graça de viver este tempo de preparação com corações renovados, abençoai + esta coroa do Advento. Que ela nos ajude a lembrar, durante todas as semanas deste tempo sagrado, que Cristo é a nossa luz e que Ele vem para nos salvar. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Então pode aspergir a coroa do advento.
ACENDIMENTO DA 1ª VELA
Então pode aspergir a coroa do advento. Em seguida, sacerdote ou um ministro designado acende a primeira vela da Coroa do Advento, enquanto o celebrante pode dizer:
Irmãos e irmãs, iniciamos hoje o tempo do Advento, tempo de esperança e de vigilância. Ao acendermos a primeira vela da nossa coroa, recordamos que o Senhor vem ao encontro de seu povo e nos chama a preparar o coração.
Após o acendimento da primeira vela, o sacerdote pode convidar toda a assembleia para rezar juntos a seguinte oração:
Senhor nosso Deus, neste início do Advento acendemos esta primeira vela, sinal da esperança que ilumina o nosso caminho. Despertai em nós o desejo sincero de vos encontrar e a firme confiança em vossas promessas. Que a luz desta chama nos lembre que sois fiel e sempre vindes ao encontro de quem vos espera com coração vigilante. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Em seguida, o sacerdote retorna ao lugar. Pode canta-se um canto apropriado.
NOSSOS OLHOS GANHARÃO
NOVA LUZ.
COM A TUA PRESENÇA
JESUS!
Retorna então ao lugar e a Missa prossegue como de costume.
ATO PENITENCIAL
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos dignos de nos aproximar da mesa do Senhor.
Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Senhor, que vindes visitar vosso povo na paz, tende piedade de nós.
O povo responde:
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que vindes salvar o que estava perdido, tende piedade de nós.
O povo responde:
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que vindes criar um mundo novo, tende piedade de nós.
O povo responde:
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
E o povo responde:
Ass.: Amém.
ORAÇÃO COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Ó Deus todo-poderoso, concedei aos vossos fiéis o ardente desejo de acorrer com boas obras ao encontro do vosso Cristo que vem, para que, colocados à sua direita, mereçam possuir o reino celeste. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
Is 2, 1-5
Vinde, todos da casa de Jacó,
e deixemo-nos guiar pela luz do Senhor..
O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura do Livro do Profeta Isaías
Visão de Isaías, filho de Amós, sobre Judá e Jerusalém. Acontecerá, nos últimos tempos, que o monte da casa do Senhor estará firmemente estabelecido no ponto mais alto das montanhas e dominará as colinas. A ele acorrerão todas as nações, para lá irão numerosos povos e dirão: “Vamos subir ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que ele nos mostre seus caminhos e nos ensine a cumprir seus preceitos”; porque de Sião provém a lei e de Jerusalém, a palavra do Senhor. Ele há de julgar as nações e arguir numerosos povos; estes transformarão suas espadas em arados e suas lanças em foices; não pegarão em armas uns contra os outros e não mais travarão combate. Vinde, todos da casa de Jacó, e deixemo-nos guiar pela luz do Senhor.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
— Que alegria, quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!”
Ass.: — Que alegria, quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!”
— Que alegria, quando ouvi que me disseram: “Vamos à casa do Senhor!”
— E agora nossos pés já se detêm, Jerusalém, em tuas portas
Ass.: — Que alegria, quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!”
— Para lá sobem as tribos de Israel, as tribos do Senhor.
— Para louvar, segundo a lei de Israel, o nome do Senhor. A sede da justiça lá está e o trono de Davi.
Ass.: — Que alegria, quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!”
— Rogai que viva em paz Jerusalém, e em segurança os que te amam!
— Que a paz habite dentro de teus muros, tranquilidade em teus palácios!
Ass.: — Que alegria, quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!”
— Por amor a meus irmãos e meus amigos, peço: “A paz esteja em ti!”
— Pelo amor que tenho à casa do Senhor, eu te desejo todo bem!
Ass.: — Que alegria, quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!”
SEGUNDA LEITURA
Rm 13, 11-14a
A salvação está mais perto de nós.
Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos
Irmãos: Vós sabeis em que tempo estamos, pois já é hora de despertar. Com efeito, agora a salvação está mais perto de nós do que quando abraçamos a fé. A noite já vai adiantada, o dia vem chegando: despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da luz. Procedamos honestamente, como em pleno dia; nada de glutonerias e bebedeiras, nem de orgias sexuais e imoralidades, nem de brigas e rivalidades. Pelo contrário, revesti-vos do Senhor Jesus Cristo.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.
ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA!
VEM MOSTRAR-NOS, Ó SENHOR!
TUA GRANDE COMPAIXÃO!
DÁ-NOS TUA SALVAÇÃO!
Ou, para recitação:
Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade e a vossa salvação nos concedei!
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
Mt 24, 37-44
Por isso, também vós ficai preparados!
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
O povo responde:
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
O povo responde:
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
CREDO
Símbolo dos Apóstolos
Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé.
Creio em Deus Pai todo-poderoso.
E todos prosseguem:
Ass.: Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.
ORAÇÃO UNIVERSAL
Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Irmãos e irmãs caríssimos: peçamos ao Pai, que está nos céus, que as próximas solenidades do Natal tragam luz e esperança ao coração de cada ser humano, dizendo, com confiança:
E todos dizem:
Ass.: Ouvi-nos, Senhor.
1. Pelos pastores e fiéis da santa Igreja, para que vivendo dignamente, como em pleno dia, sejam sinal da vinda próxima do Senhor, rezemos.
2. Pelas nações do mundo inteiro e seus governos, para que, abandonando os caminhos da guerra, convertam as armas em instrumentos de paz, rezemos.
3. Por todas as Igrejas e comunidades cristãs, para que se revistam dos sentimentos de Jesus e apressem a reconciliação tão desejada, rezemos.
4. Pelas crianças e jovens dos grupos de catequese, para que em Cristo, Filho de Deus e de Maria, descubram Aquele que dá sentido às suas vidas, rezemos.
5. Pelos que, nesta comunidade ou em qualquer outra, estão de vela junto aos doentes e aos moribundos, para que o Senhor seja a sua recompensa, rezemos.
(Outras intenções: grandes problemas mundiais; catecúmenos ...).
O sacerdote conclui, dizendo:
S enhor, nosso Deus, não nos deixeis andar sonolentos, no meio das injustiças deste mundo, mas dirigi o nosso coração e o nosso olhar para Aquele que nos vem trazer a paz. Por Cristo, Senhor nosso.
O povo responde:
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
1. EIS O TEMPO DO ADVENTO,
TEMPO DE ESPERANÇA E LUZ,
PROCLAMEMOS, BEM ATENTOS:
VINDE, Ó SENHOR JESUS!
VINDE ENTRE NÓS NASCER!
VINDE ENTRE NÓS MORAR!
VINDE NOS FORTALECER!
VINDE NOS ILUMINAR!
BRILHE SOBRE NÓS A LUZ!
VINDE NOS SALVAR, JESUS!
2. ISAÍAS JÁ DIZIA:
"NOVO TEMPO HÁ DE CHEGAR."
"VEDE, POIS, É VOSSO DEUS,
ELE VEM PRA NOS SALVAR!"
3. JOÃO BATISTA É QUEM NOS DIZ:
"PRÓXIMO ESTÁ O REINO!"
"OS CAMINHOS PREPARAI!"
TRANSPARENTES, "CONVERTEI-VOS!"
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Aceitai, Senhor, os dons que vos oferecemos dentre os bens que nos destes; e os santos mistérios, que nos dais celebrar no tempo, se convertam para nós em prêmio de redenção eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA
PREFÁCIO
As duas vindas de Cristo - I do Advento
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Corações ao alto.
O povo responde:
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Revestidos da nossa fragilidade, ele veio a primeira vez para realizar seu eterno plano de amor e abrir-nos o caminho da salvação. Revestido de sua glória, ele virá uma segunda vez, para conceder-nos em plenitude os dons prometidos que hoje vigilantes esperamos. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes entoamos o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:
Une as mãos e com o povo recita o Santo, Santo, Santo...
CANTO
1. SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR, DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA,
PROCLAMAM VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA NAS ALTURAS!
2. BENDITO, BENDITO O QUE VEM,
EM NOME DO SENHOR!
Ou, para recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA
II
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo.
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão
e, mantendo-o m pouco acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
Ass.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!
Concelebrante 1:
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Pio, com o nosso Bispo N.*, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
A assembleia aclama:
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
Concelebrante 2:
Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
Concelebrante 3:
Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Ass.: Amém.
RITOS DA COMUNHÃO
PAI-NOSSO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
E todos juntos rezam:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
CORDEIRO DE DEUS
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.
CORDEIRO DE DEUS,
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS,
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS,
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ.
Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão:
Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio.
E, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
ANTÍFONA
Nas Missas sem canto, o sacerdote recita a Antífona de Comunhão:
cf. Sl 84, 13
O Senhor nos dará tudo o que é bom, e a nossa terra nos dará suas colheitas.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
CANTO
Opção I
O SENHOR DARÁ A SUA BÊNÇÃO,
E À NOSSA TERRA O SEU FRUTO.
1. Ó SENHOR CONVÉM CANTAR VOSSO LOUVOR
COM HINO EM SIÃO.
É FELIZ QUEM ESCOLHEIS E CONVIDAIS,
PARA MORAR EM VOSSOS ÁTRIOS.
2. SACIAMOS-NOS NOS BENS DE VOSSA CASA
E DO VOSSO TEMPLO SANTO.
VOSSA BONDADE NOS RESPONDE COM PRODÍGIOS
NOSSO DEUS E SALVADOR.
O SENHOR NOS DARÁ TUDO O QUE É BOM,
E A NOSSA TERRA NOS DARÁ SUAS COLHEITAS.
1. FAVORECESTES, Ó SENHOR, A VOSSA TERRA,
LIBERTASTES OS CATIVOS DE JACÓ.
PERDOASTES O PECADO AO VOSSO POVO,
ENCOBRISTES TODA A FALTA COMETIDA; R.
2. RETIRASTES A AMEAÇA QUE FIZESTES,
ACALMASTES O FUROR DE VOSSA IRA.
RENOVAI-NOS, NOSSO DEUS E SALVADOR,
ESQUECEI A VOSSA MÁGOA CONTRA NÓS! R.
3. NÃO VIREIS RESTITUIR A NOSSA VIDA,
PARA QUE EM VÓS SE REJUBILE O VOSSO POVO?
MOSTRAI-NOS, Ó SENHOR, VOSSA BONDADE,
CONCEDEI-NOS TAMBÉM VOSSA SALVAÇÃO! R.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou o acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Fazei frutificar em nós, Senhor, a participação nos vossos mistérios; eles nos levem a amar desde agora os bens do céu e, caminhando entre as coisas que passam, abraçar as que não passam. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Se necessário, fazem-se breves comunicados ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
(Do Advento)
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
Inclinai-vos para receber a bênção.
Em seguida, o sacerdote, estendendo as mãos sobre o povo, profere a bênção:
O Deus onipotente e misericordioso vos santifique com o esplendor do advento do seu Filho, em cuja vinda credes e cuja volta esperais, e derrame sobre vós as suas bênçãos.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Durante esta vida, Deus vos torne firmes na fé, alegres na esperança e solícitos na caridade.
O povo responde:
Ass.: Amém.
E vós, que vos alegrais com fé e devoção pela vinda, segundo a carne, do nosso Redentor, sejais recompensados com o prêmio da vida eterna, quando ele vier de novo na majestade da sua glória.
O povo responde:
Ass.: Amém.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.
ANTÍFONA
Ó MÃE DO REDENTOR,
DO CÉU Ó PORTA,
AO POVO QUE CAIU, SOCORRE E EXORTA;
POIS BUSCA LEVANTAR-SE, VIRGEM PURA,
NASCENDO O CRIADOR DA CRIATURA.
TEM PIEDADE DE NÓS, E OUVE, SUAVE,
O ANJO TE SAUDANDO COM SEU AVE!
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
CANTO
CHAMA VIVA DA MINHA ESPERANÇA,
ESTE CANTO SUBA PARA TI!
SEIO ETERNO DE INFINITA VIDA,
NO CAMINHO EU CONFIO EM TI!
1. TODA A LÍNGUA, POVO E NAÇÃO
TUA LUZ ENCONTRA NA PALAVRA.
OS TEUS FILHOS, FRÁGEIS E DISPERSOS
SE REÚNEM NO TEU FILHO AMADO.
2. DEUS NOS OLHA, TERNO E PACIENTE:
NASCE A AURORA DE UM FUTURO NOVO.
NOVOS CÉUS, TERRA FEITA NOVA:
PASSA OS MUROS, ‘SPIRITO DE VIDA.
Seções:
1º Domingo do Advento
Ano A
Dicastério para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos
I Domingo do Advento
Liturgia
Semanário Litúrgico
Tempo do Advento