Liturgia | Semanário Litúrgico | Solenidade da Instituição da Santa Igreja Católica no Habblet Hotel no seu 15º Aniversário


SEMANÁRIO LITÚRGICO
INSTITUIÇÃO DA IGREJA CATÓLICA NO HABBLET HOTEL, 
INSTALAÇÃO DA CÁTEDRA DE PEDRO E DO BISPADO DE ROMA
SOLENIDADE



Ano C
Cor litúrgica: Branca
(26/11/2025)

RITOS INICIAIS

ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

CANTO

CHAMA VIVA DA MINHA ESPERANÇA,
ESTE CANTO SUBA PARA TI!
SEIO ETERNO DE INFINITA VIDA,
NO CAMINHO, EU CONFIO EM TI!

1. TODA A LÍNGUA, POVO E NAÇÃO,
    TUA LUZ ENCONTRA NA PALAVRA,
    OS TEUS FILHOS, FRÁGEIS E DISPERSOS,
    SE REÚNEM NO TEU FILHO AMADO.

2. DEUS NOS OLHA, TERNO E PACIENTE,
    NASCE A AURORA DE UM FUTURO NOVO,
    NOVOS CÉUS, TERRA FEITA NOVA,
    PASSA OS MUROS, SPÍRITO DE VIDA.

3. ERGUE OS OLHOS, MOVE-TE COM O VENTO,
    NÃO TE ATRASES: CHEGA DEUS NO TEMPO,
    JESUS CRISTO POR TI SE FEZ HOMEM,
    AOS MILHARES SEGUEM O CAMINHO.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

ANTÍFONA

Nas Missas sem canto, o sacerdote recita a Antífona de Entrada:
cf. Ap 1,5-6
A Jesus, que nos ama, que por seu sangue nos libertou dos  nossos pecados e que fez de nós um reino, sacerdotes para seu Deus e Pai, a ele a glória e poder, em eternidade. Amém.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
E o povo responde:
Ass.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:
O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ASPERSÃO

Depois da saudação, o sacerdote, de pé junto à cadeira, voltado para o povo, tendo diante de si o recipiente com a água que vai ser abençoada, convida o povo a rezar, com estas palavras ou outras semelhantes:
Meus irmãos e minhas irmãs, invoquemos o Senhor nosso Deus, para que abençoe esta água que vai ser aspergida sobre nós, recordando o nosso Batismo. Que ele se digne ajudar-nos, para permanecermos fiéis ao Espírito que recebemos.

E, após um momento de silêncio, prossegue de mãos unidas ou estendidas sobre a água:
Deus eterno e todo-poderoso, pela água, fonte de vida e princípio de purificação, quisestes lavar-nos do pecado e dar-nos o prêmio da vida eterna. Neste dia que vos é consagrado, nós vos pedimos que vos digneis abençoar  esta água, para que ela seja sinal da vossa proteção. Renovai em nós a fonte viva da vossa graça, e libertai-nos por ela de todo mal do espírito e do corpo, para que possamos nos aproximar de vós com o coração puro e receber dignamente a vossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor.
E o povo responde:
Ass.: Amém.

Tomando então o aspersório, o sacerdote asperge a si mesmo, os ministros, em seguida o clero e o povo, percorrendo a igreja, se for oportuno.


1. EU VI, EU VI, VI FOI ÁGUA A MANAR
    DO LADO DIREITO DO TEMPLO A JORRAR:

AMÉM, AMÉM, AMÉM, ALELUIA!
AMÉM, AMÉM, AMÉM, ALELUIA!
AMÉM, AMÉM, AMÉM, ALELUIA!
AMÉM, AMÉM, AMÉM, ALELUIA!

2. E QUANTOS FORAM POR ELE BANHADOS
    CANTARAM O CANTO DOS QUE FORAM SALVOS:

3. LOUVAI, LOUVAI E CANTAI AO SENHOR
    PORQUE ELE É BOM E SEM FIM, SEU AMOR:

Retornando à cadeira e terminado o canto, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz, de mãos unidas:
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
E o povo responde:
Ass.: Amém.

Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade.

Senhor, tende piedade de nós.
O povo responde:
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Cristo, tende piedade de nós.
O povo responde:
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.

Senhor, tende piedade de nós.
O povo responde:
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

HINO DE LOUVOR

Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino:

CANTO

GLÓRIA IN EXCÉLSIS DEO ET IN TERRA 
PAX HOMÍNIBUS BONÆ VOLUNTATIS, 
BONÆ VOLUNTATIS.

1. NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, 
    NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS, 
    NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA. 
    SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO. 
    SENHOR, FILHO UNIGÊNITO, JESUS CRISTO.

2. SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI. 
    VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
    TENDE PIEDADE DE NÓS. 
    VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
    ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA. 
    VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
    TENDE PIEDADE DE NÓS.

3. SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS, O SENHOR, 
    SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO, 
    COM O ESPÍRITO SANTO, 
    NA GLÓRIA DE DEUS PAI, 
    NA GLÓRIA DE DEUS PAI. 
    AMÉM.

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
— Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Ó Deus, em cada uma das Igrejas que peregrinam pela terra, manifestais a vossa Igreja una, santa, católica e apostólica. Concedei benigno à vossa família permanecer unida ao seu pastor, e, pelo Evangelho e pela Eucaristia, ser congregada no Espírito Santo de tal modo que expresse dignamente a universalidade do vosso povo, e se torne no mundo sinal  e instrumento da presença de Cristo. Ele, que é Deus, e convosco vive  e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.


LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
2 Cr 5, 6-10, 13  –  6, 2

Construí uma casa para vossa morada, 
um lugar onde habitareis para sempre.

O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados. 

Leitura do Segundo Livro das Crónicas

Naqueles dias, o rei Salomão e toda a comunidade de Israel, reunida junto dele, diante da arca da aliança, ofereceram em sacrifício carneiros e bois, em tal quantidade que não se podiam contar nem calcular. Os sacerdotes colocaram a arca da aliança do Senhor no seu lugar, na parte interior do Santuário, ou Santo dos Santos, sob as asas dos querubins. Os querubins estendiam as suas asas sobre o lugar da arca e cobriam  a arca e os seus varais. Os varais eram tão compridos que as suas extremidades se podiam ver do Santuário; mas não se podiam ver de fora. Aí têm estado até ao dia de hoje. Na arca não havia nada, além das duas tábuas de pedra, que Moisés aí tinha colocado, no monte Horeb, quando o Senhor concluiu a aliança com os filhos de Israel, à sua saída do Egipto. Os tocadores de trombeta e os cantores, em plena harmonia, louvavam e glorificavam o Senhor. Ao som de trombetas, címbalos e outros instrumentos de música, entoavam todos em altas vozes o louvor do Senhor, dizendo: ''Porque Ele é bom, porque é eterna a sua misericórdia''. Nesse momento, o templo do Senhor encheu-se de uma nuvem tão espessa, que os sacerdotes não puderam continuar as suas funções: a glória do Senhor enchia o templo de Deus. Então Salomão disse: ''Senhor, Vós prometestes habitar na escuridão da nuvem e eu construí uma casa para vossa morada, um lugar onde habitareis para sempre''.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

— Quão amável, ó Senhor, é vossa casa!
Ass.: — Quão amável, ó Senhor, é vossa casa!

— Minha alma desfalece de saudades e anseia pelos átrios do Senhor!
— Meu coração e minha carne rejubilam e exultam de alegria no Deus vivo!
Ass.: — Quão amável, ó Senhor, é vossa casa!

— Mesmo o pardal encontra abrigo em vossa casa, e a andorinha ali prepara o seu ninho, 
 Para nele seus filhotes colocar: vossos altares, ó Senhor Deus do universo! 
 Vossos altares, ó meu Rei e meu Senhor! 
Ass.: — Quão amável, ó Senhor, é vossa casa!

— Felizes os que habitam vossa casa; para sempre haverão de vos louvar!
 Felizes os que em vós têm sua força, e se decidem a partir quais peregrinos!
Ass.: — Quão amável, ó Senhor, é vossa casa!

— O Senhor Deus é como um sol, é um escudo, e largamente distribui a graça e a glória.
 O Senhor nunca recusa bem algum àqueles que caminham na justiça.
Ass.: — Quão amável, ó Senhor, é vossa casa!

SEGUNDA LEITURA
1Cor 3, 9c-11. 16-17

  Sois santuário de Deus.

Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios

Irmãos, vós sois lavoura de Deus, construção de Deus. Segundo a graça que Deus me deu, eu coloquei - como experiente mestre de obra - o alicerce, sobre o qual outros se põem a construir. Mas cada qual veja bem como está construindo. De fato, ninguém pode colocar outro alicerce diferente do que está aí, já colocado: Jesus Cristo. Acaso não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus mora em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá, pois o santuário de Deus é santo, e vós sois esse santuário.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.

CANTO

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

ESTA CASA EU ESCOLHI E SANTIFIQUEI, 
PARA NELA ESTAR MEU NOME PARA SEMPRE.

Ou, para recitação:
Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Esta casa eu escolhi e santifiquei, para nela estar meu nome para sempre.

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
Mt 16,13-19

 Tu és Pedro; sobre esta pedra edificarei a minha Igreja

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.:  O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
O povo responde:
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
  Naquele tempo: Jesus foi à região de Cesaréia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; Outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz de ti, Simão, filho de Jonas, porque não foram a carne e o sangue que to revelaram, mas sim meu Pai que está nos Céus. Também Eu te digo: Tu és Pedro; sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Dar-te-ei as chaves do reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos Céus”.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.:  Palavra da Salvação.
O povo responde:
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

CREDO
Símbolo dos Apóstolos

Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé.
Creio em Deus Pai todo-poderoso.
E todos prosseguem:
Ass.:  Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, 
Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.

ORAÇÃO UNIVERSAL

Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Irmãos e irmãs caríssimos: reunidos como templo vivo do Senhor, edificados sobre Cristo, fundamento seguro, elevemos ao Pai as nossas preces confiantes, dizendo em um só coração:
E todos dizem:
Ass.: Santificai, Senhor, a vossa Igreja. 

1. Pela Santa Igreja, fundada sobre a rocha firme que é Cristo, para que, guiada pelo Papa Pio, continue a anunciar com fidelidade o Evangelho ao mundo inteiro, rezemos ao Senhor.

2. Pelo Apostolado Católico no Habblet Hotel, que hoje celebra 15 anos de missão, para que, à semelhança de Salomão ao consagrar o Templo, saiba reconhecer sempre a presença amorosa de Deus no seu meio, rezemos ao Senhor.

3. Por todos os membros, colaboradores e jovens deste Apostolado, para que permaneçam unidos como pedras vivas do templo de Deus, preservando a santidade que Ele lhes confiou, rezemos ao Senhor.

4. Pelos que procuram a verdade, a fé e um sentido para a vida, para que, encontrando Jesus, reconheçam n’Ele o Filho do Deus vivo, como Pedro professou em Cesareia, rezemos ao Senhor.

5. Pelos que sofrem, pelos doentes, pelos que vivem solidão, desânimo ou dificuldades espirituais e materiais, para que o Senhor os fortaleça e lhes revele a sua presença consoladora, rezemos ao Senhor. 

6. Pelos membros falecidos deste Apostolado e por todos os que partiram desta vida, para que sejam acolhidos na plenitude do templo eterno do Céu, rezemos ao Senhor.

7. Por cada um de nós aqui reunidos, para que o Espírito Santo nos ajude a cuidar do templo que somos, vivendo com alegria a fé que recebemos e testemunhando-a no Habblet e na vida real, rezemos ao Senhor.

O sacerdote conclui, dizendo:
Deus eterno e santo, que habitais no meio do vosso povo e o tornais vosso templo vivo, acolhei as súplicas que confiantes vos apresentamos e fazei frutificar em nós a obra que iniciastes há 15 anos. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
BEM FUNDADA ESTÁ A CASA DO SENHOR 
SOBRE A FIRME ROCHA.
SOBRE A FIRME ROCHA.

1. Ó SENHOR, DE CORAÇÃO EU VOS DOU GRAÇAS,
    PORQUE OUVISTES AS PALAVRAS DOS MEUS LÁBIOS!

2. PERANTE OS VOSSOS ANJOS VOU CANTAR-VOS
    E ANTE O VOSSO TEMPLO VOU PROSTRAR-ME.

3. EU AGRADEÇO VOSSO AMOR, VOSSA VERDADE,
    PORQUE FIZESTES MUITO MAIS QUE PROMETESTES.

4. NAQUELE DIA EM QUE GRITEI, VÓS ME ESCUTASTES,
    E AUMENTASTES O VIGOR DA MINHA ALMA.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Ao celebrar o memorial do imenso amor do vosso Filho, rogamos humildemente, Senhor, que, pelo ministério da vossa Igreja, o fruto da obra redentora sirva para a salvação do mundo inteiro. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA

PREFÁCIO
O Mistério da Igreja, esposa de Cristo e templo do Espírito Santo

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Corações ao alto.
O povo responde:
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pois pelo sangue do vosso Filho e pela força do Espírito, quisestes congregar de novo os filhos dispersos pelo pecado, para que a Igreja, povo reunido na unidade da Trindade, seja reconhecida como corpo de Cristo e templo do Espírito Santo, para o louvor da vossa imensa sabedoria. Por isso, unidos aos coros dos Anjos,  nós vos louvamos e cantamos alegres a uma só voz:

Une as mãos e com o povo recita o Santo, Santo, Santo...

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR, DEUS DO UNIVERSO. 
O CÉU E A TERRA,
PROCLAMAM VOSSA GLÓRIA. 

HOSANA, HOSANA,
HOSANA  NAS ALTURAS!

BENDITO, BENDITO O QUE VEM,
EM NOME DO SENHOR! 
EM NOME DO SENHOR! 

HOSANA, HOSANA,
HOSANA  NAS ALTURAS!

Ou, para recitação:
Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA
III

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e ✠ o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.

110. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão
e, mantendo-o m pouco acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Mistério da fé!
A assembleia aclama: 
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo. Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

Concelebrante 1:
Que o mesmo Espírito faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, São Carlo Acutis, e todos os Santos, que não cessam de intercer por nós na vossa presença.

Concelebrante 2:
Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Pio, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

Concelebrante 3:
Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama: 
Ass.: Amém.

RITOS DA COMUNHÃO

PAI-NOSSO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
E todos juntos rezam:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.

CORDEIRO DE DEUS
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

1. CORDEIRO DE DEUS, 
    QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
    TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
    TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.

2. CORDEIRO DE DEUS, 
    QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
    TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
    TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.

3. CORDEIRO DE DEUS, 
    QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
    DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ. 
    DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ. 
    A PAZ, A PAZ, A PAZ!

Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão:
Felizes os convidados para o banquete nupcial do Cordeiro. 
E, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

ANTÍFONA

Nas Missas sem canto, o sacerdote recita a Antífona de Comunhão:
cf. Ap 3,20
Eis que estou à porta e bato, diz o Senhor; se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

CANTO

VENHAM, VENHAM TODOS 
PARA A CEIA DO SENHOR!
CASA ILUMINADA
MESA PREPARADA
COM PAZ E AMOR
PORTA SEMPRE ABERTA
PAI AMIGO, 
AGUARDANDO, ACOLHEDOR
VEM DO ALTO, POR MARIA
ESTE PÃO QUE VAI NOS DAR
PÃO DOS ANJOS, QUEM DIRIA!
NOS FARÁ RESSUSCITAR!

1. CANTA A IGREJA: O SACRIFÍCIO
    QUE, NA CRUZ, FOI SEU INÍCIO!
    E, ANTES, JESUS QUIS ENTREGAR
    CORPO E SANGUE EM ALIMENTO
    PRECIOSO TESTAMENTO!
    COMO NÃO NOS ALEGRAR?!

2. PARA A FONTE EUCARISTIA
    VAI SEDENTA A ROMARIA
    VOLTA EM MISSÃO DE TRANSFORMAR
    CADA UM E TODO O POVO
    CONSTRUINDO UM MUNDO NOVO
    COMO NÃO NOS ALEGRAR?!

3. FAZEI ISTO, FOI A ORDEM
    MORTE E VIDA NOS RECORDEM
    PROVA DE AMOR É PARTILHAR!
    HÁ MAIOR FELICIDADE
    NO SERVIÇO E NA HUMILDADE
    COMO NÃO NOS ALEGRAR?!

4. COM A SOLIDARIEDADE
    RENOVAR A SOCIEDADE
    PELA JUSTIÇA E PAZ LUTAR
    VENDO O PÃO EM CADA MESA
    VIDA HUMANA COM NOBREZA
    COMO NÃO NOS ALEGRAR?!

5. PÃO É CARNE VERDADEIRA
    VINHO É SANGUE DA VIDEIRA!
    POSSA TAL FÉ SE APROFUNDAR!
    SE O MISTÉRIO É INCOMPREENSÍVEL
    NOSSA FÉ DIZ QUE É POSSÍVEL
    COMO NÃO NOS ALEGRAR?!

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou  o acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.

CANTO

O TEMPLO DE DEUS É SANTO,
O TEMPLO DE DEUS É SANTO.
E VÓS, SOIS ESSE TEMPLO!
E VÓS SOIS ESSE TEMPLO!

1. NÃO SABEIS QUE SOIS TEMPLOS DE DEUS?
    E QUE O ESPÍRITO DE DEUS HABITA EM VÓS?

2. AS COISAS PRESENTES E FUTURAS, TUDO É VOSSO.
    MAS VÓS SOIS DE CRISTO, E CRISTO É DE DEUS!

DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Floresçam, Senhor, nesta vossa Igreja, e perdurem até o fim, a  integridade da fé, a santidade dos costumes, o amor fraterno e a piedade autêntica; e não deixeis de conduzir com vossa proteção esta Igreja que sempre alimentais com a vossa Palavra e o Corpo do vosso Filho. Que vive e reina pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.

Se necessário, fazem-se breves comunicados ao povo.

BÊNÇÃO FINAL
(Dedicação ou Aniversário de uma Igreja)

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote pode fazer o convite com estas ou outras palavras: 
Inclinai-vos para receber a bênção. 

Em seguida, o sacerdote, estendendo as mãos sobre o povo, profere a bênção:
Deus, o Senhor do Céu e da terra, que hoje vos reuniu para o aniversário da instituição da sua igreja vos conceda copiosas bênçãos do céu.
O povo responde:
Ass.: Amém.

Deus que, em seu Filho, quis congregar todos os filhos dispersos, faça de vós seu templo e morada do Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.

E assim, na felicidade de serdes purificados, possais ser o templo em que Deus habita, e possuir, com todos os santos, a herança da felicidade eterna.
O povo responde:
Ass.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo dizendo:
E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
O povo responde:
Ass.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. 

CANTO

SALVE RAINHA MÃE DE DEUS,
ÉS SENHORA NOSSA MÃE, NOSSA DOÇURA,
NOSSA LUZ, DOCE VIRGEM MARIA.
NÓS A TI CLAMAMOS, FILHOS EXILADOS,
NÓS A TI VOLTAMOS NOSSO OLHAR CONFIANTE.
VOLTA PARA NÓS, OH MÃE,
TEU SEMBLANTE DE AMOR.
DÁ-NOS TEU JESUS, OH MÃE,
QUANDO A NOITE PASSAR.
SALVE RAINHA MÃE DE DEUS,
ÉS AUXILIO DOS CRISTÃOS,
OH MÃE CLEMENTE, MÃE PIEDOSA,
DOCE VIRGEM MARIA

Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

CANTO

1. DEUS INFINITO NÓS TE LOUVAMOS,
    E NOS SUBMETEMOS AO TEU PODER.
    AS CRIATURAS NO SEU MISTÉRIO MOSTRAM,
    A GRANDEZA DE QUEM LHES DEU O SER.
    TODOS OS POVOS SONHAM,
    E VIVEM NESTA ESPERANÇA,
    DE ENCONTRAR A PAZ.
    SUAS HISTÓRIAS TODAS APONTAM,
    PARA O MESMO RUMO, ONDE TU ESTÁS!

SANTO, SANTO, SANTO!
SANTO, SANTO, SANTO!
TODO PODEROSO É O NOSSO DEUS!

2. SENHOR JESUS CRISTO, NÓS TE LOUVAMOS,
    E TE AGRADECEMOS TEU IMENSO AMOR.
    TEU NASCIMENTO, TEU SOFRIMENTO,
    TROUXE VIDA NOVA, ONDE EXISTE A DOR.
    NÓS TE ADORAMOS E ACREDITAMOS,
    QUE ÉS O FILHO SANTO DO NOSSO CRIADOR.
    E PROFESSAMOS TUA VERDADE,
    QUE NA HUMANIDADE PLANTOU TAMANHO AMOR!

3. DEUS INFINITO, TEU SANTO ESPÍRITO,
    RENOVA O MUNDO SEM JAMAIS CESSAR.
    NOSSA ESPERANÇA, NOSSOS PROJETOS,
    SÓ SE REALIZAM QUANDO ELE FALAR.
    TODO PODEROSO, SOMOS O TEU POVO,
    QUE NA ESPERANÇA VIVE A CAMINHAR.
    DÁ QUE SEJAMOS TEU POVO SANTO,
    QUE FARÁ DO MUNDO TEU TRONO E TEU ALTAR.
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