Semanário Litúrgico | Comemoração de todos os Fiéis Defuntos


SEMANÁRIO LITÚRGICO
COMEMORAÇÃO DOS FIÉIS DEFUNTOS

ANO C
Cor Litúrgica: Roxo ou Preto
02/11/2025

RITOS INICIAIS

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

CANTO

1. A VIDA PRA QUEM ACREDITA, 
NÃO É PASSAGEIRA ILUSÃO.
E A MORTE SE TORNA BENDITA, 
PORQUE É NOSSA LIBERTAÇÃO.

NÓS CREMOS NA VIDA ETERNA,
E NA FELIZ RESSURREIÇÃO.
QUANDO DE VOLTA À CASA PATERNA, 
COM O PAI OS FILHOS SE ENCONTRARÃO.

2. NO CÉU NÃO HAVERÁ TRISTEZA, 
DOENÇA, NEM SOMBRA DE DOR. 
E O PRÊMIO DA FÉ É A CERTEZA 
DE VIVER FELIZ COM O SENHOR.

3. O CRISTO SERÁ, NESTE DIA,
A LUZ QUE HÁ DE EM TODOS BRILHAR. 
A ELE IMORTAL MELODIA
OS ELEITOS HÃO DE ENTOAR. 

Antífona da entrada
Se Jesus morreu e ressuscitou de modo semelhante Deus trará de volta, com Cristo, os que através dele entraram no sono da morte. Como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos reviverão. (1Ts 4, 14; 1Cor 15, 22)
Ou
Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno e brilhe para eles a vossa luz. (Cf. 4 Esd 2, 34. 35)
Ou
Deus, que ressuscitou Jesus dentre os mortos, dará vida também aos nossos corpos mortais, pelo seu Espírito que habita em nós. (Cf. Rm 8, 11)

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:
Pres.: A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo, para que tenha piedade de nós, pecadores.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Tende compaixão de nós, Senhor.
Ass.: Porque somos pecadores.

Pres.: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
Ass.: E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.

4. Seguem as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Ou, faça-se cantado:

CANTO

KYRIE ELEISON.
KYRIE ELEISON.

CHRISTE ELEISON.
CHRISTE ELEISON.

KYRIE ELEISON.
KYRIE ELEISON.

ORAÇÃO COLETA

De mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere uma das seguintes orações Coletas.
Senhor, escutai benigno as nossas preces, para que, ao reafirmar nossa fé no vosso Filho ressuscitado dos mortos, também se fortaleça a nossa esperança na futura ressurreição de vossos servos e servas. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ou:
Ó Deus, glória dos fiéis e vida dos justos, que nos remistes pela morte e ressurreição do vosso Filho, concedei benigno aos nossos irmãos e irmãs defuntos que, tendo acreditado no mistério da nossa ressurreição, mereçam alcançar as alegrias da bem-aventurança eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ou:
Ó Deus, pela vitória sobre a morte, fizestes vosso Filho unigênito subir ao céu, concedei aos vossos fiéis defuntos que, libertos desta vida mortal, possam contemplar-vos para sempre como seu criador e redentor. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
Gn 15,5-12.17-18

Eu sei que o meu redentor está vivo.

O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados. 

Leitura do Livro de Jó

ó tomou a palavra e disse: “Gostaria que minhas palavras fossem escritas e gravadas numa inscrição com ponteiro de ferro e com chumbo, cravadas na rocha para sempre! Eu sei que o meu redentor está vivo e que, por último, se levantará sobre o pó; e depois que tiverem destruído esta minha pele, na minha carne, verei a Deus. Eu mesmo o verei, meus olhos o contemplarão, e não os olhos de outros”

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

— O Senhor é o pastor que me conduz, não me falta coisa alguma.
Ass.: O Senhor é o pastor que me conduz, não me falta coisa alguma.

— O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma. Pelos prados e campinas verdejantes ele me leva a descansar.
Ass.: O Senhor é o pastor que me conduz, não me falta coisa alguma.

— Para as águas repousantes me encaminha, e restaura as minhas forças. Ele me guia no caminho mais seguro, pela honra do seu nome. 
Ass.: O Senhor é o pastor que me conduz, não me falta coisa alguma.

— Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei. Estais comigo com bastão e com cajado, eles me dão a segurança!
Ass.: O Senhor é o pastor que me conduz, não me falta coisa alguma.

— Preparais à minha frente uma mesa, bem à vista do inimigo; com óleo vós ungis minha cabeça, e o meu cálice transborda.
Ass.: O Senhor é o pastor que me conduz, não me falta coisa alguma.

— Felicidade e todo bem hão de seguir-me, por toda a minha vida; e, na casa do Senhor, habitarei pelos tempos infinitos.
Ass.: O Senhor é o pastor que me conduz, não me falta coisa alguma.

SEGUNDA LEITURA
1Cor 15, 20-24a. 25-28

O último inimigo a ser destruído é a morte.

Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios

Irmãos: Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram. Com efeito, por um homem veio a morte e é também por um homem que vem a ressurreição dos mortos. Como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos reviverão. Porém, cada qual segundo uma ordem determinada: em primeiro lugar, Cristo, como primícias; depois, os que pertencem a Cristo, por ocasião da sua vinda. A seguir, será o fim, quando ele entregar a realeza a Deus-Pai. Pois é preciso que ele reine até que todos os seus inimigos estejam debaixo de seus pés. O último inimigo a ser destruído é a morte. Com efeito, “Deus pôs tudo debaixo de seus pés”. Mas, quando ele disser: “Tudo está submetido”, é claro que estará excluído dessa submissão aquele que submeteu tudo a Cristo. E, quando todas as coisas estiverem submetidas a ele, então o próprio Filho se submeterá àquele que lhe submeteu todas as coisas, para que Deus seja tudo em todos.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

É ESTA A VONTADE DE QUEM ME ENVIOU: 
QUE EU NÃO PERCA NENHUM DOS QUE ELE ME DEU, 
MAS QUE EU OS RESSUSCITE NO ÚLTIMO DIA.

14. Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
 Lc 12, 35-40

Vós também, ficai preparados! 

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: Que vossos rins estejam cingidos e as lâmpadas acesas. Sede como homens que estão esperando seu senhor voltar de uma festa de casamento, para lhe abrir, imediatamente, a porta, logo que ele chegar e bater. Felizes os empregados que o senhor encontrar acordados quando chegar. Em verdade eu vos digo: Ele mesmo vai cingir-se, fazê-los sentar-se à mesa e, passando, os servirá. E caso ele chegue à meia-noite ou às três da madrugada, felizes serão, se assim os encontrar! Mas ficai certos: se o dono da casa soubesse a hora em que o ladrão iria chegar, não deixaria que arrombasse a sua casa. Vós também, ficai preparados! Porque o Filho do Homem vai chegar na hora em que menos o esperardes”.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ

Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé.
Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, 
Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.

ORAÇÃO UNIVERSAL

Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.

Pres.: Irmãos e irmãs: rezemos ao Senhor da vida e da morte, pedindo que conceda o descanso eterno a todos os fiéis defuntos e a paz aos que os choram com saudade, dizendo, com humildade:
Ass.: Senhor dos vivos e dos mortos, ouvi-nos.

1. Pelas Igrejas cristãs de um extremo ao outro da terra, para que ajudem os seus fiéis a apreciar com sabedoria as coisas invisíveis e eternas, rezemos.

2. Pelos bispos, presbíteros e diáconos, que exerceram o seu ministério no meio de nós, para que Deus seja a sua glória e o seu prémio, rezemos.

3. Por todos os fiéis que acreditaram no Evangelho, para que, na manifestação de Cristo Redentor, possam contemplar a Deus face a face, rezemos.

4. Pelos que choram a morte de um ente querido, esposa, marido, filho ou amigo, para que sejam consolados pela promessa da imortalidade, rezemos.

5. Por aqueles que já participaram do nosso apostolado virtual e morreram sem o conforto da oração cristã, para que o Senhor os acolha na sua misericórdia, rezemos.

O sacerdote conclui, dizendo:
Pres.: Deus todo-poderoso e eterno, que criastes o homem à vossa imagem e semelhança, dai luz e paz da vossa presença àqueles que já partiram deste mundo e concedei a consolação da futura imortalidade aos pequeninos a quem revelastes vossos mistérios. Por Cristo, Senhor nosso.
Ass.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

CANTO

QUEM NOS SEPARARÁ?
QUEM VAI NOS SEPARAR?
DO AMOR DE CRISTO,
QUEM NOS SEPARARÁ?
SE ELE É POR NÓS, QUEM SERÁ, 
QUEM SERÁ CONTRA NÓS?
QUEM VAI NOS SEPARAR DO AMOR DE CRISTO?
QUEM SERÁ?

1. NEM A ESPADA OU PERIGO,
NEM OS ERROS DO MEU IRMÃO.
NENHUMA DAS CRIATURAS,
NEM A CONDENAÇÃO.

2. NEM A VIDA, NEM A MORTE,
A TRISTEZA OU A AFLIÇÃO.
NEM O PASSADO, NEM O PRESENTE,
O FUTURO, NEM OPRESSÃO.

3. NEM AS ALTURAS, NEM OS ABISMOS,
NEM TÃO POUCO A PERSEGUIÇÃO.
NEM A ANGÚSTIA, A DOR, A FOME,
NEM A TRIBULAÇÃO.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Senhor, acolhei com bondade as nossas oferendas para que vossos fiéis defuntos sejam recebidos na glória com vosso Filho, a quem nos unimos neste grande sacramento do amor.Ele, que vive e reina pelos séculos dos séculos.
Ou:
Ó Deus onipotente e misericordioso, por este sacrifício, lavai no sangue de Cristo os pecados dos vossos filhos; e não cesseis de purificar, com a indulgência do vosso amor, aqueles que banhastes nas águas batismais. Por Cristo, nosso Senhor.
Ou:
Senhor, aceitai, benigno, a oblação que vos oferecemos em favor de todos os vossos filhos e filhas que adormeceram em Cristo, para que, libertos dos laços da morte, por este incomparável sacrifício, mereçam a vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.

PREFÁCIO DOS DEFUNTOS, I
(A esperança da ressurreição em Cristo )

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na Verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nele brilha para nós a esperança da feliz ressurreição; e se a certeza da morte entristece, conforta-nos a promessa da futura imortalidade. Senhor, para os que creem em vós, a vida não é tirada, mas transformada e, desfeita esta morada terrestre, nos é dada uma habitação eterna no céu. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes, entoamos o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:
CANTO

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS,
DOMINUS DEO SABAOTH
PLENI SUNT CAELI E TERRA GLORIA TUA.
HOSSANA IN EXCELSIS.

BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI.
HOSSANA IN EXCELSIS.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
A assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo.

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão
e, mantendo-o m pouco acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama: 
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo. 
A assembleia aclama: 
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!

Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
A assembleia aclama: 
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

1C. Que o mesmo Espírito faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
A assembleia aclama: 
Ass.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C. Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
A assembleia aclama: 
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C. Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama: 
Ass.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Somos chamados filhos de Deus e realmente o somos, por isso, podemos rezar confiantes:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.

130. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

CANTO

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCATA MUNDI:
MISERERE NOBIS!

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCATA MUNDI:
MISERERE NOBIS!

AGNUS DEI QUI TOLLIS PECCATA MUNDI:
DONA NOBIS PACEM!

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

Antífona da comunhão
Eu sou a ressurreição e a vida, diz o Senhor. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais. (Jo 11, 25-26)
Ou:
A luz eterna brilhe para eles, no convívio dos vossos santos, porque sois bom, ó Senhor. (Cf. 4 Esd 2, 35. 34)
Ou:
Aguardamos como salvador o Senhor Jesus Cristo. Ele transformará o nosso corpo, humilhado, tornando-o semelhante ao seu corpo glorioso. (Fl 3, 20-21)

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

CANTO

1. EU SOU O PÃO DA VIDA,
O QUE VEM A MIM NÃO TERÁ FOME, 
O QUE CRÊ EM MIM NÃO TERÁ SEDE, 
NINGUÉM VEM A MIM
SE MEU PAI NÃO O ATRAIR.

EU O RESSUSCITAREI,
EU O RESSUSCITAREI,
EU O RESSUSCITAREI NO DIA FINAL!

2. EU SOU O PÃO DA VIDA,
QUE SE PROVA E NÃO SE SENTE FOME. 
O QUE SEMPRE BEBER DO MEU SANGUE, 
VIVERÁ EM MIM
E TERÁ VIDA ETERNA.

3. O PÃO QUE EU DAREI
É MEU CORPO, VIDA PARA O MUNDO,
O QUE SEMPRE COMER DA MINHA CARNE, 
VIVERÁ EM MIM
COMO EU VIVO NO PAI.

4. SIM, MEU SENHOR, EU CREIO 
QUE VIESTE AO MUNDO A REMI-LO. 
QUE TU ÉS O FILHO DE DEUS
E QUE ESTÁS AQUI,
ALIMENTANDO NOSSAS VIDAS. 

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou  o acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Concedei, Senhor, nós vos pedimos, que os vossos fiéis defuntos, pelos quais celebramos este sacramento pascal, cheguem à vossa morada de luz e de paz. Por Cristo, nosso Senhor.
Ou:
Alimentados pelo sacramento do vosso Filho, que por nós foi imolado e ressuscitou glorioso, suplicantes vos pedimos, Senhor, em favor dos vossos fiéis defuntos, a fim de que, purificados pelos mistérios pascais, alcancem a glória da ressurreição futura. Por Cristo, nosso Senhor.
Ou:
Senhor, que acolhestes o sacrifício que celebramos, derramai a abundância da vossa misericórdia sobre os vossos fiéis defuntos, e concedei a plenitude da alegria eterna aos que agraciastes com o dom do Batismo. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.

RITOS FINAIS

Se necessário, fazem-se breves comunicados ao povo.

BÊNÇÃO FINAL

Em seguida, faz-se a despedida. 

O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, faz o convite:
Diác. ou Pres.: Inclinai-vos para receber a bênção.

Em seguida, reza-se a oração:
Pres.: Deus, criador e Pai, que na ressurreição do seu Filho deu aos que creem a esperança na ressurreição, derrame sobre vós a sua bênção.
Ass.: Amém.

Pres.: Cristo, que nos redimiu por sua cruz, vos renove em seu amor e conceda aos que morreram a luz e a paz.
Ass.: Amém.

Pres.: O Espírito Consolador conceda gozar a felicidade prometida a vós que esperais a vinda gloriosa do Senhor.
Ass.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

CANTO

1. ESPERO TER A DITA, NO CÉU, NA PÁTRIA SANTA,
DE VER A MÃE BENDITA, QUE A TODA TERRA ENCANTA.

NO CÉU, NO CÉU, NO CÉU, 
ESPERO VER MARIA.

2. NA PÁTRIA GLORIOSA, DOS ANJOS NA HARMONIA,
MINHA ALMA JUBILOSA, CONTEMPLARÁ MARIA.

3. QUE PAZ E QUE DOÇURA, NO DERRADEIRO DIA,
CONTAR COM A VENTURA, DE ESTAR JUNTO A MARIA.

4. DE SUA MÃO CLEMENTE, QUE É MINHA DOCE GUIA,
COROA REFULGENTE, OH! ME DARÁ MARIA.
Postagem Anterior Próxima Postagem

نموذج الاتصال