Liturgia | Semanário Litúrgico | Sagrada Família de Nazaré, Jesus, Maria e José


SEMANÁRIO LITÚRGICO
SAGRADA FAMÍLIA DE NAZARÉ,
JESUS, MARIA E JOSÉ
FESTA / PRECEITO

Ano A
Cor litúrgica: Branca
(28/12/2025)

RITOS INICIAIS

ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

CANTO

DEUS HABITA EM SEU TEMPLO SANTO, 
REÚNE SEUS FILHOS EM SUA CASA;
É ELE QUE DÁ FORÇA E PODER A SEU POVO. 

1. EIS QUE DEUS SE PÕE DE PÉ, E OS INIMIGOS SE DISPERSAM!
    FOGEM LONGE DE SUA FACE OS QUE ODEIAM O SENHOR.

2. EM SEU TEMPLO ELE É ADMIRÁVEL E A SEU POVO DÁ PODER.
    BENDITO SEJA O SENHOR DEUS, AGORA E SEMPRE. AMÉM, AMÉM!

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

ANTÍFONA

Nas Missas sem canto, o sacerdote recita a Antífona de Entrada:
cf. Lc 2, 16
Os pastores foram às pressas e encontraram Maria e José e o recém-nascido deitado na manjedoura.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
E o povo responde:
Ass.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: A graça e a paz daquele que é, que era e que vem, estejam convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

Ⓑ Se for Bispo, diz a seguinte saudação:
Bispo: A paz esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL

O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente dos santos mistérios.

Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Pres.: Senhor, Filho de Deus, que nascendo da Virgem Maria, vos fizestes nosso irmão, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Cristo, Filho do Homem, que conheceis e compreendeis nossa fraqueza, tende piedade de nós
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, Filho primogênito do Pai, que fazeis de nós uma só família, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
E o povo responde:
Ass.: Amém.
GLÓRIA

Em seguida, canta-se ou recita-se o hino. Tocam-se os sinos, segundo costume o local.

Para canto:
GLÓRIA,  GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA,  GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

1. GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
    E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS,
    SENHOR DEUS REI DOS CÉU,
    DEUS PAI TODO PODEROSO,
    NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
    NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS, 
    NÓS VOS DAMOS GRAÇAS,
    POR VOSSA IMENSA GLÓRIA!

2. SENHOR JESUS CRISTO FILHO UNIGÊNITO,
    SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI,
    VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
    TENDE PIEDADE DE NÓS,
    VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
    ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA,
    VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
    TENDE PIEDADE DE NÓS.

3. SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS O SENHOR,
    SÓ VÓS O ALTÍSSIMO JESUS CRISTO,
    COM O ESPÍRITO SANTO,
    NA GLÓRIA DE DEUS PAI, AMÉM!

Ou para recitação:
Pres.: Glória a Deus nas alturas…
Ass.: E paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso. Nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Pres.: Ó Deus, que nos destes os luminosos exemplos da Sagrada Família, concedei que, imitando-a em suas virtudes familiares e em seu espírito de caridade, possamos gozar um dia dos prêmios eternos nas alegrias da vossa casa. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
Eclo 3, 3-7. 14-17a

Deus honra o pai nos filhos 
e confirma, sobre eles, a autoridade da mãe.

O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados. 

Leitura do Livro do Profeta Isaías

Deus honra o pai nos filhos e confirma, sobre eles, a autoridade da mãe. Quem honra o seu pai, alcança o perdão dos pecados; evita cometê-los e será ouvido na oração quotidiana. Quem respeita a sua mãe é como alguém que ajunta tesouros. Quem honra o seu pai, terá alegria com seus próprios filhos; e, no dia em que orar, será atendido. Quem respeita o seu pai, terá vida longa, e quem obedece ao pai é o consolo da sua mãe. Meu filho, ampara o teu pai na velhice e não lhe causes desgosto enquanto ele vive. Mesmo que ele esteja perdendo a lucidez, procura ser compreensivo para com ele; não o humilhes, em nenhum dos dias de sua vida: a caridade feita a teu pai não será esquecida, mas servirá para reparar os teus pecados e, na justiça, será para tua edificação.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

 — Felizes os que temem o Senhor e trilham seus caminhos!
Ass.: — Felizes os que temem o Senhor e trilham seus caminhos!

— Feliz és tu se temes o Senhor e trilhas seus caminhos!
— Do trabalho de tuas mãos hás de viver, serás feliz, tudo irá bem!
Ass.: — Felizes os que temem o Senhor e trilham seus caminhos!

— A tua esposa é uma videira bem fecunda no coração da tua casa;  
— os teus filhos são rebentos de oliveira ao redor de tua mesa.
Ass.: — Felizes os que temem o Senhor e trilham seus caminhos!

— Será assim abençoado todo homem que teme o Senhor. 
— O Senhor te abençoe de Sião, cada dia de tua vida.
Ass.: — Felizes os que temem o Senhor e trilham seus caminhos!

SEGUNDA LEITURA
Cl 3, 12-21

 Que a paz de Cristo reine em vossos corações.

Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.

Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses

Irmãos: Vós sois amados por Deus, sois os seus santos eleitos. Por isso, revesti-vos de sincera misericórdia, bondade, humildade, mansidão e paciência, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos mutuamente, se um tiver queixa contra o outro. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai vós também. Mas, sobretudo, amai-vos uns aos outros, pois o amor é o vínculo da perfeição. Que a paz de Cristo reine em vossos corações, à qual fostes chamados como membros de um só corpo. E sede agradecidos. Que a palavra de Cristo, com toda a sua riqueza, habite em vós. Ensinai e admoestai-vos uns aos outros com toda a sabedoria. Do fundo dos vossos corações, cantai a Deus salmos, hinos e cânticos espirituais, em ação de graças. Tudo o que fizerdes, em palavras ou obras, seja feito em nome do Senhor Jesus Cristo. Por meio dele dai graças a Deus, o Pai. Esposas, sede solícitas para com vossos maridos, como convém, no Senhor. Maridos, amai vossas esposas e não sejais grosseiros com elas. Filhos, obedecei em tudo aos vossos pais, pois isso é bom e correto no Senhor. Pais, não intimideis os vossos filhos, para que eles não desanimem.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

DESPONTOU O SANTO DIA PARA NÓS: 
Ó NAÇÕES, VINDE ADORAR O SENHOR DEUS, 
PORQUE HOJE GRANDE LUZ BRILHOU NA TERRA!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
Mt 2, 13-15. 19-23

José levantou-se, pegou o menino e sua mãe, 
e entrou na terra de Israel.. 

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: — O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℣.: — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
O povo responde:
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
Depois que os magos partiram, o Anjo do Senhor apareceu em sonho a José e lhe disse: “Levanta-te, pega o menino e sua mãe e foge para o Egito! Fica lá até que eu te avise! Porque Herodes vai procurar o menino para matá-lo”. José levantou-se de noite, pegou o menino e sua mãe, e partiu para o Egito. Ali ficou até a morte de Herodes, para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta: “Do Egito chamei o meu Filho”. Quando Herodes morreu, o anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito, e lhe disse: “Levanta-te, pega o menino e sua mãe, e volta para a terra de Israel; pois aqueles que procuravam matar o menino já estão mortos”. José levantou-se, pegou o menino e sua mãe, e entrou na terra de Israel. Mas, quando soube que Arquelau reinava na Judeia, no lugar de seu pai Herodes, teve medo de ir para lá. Por isso, depois de receber um aviso em sonho, José retirou-se para a região da Galileia, e foi morar numa cidade chamada Nazaré. Isso aconteceu para se cumprir o que foi dito pelos profetas: “Ele será chamado Nazareno”.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.:  — Palavra da Salvação.
O povo responde:
Ass.: — Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

CREDO
Símbolo niceno-constantinopolitano

Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé.
Pres.:  Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso.
E todos prosseguem:
Ass.: Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus
Às palavras seguintes, até e se fez homem, todos se ajoelham
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só Batismo para a remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

ORAÇÃO UNIVERSAL

Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: Irmãos e irmãs: Em união com a Família de Nazaré, elevemos ao Pai celeste as nossas orações para que proteja todas as famílias do mundo, dizendo, com alegria:
E todos dizem:
Ass.: — Renovai, Senhor, todas as famílias.

1. Para que, na Igreja, cresça o clima de família, de paz, de mansidão e de bondade, que Jesus experimentou na Casa de Nazaré, rezemos.

2. Para que em toda a parte se respeite a instituição familiar, na sua natureza e dignidade, rezemos.

3. Para que em todas as famílias do mundo os seus membros saibam perdoar-se mutuamente, se algum tiver razões de queixa contra outro, rezemos.

4. Para que a luz de Cristo ilumine os casais novos, reanime os que arrefeceram no amor e brilhe como o sol sobre os que se amam, rezemos.

5. Para que todos os lares da nossa Paróquia sejam escolas onde se aprenda a imitar a família de Jesus, de Maria e de José, rezemos.
(Outras intenções…)

O sacerdote conclui, dizendo:
Pres.: Pai de misericórdia, escutai as orações desta família paroquial e renovai, em cada lar, o ambiente de abertura à vossa voz, de acção de graças, de louvor e de compreensão, que se vivia na Família de Nazaré. Por Cristo, Senhor nosso.
O povo responde:
Ass.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

SOBE A JERUSALÉM, 
VIRGEM OFERENTE SEM IGUAL.
VAI APRESENTA AO PAI TEU MENINO: 
LUZ QUE CHEGOU NO NATAL.
E, JUNTO À SUA CRUZ, 
QUANDO DEUS MORRER FICA DE PÉ.
SIM, ELE TE SALVOU, 
MAS O OFERECESTE POR NÓS COM TODA A FÉ.

NÓS VAMOS RENOVAR 
ESTE SACRIFÍCIO DE JESUS:
MORTE E RESSURREIÇÃO; 
VIDA QUE BROTOU DE SUA OFERTA NA CRUZ.
MÃE, VEM NOS ENSINAR 
A FAZER DA VIDA UMA OBLAÇÃO:
CULTO AGRADÁVEL A DEUS 
É FAZER A OFERTA DO PRÓPRIO CORAÇÃO.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Senhor, nós vos oferecemos este sacrifício de reconciliação, e vos suplicamos, pela intercessão da Virgem Mãe de Deus e de São José, que firmeis nossas famílias na vossa graça, conservando-as na vossa paz. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA

PREFÁCIO
 Natal III - Intercâmbio no Mistério da Encarnação do Verbo


Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: — O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: — Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: — Corações ao alto.
O povo responde:
Ass.: — O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: — Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
Ass.: — É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
— Na verdade, é digno e justo, 
— é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, 
— Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, nosso Senhor. 
— Por ele, resplandece hoje o admirável intercâmbio que nos dá vida nova em plenitude. 
— Enquanto vosso Filho assume nossa fraqueza, 
— a natureza humana recebe uma incomparável dignidade: 
— ao tornar-se um de nós, ele nos torna eternos. 
— Por isso, unidos aos coros angélicos, 
— nós vos louvamos e, com alegria, cantamos,
— a uma só voz:

Une as mãos e com o povo recita o Santo, Santo, Santo...

CANTO

Para canto:

1. SANTO, SANTO, SANTO,
    SENHOR, DEUS DO UNIVERSO. 
    SANTO, SANTO, SANTO,
    SENHOR, DEUS DO UNIVERSO. 
    O CÉU E A TERRA,
    PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. 

HOSANA, HOSANA, 
HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, 
HOSANA NAS ALTURAS!

2. BENDITO, BENDITO O QUE VEM,
    EM NOME DO SENHOR!
    EM NOME DO SENHOR!

Ou, para recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.:Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e ✠ o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
A assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo.


O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.:  Na véspera de sua paixão,
toma o pão, e, mantendo-o m pouco elevado acima do altar, prossegue:
 ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,
eleva os olhos
 elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, 
 pronunciou a bênção de ação de graças, 
 partiu o pão e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.:  Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
 ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, 
 pronunciou novamente a bênção de ação de graças 
 e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.:  Mistério da fé!
A assembleia aclama: 
Ass.:  Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
A assembleia aclama: 
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
A assembleia aclama: 
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!

1C. Que o mesmo Espírito faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, e todos os Santos, que não cessam de intercer por nós na vossa presença.
A assembleia aclama: 
Ass.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C. Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Pio e o nosso Bispo N.*, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
A assembleia aclama: 
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C. Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

DOXOLOGIA

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Para canto:
 Por Cristo, 
 com Cristo, 
 e em Cristo, 
 a vós, Deus Pai todo-poderoso, 
 na unidade do Espírito Santo, 
 toda honra e toda glória, 
 por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama: 
Ass.:  Amém.

Ou, para recitação:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama: 
Ass.: Amém.

RITOS DA COMUNHÃO

PAI-NOSSO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
— Obedientes à Palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
E todos juntos cantam:
— Pai nosso que estais nos céus, 
— santificado seja o vosso nome; 
— venha a nós o vosso reino, 
— seja feita a vossa vontade, 
— assim na terra como no céu. 
— O pão nosso de cada dia nos dai hoje; 
— perdoai-nos as nossas ofensas, 
— assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; 
— e não nos deixeis cair em tentação, 
— mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
 Livrai-nos de todos os males, ó Pai, 
 e dai-nos hoje a vossa paz. 
 Ajudados pela vossa misericórdia, 
 sejamos sempre livres do pecado 
 e protegidos de todos os perigos, 
 enquanto aguardamos a feliz esperança 
 e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: — Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

RITO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.

CORDEIRO DE DEUS

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

1. CORDEIRO DE DEUS, 
    QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
    TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
    TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.

2. CORDEIRO DE DEUS, 
    QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
    TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
    TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.

3. CORDEIRO DE DEUS, 
    QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
    DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ.
    DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ.
    A PAZ!

Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

CANTO

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão:
Pres.:  Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu; se alguém come deste Pão, viverá eternamente.
E, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.:  Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.:  Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, 
 mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

ANTÍFONA

Nas Missas sem canto, o sacerdote recita a Antífona de Comunhão:
cf. Br 3, 38
Nosso Deus foi visto na terra e com os homens conviveu.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

CANTO

FILHO, POR QUE AGISTE ASSIM CONOSCO?
TEU PAI E EU ANDÁVAMOS, ANGUSTIADOS, À TUA PROCURA!
POR QUE ME PROCURÁVEIS?
NÃO SABÍEIS QUE EU DEVO ESTAR NAQUILO QUE É DE MEU PAI? 

1. O SENHOR É MINHA LUZ E SALVAÇÃO;
DE QUEM EU TEREI MEDO?

2. AO SENHOR EU PEÇO APENAS UMA COISA,
E É SÓ ISTO QUE EU DESEJO:
HABITAR NO SANTUÁRIO DO SENHOR
POR TODA A MINHA VIDA;
SABOREAR A SUAVIDADE DO SENHOR
E CONTEMPLÁ-LO NO SEU TEMPLO.

3. POIS UM ABRIGO ME DARÁ SOB O SEU TETO,
NOS DIAS DA DESGRAÇA;
NO INTERIOR DE SUA TENDA HÁ DE ESCONDER-ME,
E PROTEGER-ME SOBRE A ROCHA.

4. MEU CORAÇÃO FALA CONVOSCO CONFIANTE,
E OS MEUS OLHOS VOS PROCURAM.
SENHOR, É VOSSA FACE QUE EU PROCURO;
NÃO ME ESCONDAIS A VOSSA FACE!

5. SEI QUE A BONDADE DO SENHOR EU HEI DE VER,
NA TERRA DOS VIVENTES.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou  o acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Pres.: Concedei-nos, ó Pai de clemência, que, refeitos com o vosso sacramento, imitemos continuamente a Sagrada Família e, após as dificuldades desta vida, possamos conviver eternamente com ela no céu. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.

BÊNÇÃO DAS FAMÍLIAS

Ⓑ Ficará a critério do celebrante e se as normas pastorais o permitirem.

Estendendo as mãos sobre as famílias, diz:
Pres.: Nós vos bendizemos, Senhor nosso Deus, pois quisestes que o vosso Filho feito homem participasse da família humana e crescesse em estreita intimidade familiar, para conhecer as aflições e provar as alegrias de uma família. Senhor, nós vos rogamos humildemente por esta família; protegei-a e guardai-a, para que, confortada com o dom de vossa graça, goze prosperidade, paz e harmonia, e dê no mundo testemunho de vossa glória, comportando-se como verdadeira Igreja doméstica. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

Se for oportuno, o ministro asperge água benta sobre a família reunida, nada dizendo.

Se necessário, fazem-se breves comunicados ao povo.

BÊNÇÃO FINAL
(Natal)

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote pode fazer o convite com estas ou outras palavras: 
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção. 

Em seguida, o sacerdote, estendendo as mãos sobre o povo, profere a bênção:
Pres.: O Deus de infinita bondade, que pela encarnação do seu Filho, dissipou as trevas do mundo e, com seu glorioso nascimento, inundou de luz esta noite santíssima, expulse dos vossos corações as trevas dos vícios e vos ilumine com a luz das virtudes.
O povo responde:
Ass.: Amém.

Pres.: Aquele que anunciou aos pastores pelo anjo a grande alegria do nascimento do Salvador, faça transbordar de alegria vossos corações e vos torne mensageiros do seu Evangelho.
O povo responde:
Ass.: Amém.

Pres.: Aquele que, pela encarnação de seu Filho, uniu a terra ao céu, vos cumule com os dons da sua paz e da sua benevolência e vos torne participantes da Igreja celeste.
O povo responde:
Ass.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
O povo responde:
Ass.: Amém.

CANTO

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
℣.:  Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass.:  Graças a Deus.

Feita a reverência, retiram-se para a sacristia.

CANTO
1. Ó NOITE SANTA DE ESTRELAS FULGURANTES,
    Ó LINDA NOITE EM QUE CRISTO NASCEU.
    ESTAVA O MUNDO PECADOR ERRANTE,
    ATÉ QUE CRISTO À TERRA APARECEU.
    AS ALMAS GOZAM NOVA ESPERANÇA,
    EM CLARA AURORA, NOVA LUZ SE ERGUEU!
 
POVOS AJOELHAI, OUVI A VOZ DOS ANJOS
Ó NOITE DIVINA EM BELÉM JESUS NASCEU,
Ó SANTA NOITE, EIS JESUS NASCEU!
 
2. COM CORAÇÕES ALEGRES NOS CURVAMOS,
    AQUI NO BERÇO DE CRISTO JESUS.
    MAGOS TAMBÉM DO ORIENTE AQUI CHEGARAM,
    GUIADOS POR UMA ESTRELA DE LUZ.
    O GRANDE REI NASCIDO POBREMENTE,
    ETERNO AMIGO VAI SE REVELAR.
 
NOSSA FRAQUEZA O CRISTO BEM CONHECE
Ó EIS AQUI VOSSO REI VINDE ADORAR,
Ó EIS O REI DOS REIS, VINDE AJOELHAR
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