SEMANÁRIO LITÚRGICO
NATAL DO SENHOR
MISSA DO DIA
PRECEITO
Ano A
Cor litúrgica: Branca
(25/12/2025)
(25/12/2025)
Notas Litúrgicas para este dia:
1. A Missa deve ser celebrada entre as 08h00 do dia 25/12 e as 00h do dia 26/12, seguindo as normas pastorais do Habblet Hotel.
RITOS INICIAIS
ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
CANTO
Opção I
1. VINDE, CRISTÃOS, VINDE À PORFIA,
HINOS CANTEMOS DE LOUVOR,
HINOS DE PAZ E DE ALEGRIA,
HINOS DOS ANJOS DO SENHOR:
GLÓRIA IN EXCELSIS DEO!
GLÓRIA IN EXCELSIS DEO!
2. FOI NESTA NOITE VENTUROSA,
DO NASCIMENTO DO SENHOR.
QUE ANJOS DE VOZ HARMONIOSA,
DERAM A DEUS O SEU LOUVOR:
3. VINDE JUNTAR-VOS AOS PASTORES,
VINDE COM ELES A BELÉM,
VINDE CORRENDO PRESSUROSOS,
O SALVADOR ENFIM NOS VEM:
Opção II
1. ALEGREM-SE OS CÉUS E A TERRA,
CANTEMOS COM ALEGRIA:JÁ NASCEU O DEUS MENINO
FILHO DA VIRGEM MARIA!
2. ENTRAI, PASTORES, ENTRAI.
POR ESSE PORTAL SAGRADO.
VINDE ADORAR O MENINO,
NUMAS PALHINHAS DEITADO.
3. ENTRAI, PASTORES, ENTRAI.
POR ESSE PORTAL ADENTRO.
VINDE ADORAR O MENINO,
VINDE ADORAR O MENINO,
NO SEU SANTO NASCIMENTO.
4. Ó MEU QUERIDO MENINO,
Ó MEU LINDO AMOR PERFEITO!
SE TENDES FRIO, OH VINDE!
CHORAI AQUI NO MEU PEITO.
SE TENDES FRIO, OH VINDE!
CHORAI AQUI NO MEU PEITO.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
ANTÍFONA
Nas Missas sem canto, o sacerdote recita a Antífona de Entrada:
cf. Is 9, 5
Nasceu para nós um menino, foi nos dado um filho; ele traz aos ombros a marca da realeza; o nome que lhe foi dado é: Conselheiro admirável.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
E o povo responde:
Ass.: Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: A graça e a paz daquele que é, que era e que vem, estejam convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
Ⓑ Se for Bispo, diz a seguinte saudação:
Bispo: A paz esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
ATO PENITENCIAL
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente dos santos mistérios.
Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Pres.: Senhor, Filho de Deus, que nascendo da Virgem Maria, vos fizestes nosso irmão, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, Filho do Homem, que conheceis e compreendeis nossa fraqueza, tende piedade de nós
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, Filho primogênito do Pai, que fazeis de nós uma só família, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
E o povo responde:
Ass.: Amém.
GLÓRIA
Em seguida, canta-se ou recita-se o hino. Tocam-se os sinos, segundo costume o local.
Para canto:
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
1. GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS,
SENHOR DEUS REI DOS CÉU,
DEUS PAI TODO PODEROSO,
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS,
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA!
2. SENHOR JESUS CRISTO FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI,
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS,
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA,
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
3. SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO JESUS CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO,
NA GLÓRIA DE DEUS PAI, AMÉM!
Ou para recitação:
Pres.: Glória a Deus nas alturas…
Ass.: E paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso. Nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
ORAÇÃO COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Pres.: Ó Deus, que admiravelmente criastes o ser humano e mais admiravelmente restabelecestes a sua dignidade, dai-nos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos do séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
Is 9, 1-6
Todos os confins da terra hão de ver
a salvação que vem do nosso Deus.
O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura do Livro do Profeta Isaías
Como são belos, andando sobre os montes, os pés de quem anuncia e prega a paz, de quem anuncia o bem e prega a salvação, e diz a Sião: “Reina teu Deus!” Ouve-se a voz de teus vigias, eles levantam a voz, estão exultantes de alegria, sabem que verão com os próprios olhos o Senhor voltar a Sião. Alegrai-vos e exultai ao mesmo tempo, ó ruínas de Jerusalém, o Senhor consolou seu povo e resgatou Jerusalém. O Senhor desnudou seu santo braço aos olhos de todas as nações; todos os confins da terra hão de ver a salvação que vem do nosso Deus.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
— Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus.
Ass.: — Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus.
— Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios!
— Sua mão e o seu braço forte e santo alcançaram-lhe a vitória.
Ass.: — Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus.
— O Senhor fez conhecer a salvação, e às nações, sua justiça;
— recordou o seu amor sempre fiel pela casa de Israel.
Ass.: — Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus.
— Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus.
— Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, alegrai-vos e exultai!
Ass.: — Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus.
— Cantai salmos ao Senhor ao som da harpa e da cítara suave!
— Aclamai, com os clarins e as trombetas, ao Senhor, o nosso Rei!
Ass.: — Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus.
SEGUNDA LEITURA
Hb 1, 1-6
Tu és o meu Filho, eu hoje te gerei?
Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.
Leitura da Carta aos Hebreus
Muitas vezes e de muitos modos falou Deus outrora aos nossos pais, pelos profetas; nestes dias, que são os últimos, ele nos falou por meio do Filho, a quem ele constituiu herdeiro de todas as coisas e pelo qual também ele criou o universo. Este é o esplendor da glória do Pai, a expressão do seu ser. Ele sustenta o universo com o poder de sua palavra. Tendo feito a purificação dos pecados, ele sentou-se à direita da majestade divina, nas alturas. Ele foi colocado tanto acima dos anjos quanto o nome que ele herdou supera o nome deles. De fato, a qual dos anjos Deus disse alguma vez: “Tu és o meu Filho, eu hoje te gerei?” Ou ainda: “Eu serei para ele um Pai e ele será para mim um filho?” Mas, quando faz entrar o Primogênito no mundo, Deus diz: “Todos os anjos devem adorá-lo!”
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
DESPONTOU O SANTO DIA PARA NÓS:
Ó NAÇÕES, VINDE ADORAR O SENHOR DEUS,
PORQUE HOJE GRANDE LUZ BRILHOU NA TERRA!
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
Jo 1, 1-18
E a Palavra se fez carne e habitou entre nós.
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: — O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℣.: — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
O povo responde:
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
— No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus; e a Palavra era Deus.
— No princípio estava ela com Deus. Tudo foi feito por ela, e sem ela nada se fez de tudo que foi feito.
— Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens.
— E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la.
— Surgiu um homem enviado por Deus; seu nome era João.
— Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele.
— Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz: daquele que era a luz de verdade, que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano.
— A Palavra estava no mundo - e o mundo foi feito por meio dela - mas o mundo não quis conhecê-la.
— Veio para o que era seu, e os seus não a acolheram.
— Mas, a todos que a receberam, deu-lhes capacidade de se tornarem filhos de Deus, isto é, aos que acreditam em seu nome,
— Pois estes não nasceram do sangue nem da vontade da carne nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo.
— E a Palavra se fez carne e habitou entre nós.
— E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como Filho unigênito,
— cheio de graça e de verdade. Dele, João dá testemunho, clamando:
— “Este é aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim”.
— De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça.
— Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo.
— A Deus, ninguém jamais viu.
— Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: — Palavra da Salvação.
O povo responde:
Ass.: — Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
CREDO
Símbolo niceno-constantinopolitano
Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé.
Pres.: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso.
E todos prosseguem:
Ass.: Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus
Às palavras seguintes, até e se fez homem, todos se ajoelham
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só Batismo para a remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
ORAÇÃO UNIVERSAL
Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: Irmãos e irmãs: Neste dia de festa tão solene, contemplemos o Menino que nasceu e apresentemos-Lhe as nossas orações, cantando, com alegria
E todos dizem:
Ass.: — Mostrai-nos, Senhor, vosso amor!
1. Pelo Papa Pio, pelos bispos, presbíteros, diáconos e fiéis, para que contemplem no Menino de Belém Aquele que fez de nós filhos de Deus, oremos.
2. Pelos que fazem as leis ou as aprovam, para que aprendam à luz deste Natal a defender e a promover a vida humana, oremos.
3. Pelas crianças que perderam os seus pais, para que encontrem a seu lado quem as ame e lhes fale do Menino e do Natal, oremos.
4. Pelos que neste dia estão tristes e sozinhos, para que reconheçam em Jesus, o Salvador, e O adorem como verdadeiro Deus, oremos.
5. Pelas famílias da nossa comunidade (paroquial), para que sejam mensageiras de Jesus Menino, que nasceu de Maria, a Virgem Mãe, oremos.
(Outras intenções…)
O sacerdote conclui, dizendo:
Pres.: S enhor Jesus, que fostes enviado ao mundo para lhe trazer a luz do Céu, acolhei as nossas súplicas pelos homens de quem Vos fizestes irmão. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
CANTO
O CÉU SE REJUBILE E EXULTE A TERRA,
NA PRESENÇA DO SENHOR,
POIS ELE VEM, POIS ELE VEM, POIS ELE VEM!
1. CANTAI AO SENHOR DEUS UM CANTO NOVO,
CANTAI AO SENHOR DEUS,Ó TERRA INTEIRA!
2. CANTAI E BENDIZEI SEU SANTO NOME!
DIA APÓS DIA ANUNCIAI SUA SALVAÇÃO.
3. MANIFESTAI A SUA GLÓRIA ENTRE AS NAÇÕES,
E ENTRE OS POVOS DO UNIVERSO SEUS PRODÍGIOS!
4. OFERECEI UM SACRIFÍCIO NOS SEUS ÁTRIOS,
ADORAI-O NO ESPLENDOR DA SANTIDADE.
5. GOVERNARÁ O MUNDO TODO COM JUSTIÇA,
E OS POVOS JULGARÁ COM LEALDADE.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Sejam de vosso agrado, Senhor, as oferendas da festa de hoje, que nos trazem a perfeita reconciliação e a plenitude do culto divino. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA
PREFÁCIO
Natal I - Cristo, Luz
Com canto
Tonus Sollemnis
Tonus Sollemnis
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: — O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: — Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: — Corações ao alto.
O povo responde:
Ass.: — O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: — Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
Ass.: — É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
— Na verdade, é digno e justo,
— é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar,
— Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso.
— No mistério da encarnação de vosso Filho,
— nova luz da vossa glória brilhou para nós.
— E, reconhecendo a Jesus como Deus visível a nossos olhos,
— aprendemos a amar nele a divindade que não vemos.
— Por isso, com os Anjos e Arcanjos,
— os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes,
— entoamos o hino da vossa glória,
— cantando a uma só voz:
Une as mãos e com o povo recita o Santo, Santo, Santo...
CANTO
Para canto:
1. SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR, DEUS DO UNIVERSO.
SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR, DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA,
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA, HOSANA,
HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA,
HOSANA NAS ALTURAS!
2. BENDITO, BENDITO O QUE VEM,
EM NOME DO SENHOR!
EM NOME DO SENHOR!
CANON ROMANO
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem os nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis ✠ estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com o vosso servo o Papa Pio, o nosso Bispo N.*, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
Ass.: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!
Memento dos vivos
1C. Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
Une as mãos e reza por alguns momentos em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
A assembleia aclama:
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
"Infra actionem"
2C. Em comunhão com toda a Igreja, celebrarmos o dia santíssimo em que Maria, intacta em sua virgindade, deu à luz o Salvador do mundo. Veneramos em primeiro lugar a memória da mesma Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
A assembleia aclama:
Ass.: Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!
O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: — Na véspera de sua paixão,
toma o pão, e, mantendo-o m pouco elevado acima do altar, prossegue:
— ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,
eleva os olhos
— elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso,
— pronunciou a bênção de ação de graças,
— partiu o pão e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Pres.: — Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
— ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos,
— pronunciou novamente a bênção de ação de graças
— e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: — Mistério da fé!
A assembleia aclama:
Ass.: — Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
A assembleia aclama:
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Une as mãos, e inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
A assembleia aclama:
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!
Memento dos mortos.
De braços abertos diz:
3C. Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
A assembleia aclama:
Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
Bate no peito, dizendo:
4C. E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convício dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e todos os vossos Santos.
Une as mãos:
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Pres.: Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.
DOXOLOGIA
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Para canto:
— Por Cristo,
— com Cristo,
— e em Cristo,
— a vós, Deus Pai todo-poderoso,
— na unidade do Espírito Santo,
— toda honra e toda glória,
— por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Ass.: — Amém.
Ou, para recitação:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Ass.: Amém.
RITOS DA COMUNHÃO
PAI-NOSSO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
— Obedientes à Palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
E todos juntos cantam:
— Pai nosso que estais nos céus,
— santificado seja o vosso nome;
— venha a nós o vosso reino,
— seja feita a vossa vontade,
— assim na terra como no céu.
— O pão nosso de cada dia nos dai hoje;
— perdoai-nos as nossas ofensas,
— assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido;
— e não nos deixeis cair em tentação,
— mas livrai-nos do mal.
EMBOLISMO
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
— Livrai-nos de todos os males, ó Pai,
— e dai-nos hoje a vossa paz.
— Ajudados pela vossa misericórdia,
— sejamos sempre livres do pecado
— e protegidos de todos os perigos,
— enquanto aguardamos a feliz esperança
— e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: — Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
RITO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.
CORDEIRO DE DEUS
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.
1. CORDEIRO DE DEUS,
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
2. CORDEIRO DE DEUS,
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
3. CORDEIRO DE DEUS,
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ.
DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ.
A PAZ!
Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.
CANTO
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão:
Pres.: — Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu; se alguém come deste Pão, viverá eternamente.
E, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: — Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: — Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada,
— mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
ANTÍFONA
Nas Missas sem canto, o sacerdote recita a Antífona de Comunhão:
cf. Sl 97, 3
Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
CANTO
O VERBO SE FEZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS;
E VIMOS SUA GLÓRIA IGUAL À DE DEUS PAI.
E VIMOS SUS GLÓRIA IGUAL À DE DEUS PAI.
1. O SENHOR FEZ CONHECER A SALVAÇÃO,
E ÀS NAÇÕES, SUA JUSTIÇA;
RECORDOU O SEU AMOR SEMPRE FIEL
PELA CASA DE ISRAEL.
2. OS CONFINS DO UNIVERSO CONTEMPLARAM
A SALVAÇÃO DO NOSSO DEUS.
ACLAMAI O SENHOR DEUS, Ó TERRA INTEIRA,
ALEGRAI-VOS E EXULTAI!
3. CANTAI SALMOS AO SENHOR AO SOM DA HARPA
E DA CÍTARA SUAVE!
ACLAMAI COM OS CLARINS E AS TROMBETAS
AO SENHOR, O NOSSO REI!
4. APLAUDA O MAR COM TODO SER QUE NELE VIVE,
O MUNDO INTEIRO E TODA GENTE!
AS MONTANHAS E OS RIOS BATAM PALMAS
E EXULTEM DE ALEGRIA.
5. NA PRESENÇA DO SENHOR, POIS ELE VEM,
VEM JULGAR A TERRA INTEIRA.
JULGARÁ O UNIVERSO COM JUSTIÇA
E AS NAÇÕES COM EQUIDADE.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou o acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Pres.: Ó Deus de misericórdia, que o Salvador do mundo, hoje nascido, como nos fez nascer para a vida divina, nos conceda também a imortalidade. Ele, que vive e reina pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Se necessário, fazem-se breves comunicados ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
(Natal)
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.
Em seguida, o sacerdote, estendendo as mãos sobre o povo, profere a bênção:
Pres.: O Deus de infinita bondade, que pela encarnação do seu Filho, dissipou as trevas do mundo e, com seu glorioso nascimento, inundou de luz esta noite santíssima, expulse dos vossos corações as trevas dos vícios e vos ilumine com a luz das virtudes.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Pres.: Aquele que anunciou aos pastores pelo anjo a grande alegria do nascimento do Salvador, faça transbordar de alegria vossos corações e vos torne mensageiros do seu Evangelho.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Pres.: Aquele que, pela encarnação de seu Filho, uniu a terra ao céu, vos cumule com os dons da sua paz e da sua benevolência e vos torne participantes da Igreja celeste.
O povo responde:
Ass.: Amém.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
O povo responde:
Ass.: Amém.
CANTO
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
℣.: — Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass.: — Graças a Deus.
CANTO
1. Ó NOITE SANTA DE ESTRELAS FULGURANTES,
Ó LINDA NOITE EM QUE CRISTO NASCEU.
ESTAVA O MUNDO PECADOR ERRANTE,
ATÉ QUE CRISTO À TERRA APARECEU.
AS ALMAS GOZAM NOVA ESPERANÇA,
EM CLARA AURORA, NOVA LUZ SE ERGUEU!
POVOS AJOELHAI, OUVI A VOZ DOS ANJOS
Ó NOITE DIVINA EM BELÉM JESUS NASCEU,
Ó SANTA NOITE, EIS JESUS NASCEU!
2. COM CORAÇÕES ALEGRES NOS CURVAMOS,
AQUI NO BERÇO DE CRISTO JESUS.
MAGOS TAMBÉM DO ORIENTE AQUI CHEGARAM,
GUIADOS POR UMA ESTRELA DE LUZ.
O GRANDE REI NASCIDO POBREMENTE,
ETERNO AMIGO VAI SE REVELAR.
NOSSA FRAQUEZA O CRISTO BEM CONHECE
Ó EIS AQUI VOSSO REI VINDE ADORAR,
Ó EIS O REI DOS REIS, VINDE AJOELHAR
Chegado ao presépio, depõe e incensa-a. Feita a reverência, retiram-se para a sacristia.
Seções:
Ano A
Dicastério para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos
Missa do dia
Natal do Senhor
Semanário Litúrgico
Solenidade do Natal do Senhor
Tempo do Natal
