Livreto Celebrativo - Santa Missa com Administração do Sacramento do Crisma


LIVRETO CELEBRATIVO
MISSA COM O PAPA PIO IX
E ADMINISTRAÇÃO DO
SACRAMENTO DO CRISMA

Capela Sistina

Cor Litúrgica: Vermelho
24/01/2026 - 21:30H

RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

CANTO

O ESPÍRITO DO SENHOR ENCHEU TODO O UNIVERSO.
ELE QUE TUDO POSSUI, CONHECE TODAS AS LÍNGUAS.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

1. EIS QUE DEUS SE PÕE DE PÉ, E OS INIMIGOS SE DISPERSAM!
FOGEM LONGE DE SUA FACE OS QUE ODEIAM O SENHOR!
ALELUIA, ALELUIA!

2. SUSCITAI, Ó SENHOR DEUS, SUSCITAI VOSSO PODER,
CONFIRMAI ESTE PODER QUE POR NÓS MANIFESTASTES!
ALELUIA, ALELUIA!

Antífona da entrada
Cf. Rm 5;5 cf 8,11
O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo seu Espírito que habita em nós.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

2. Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:
Pres.: A paz esteja convosco.
E o povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

3. O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL

4. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente dos santos mistérios.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

O sacerdote diz:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.

4. Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.

CANTO

KYRIE, ELEISON.
KYRIE, ELEISON.

CHRISTE, ELEISON.
CHRISTE, ELEISON.

KYRIE, ELEISON.
KYRIE, ELEISON.

8. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino:

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS

GLORIA, GLORIA IN EXCELSIS DEO.
GLORIA, GLORIA IN EXCELSIS DEO.

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, 
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS. 
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, 
DEUS PAI TODO-PODEROSO. 
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, 
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS, 
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA. 

SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO, 
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI. 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS. 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA. 
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS. 

SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS, O SENHOR, 
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO, 
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM.

ORAÇÃO COLETA

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta.
Ó Deus, que instruístes os corações dos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
At 2,1-11c

Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar.

10. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados. 

Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava. Moravam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações do mundo. Quando ouviram o barulho, juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua. Cheios de espanto e de admiração, diziam: "Esses homens que estão falando não são todos galileus? Como é que nós os escutamos na nossa própria língua? Nós que somos partos, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, da Frígia e da Panfília, do Egito e da parte da Líbia, próxima de Cirene, também romanos que aqui residem; judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus na nossa própria língua!"

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
Sl 103(104),1ab.24ac.29bc-30.31.34 (R. cf. 30)

11. O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

– Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai.
Ass.: Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai.

– Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras! Encheu-se a terra com as vossas criaturas! 
Ass.: Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai.

– Se tirais o seu respiro, elas perecem e voltam para o pó de onde vieram. Enviais o vosso espírito e renascem e da terra toda a face renovais. 
Ass.: Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai.

– Que a glória do Senhor perdure sempre, e alegre-se o Senhor em suas obras! Hoje seja-lhe agradável o meu canto, pois o Senhor é a minha grande alegria!
Ass.: Enviai o vosso Espírito, Senhor, e da terra toda a face renovai.

SEGUNDA LEITURA
Rm 8,8-17

Todos aqueles que se deixam conduzir
pelo Espírito de Deus, são filhos de Deus.

12. Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.

Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.

Irmãos: Os que vivem segundo a carne não podem agradar a Deus. Vós não viveis segundo a carne, mas segundo o Espírito, se realmente o Espírito de Deus mora em vós. Se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo. Se, porém, Cristo está em vós, embora vosso corpo esteja ferido de morte por causa do pecado, vosso espírito está cheio de vida, graças à justiça. E, se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos mora em vós, então aquele que ressuscitou Jesus Cristo dentre os mortos vivificará também vossos corpos mortais por meio do seu Espírito que mora em vós. Portanto, irmãos, temos uma dívida, mas não para com a carne, para vivermos segundo a carne. Pois, se viverdes segundo a carne, morrereis, mas se, pelo espírito, matardes o procedimento carnal, então vivereis. Todos aqueles que se deixam conduzir pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. De fato, vós não recebestes um espírito de escravos, para recairdes no medo, mas recebestes um espírito de filhos adotivos, no qual todos nós clamamos: Abá - ó Pai! O próprio Espírito se une ao nosso espírito para nos atestar que somos filhos de Deus. E, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo; se realmente sofremos com ele, é para sermos também glorificados com ele.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

13. Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
VINDE, SANTO ESPÍRITO,
E ENCHEI OS CORAÇÕES DOS VOSSOS FIÉIS
E NELES ACENDEI, E NELES ACENDEI O VOSSO AMOR.

14. Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
Jo 20,19-23

Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio:
Recebei o Espírito Santo!

15. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
Diác. ou Sac.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
Diác. ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
Diác. ou Sac.: Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e pondo-se no meio deles, disse: "A paz esteja convosco". Depois destas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. Novamente, Jesus disse: "A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio". E depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: "Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados,  eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos".

16. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
Diác. ou Sac.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Diác. ou Sac.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

17. Neste momento, o Bispo faz uma breve homilia, na qual, explicando as leituras proclamadas, procura levar os confirman dos, os seus padrinhos e pais, bem como toda a assembléia dos fiéis, a uma compreensão mais profunda do mistério da Confirmação.

RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS

18. Terminada a homilia, o Bispo senta‑se de mitra e báculo e interroga os confirmandos;  estes, de pé, com as velas do seu batismo nas mãos, respondem conjuntamente.c
Pres.: Renunciais a Satanás, a todas as suas obras e a todas as suas seduções?
E os que vão ser confirmados, respondem:
Conf.: Sim, renuncio.

Pres.: Credes em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra?
E os que vão ser confirmados, respondem:
Conf.: Sim, creio.

Pres.: Credes em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que nasceu da Virgem Maria, padeceu e foi sepultado, ressuscitou dos mortos e está à direita do Pai?
E os que vão ser confirmados, respondem:
Conf.: Sim, creio.

Pres.: Credes no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e que hoje, pelo  sacramento da Confirmação, de modo singular vos é comunicado, como aos Apóstolos no dia do Pentecostes?
E os que vão ser confirmados, respondem:
Conf.: Sim, creio.

Pres.: Credes na santa Igreja católica, na comunhão dos Santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna?
E os que vão ser confirmados, respondem:
Conf.: Sim, creio.

O Bispo faz sua esta profissão, proclamando a fé da Igreja:
Esta é a nossa fé. Esta é a fé da igreja, que nos gloriamos de professar em Jesus Cristo, Nosso Senhor.
E a assembleia dos fiéis dá o seu assentimento, respondendo:
Ass.: Amém.

IMPOSIÇÃO DAS MÃOS

Em seguida, o Bispo depõe o báculo e a mitra e (tendo junto de si os presbíteros  que se lhe associam), de pé e de mãos juntas, voltado para o povo, diz:
Pres.: Oremos, irmãos, a Deus Pai todo-poderoso, para que, sobre estes seus filhos adoptivos, que pelo Baptismo já renasceram para a vida eterna, derrame agora o Espírito Santo, que os fortaleça com a abundância dos seus dons e, pela sua unção espiritual, os torne imagem perfeita de Cristo, Filho de Deus. 
E todos oram, em silêncio, durante algum tempo. 

Seguidamente, o Bispo (e os presbíteros que se lhe associam) impõem as mãos sobre todos os confirmandos. 

O Bispo, sozinho, diz: 
Pres.: Deus todo-poderoso, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, pela água e pelo Espírito Santo, destes uma vida nova a estes vossos servos e os libertastes do pecado, enviai sobre eles o Espírito Santo Paráclito; dai-lhes, Senhor, o espírito de sabedoria e de inteligência, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de ciência e de piedade, e enchei‑os do espírito do vosso temor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. 
E todos respondem:
Ass.: Amém.

CRISMAÇÃO

Neste momento, o Bispo senta‑se, recebe a mitra, e um diá cono apresenta‑lhe o santo Crisma. 

Os confirmandos aproximam‑se um por um do Bispo; ou, se parecer oportuno, o próprio Bispo se aproxima de cada um dos confirmandos. 

Aquele que apresentou o confirmando, põe a mão direita sobre o ombro do confirmando e diz o nome deste ao Bispo, ou o próprio confirmando diz espontaneamente o seu nome. 

O Bispo humedece o polegar da mão direita no Crisma e traça o sinal da cruz na fronte do confirmando, dizendo: 
Pres.: N., recebe, por este sinal, o Espírito Santo, o Dom de Deus.
E o confirmado responde: 
Conf.: Amém.

O Bispo acrescenta: 
Pres.: A paz esteja contigo. 
E o confirmado responde: 
Conf.: Amém.

Se alguns presbíteros ajudam o Bispo na administração do sacramento, todas as âmbulas do santo Crisma são apresentadas pelo diácono ou pelos ministros ao Bispo, que as entrega a cada um dos presbíteros, à medida que dele se aproximam. 

Os confirmandos aproximam‑se do Bispo ou dos presbíteros; ou, se parecer oportuno, o Bispo de mitra e báculo e os presbíteros aproximam‑se dos confirmandos, que são ungidos

Durante a unção, pode cantar-se algum cântico apropriado. Após a unção, o Bispo (e os presbíteros) lavam as mãos.
ORAÇÃO UNIVERSAL

20. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.

Pres.: Irmãos caríssimos: com humildade, façamos subir a Deus Pai todo-poderoso a nossa oração unânime, pois estamos unidos na mesma fé, esperança e caridade, que nos vêm do seu Espírito Santo.

1. Por estes seus servos, a quem o dom do Espírito Santo confirmou: para que enraizados na fé e firmes na caridade, dêem, pela sua maneira de viver, testemunho de Cristo, oremos ao Senhor

Ass.: Ouvi-nos, Senhor.

2. Pelos pais e padrinhos, fiadores da fé destes confirmados: para que não deixem de os ajudar, pela palavra e pelo exemplo, a seguirem os passos de Cristo, oremos ao Senhor.

3. Pela santa Igreja de Deus, com o nosso Papa Pio, e todos os Bispos da Igreja: para que, reunida no Espírito Santo, se dilate e cresça na unidade da fé e da caridade, até à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, oremos ao Senhor.

4. Pelo mundo inteiro: para que todos os homens, que têm um só Criador e um só Pai, se reconheçam como irmãos, sem distinção de raças nem de povos, e de coração sincero busquem o reino de Deus, que é paz e alegria no Espírito Santo, oremos ao Senhor.

O sacerdote conclui, dizendo:
Pres.: Senhor nosso Deus, que destes o Espírito Santo aos vossos Apóstolos, e por eles e pelos sucessores deles, quisestes que o mesmo Espírito fosse comunicado aos outros fiéis, escutai a nossa oração e continuai também agora no coração dos crentes, a obra que o vosso amor realizou no princípio da pregação do Evangelho. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

21. Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

22. Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

CANTO

1. CREIO EM TI, SENHOR, CREIO NO TEU AMOR,
NA TUA FORÇA QUE SUSTENTA O MUNDO.
CREIO NO TEU SORRISO QUE FAZ BRILHAR O CÉU
E NO TEU CANTO QUE ME DÁ ALEGRIA.

2. CREIO EM TI, SENHOR, CREIO NA TUA PAZ,
NA TUA VIDA QUE FAZ BELA A TERRA.
NA TUA LUZ QUE CLAREIA A NOITE,
ROTA SEGURA NO MEU CAMINHO.

3. CREIO EM TI, SENHOR, CREIO QUE TU ME AMAS,
QUE ME SUSTENTAS, QUE ME DÁS O PERDÃO,
QUE TU ME GUIAS PELAS ESTRADAS DO MUNDO,
QUE ME DARÁS A VIDA ETERNA.

23. O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

24. O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

25. Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

26. Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

27. E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

28. Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO

29. Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Santificai, Senhor, os dons que apresentamos e purificai os nossos corações com a luz do Espírito Santo. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

PREFÁCIO
O Espírito Santo, enviado por Cristo à Igreja

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Tendo subido ao mais alto dos céus e sentando-se à vossa direita, ele derramou o Espírito Santo prometido sobre os filhos e filhas de adoção. Por isso, agor e sempre, com grande devoção, nós vos aclamamos, unidos a todos os coros dos anjos, cantando (dizendo) a uma só voz:

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO.
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO.

O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. 
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR,
EM NOME DO SENHOR.
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

84. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
109. Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e ✠ o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.

110. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão
e, mantendo-o m pouco acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.

111. Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

112. Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama: 
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus.

113. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo. Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

1C. Que o mesmo Espírito faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de intercer por nós na vossa presença.

2C. Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Pio, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Lembrai-vos também dos vossos filhos e filhas que, renascidos pelo Batismo, vos dignastes confirmar com o Espírito Santo, vosso grande dom; guardai-os sempre em vossa graça. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

3C. Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

114. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama: 
Ass.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

124. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos e filhas, digamos juntos:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

125. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

126. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.

127. O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

128. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.

E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.

129. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.

130. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ.
DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ.

Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

131. Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

132. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu; se alguém come deste Pão, viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

Antífona da comunhão
Sl 67, 29-30
De vosso santo templo, que está em Jerusalém, confirmai, ó Deus, o que fizestes por nós.

133. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

134. Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

135. Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.

136. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

CANTO

TODOS FICARAM CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO,
E PROCLAMAVAM AS MARAVILHAS DE DEUS,
ALELUIA.

1. EIS QUE DEUS SE PÕE DE PÉ, E OS INIMIGOS SE DISPERSAM!
FOGEM LONGE DE SUA FACE OS QUE ODEIAM O SENHOR!

2. CANTAI A DEUS, A DEUS LOUVAI, CANTAI UM SALMO A SEU NOME! †
ABRI CAMINHO PARA AQUELE QUE AVANÇA NO DESERTO.

3. A PARTIR DE VOSSO TEMPLO, QUE ESTÁ EM JERUSALÉM, 
PARA VÓS VENHAM OS REIS E VOS OFERTEM SEUS PRESENTES!

137. Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou  o acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

138. Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

139. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Senhor, a infusão do Espírito Santo purifique os nosso corações e os fecunde com a aspersão de seu orvalho. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

RITOS FINAIS

140. Se necessário, fazem-se breves comunicados ao povo.

BÊNÇÃO FINAL

141. Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Abençoe-vos Deus Pai todo-poderoso, que vos fez renascer da água e do Espírito Santo como seus filhos adoptivos, e vos torne dignos do seu amor paterno.
Ass.: Amém.

Pres.: Abençoe‑vos Jesus Cristo, seu Filho Unigénito, que prometeu à Igreja a assistência permanente do Espírito da verdade, e vos confirme na profissão da verdadeira fé.
Ass.: Amém.

Pres.: Abençoe‑vos o Espírito Santo, que acendeu no coração dos discípulos o fogo da caridade, e vos conduza, unidos e sem pecado, às alegrias do reino de Deus.
Ass.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass.: Amém.

144. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
Pres.: de em paz, e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.

145. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

CANTO

SALVE, REGINA, MATER MISERICORDIAE;
VITA, DULCEDO, ET SPES NOSTRA, SALVE.
AD TE CLAMAMUS, EXULES FILII HEVAE.
AD TE SUSPIRAMUS, GEMENTES ET FLENTES,
IN HAC LACRIMARUM VALLE.
EIA ERGO, ADVOCATA NOSTRA,
ILLOS TUOS MISERICORDES OCULOS 
AD NOS CONVERTE.
ET JESUM BENEDICTUM FRUCTUM VENTRIS TUI,
NOBIS POST HOC EXILIUM OSTENDE.
O CLEMENS, O PIA,
O DULCIS VIRGO MARIA.
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