LIVRETO CELEBRATIVO
SANTA MISSA DE POSSE
NA CÁTEDRA ROMANA
DO SANTO PADRE
ANTÔNIO I
Arquibasílica de São João de Latrão
19 de março | 20:30 hrs
Após a Missa Inaugural do Ministério Petrino, o Santo Padre buscará realizar, conforme a proximidade de alguma festividade ou solenidade, a sua Posse como Bispo Diocesano de Roma, na Catedral de São João de Latrão — Cátedra do Bispo de Roma.
Esta celebração poderá ocorrer dentro de uma Celebração Eucarística ou de uma Celebração da Liturgia das Horas. A posse se dá conforme o rito habitual da posse de um Bispo Diocesano. As orações e leituras da Missa serão as próprias do dia litúrgico em que a celebração ocorrer.
Estarão presentes o Vigário-Geral da Diocese de Roma (que é também o Arcipreste da Basílica de Latrão) e o Capítulo dos Cônegos Lateranenses.
ENTRADA CANÔNICA
1. O Arcipreste, ao receber o Santo Padre na entrada da Basílica, apresenta-lhe a cruz para ser beijada. O Papa oscula-a e, em seguida, um dos cerimoniários lhe apresenta a caldeirinha com o hissope.
O Papa asperge o povo enquanto se dirige ao interior da Catedral.
2. Durante este momento, canta-se um canto apropriado.
IN FIDE VIVO FILII DEI,
QUI DILEXIT ME,
ET TRADIDIT SEMETIPSUM PRO ME.
VISITA AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO
3. Concluída a aspersão, o Papa dirige-se ao Sacrário para um momento de oração silenciosa. Neste momento, ainda não se senta na Cátedra.
4. Ao terminar a adoração pessoal, dirige-se à Sacristia para se paramentar.
SANTA MISSA
ENTRADA
Antífona de Entrada - cf. Ps 87, 3
Intret oratio mea in conspectu tuo; inclina aurem tuam ad precem meam, Domine.
5. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
JOSEPH, FILI DAVID,
NOLI TIMERE ACCIPERE MARIAM
CONIUGEM TUAM,
QUOD ENIM IN EA NATUM EST
DE SPIRITU SANCTO EST.
I. QUI PASCIS ISRAEL, INTENDE,
QUI DEDUCIS VELUT OVEM IOSEPH.
II. DEUS VIRTUTUM, CONVERTERE,
RESPICE DE CÆLO ET VIDE ET VISITA VINEAM ISTAM.
III. ET NON DISCEDEMUS A TE, VIVIFICABIS NOS,
ET NOMEN TUUM INVOCABIMUS, DOMINE.
6. Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
SAUDAÇÃO
7. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti.
O povo responde:
Ass.: Amen.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo, com uma das seguintes fórmulas:
Pres.: Pax vobis.
E o povo responde:
Ass.: Et cum spiritu tuo.
POSSE CANÔNICA
Após a saudação, o Santo Padre se senta na cadeira preparada e recebe a mitra.
8. Todos se assentam. O Vigário-Geral da Diocese dirige uma breve saudação ao Santo Padre. Em seguida, aproxima-se dele e profere as seguintes palavras:
Beatissime Pater Antonius,
Sancta Ecclesia quae est Romae hodie in gloria Domini exsultat, et Episcopum suum accipit, successorem Apostoli Petri, qui ad Cathedram suam accipiendam venit.
Hic est locus electus et benedictus, ex quo, per saeculorum decursum fideliter, petra super quam Ecclesia fundata est omnes fratres in veritate fidei confirmat, caritati omnium Ecclesiarum praesidet, eosque omnes in viis sanctitatis firmiter dirigit.
Sanctissimae Trinitati exsurgit hymnus noster laudis, gratiarum actionis atque supplicationis, ut, a finibus terrae usque ad fines eius, unus tantum grex sub uno Pastore efficiatur. Sancte Pater, filiali devotione, nos obsequentes et dociles erga vestra praecepta ac directiones profitemur.
O Santo Padre levanta-se, recebe a férula e dirige-se em procissão à Cátedra Diocesana. Assenta-se, sendo então aclamado com o canto Tu es Petrus.
CANTO
TU ES PETRUS, ET SUPER HANC PETRAM
AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM.
ET PORTAE INFERI NON PRAEVALEBUNT ADVERSUM EAM.
ET TIBI DABO CLAVES REGNI CAELORUM.
9. O Papa é saudado pelo Vigário-Geral, por seus bispos auxiliares e pelos demais clérigos incardinados na Diocese de Roma ou nela residentes.
A celebração segue normalmente.
ATO PENITENCIAL
10. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Fratres, agnoscámus peccata nostra, ut apti simus ad sacra mysteria celebranda.
Após um momento de silêncio, todos rezam:
Ass.: Confiteor Deo omnipotenti et tibi, frater, quia peccavi nimis cogitatione, verbo, opere et omissione: et, percutientes sibi pectus, dicunt:
e, batendo no peito, dizem:
mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa. Deinde prosequuntur: Ideo precor beatam Mariam semper Virginem, omnes Angelos et Sanctos, et te, frater, orare pro me ad Dominum Deum nostrum.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Miseretur nostri omnipotens Deus et, dimissis peccatis nostris, perducat nos ad vitam aeternam.
O povo responde:
Ass.: Amen.
11. Seguem as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.
CANTO
KYRIE, ELEISON.
KYRIE, ELEISON.
CHRISTE, ELEISON.
CHRISTE, ELEISON.
KYRIE, ELEISON.
KYRIE, ELEISON.
CANTO
13. Segue-se o Hino de Louvor. Este Hino não é rezado no Advento ou na Quaresma.
Pres.: GLORIA IN EXCELSIS DEO
Ass.: ET IN TERRA PAX HOMINIBUS
BONAE VOLUNTATIS.
LAUDAMUS TE,
BENEDICIMUS TE,
ADORAMUS TE,
GLORIFICAMUS TE,
GRATIAS AGIMUS TIBI
PROPTER MAGNAM GLORIAM TUAM,
DOMINE DEUS, REX COELESTIS,
DEUS PATER OMNIPOTENS.
DOMINE FILI UNIGENITE,
IESU CHRISTE,
DOMINE DEUS, AGNUS DEI,
FILIUS PATRIS:
QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,
MISERERE NOBIS;
QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,
SUSCIPE DEPRECATIONEM NOSTRAM,
QUI SEDES AD DEXTERAM PATRIS,
MISERERE NOBIS.
QUONIAM TU SOLUS SANCTUS,
TU SOLUS DOMINUS,
TU SOLUS ALTISSIMUS,
IESU CHRISTE,
CUM SANCTO SPIRITU,
IN GLORIA DEI PATRIS.
AMEN.
ORAÇÃO COLETA
14. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: — Oremus.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta;
Pres.: — Praesta, quaesumus, omnipotens Deus, ut humanae salutis mysteria,
— cuius primordia beati Ioseph fideli custodiae commisisti, Ecclesia tua,
— ipso intercedente, iugiter servet implenda.
— Per Dominum nostrum Iesum Christum Filium tuum,
— qui tecum vivit et regnat in unitate Spiritus Sancti,
— Deus, per omnia saecula saeculorum.
ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amen.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
2Sm 7, 4-5a. 12-14a. 16
15. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
— Lectio secundus libri Samuelis.
Naqueles dias, a Palavra do Senhor foi dirigida a Natã nestes termos: “Vai dizer ao meu servo Davi: ‘Assim fala o Senhor: Quando chegar o fim dos teus dias e repousares com teus pais, então, suscitarei, depois de ti, um filho teu, e confirmarei a sua realeza. Será ele que construirá uma casa para o meu nome, e eu firmarei para sempre o seu trono real. Eu serei para ele um pai e ele será para mim um filho. Tua casa e teu reino serão estáveis para sempre diante de mim, e teu trono será firme para sempre’”.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Verbum Domini.
Todos aclamam:
Ass.: Deo gratias.
SALMO RESPONSORIAL
16. O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
— Eis que a sua descendência durará eternamente.
Ass.: Eis que a sua descendência durará eternamente.
— Ó Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor, de geração em geração eu cantarei vossa verdade! Porque dissestes: “O amor é garantido para sempre!” E a vossa lealdade é tão firme como os céus.
Ass.: Eis que a sua descendência durará eternamente.
— “Eu firmei uma Aliança com meu servo, meu eleito, e eu fiz um juramento a Davi, meu servidor. Para sempre, no teu trono, firmarei tua linhagem, de geração em geração garantirei o teu reinado!”
Ass.: Eis que a sua descendência durará eternamente.
— Ele, então, me invocará: “Ó Senhor, vós sois meu Pai, sois meu Deus, sois meu Rochedo onde encontro a salvação!” Guardarei eternamente para ele a minha graça e com ele firmarei minha Aliança indissolúvel.
Ass.: Eis que a sua descendência durará eternamente.
SEGUNDA LEITURA
Rm 4, 13. 16-18. 22
15. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
— Lectio Epistolae primae beati Pauli apostoli ad Romanus.
Irmãos, não foi por causa da Lei, mas por causa da justiça que vem da fé, que Deus prometeu o mundo como herança a Abraão ou à sua descendência. É em virtude da fé que alguém se torna herdeiro. Logo, a condição de herdeiro é uma graça, um dom gratuito, e a promessa de Deus continua valendo para toda a descendência de Abraão, tanto para a descendência que se apega à Lei, quanto para a que se apoia somente na fé de Abraão, que é o pai de todos nós. Pois está escrito: “Eu fiz de ti pai de muitos povos”. Ele é pai diante de Deus, porque creu em Deus que vivifica os mortos e faz existir o que antes não existia. Contra toda a humana esperança, ele firmou-se na esperança e na fé. Assim, tornou-se pai de muitos povos, conforme lhe fora dito: “Assim será a tua posteridade”. Esta sua atitude de fé lhe foi creditada como justiça.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Verbum Domini.
Todos aclamam:
Ass.: Deo gratias.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
17. Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.
— LAUS TIBI CHRISTE, REX ÆTERNÆ GLORIÆ!
I. BEATI QUI HABITANT IN DOMO TUA, DOMINE,
IN PERPETUUM LAUDABUNT TE
18. Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Iube, domne, benedicere.
O sacerdote diz em voz baixa:
Ass.: Dominus sit in corde tuo et in labiis tuis: ut digne et competenter annunties Evangelium suum: in nomine Patris, et Filii, + et Spiritus Sancti.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amen.
19. Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Ass.: Munda cor meum ac labia mea, omnipotens Deus, ut sanctum Evangelium tuum digne valeam nuntiare.
EVANGELHO
Lc 2, 41-51a
20. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
℣.: — Dominus vobiscum.
O povo responde:
Ass.: — Et cum spiritu tuo.
O diácono, ou o sacerdote, diz:
℣.: — Lectio sancti Evangelii secundum Lucam.
E, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
O povo aclama:
Ass.: — Gloria tibi, Domine.
21. Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: — Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa.
— Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume.
— Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta,
— Mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem.
— Pensando que ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro.
— Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos.
— Não o tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura.
— Três dias depois, o encontraram no Templo.
— Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas.
— Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas.
— Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse:
— “Meu filho, por que agiste assim conosco?
— Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura”.
— Jesus respondeu:
— “Por que me procuráveis?
— Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?”
— Eles, porém, não compreenderam as palavras que lhes dissera.
— Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: — Verbum Domini.
O povo aclama:
Ass.: — Laus tibi, Christe.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Per evangelica dicta deleantur nostra delicta.
22. E se oportuno, ergue o livro e leva-o ao presidente que o beijará e abençoará o povo.
HOMILIA
23. Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
24. Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé.
Ass.: Credo in unum Deum Patrem omnipotentem, Creatorem cæli et terræ, et in Iesum Christum, Filium eius unicum, Dominum nostrum,
Às palavras seguintes, até natus ex Maria Virgine, todos se inclinam.
qui conceptus est de Spiritu Sancto, natus ex Maria Virgine, passus sub Pontio Pilato, crucifixus, mortuus, et sepultus, descendit ad inferos, tertia die resurrexit a mortuis, ascendit ad cælos, sedet ad dexteram Dei Patris omnipotentis, inde venturus est iudicare vivos et mortuos. Credo in Spiritum Sanctum, sanctam Ecclesiam catholicam, sanctorum communionem, remissionem peccatorum, carnis resurrectionem, vitam æternam. Amen.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
25. Aquele que preside convida os fiéis à Oração, dizendo:
Pres.: Irmãos e irmãs, reunidos no amor do Cristo, nosso Pastor e Cabeça da Igreja, elevemos a Deus, Pai de misericórdia, nossas preces confiantes, para que nos guie e fortaleça neste novo serviço ao Seu povo, dizendo:
E todos, a cada prece, dizem:
Ass.: — Te rogamus, audi nos.
1. Pelo nosso Santo Padre, António, a quem o Senhor confiou o ministério de pastor universal, para que, iluminado pelo Espírito Santo, governe a Igreja com sabedoria, justiça e amor, rezemos.
2. Pelos bispos, padres, diáconos e todos os ministros da Igreja, para que em comunhão com o Papa sejam testemunhas fiéis do Evangelho, anunciando a salvação de Cristo a todas as nações, rezemos.
3. Pelos governantes e autoridades civis, para que trabalhem pelo bem comum, respeitando a dignidade de toda pessoa humana e promovendo a paz e a justiça, rezemos.
4. Pelos que sofrem no corpo, na mente e no espírito, para que encontrem alívio em suas dificuldades e descubram na Igreja um sinal vivo da misericórdia divina, rezemos.
5. Por todos nós aqui reunidos, para que, fortalecidos pela palavra e pelos sacramentos, sejamos discípulos fiéis e missionários do Reino de Deus, rezemos.
De braços abertos, conclui:
Pres.: Pai misericordioso, atendei nossas súplicas e concedei-me a graça de servir à Igreja com fidelidade e amor. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
26. Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
PIETRE VIVE CON, CRISTO PIETRA VIVA,
OFFRIAMO SACRIFICI A DIO GRADITI.
I. CELEBRATE IL SIGNORE, PERCHÉ È BUONO;
PERCHÉ ETERNA È LA SUA MISERICORDIA.
LO DICA CHI TEME IL SIGNORE:
ETERNA È LA SUA MISERICORDIA.
MIA FORZA E MIO CANTO È IL SIGNORE,
IL SIGNORE È STATO MIA SALVEZZA.
LA DESTRA DEL SIGNORE SI È INNALZATA,
LA DESTRA DEL SIGNORE HA FATTO MERAVIGLIE.
II. IL SIGNORE MI HA PROVATO DURAMENTE,
MA NON MI HA CONSEGNATO ALLA MORTE.
TI RENDO GRAZIE, PERCHÉ MI HAI ESAUDITO,
PERCHÉ SEI STATO LA MIA SALVEZZA.
LA PIETRA SCARTATA DAI COSTRUTTORI
È DIVENUTA PIETRA ANGOLARE;
ECCO L’OPERA DEL SIGNORE:
UNA MERAVIGLIA AI NOSTRI OCCHI.
III. QUESTO È IL GIORNO CHE HA FATTO IL SIGNORE:
RALLEGRIAMOCI ED ESULTIAMO!
IV. SEI TU IL MIO DIO E IO TI RENDO GRAZIE,
SEI TU IL MIO DIO E IO TI ESALTO.
CELEBRATE IL SIGNORE, PERCHÉ È BUONO;
PERCHÉ ETERNA È LA SUA MISERICORDIA.
27. Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
28. O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Benedictus es, Domine, Deus universi, quia de tua largitate accepimus panem, quem tibi offerimus, fructum terrae et operis manuum hominum: ex quo nobis fiet panis vitae.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Benedíctus Deus in sǽcula!
29. O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Per huius aquae et vini mysterium eius efficiamur divinitatis consortes, qui humanitatis nostrae fieri dignatus est particeps.
30. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Benedictus es, Domine, Deus universi, quia de tua largitate accepimus vinum, quod tibi offerimus, fructum vitis et operis manuum hominum, ex quo nobis fiet potus spiritualis.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Benedíctus Deus in sǽcula!
31. Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
In spiritu humilitatis et in animo contrito suscipiamur a te, Domine; et sic fiat sacrificium nostrum in conspectu tuo hodie, ut placeat tibi, Domine Deus.
32. E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
33. Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lava me, Domine, ab iniquitate mea, et a peccato meo munda me.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
34. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orate, fratres: ut meum ac vestrum sacrificium acceptabile fiat apud Deum Patrem omnipotentem.
O povo responde:
Ass.: Suscipiat Dominus sacrificium de manibus tuis ad laudem et gloriam nominis sui, ad utilitatem quoque nostram totiusque Ecclesiae suae sanctae.
35. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Pres.: — Quaesumus, Domine, ut, sicut beatus Ioseph Unigenito tuo,
— Nato de Maria Virgine, pia devotione deserviit,
— Ita et nos mundo corde tuis altaribus mereamur ministrare.
— Per Christum Dominum nostrum.
ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amen.
PRECE EUCARÍSTICA
PRÆFATIO
A missão de José
36. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: — Dominus vobiscum.
Ass.: — Et cum spiritu tuo.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: — Sursum corda.
Ass.: — Habemus ad Dominum.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: — Gratias agamus Domino Deo nostro.
Ass.: — Dignum et iustum est.
37. O sacerdote, de braços abertos, reza o Prefácio:
Pres.: — Vere dignum et iustum est, aequum et salutare, nos tibi semper et ubique gratias agere:
— Domine, sancte Pater, omnipotens aeterne Deus: Et te in sollemnitate beati
— Ioseph debitis magnificare praeconiis, benedicere et praedicare.
— Qui et vir iustus, a te Deiparae Virgini Sponsus est datus, et fidelis servus ac prudens,
— super Familiam tuam est constitutus, ut Unigenitum tuum, Sancti Spiritus obumbratione conceptum,
— paterna vice custodiret, Iesum Christum Dominum nostrum.
— Per quem maiestatem tuam laudant Angeli, adorant Dominationes, tremunt Potestates.
— Caeli caelorumque Virtutes, ac beata Seraphim, socia exsultatione concelebrant.
— Cum quibus et nostras voces ut admitti iubeas, deprecamur, supplici confessione dicentes:
SANTO
SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS,
DOMINUS DEUS SABAOTH.
PLENI SUNT CAELI ET TERRA GLORIA TUA.
HOSANNA IN EXCELSIS.
BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI,
HOSANNA IN EXCELSIS.
PRÆX EUCHARISTICÆ II
108. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Vere Sanctus es, Domine, et merito te laudat omnis a te condita creatura, quia per Filium tuum, Dominum nostrum Iesum Christum, Spiritus Sancti operante virtute, vivificas et sanctificas universa, et populum tibi congregare non desinis, ut a solis ortu usque ad occasum oblatio munda offeratur nomini tuo.
109. Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Supplices ergo te, Domine, deprecamur, ut haec munera, quae tibi sacranda detulim us, eodem Spiritu sanctificare digneris,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
ut Corpus et + Sanguis fiant Filii tui Domini nostri Iesu Christi,
une as mãos
cuius mandato haec mysteria celebramus.
Une as mãos.
110. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Ipse enim in qua nocte tradebatur,
toma o pão
e, mantendo-o m pouco acima do altar, prossegue:
accepit panem et tibi gratias agens benedixit, fregit, deditque discipulis suis.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.
111. Então prossegue:
Pres.: Simili modo, postquam cenatum est,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
accipiens calicem, et tibi gratias agens benedixit, deditque discipulis suis.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
112. Em seguida, diz:
Pres.: Mysterium fidei.
A assembleia aclama:
Ass.: Mortem tuam annuntiamus, Domine, et tuam resurrectionem confitemur, donec venias.
113. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Memores igitur, Domine, eiusdem Filii tui salutiferae passionis necnon mirabilis resurrectionis et ascensionis in caelum, sed et prestolantes alterum eius adventum, offerimus tibi, gratias referentes, hoc sacrificium vivum et sanctum. Respice, quaesumus, in oblationem Ecclesiae tuae et, agnoscens Hostiam, cuius voluisti immolatione placari, concede, ut qui Corpore et Sanguine Filii tui reficimur, Spiritu eius Sancto repleti, unum corpus et unus spiritus inveniamur in Christo.
1C. Ipse nos tibi perficiat munus aeternum, ut cum electis tuis hereditatem consequi valeamus, in primis cum beatissima Virgine, Dei Genetrice, Maria, cum beatis Apostolis tuis et gloriosis Martyribus et omnibus Sanctis, quorum intercessione perpetuo apud te confidimus adiuvari.
2C. Haec Hostia nostrae reconciliationis proficiat, quaesumus, Domine, ad totius mundi pacem atque salutem. Ecclesiam tuam, peregrinantem in terra, in fide et caritate firmare digneris cum famulo tuo Papa nostro Antonius, cum episcopali ordine et universo clero et omni populo acquisitionis tuae. Votis huius familiae, quam tibi astare voluisti, adesto propitius. Omnes filios tuos ubique dispersos tibi, clemens Pater, miseratus coniunge.
3C. Fratres nostros defunctos et omnes qui, tibi placentes, ex hoc saeculo transierunt, in regnum tuum benignus admitt e, ubi fore speramus, ut simul gloria tua perenniter satiemur,
une as mãos
per Christum Dominum nostrum, per quem mundo bona cuncta largiris.
114. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Per ipsum, et cum ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipotenti, in unitate Spiritus Sancti, omnis honor et gloria per omnia sǽcula sæculorum.
A assembleia aclama:
Ass.: Amen.
48. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote, de mãos unidas:
Pres.: — Praeceptis salutaribus moniti, et divina institutione formati, audemus dicere:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: — Pater noster, qui es in caelis:
— sanctificetur nomen tuum;
— adveniat regnum tuum;
— fiat voluntas tua, sicut in caelo, et in terra.
— Panem nostrum quotidianum da nobis hodie;
— et dimitte nobis debita nostra,
— sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
— et ne nos inducas in tentationem;
— sed libera nos a malo.
49. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Libera nos, quaesumus, Domine, ab omnibus malis, da propitius pacem in diebus nostris, ut, ope misericordiae tuae adiuti, et a peccato simus semper liberi et ab omni perturbatione securi: exspectantes beatam spem et adventum Salvatoris nostri Iesu Christi.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: — Quia tuum est regnum, et potestas, et gloria in saecula.
50. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Domine Iesu Christe, qui dixisti Apostolis tuis: Pacem relinquo vobis, pacem meam do vobis: ne respicias peccata nostra, sed fidem Ecclesiae tuae; eamque secundum voluntatem tuam pacificare et coadunare digneris.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Qui vivis et regnas in saecula saeculórum.
O povo responde:
Ass.: Amen.
51. O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: Pax Domini sit semper vobiscum.
O povo responde:
Ass.: Et cum spíritu tuo.
52. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Offerte vobis pacem.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
53. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Haec commixtio Corporis et Sanguinis Domini nostri Iesu Christi fiat accipientibus nobis in vitam aeternam.
CANTO
AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,
MISERERE NOBIS.
AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,
MISERERE NOBIS.
AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,
DONA NOBIS PACEM.
54. Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dona nobis pacem.
55. Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Domine Iesu Christe, Fili Dei vivi, qui ex voluntate Patris, cooperante Spiritu Sancto, per mortem tuam mundum vivificasti: libera me per hoc sacrosanctum Corpus et Sanguinem tuum ab omnibus iniquitatibus meis et universis malis: et fac me tuis semper inhaerere mandatis, et a te numquam separari permittas.
Ou:
Perceptio Corporis et Sanguinis tui, Domine Iesu Christe, non mihi proveniat in iudicium et condemnationem: sed pro tua pietate prosit mihi ad tutamentum mentis et corporis, et ad medelam percipiendam.
56. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Ecce Agnus Dei, ecce qui tollit peccata mundi. Beáti qui ad cenam Agni vocati sunt.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Dómine, non sum dignus, ut intres sub tectum meum, sed tantum dic verbo, et sanabitur anima mea.
COMUNHÃO
57. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Corpus Christi custodiat me in vitam aeternam.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Sanguis Christi custodiat me in vitam aeternam.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
58. Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: Corpus Christi.
O que vai comungar responde:
℟.: Amen.
E comunga.
59. O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
60. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
Antífona da Comunhão - Ps 22, 1-2
Dominus regit me, et nihil mihi deerit; in loco pascuae ibi me collocavit, super aquam refectionis educavit me.
61. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
ANIMA CHRISTI, SANCTIFICA ME.
CORPUS CHRISTI, SALVA ME.
SANGUIS CHRISTI, INEBRIA ME.
AQUA LATERIS CHRISTI, LAVA ME.
I. PASSIO CHRISTI, CONFORTA ME,
O BONE JESU, EXAUDI ME.
INTRA TUA VULNERA ABSCONDE ME.
II. NE PERMITTAS A TE ME SEPARARI,
AB HOSTE MALIGNO DEFENDE ME.
IN HORA MORTIS MEAE VOCA ME.
III. ET JUBE ME VENIRE AD TE,
UT CUM SANCTIS TUIS LAUDEM TE
PER INFINITA SAECULA SAECULORUM, AMEN.
62. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Quod ore sumpsimus, Domine, pura mente capiamus, et de munere temporali fiat nobis remedium sempiternum.
Então o sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
CANTO
AVE VERUM CORPUS NATUM DE MARIA VIRGINE:
VERE PASSUM, IMMOLATUM IN CRUCE PRO HOMINE.
CUJUS LATUM PERFORATUM FLUXIT AQUA ET SANGUINE:
ESTO NOBIS PRAEGUSTATUM MORTIS IN EXAMINE.
O JESU DULCIS! O JESU PIE! O JESU FILII MARIAE.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
63. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: — Oremus.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: — Familiam tuam, quaesumus, Domine, quam de beati Ioseph sollemnitate laetantem
Pres.: — Familiam tuam, quaesumus, Domine, quam de beati Ioseph sollemnitate laetantem
— Ex huius altaris alimonia satiasti, perpetua protectione defende,
— Et tua in ea propitiatus dona custodi.
— Per Christum Dominum nostrum.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amen.
RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL
64. O Bispo recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:
O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: — Dominus vobiscum.
O povo responde:
Ass.: Et cum spiritu tuo.
E estendendo as mãos diz:
Pres.: — Sit nomen Domini benedictum.
O povo responde:
Ass.: — Ex hoc nunc et usque in saeculum.
Pres.: — Adiutorium nostrum in nomine Domini.
O povo responde:
Ass.: — Qui fecit caelum et terram.
O diácono, ou na ausência dele o próprio sacerdote, diz:
℣.: Inclinate vos ad benedictionem.
Pres.: — Et benedictio Dei omnipotentis,
E tomando a férula, concede a bênção:
— Patris et + Filii et Spiritus Sancti
— descendat super vos et maneat semper.
O povo responde:
Ass.: — Amen.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres.: — Ite, missa est.
O povo responde:
Ass.: — Deo gratias!
ANTÍFONA
SALVE, REGINA, MATER MISERICORDIAE;
VITA, DULCEDO, ET SPES NOSTRA, SALVE.
AD TE CLAMAMUS, EXULES FILII HEVAE.
AD TE SUSPIRAMUS, GEMENTES ET FLENTES,
IN HAC LACRIMARUM VALLE.
EIA ERGO, ADVOCATA NOSTRA,
ILLOS TUOS MISERICORDES OCULOS
AD NOS CONVERTE.
ET JESUM BENEDICTUM FRUCTUM VENTRIS TUI,
NOBIS POST HOC EXILIUM OSTENDE.
O CLEMENS, O PIA,
O DULCIS VIRGO MARIA.
67. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
68. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.
