Livreto | Ordenação Episcopal Pe. Francisco Xavier

 

CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA E
ORDENAÇÃO EPISCOPAL
PE. FRANCISCO XAVIER NGUYEN VAN THUAN


PRESIDIDA PELO SANTO PADRE
ANTÓNIO I

 


18h30
Basílica de São Pedro


RITOS INICIAIS


Quando tudo estiver preparado, como de costume, realiza-se a procissão até o altar. Vai à frente o Diácono, que leva o livro dos Evangelhos a ser usado na Missa e na Ordenação. Seguem-se os outros Diáconos, se houver, os Presbíteros concelebrantes; depois o eleito entre os seus presbíteros assistentes; em seguida os Bispos ordenantes e, finalmente, o Bispo ordenante principal com os Diáconos assistentes um pouco atrás. Chegando ao altar, feita a devida reverência, todos procuram os seus lugares. Neste meio tempo, canta-se um canto apropriado.

 

CANTO DE ENTRADA
(Povo Eleito)


POVO ELEITO, SACERDÓCIO RÉGIO, NAÇÃO SANTA,
POVO DE DEUS, CANTAI AO SENHOR.
 
1. NÓS TE CANTAMOS, Ó FILHO BEM-AMADO DO PAI,
NÓS TE LOUVAMOS, SABEDORIA ETERNA, Ó VERBO DE DEUS.
NÓS TE CANTAMOS, Ó FILHO DA VIRGEM MARIA,
NÓS TE LOUVAMOS, Ó CRISTO, NOSSO IRMÃO, VEM NOS SALVAR.
 
2. NÓS TE CANTAMOS, Ó ESPLENDOR DA LUZ ETERNA,
NÓS TE LOUVAMOS, ESTRELA DA MANHÃ, ANUNCIANDO O DIA.
NÓS TE CANTAMOS, Ó LUZ QUE CLAREIA AS TREVAS,
NÓS TE LOUVAMOS, Ó CHAMA DA NOVA JERUSALÉM.
 
3. NÓS TE CANTAMOS, MESSIAS ANUNCIADO PELOS PROFETAS,
NÓS TE LOUVAMOS, Ó FILHO DE ABRAÃO E FILHO DE DAVI.
NÓS TE CANTAMOS, MESSIAS ESPERADO PELOS POBRES,
NÓS TE LOUVAMOS, Ó CRISTO NOSSO REI, DEUS DE HUMILDE CORAÇÃO.
 
4. NÓS TE CANTAMOS, MEDIADOR ENTRE DEUS E OS HOMENS,
NÓS TE LOUVAMOS, Ó ROTA VIVA, CAMINHO PARA O CÉU.
NÓS TE CANTAMOS, SACERDOTE DA NOVA ALIANÇA,
NÓS TE LOUVAMOS, NOSSA PAZ, PELO SANGUE REDENTOR DA CRUZ.
 
5. NÓS TE CANTAMOS, CORDEIRO DA PÁSCOA ETERNA,
NÓS TE LOUVAMOS, Ó VÍTIMA IMOLADA PELOS NOSSOS PECADOS.
NÓS TE CANTAMOS, TABERNÁCULO DA NOVA ALIANÇA,
NÓS TE LOUVAMOS, Ó PEDRA ANGULAR, ROCHEDO DE ISRAEL.
 
6. NÓS TE LOUVAMOS, PASTOR QUE NOS CONDUZ AO REINO,
NÓS TE LOUVAMOS, REÚNE AS OVELHAS NUM SÓ REBANHO.
NÓS TE CANTAMOS, FONTE SANTA ONDE JORRA A GRAÇA,
NÓS TE LOUVAMOS, Ó FONTE DE ÁGUA-VIVA PARA A NOSSA SEDE.
 
7. NÓS TE CANTAMOS, VIDEIRA PLANTADA PELO PAI,
NÓS TE LOUVAMOS, VIDEIRA FECUNDA, NÓS SOMOS OS TEUS RAMOS.
NÓS TE CANTAMOS, VERDADEIRO MANÁ QUE DÁ A VIDA,
NÓS TE LOUVAMOS, Ó PÃO VIVO DESCIDO DOS CÉUS.

 

SAUDAÇÃO
 
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o que preside diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: A paz esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.


ATO PENITENCIAL
 
Segue-se o Ato Penitencial. O que preside convida os fiéis à penitência.
Pres.: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Senhor que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, que intercedeis por nós junto do Pai, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.
 

ORAÇÃO COLETA
 
Terminado, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: — Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Ó Deus, pastor eterno, que governais o vosso rebanho com solicitude constante e quereis hoje associar ao colégio episcopal vosso servo, presbítero Francisco Xavier, concedei, nós vos pedimos, que, pela santidade de sua vida, ele se mostre em toda parte verdadeira testemunha de Jesus Cristo. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: — Amém.


LITURGIA DA PALAVRA


PRIMEIRA LEITURA
(Is 61, 1-3a)
 
Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías.
O espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu; enviou-me para dar a boa-nova aos humildes, curar as feridas da alma, pregar a redenção para os cativos e a liberdade para os que estão presos; para proclamar o tempo da graça do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; para consolar todos os que choram, para reservar e dar aos que sofrem por Sião uma coroa, em vez de cinza, o óleo da alegria, em vez da aflição.
Palavra do Senhor.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
 

SALMO RESPONSORIAL

 — Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem do rei Melquisedec.
 
— Palavra do Senhor ao meu Senhor: ‘Assenta-te ao meu lado direito até que eu ponha os inimigos teus como escabelo por debaixo de teus pés!’ 
 O Senhor estenderá desde Sião vosso cetro de poder, pois Ele diz: ‘Domina com vigor teus inimigos; 
 tu és príncipe desde o dia em que nasceste;  na glória e esplendor da santidade, como o orvalho, antes da aurora, eu te gerei!’ 
 Jurou o Senhor e manterá sua palavra: ‘Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem do rei Melquisedec!’ 


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

GLORIA A TE, O CRISTO, VERBO DI DIO.
 
IO SONO LA LUCE DEL MONDO, DICE IL SIGNORE;
CHI SEGUE ME AVRÀ LA LUCE DELLA VITA.
 
GLORIA A TE, O CRISTO, VERBO DI DIO.
 
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho  e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.


EVANGELHO
(Jo 12, 24-26)
 
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.:  Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo João.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: Naquele tempo disse Jesus a seus discípulos: “Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele continua só um grão de trigo; mas se morre, então produz muito fruto. Quem se apega à sua vida, perde-a; mas quem faz pouca conta de sua vida neste mundo conservá-la-á para a vida eterna. Se alguém me quer servir, siga-me, e onde eu estou estará também o meu servo. Se alguém me serve, meu Pai o honrará”.
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.
Terminada a proclamação, o diácono, com toda reverência, coloca o livro dos evangelhos novamente sobre o altar, onde permanece até o momento de ser colocado sobre a cabeça do Ordinando.


SÚPLICA AO ESPÍRITO SANTO
 
Começa então a Ordenação de Bispo. Estando todos de pé, e sem mitra, segundo alguma das fórmulas abaixo, canta-se o Veni Creator Spiritus (Oh, vinde, Espírito Criador).
 
OH, VINDE, ESPÍRITO CRIADOR,
AS NOSSAS ALMAS VISITAI
E ENCHEI OS NOSSOS CORAÇÕES
COM VOSSOS DONS CELESTIAIS.
 
VÓS SOIS CHAMADO O INTERCESSOR
DO DEUS EXCELSO O DOM SEM PAR,
A FONTE VIVA, O FOGO, O AMOR,
A UNÇÃO DIVINA E SALUTAR.
 
SOIS DOADOR DOS SETE DONS
E SOIS PODER NA MÃO DO PAI,
POR ELE PROMETIDO A NÓS,
PHOR NÓS SEUS FEITOS PROCLAMAI.
 
A NOSSA MENTE ILUMINAI,
OS CORAÇÕES ENCHEI DE AMOR,
NOSSA FRAQUEZA ENCORAJAI,
QUAL FORÇA ETERNA E PROTETOR.
 
NOSSO INIMIGO REPELI,
E CONCEDEI-NOS VOSSA PAZ;
SE PELA GRAÇA NOS GUIAIS,
O MAL DEIXAMOS PARA TRÁS.
 
AO PAI E AO FILHO SALVADOR
POR VÓS POSSAMOS CONHECER.
QUE PROCEDEIS DO SEU AMOR
FAZEI-NOS SEMPRE FIRMES CRER.

Em seguida, o bispo ordenante principal e os outros Bispos ordenantes, se for preciso, aproximam-se das cadeiras preparadas para a Ordenação. Todos se assentam.
 


APRESENTAÇÃO DO ELEITO
 
O eleito é conduzido pelos Presbíteros assistentes até em frente do Bispo ordenante principal, ao qual faz uma reverência. 
 
Um dos presbíteros assistentes, ou outro presbítero, fala ao Bispo ordenante principal com estas palavras:
℣.: Reverendíssimo Pai, a Santa Mãe Igreja Católica pede que ordeneis para o Ministério episcopal o Presbítero Francisco Xavier.
 
Pres.: Tens o mandato apostólico?
℣.: Aqui o temos.
 
Pres.: Proceda-se à sua leitura.

 


  P I V S E P I S C O P V S

S E R V U M   S E R V O R V M  D E I

 

Ao reverendíssimo filho Francisco Xavier (NguyenVanThuan)até aqui pertencente a  Arquidiocese Primaz do Carmo, nomeado como Bispo Auxiliar desta e a todos aos que esta Bula de Nomeação chegarem, saúde, paz, misericórdia e bênção apostólica.

Do alto da cátedra deste Dicastério, de onde eu fixo os meus olhares à pastoralidade da Igreja de Cristo não deixo de reconhecer os trabalhos heroicos dos presbíteros ao serviço deste Corpo Místico de Cristo. E assim, no transcorrer do tempo, são muitos os Bispos nomeados para seguir o múnus episcopal incumbido desde o início da Igreja, dado por Nosso Senhor Jesus Cristo aos Santos apóstolos.

Atento às necessidades da Arquidiocese Primaz do Carmo, da unidade do Colégio Episcopal e de bons zeladores pela casa de Deus (Sl 69, 10) faço por minha ratificação nomear um novo Bispo para diferir ao Corpo do Colégio Apostólico; e tu, diletíssimo filho, aparentas os dotes necessários para figurar o Corpo do Colégio Episcopal. Por conseguinte, ouvindo o parecer afirmativo da Congregação para os Bispos e com a nossa suprema e legítima autoridade apostólica dada por Cristo (Atos 1,16-17.21-26) faço por benevolência e vontade do Espírito Santo nomear-te como Bispo.

Deves com antecedência preparar a cerimônia de sagração episcopal, escolher o teu Bispo ordenante, os dois co-sagrantes e como bem o local, a data e a hora para acontecer a Celebração da tua ordenação episcopal. Através desta Bula, enviamos-te as insígnias episcopais abençoadas pela qual possas fazer uso delas, exceto o anel episcopal, o báculo e a mitra que serão entregues na Missa de Ordenação Episcopal.

Por fim, apascenta o rebanho do Senhor com amor e diligência (1Pe 5,2) em comunhão com a Igreja de Jesus Cristo, com o Santo Padre e com o rebanho. E assim, possas estar ao serviço de Deus e da Igreja à todo o momento.

Dado em Roma, na Sede do Dicastério para os Bispos, no dia vinte do mês de Fevereiro do ano jubilar do Senhor de dois mil e vinte e seis.


PIVS PP. IX
Pontifex Maximvs

 Estando todos sentados, lê-se a Bula. Terminada a leitura, todos concordam com a eleição do Bispo, dizendo:
℟.:  Graças a Deus.


HOMILIA

O Bispo ordenante principal, estando todos sentados, faz a homilia na qual fala ao clero, ao povo e ao eleito sobre o ministério do Bispo, iniciando com base no texto das leituras feitas na Liturgia da Palavra.
 

PROPÓSITO DO ELEITO
 
Após a homilia, só o eleito se levanta e permanece de pé diante do Bispo ordenante principal, que o interroga com estas palavras:
Pres.: Conforme o costume dos Santos Padres, aquele que é escolhido para Bispo deve ser interrogado diante do povo, quanto a fé e sua futura missão.

Pres.: Assim, caríssimo irmão, queres desempenhar até a morte a missa que nos foi confiada pelos Apóstolos, e que, por imposição de nossas mãos, te será transmitida com a graça do Espírito Santo?
Eleito: Quero.

Pres.: Queres anunciar o Evangelho de Cristo com fidelidade e perseverança?
Eleito: Quero.

Pres.: Queres conservar em sua pureza e integridade o tesouro da fé, tal como foi recebido dos Apóstolos e transmitido na Igreja, sempre e em toda parte?
Eleito: Quero.

Pres.: Queres edificar a Igreja, corpo de Cristo, e permanecer na sua unidade com o Colégio dos Bispos, sob a autoridade do sucessor do Apóstolo Pedro?
Eleito: Quero.
 
Pres.: Queres obedecer fielmente ao sucessor do Apóstolo Pedro?
Eleito: Quero.

Pres.: Queres, com teus colaboradores, presbíteros e diáconos, cuidar do povo de Deus com amor de pai e dirigi-lo no caminho da salvação?
Eleito: Quero.

Pres.: Queres, por amor a Deus, mostrar-te afável e misericordioso para com os pobres e peregrinos e todos os necessitados?
Eleito: Quero.

Pres.: Como bom pastor, queres procurar as ovelhas errantes e conduzi-las ao rebanho do Senhor?
Eleito: Quero.

Pres.: Queres orar incessantemente pelo povo de Deus e desempenhar com fidelidade a missão do sumo sacerdócio?
Eleito: Quero, com a graça de Deus.
 
Pres.: Deus, que te inspirou este bom propósito, te conduza sempre mais à perfeição.
 

LADAINHA DE TODOS OS SANTOS

Os Bispos tiram a mitra e todos se levantam. O Ordenante principal, de pé, com as mãos postas, voltado para o povo, diz a invocação:
Pres.: Oremos, irmãos e irmãs, para que Deus todo-poderoso derrame com largueza a sua graça sobre este servo, escolhido para o serviço da Igreja. 
 O Eleito se prostra.
 Canta-se a ladainha, à qual todos respondem.
 Nos domingos e no Tempo Pascal, todos permanecem de pé, na posição em que estão. 
Nos dias de semana, exceto no Tempo Pascal, todos permanecem de joelhos, na posição em que estão. Neste caso, o Diácono diz: 
℣.: Ajoelhemo-nos.
E todos se ajoelham

Segue-se a fórmula da ladainha:
— KYRIE, ELEISON.
℟.:  KYRIE, ELEISON.
— CHRISTE, ELEISON.
℟.:  CHRISTE, ELEISON.
— KYRIE, ELEISON.
℟.: KYRIE, ELEISON.
 
— SANTA MARIA, MÃE DE DEUS,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO MIGUEL,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SANTOS ANJOS DE DEUS,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO JOÃO BATISTA,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO JOSÉ,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO PEDRO E SÃO PAULO,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SANTO ANDRÉ,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO TIAGO,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO TADEU,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO MATIAS
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SANTA MARIA MADALENA,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SANTO ESTEVÃO,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SANTO INÁCIO DE ANTIOQUIA,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO LOURENÇO,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SANTA PERPETUA E SANTA FELICIDADE, 
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SANTA INÊS,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO GREGÓRIO,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SANTO AGOSTINHO, 
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SANTO ATANÁSIO,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO BASÍLIO 
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO MARTINHO,
℟.: ROGAI POR NÓS.
 — SÃO BENTO,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO FRANCISCO E SÃO DOMINGOS,
℟.: ROGAI POR NÓS.
SANTO ANTÔNIO,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO FRANCISCO XAVIER, 
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO JOÃO MARIA VIANNEY,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO VICENTE PALLOTTI,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO JOÃO XXIII,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO PAULO VI,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO JOÃO PAULO II,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SANTA CATARINA DE SENA,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SANTA TERESA DE JESUS,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SANTA ELENA GUERRA,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— BEATO JOÃO PAULO I,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— BEATO SAMUEL E ADÍLIO,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— BEATA BARBÁRA MAIX,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SÃO CARLO ACUSTIS,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— TODOS OS SANTOS E SANTAS DE DEUS,
℟.: ROGAI POR NÓS.
— SEDE-NOS PROPÍCIO,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE NOS LIVREIS DE TODO MAL, 
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE NOS LIVREIS DE TODO PECADO,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE NOS LIVREIS DA MORTE ETERNA,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PELA VOSSA ENCARNAÇÃO, 
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PELA VOSSA MORTE E RESSURREIÇÃO,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PELA EFUSÃO DO ESPÍRITO SANTO,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— APESAR DE NOSSOS PECADOS,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS CONDUZIR E PROTEGER A VOSSA IGREJA,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS CONSERVAR NO VOSSO SANTO SERVIÇO O PAPA, OS BISPOS E TODO O CLERO,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS ABENÇOAR ESTE ELEITO,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS ABENÇOAR E SANTIFICAR ESTE ELEITO,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS ABENÇOAR, SANTIFICAR E CONSAGRAR ESTE ELEITO,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS CONCEDER A TODOS OS POVOS A PAZ E A VERDADEIRA CONCÓRDIA,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS MANIFESTAR A VOSSA MISERICÓRDIA A TODOS QUE SOFREM TRIBULAÇÕES,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS CONSERVAR-NOS E CONFORTAR-NOS NO VOSSO SANTO SERVIÇO,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— JESUS, FILHO DO DEUS VIVO.
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.

— CRISTO, OUVI-NOS.
℟.: CRISTO, OUVI-NOS.
— CRISTO, ATENDEI-NOS.
℟.: CRISTO, ATENDEI-NOS.
 
Terminada a ladainha, só o Bispo se levanta e diz, de mãos estendidas:
Pres.: Atendei, ó Pai, as nossas suplicas para que, ao derramardes sobre este vosso servo a plenitude da graça sacerdotal, desça sobre ele a força da vossa bênção. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
Se estiverem ajoelhados, o diácono diz:
℣.: Levantai-vos.
E todos se levantam.


IMPOSIÇÃO DAS MÃOS

O Eleito se levanta; aproxima-se do Bispo, que está de pé diante da cátedra, com mitra; e ajoelha-se diante dele.
 
Em silêncio, o Bispo ordenante principal impõe as mãos sobre a cabeça do Eleito. Depois dele, os outros Bispos aproximando-se um após o outro, impõem também as mãos ao eleito, em silêncio. Terminada a imposição das mãos, os Bispos permanecem ao lado do Ordenante principal até que termina a Prece de Ordenação, mas de tal modo que sejam vistos por todos os fiéis.


PRECE DE ORDENAÇÃO

Em seguida, o Bispo ordenante principal recebe do diácono o evangeliário e o coloca aberto sobre a cabeça do eleito; dois diáconos, ou dois presbíteros, de pé, um à direita e outro à esquerda do eleito, seguram o evangeliário sobre a cabeça dele até o fim da Prece de Ordenação.
 
Tendo o Bispo eleito ajoelhado à sua frente, o Bispo ordenante principal, com os outros Bispos ao seu lado, todos sem mitra, e de mãos estendidas, diz a Prece de Ordenação:
Pres.: Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai de misericórdia e Deus de toda consolação: Vós habitais no mais alto dos céus, e voltais o vosso olhar para os humildes; conheceis todas as coisas antes que aconteçam; pela vossa palavra estabelecestes leis na Igreja; e escolhestes desde o princípio um povo santo, descendente de Abraão, dando-lhes chefes e sacerdotes, e jamais deixastes sem ministros o vosso santuário, porque, desde o princípio, quisestes ser glorificado em vossos Eleitos.
 
A parte da Prece de Ordenação que segue é proferida por todos os Bispos ordenantes, de mãos unidas, mas em voz baixa, de modo que a voz do Bispo ordenante principal, possa claramente ser ouvida.
 
Enviai agora sobre este Eleito a força que de vós procede, o Espírito Soberano, que destes ao vosso amado Filho, Jesus Cristo, e ele transmitiu aos santos Apóstolos, que fundaram a Igreja por toda a parte, como vosso templo, para glória e perene louvor do vosso nome.
 
O Bispo ordenante principal, continua sozinho: 
Pres.: Ó Pai, que conheceis os corações, concedei que este vosso servo, escolhido para Bispo, apascente o vosso rebanho e exerça, de modo irrepreensível, a plenitude do sacerdócio. Que ele vos sirva dia e noite, intercedendo junto a vós pelo seu povo, e oferecendo os dons da vossa Igreja. Pela força do Espírito Santo, que a plenitude do sacerdócio lhe comunica, concedei-lhe o poder de perdoar os pecados segundo o vosso mandamento; que ele distribua os ministérios segundo o vosso preceito, e desligue todo o vínculo conforme o poder dado aos Apóstolos. Pela mansidão e pureza de coração, que ele seja para vós oferenda agradável por vosso Filho, Jesus Cristo. Por ele, ó Pai, recebeis com o Espírito Santo a glória, o poder e a honra, na Igreja santa, agora e para sempre.
℟.: Amém.
Terminada a Prece de Ordenação, os Diáconos retiram o evangeliário que seguravam sobre a cabeça do Bispo ordenado, e um deles conserva o evangeliário até que seja entregue ao Ordenado. Todo sentam-se e o Ordenante principal e os demais Bispos colocam a mitra.


UNÇÃO DA CABEÇA
 
O Bispo sagrante principal, revestido de gremial branco, recebe de um dos Diáconos o frasco com óleo do Crisma e unge a cabeça do Ordenado, ajoelhado diante dele, dizendo: 
Pres.: Deus, que te fez participar da plenitude do sacerdócio de Cristo, derrame sobre ti o bálsamo da unção, enriquecendo-te com a bênção da fecundidade espiritual. 
Ao terminar a unção, o Bispo ordenante lava as mãos.


ENTREGA DO LIVRO DOS EVANGELHOS
 
O Bispo ordenante principal recebendo do diácono o Evangeliário, entrega-o ao Bispo ordenado, dizendo:
Pres.: Recebe o Evangelho e anuncia a palavra de Deus com toda a constância e desejo de ensinar.
Após o Bispo ordenado receber o evangeliário, o entrega ao diácono que o leva a credência ou ao ambão.


ENTREGA DAS INSÍGNIAS
 
O Bispo ordenante principal, põe o anel no dedo anular da mão direita do Bispo ordenado, dizendo: 
Pres.: Recebe este anel, símbolo da fidelidade; e com fidelidade invencível guarda sem mancha a Igreja, esposa de Deus.
 
Em seguida, o Bispo ordenante principal impõe a mitra ao Bispo ordenado, dizendo:
Pres.: Recebe a mitra e brilhe em ti o esplendor da santidade, para que quando vier o Príncipe dos pastores, mereças receber a imarcescível coroa da glória.
 
Por fim, entrega-lhe o báculo pastoral, dizendo:
Pres.: Recebe o báculo, símbolo do serviço pastoral, e cuida de todo o rebanho, no qual o Espírito Santo te constituiu Bispo a fim de apascentares a Igreja de Deus.
Todos se levantam. 
 
Se a ordenação se realiza na igreja própria do Ordenado, o Ordenante principal convida-o a sentar-se na cátedra e senta-se à sua direita. Se, porém, a ordenação não realizou-se na igreja própria do ordenado (sua catedral), o Ordenante principal convida-o a ocupar o primeiro lugar entre os Bispos concelebrantes.
 

SAUDAÇÃO DA PAZ

Finalmente, tendo deposto o báculo, o Ordenado se levanta e recebe a saudação da paz do Ordenante principal e todos os Bispos.
 
Depois da entrega do báculo até o fim desse rito, pode-se cantar:
 
1. VOU SAIR PELOS PRADOS, BUSCANDO
OVELHAS QUE ESTÃO SEM PASTOR;
EU AS TRAREI COM CARINHO
DE VOLTA, SEM FOME OU TEMOR!
NOS MEUS OMBROS, OVELHAS FERIDAS
SEM DOR PODERÃO DESCANSAR.
DEVOLVEREI OS SEUS CAMPOS,
DAREI NOVAMENTE A PAZ.
 
SOU REI, SOU O BOM PASTOR!
VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO.
 
2. MAUS PASTORES QUE PERDEM OVELHAS
DISTANTES DE MIM OS TEREI;
NOUTRAS PASTAGENS SEGURAS,
PASTORES FIÉIS CHAMAREI.
NOVO REINO FAREI DO MEU POVO,
REBANHO SEM MAIS OPRESSÃO:
TODOS SERÃO CONDUZIDOS
À VIDA POR MINHAS MÃOS!
 
3. SOU A PORTA SEGURA DO APRISCO,
REBANHO FELIZ EU FAREI:
DE TODO O MAL E INJUSTIÇA,
OVELHAS EU DEFENDEREI.
MERCENÁRIOS QUE FOGEM PRA LONGE,
DEIXANDO O REBANHO AO LÉU,
NÃO TERÃO PARTE COMIGO,
NO REINO QUE VEM DO CÉU.
 
4. SE UMA OVELHA DEIXAR O MEU CAMPO
E OUTRO CAMINHO SEGUIR,
DEIXO O REBANHO SEGURO
E VOU PROCURAR A INFELIZ.
AO TRAZÊ-LA HAVERÁ ALEGRIA
E OS ANJOS DO CÉU VÃO CANTAR:
SERÁ A FESTA DA VOLTA,
REBANHO VAI SE ALEGRAR.
 
5. EU CONHEÇO AS OVELHAS QUE TENHO
E TODO O REBANHO, MINHA VOZ.
SE CHAMO, ENTÃO, PELO NOME
A OVELHA OUVIRÁ BEM VELOZ.
BUSCAREI OS CORDEIROS DISTANTES
QUE EM MIM TERÃO FORÇA E AMOR.
FAREI SOMENTE UM REBANHO,
E EU MESMO SEREI PASTOR.
Liturgia Eucarística
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
 
SÊ BENDITO, SENHOR PARA SEMPRE
PELOS FRUTOS DAS NOSSAS JORNADAS!
REPARTIDOS NA MESA DO REINO,
ANUNCIAM A PAZ ALMEJADA!
 
SENHOR DA VIDA,
TU ÉS A NOSSA SALVAÇÃO!
AO PREPARARMOS A TUA MESA,
EM TI BUSCAMOS RESSURREIÇÃO!
 
SÊ BENDITO, SENHOR PARA SEMPRE
PELOS MARES, OS RIOS E AS FONTES!
NOS RECORDAM A TUA JUSTIÇA,
QUE NOS LEVAM A UM NOVO HORIZONTE!
 
SÊ BENDITO, SENHOR PARA SEMPRE
PELAS BÊNÇÃOS QUAL CHUVA TORRENTE!
TU FECUNDAS O CHÃO DESTA VIDA
QUE ABRIGA UMA NOVA SEMENTE!


Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
 
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a
oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.


CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.


ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Aceitai, Senhor, esta oblação que apresentamos em favor da vossa Igreja e do vosso servo, o Bispo Francisco Xavier. Ornai com a riqueza das virtudes apostólicas, para o proveito do rebanho, aquele que, do meio do vosso povo, chamastes à plenitude do sacerdócio. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: — Amém.


ORAÇÃO EUCARÍSTICA IV
(Prefácio - O Sacerdócio de Cristo e o Ministério dos Sacerdotes)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pela unção do Espírito Santo, constituístes vosso Filho unigênito Pontífice da nova e eterna aliança e estabelecestes em vosso inefável desígnio que seu único sacerdócio se perpetuasse na Igreja. Por isso, vosso Filho, Jesus Cristo, não somente enriquece a Igreja com um sacerdócio real, mas, também, com bondade fraterna, escolhe homens que, pela imposição de mãos, participem do seu ministério sagrado. Em nome de Cristo, renovam o sacrifício da redenção humana, servindo aos fiéis o banquete da Páscoa, precedem o povo na caridade, alimentam-no com a Palavra e o restauram com os sacramentos. Dando a vida por vós e pela salvação dos irmãos, procurem assemelhar-se à imagem do próprio Cristo, e testemunhem, constantes, diante de vós, a fé e o amor. Por isso, Senhor, com os anjos e todos os santos, vos exaltamos, cantando (dizendo) jubilosos a uma só voz:


SANTO

SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS
DOMINUS DEUS SABAOTH.
PLENI SUNT CAELI ET TERRA GLORIA TUA.
HOSANNA IN EXCELSIS.
BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI.
HOSANNA IN EXCELSIS.
 
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Nós proclamamos vossa grandeza, Pai santo, a sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas. Criastes o ser humano à vossa imagem e lhe confiastes todo o universo para que, servindo somente a vós, seu Criador, cuidasse de toda criatura. E quando pela desobediência perdeu a vossa amizade, não o abandonastes ao poder da morte. A todos, porém, socorrestes com misericórdia, para que, ao procurar-vos, vos encontrassem. Muitas vezes oferecestes aliança à família humana e a instruístes pelos profetas na esperança da salvação.
 
Pres.: E de tal modo, Pai santo, amastes o mundo que, chegada a plenitude dos tempos, nos enviastes vosso próprio Filho para ser o nosso Salvador. Encarnado pelo poder do Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, Jesus viveu em tudo a condição humana, menos o pecado; anunciou aos pobres a salvação, aos oprimidos, a liberdade, aos tristes, a alegria. Para cumprir o vosso plano de amor, entregou-se à morte e, ressuscitando, destruiu a morte e renovou a vida.
 
Pres.: E, a fim de não mais vivermos para nós, mas para ele, que por nós morreu e ressuscitou, enviou de vós, ó Pai, como primeiro dom aos vossos fiéis, o Espírito Santo, que continua sua obra no mundo para levar à plenitude toda a santificação.
Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Por isso, nós vos pedimos, ó Pai, que o mesmo Espírito Santo santifique estas oferendas,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
Une as mãos
para celebrarmos este grande mistério que ele nos deixou em sinal da eterna aliança.
 
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Quando, pois, chegou a hora em que por vós, ó Pai, ia ser glorificado, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. Enquanto ceavam,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou em suas mãos o cálice com vinho, deu-vos graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Pres.: Mistério da fé e do amor!
A assembleia aclama:
℟.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!
 
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, agora, ó Pai, a memória da nossa redenção, anunciamos a morte de Cristo e sua descida entre os mortos, proclamamos a sua ressurreição e ascensão à vossa direita e, esperando a sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos o seu corpo e Sangue, sacrifício do vosso agrado e salvação para o mundo inteiro.
Pres.: Olhai, com bondade, a oblação que destes à vossa Igreja e concedei aos que vamos participar do mesmo pão e do mesmo cálice que, reunidos pelo Espírito Santo num só corpo, nos tornemos em Cristo uma oferenda viva para o louvor da vossa glória.

O bispo recém-ordenado, diz:
1C: E agora, ó Pai, lembrai-vos de todos pelos quais vos oferecemos este sacrifício: o vosso servo o Papa N.(o nosso bispo N.,), comigo, vosso indigno servo, que hoje vos dignastes escolher para o serviço ao vosso povo, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos, e todos os ministros da vossa Igreja, os fiéis que, ao redor deste altar, se unem à nossa oferta, o povo que vos pertence e aqueles que vos procuram de coração sincero.
 
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.
 
2C: Lembrai-vos também dos que morreram na paz do vosso Cristo e de todos os defuntos dos quais só vós conhecestes a fé.
 
3C: E a todos nós, vossos filhos e filhas, concedei, ó Pai de bondade, alcançar a herança eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos e todos os Santos, no vosso reino, onde, com todas as criaturas, libertas da corrupção do pecado e da morte, vos glorificaremos
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso, por quem dais ao mundo todo bem e toda graça.
 
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.

 
ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.


SAUDAÇÃO DA PAZ
 
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.


FRAÇÃO DO PÃO
 
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, canta-se:
 
AGNUS DEI,
QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,
MISERERE NOBIS.
 
AGNUS DEI,
QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,
MISERERE NOBIS.
 
AGNUS DEI,
QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,
DONA NOBIS PACEM.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
 

COMUNHÃO

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

QUI VULT VENIRE POST ME,
ABNEGET SEMETIPSUM,
ET TOLLAT CRUCEM SUAM QUOTIDIE,
ET SEQUATUR ME.
 
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
 
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
 

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Ó Deus, pela força da Eucaristia, derramai sobre o Bispo Pedro. os dons de vossa graça, para que desempenhe dignamente seu ministério pastoral, e, servindo com fidelidade, alcance a recompensa eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.


TE DEUM

Terminada a Oração depois da comunhão, canta-se o hino "Te Deum, laudamus" (A vós, ó Deus), ou outro hino correspondente, conforme os costumes do lugar. Enquanto isso o Bispo ordenado, de mitra e báculo, é conduzido pela igreja pelos Bispo co-ordenantes principais, dando a benção a todos.
 
TE DEUM LAUDAMUS: TE DOMINUM CONFITEMUR.
TE AETERNUM PATREM OMNIS TERRA VENERATUR.
 
TIBI OMNES ANGELI; TIBI CAELI ET UNIVERSAE POTESTATES;
TIBI CHERUBIM ET SERAPHIM INCESSABILI VOCE PROCLAMANT:
SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS, DOMINUS DEUS SABAOTH.
PLENI SUNT CAELI ET TERRA MAIESTATIS GLORIAE TUAE.
 
TE GLORIOSUS APOSTOLORUM CHORUS,
TE PROPHETARUM LAUDABILIS NUMERUS,
TE MARTYRUM CANDIDATUS LAUDAT EXERCITUS.
TE PER ORBEM TERRARUM SANCTA CONFITETUR ECCLESIA,
PATREM IMMENSAE MAIESTATIS:
 
VENERANDUM TUUM VERUM ET UNICUM FILIUM;
SANCTUM QUOQUE PARACLITUM SPIRITUM.
 
TU REX GLORIAE, CHRISTE.
TU PATRIS SEMPITERNUS ES FILIUS.
TU AD LIBERANDUM SUSCEPTURUS HOMINEM,
NON HORRUISTI VIRGINIS UTERUM.
 
TU, DEVICTO MORTIS ACULEO,
APERUISTI CREDENTIBUS REGNA CAELORUM.
TU AD DEXTERAM DEI SEDES, IN GLORIA PATRIS.
IUDEX CREDERIS ESSE VENTURUS.
 
TE ERGO QUAESUMUS, TUIS FAMULIS SUBVENI:
QUOS PRETIOSO SANGUINE REDEMISTI.
AETERNA FAC CUM SANCTIS TUIS IN GLORIA NUMERARI.
 
"SALVUM FAC POPULUM TUUM, DOMINE, ET BENEDIC HEREDITATI TUAE.
ET REGE EOS, ET EXTOLLE ILLOS USQUE IN AETERNUM.
PER SINGULOS DIES BENEDICIMUS TE;
ET LAUDAMUS NOMEN TUUM IN SAECULUM, ET IN SAECULUM SAECULI.
DIGNARE, DOMINE, DIE ISTO SINE PECCATO NOS CUSTODIRE.
MISERERE NOSTRI DOMINE,
MISERERE NOSTRI.
FIAT MISERICORDIA TUA, DOMINE, SUPER NOS,
QUEMADMODUM SPERAVIMUS IN TE.
IN TE, DOMINE, SPERAVI: NON CONFUNDAR IN AETERNUM."
 

ALOCUÇÃO AO POVO

Após o hino, o ordenado, de pé, junto ao altar ou se estiver na sua catedral, à cátedra, de mitra e báculo, pode dirigir breve alocução ao povo.


BÊNÇÃO FINAL
(Dedicação de igreja)
 
Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
 
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.:  Ele está no meio de nós.

 O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.

O sacerdote estende as mãos sobre o povo, dizendo:
Pres.: Que Deus te abençoe e te guarde, e assim como te fez pontífice de seu povo, conceda-te ser feliz nesta vida e participar da eterna felicidade.
℟.: Amém.
Pres.: Conceda-te o Senhor governar, com êxito, por muitos anos, com sua graça e tua solicitude, o clero e o povo que ele reuniu.
℟.: Amém
Pres.: Obedecendo aos preceitos divinos, livres de toda adversidade, e enriquecidos de todos os bens, e seguindo a tua orientação, gozem de paz neste mundo e mereçam reunir-se contigo na comunidade dos santos.
℟.: Amém.
 
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.
 
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.
℟.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.


ANTÍFONA MARIANA

SALVE, REGINA, MATER MISERICORDIÆ,
VITA, DULCEDO ET SPES NOSTRA, SALVE.
AD TE CLAMAMUS EXSULES FILII EVÆ;
AD TE SUSPIRAMUS GEMENTES ET FLENTES
IN HAC LACRYMARUM VALLE.
EIA ERGO, ADVOCATA NOSTRA,
ILLOS TUOS MISERICORDES OCULOS AD NOS CONVERTE.
ET IESUM, BENEDICTUM FRUCTUM VENTRIS TUI,
NOBIS POST HOC EXSILIUM OSTENDE,
O CLEMENS, O PIA, O DULCIS VIRGO MARIA.

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