LIVRETO CELEBRATIVO
MISSA PELA ALMA DO
SANTO PADRE
PIO IX
7º DIA DOS NOVENDIALIS
05 de março de 2026 - 19h00
Dom Carlo Cardeal Lucciani
RITOS INICIAIS
ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
CANTO
REQUIEM AETERNAM DONA EI, DOMINE,
ET LUX PERPETUA LUCEAT EI.
1. TE DECET HYMNUS, DEUS, IN SION;
ET TIBI REDDETUR VOTUM IN IERUSALEM.
QUI AUDIS ORATIONEM,
AD TE OMNIS CARO VENIET
PROPTER INIQUITATEM.
2. ETSI PRAEVALERUNT SUPER NOS
IMPIETATES NOSTRAE,
TU PROPITIABERIS EIS.
BEATUS, QUEM ELEGISTI ET ASSUMPSISTI;
INHABITABIT IN ATRIIS SUIS.
3. REPLEBIMUR BONIS DOMUS SUAE,
SANCTITATE TEMPLI TUI.
MIRABILITER IN AEQUITATE
EXAUDIES NOS, DEUS SALUTIS NOSTRAE.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com uma das seguintes fórmulas:
Pres.: A vós, irmãos, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
ATO PENITENCIAL
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente dos santos mistérios.
Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Pres.: Tende compaixão de nós, Senhor.
O povo:
Ass.: Porque somos pecadores.
O sacerdote:
Pres.: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
O povo:
Ass.: E dai-nos a vossa salvação.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Seguem as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
ORAÇÃO COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta;
Pres.: Ó Deus, pastor imortal das almas, atendei ao vosso povo suplicante e concedei ao vosso servo, o Papa Pio, que presidiu na caridade a vossa Igreja, alcançar misericordiosamente com o rebanho a ele confiado a recompensa de um fiel administrador. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espirito Santo, por todos os séculos dos séculos.
ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Rm 5,5-11)
O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos
Irmãos: A esperança não decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. Com efeito, quando éramos ainda fracos, Cristo morreu pelos ímpios, no tempo marcado. Dificilmente alguém morrerá por um justo; por uma pessoa muito boa, talvez alguém se anime a morrer. Pois bem, a prova de que Deus nos ama é que Cristo morreu por nós, quando éramos ainda pecadores. Muito mais agora, que já estamos justificados pelo sangue de Cristo, seremos salvos da ira por ele. Quando éramos inimigos de Deus, fomos reconciliados com ele pela morte do seu Filho; quanto mais agora, estando já reconciliados, seremos salvos por sua vida! Ainda mais: Nós nos gloriamos em Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo. É por ele que, já desde o tempo presente, recebemos a reconciliação.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
Todos respondem:
Ass.: Graças a Deus.
Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.
SALMO RESPONSORIAL
Sl 24(25),6-7bc.17-18.20-21
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
— Senhor meu Deus, a vós elevo a minha alma.
Ass.: Senhor meu Deus, a vós elevo a minha alma.
— Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura e a vossa compaixão que são eternas! De mim lembrai-vos, porque sois misericórdia e sois bondade sem limites, ó Senhor!
Ass.: Senhor meu Deus, a vós elevo a minha alma.
— Aliviai meu coração de tanta angústia, e libertai-me das minhas aflições! Considerai minha miséria e sofrimento, e concedei vosso perdão aos meus pecados!
Ass.: Senhor meu Deus, a vós elevo a minha alma.
— Defendei a minha vida e libertai-me; em vós confio, que eu não seja envergonhado! Que a retidão e a inocência me protejam, pois em vós eu coloquei minha esperança!
Ass.: Senhor meu Deus, a vós elevo a minha alma.
Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.
LAUS TIBI, CHRISTE, REX AETERNAE GLORIAE.
1. BEATI QUI HABITANT IN DOMO TUA,
DOMINE, IN PERPETUUM
LAUDABUNT TE.
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mt 11,25-30)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
V.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
V.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
O povo aclama:
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: "Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
V.: Palavra da Salvação.
Todos respondem:
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
Terminada a Homilia, se for da opção do celebrante, faz-se a oração dos fiéis:
O celebrante introduz com as seguintes palavras:
Pres.: Irmãos e irmãs, Deus manifestou o seu amor por nós em Cristo e convida os cansados e oprimidos a encontrar n’Ele descanso. Confiantes nesta misericórdia, elevemos ao Pai as nossas súplicas, dizendo:
O celebrante introduz com as seguintes palavras:
Pres.: Irmãos e irmãs, Deus manifestou o seu amor por nós em Cristo e convida os cansados e oprimidos a encontrar n’Ele descanso. Confiantes nesta misericórdia, elevemos ao Pai as nossas súplicas, dizendo:
E todos dizem:
Ass.: Ouvi-nos, Senhor.
1. Pela Santa Igreja, para que, sustentada pelo Espírito Santo que derrama o amor de Deus em nossos corações, anuncie ao mundo a reconciliação realizada por Cristo, rezemos ao Senhor.
Ass.: Ouvi-nos, Senhor.
1. Pela Santa Igreja, para que, sustentada pelo Espírito Santo que derrama o amor de Deus em nossos corações, anuncie ao mundo a reconciliação realizada por Cristo, rezemos ao Senhor.
2. Pelo descanso eterno do Papa Pio IX, para que aquele que foi chamado a servir a Igreja como sucessor de Pedro participe plenamente da paz e da alegria prometidas aos que foram reconciliados com Deus pelo sangue de Cristo, rezemos ao Senhor.
3. Pelos pastores da Igreja, para que, seguindo o exemplo do Coração manso e humilde de Cristo, conduzam o povo de Deus com caridade, verdade e espírito de serviço, rezemos ao Senhor.
4. Por todos os que estão cansados, aflitos ou oprimidos pelas dificuldades da vida, para que encontrem em Cristo alívio, esperança e consolação, rezemos ao Senhor.
5. Por todos os fiéis defuntos, para que, reconciliados com Deus pela morte e ressurreição de Cristo, participem da vida eterna e da alegria do Reino, rezemos ao Senhor.
6. Por nós aqui reunidos, para que aprendamos de Cristo a mansidão e a humildade do coração, vivendo reconciliados com Deus e com os irmãos, rezemos ao Senhor.
O celebrante reza a conclusão:
Pres.: Pai de misericórdia, que nos reconciliastes convosco pela morte de vosso Filho e nos chamais a encontrar n’Ele o verdadeiro descanso, acolhei as preces do vosso povo e conduzi-nos à plenitude da vida. Por Cristo, nosso Senhor.
Pres.: Pai de misericórdia, que nos reconciliastes convosco pela morte de vosso Filho e nos chamais a encontrar n’Ele o verdadeiro descanso, acolhei as preces do vosso povo e conduzi-nos à plenitude da vida. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
DOMINE JESU CHRISTE, REX GLORIAE,
LIBERA ANIMAS OMNIUM FIDELIUM DEFUNCTORUM
DE POENIS INFERNI ET DE PROFUNDO LACU:
LIBERA EAS DE ORE LEONIS,
NE ABSORBEBAT EAS TARTARUS,
NE CADANT IN OBSCURUM:
SED SIGNIFER SANCTUS MICHAEL
REPRAESENTET EAS IN LUCEM SANCTAM:
QUAM OLIM ABRAHAE PROMISISTI,
ET SEMINI EJUS.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Senhor, olhai benigno o sacrifício pacífico do vosso povo, pelo qual confiamos à vossa misericórdia o vosso servo, o Papa Pio; a quem na família humana foi instrumento de vossa caridade e de paz, concedei alegrar-se para sempre na assembleia dos vossos santos. Por Cristo, nosso Senhor.
ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.
PRECE EUCARÍSTICA
PREFÁCIO
Defuntos IV: Da Vida Terrena à Glória do Céu
Este prefácio deve ser usado nas Festas ou Memórias dos Santos Mártires.
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
E continua o prefácio:
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Vosso poder nos chamou à vida, vossa providência, nos conduz; por vossa ordem na terra, da qual fomos tirados, somos absolvidos da lei do pecado e, redimidos pela morte do vosso Filho, despertaremos, ao vosso chamado, para termos parte na glória da sua ressurreição. Por isso, com os Anjos e a multidão dos Santos, vos entoamos um hino de louvor, dizendo a uma só voz:
Unindo as mãos, diz com a assembleia:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA, II
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão
e, mantendo-o m pouco acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir. Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
1C. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
2C. Lembrai-vos do vosso filho Pio, que hoje chamastes deste mundo à vossa presença. Tendo sido sepultado com Cristo em sua morte, no Batismo, participe igualmente da sua ressurreição. Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
3C. Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, todos os Pontífices Santos, e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Pres.: Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
CORDEIRO DE DEUS
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para o banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
LUX AETERNA LUCEAT EIS, DOMINE,
CUM SANCTIS TUIS IN AETERNUM,
QUIA PIUS ES.
1. DE PROFUNDIS CLAMAVI AD TE, DOMINE;
DOMINE, EXAUDI VOCEM MEAM.
2. FIANT AURES TUAE INTENDENTES
IN VOCEM DEPRECATIONIS MEAE.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou o acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
De mãos juntas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Depois, de braços abertos, profere a oração depois da comunhão;
Pres.: Senhor, aproximando-nos da mesa do eterno convívio, imploramos humildemente a vossa misericórdia, por vosso servo, o Papa Pio, para que se alegre na contemplação da verdade na qual confirmou fielmente o vosso povo. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.
Se necessário, fazem-se breves comunicados ao povo.
RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
O sacerdote diz:
Pres.: Dai-lhe, Senhor, ao vosso servo, Papa Pio, o repouso eterno.
O povo responde:
Ass.: E brilhe para ele a vossa luz.
Prossegue:
Pres.: Que a sua alma e a de todos os fiéis defuntos, pela misericórdia de Deus, descansem em paz.
O povo responde:
Ass.: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
Pres.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
LEMBRA, SENHOR, O TEU AMOR FIEL PARA SEMPRE!
QUE OS INIMIGOS NÃO TRIUNFEM SOBRE O POVO!
DE SUAS ANGÚSTIAS, Ó SENHOR, LIVRA TUA GENTE!
1. SENHOR, DEUS, A TI ELEVO A MINHA ALMA,
EM TI CONFIO: QUE EU NÃO SEJA ENVERGONHADO.
NÃO SE ENVERGONHE QUEM EM TI PÕE SUA ESPERANÇA,
MAS, SIM, QUEM NEGA POR UM NADA SUA FÉ!
2. MOSTRA-ME, SENHOR, OS TEUS CAMINHOS,
E FAZ-ME CONHECER A TUA ESTRADA!
TUA VERDADE ME ORIENTE E ME CONDUZA,
PORQUE ÉS O DEUS DA MINHA SALVAÇÃO!
Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.
Seções:
7º Dia dos Novendialis
Livreto Celebrativo
Missa dos Novendialis
Missa pela alma do Papa
Novendialis
VI dia dos Novendialis
