Decreto de Exoneração Cardinalícia

GREGORIUS, EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI

A todos aqueles que esta lerem, 
saudação, paz e bênção em Cristo vivo e Ressuscitado.

“Sede submissos e obedecei aos que vos guiam.” (Hb 13, 17) Na noite de ontem, o Colégio Cardinalício reuniu-se para a eleição do novo Sucessor de Pedro. No escrutínio final, fui eleito entre os cardeais, após duas recusas ao pontificado por parte dos eleitores.

Entre os presentes, o Cardeal Marcel Rizzo manifestou revolta, resistência e desobediência à minha eleição, legítima e canônica, proferindo diversos ataques de ódio contra mim, especialmente no contexto de Dom Agnelo Prevost Cardeal Arns.

O Código de Direito Canônico estabelece a obediência ao Romano Pontífice, cabeça da Igreja na terra: “Os Bispos que estão em comunhão com a cabeça e com os membros do Colégio, quer individualmente considerados, quer reunidos em Conferências episcopais ou em concílios particulares, ainda que não gozem da infalibilidade no ensino, são contudo doutores e mestres autênticos da fé dos fiéis confiados aos seus cuidados; os fiéis têm obrigação de aderir com religioso obséquio de espírito ao magistério autêntico dos seus Bispos.” (Cân. 753)

Dom Marcel Cardeal Rizzo, na condição de Cardeal e príncipe da Igreja, desrespeitou a autoridade do Romano Pontífice, acusando-o de falsidades e outras condutas impróprias. A unidade da Igreja deve permanecer firme em torno do Bispo de Roma e Pastor da Igreja Universal. Por este motivo, DECRETO a EXONERAÇÃO de Marcel Rizzo do Colégio Presbiteral.

O referido prelado deixa de exercer o título de cardeal e o terceiro grau do múnus episcopal. Ademais, permanece como presbítero emérito, ficando à disposição do Dicastério para o Clero.

Dado em Roma, junto a São Pedro, aos sete dias do mês de abril do ano do Senhor de dois mil e vinte e seis, primeiro do meu Pontificado.

+ GREGORIUS PP. VII
Servus Servorum Dei
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