Livreto Celebrativo | Santa Missa na Memória de Santa Rita de Cássia presidida pelo Papa Gregório VII

 

LIVRETO CELEBRATIVO

SANTA MISSA NA MEMÓRIA DE
SANTA RITA DE CÁSSIA
PRESIDIDA POR SUA SANTIDADE, O PAPA
GREGÓRIO VII

22.05.2026
Basílica de São Pedro

Rita de Cássia nasceu na Úmbria, região da Itália central, no século XV. Casada com um homem violento, suportou pacientemente o seu caráter e conseguiu reconciliá-lo com Deus. Depois do assassinato do marido e da morte dos filhos, ingressou como religiosa num mosteiro da Ordem de Santo Agostinho, em Cássia. Dando a todos um sublime exemplo de paciência e penitência, aí morreu em 22 de maio de 1457.

RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

CANTO

1. AH, NÃO HÁ ROSAS SEM ESPINHOS, 
NÃO NO CANTEIRO DE JESUS,
LÁ, QUEM QUISER GANHAR A VIDA 
TEM QUE LEVAR A SUA CRUZ!
NESTE JARDIM, FOI SEMEADA 
RITA DE CÁSSIA, A ROSA-FLOR,
QUE DEIXOU TUDO NESTA VIDA, 
PORQUE ENTENDEU O QUE É O AMOR.
NEM SOFRIMENTOS E FAMÍLIA 
DESILUDIU SUA DECISÃO:
SEGUIR SOMENTE JESUS CRISTO, 
JAMAIS TRAIR SEU CORAÇÃO!

FOSTES A ROSA PREFERIDA, 
Ó SANTA RITA DE JESUS! 
ENSINAS-ME LIÇÃO DE VIDA: 
SOFRER, AMAR, LEVANDO A CRUZ!

2. NA AMARGA VIDA, Ó SANTA RITA, 
QUEM SABE AMAR, SABE SOFRER
E, NO SILÊNCIO QUE TORTURA, 
APRENDE A ARTE DE VIVER
O TEU SEMBLANTE REFLETIA, 
DA TUA VIDA, O ESPLENDOR
A LUZ BRILHANTE DA ALEGRIA, 
DE EXPRESSAR NOSSO SENHOR
O TEU PERFUME TÃO DIVINO 
FAZ NOSSO POVO, ENTÃO, SONHAR,
MESMO SOFRENDO NESTA VIDA, 
SÓ É FELIZ QUEM SABE AMAR!

3. SANTA MULHER DOS IMPOSSÍVEIS, 
ABENÇOAI AS NOSSAS ROSAS,
PARA OS MOMENTOS MAIS DIFÍCEIS, 
QUE SEJAM FLORES MILAGROSAS,
REMÉDIO PARA AS NOSSAS DORES, 
BÁLSAMO PARA O CORAÇÃO.
E, QUANDO HOUVER DESAMORES, 
ENTRE OS CASAIS, HAJA UNIÃO!
DÁ-NOS O TEU JESUS QUERIDO, 
PRA QUE POSSAMOS CAMINHAR,
E, ABRAÇANDO A NOSSA CRUZ, 
TAMBÉM POSSAMOS NOS SALVAR!

Antífona da entrada
O Senhor a desposou para sempre, na fidelidade e na misericórdia, aleluia. (Cf. Os 2,21-22)

2. Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

SAUDAÇÃO

3. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Ass.: Amém. +

4. Em seguida, o Santo Padre, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: A paz esteja convosco.
E o povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

5. O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL

6. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente dos santos mistérios.

Após um momento de silêncio, canta-se a seguinte fórmula:

CANTO

SENHOR, NOSSA PAZ, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SENHOR TENDE PIEDADE DE NÓS

CRISTO, NOSSA PÁSCOA, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CRISTO TENDE PIEDADE DE NÓS

SENHOR, NOSSA VIDA, TENDE PIEDADE DE NÓS.
SENHOR TENDE PIEDADE DE NÓS

7. Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Ass.: Amém.

COLETA

9. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração:
Pres.: Concedei-nos, Senhor, a sabedoria da Cruz e a fortaleza de ânimo com que vos dignastes enriquecer Santa Rita de Cássia, para que, sofrendo com Cristo na tribulação, possamos participar mais intimamente do seu mistério pascal. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
E todos respondem:
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(At 25,13b-21)

10. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados. 

Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Naqueles dias, o rei Agripa e Berenice chegaram a Cesareia e foram cumprimentar Festo. Como ficassem alguns dias aí, Festo expôs ao rei o caso de Paulo, dizendo: “Está aqui um homem que Félix deixou como prisioneiro. Quando eu estive em Jerusalém, os sumos sacerdotes e os anciãos dos judeus apresentaram acusações contra ele e pediram-me que o condenasse. Mas eu lhes respondi que os romanos não costumam entregar um homem antes que o acusado tenha sido confrontado com os acusadores e possa defender-se da acusação. Eles vieram para cá e, no dia seguinte, sem demora, sentei-me no tribunal e mandei trazer o homem. Seus acusadores compareceram diante dele, mas não trouxeram nenhuma acusação de crimes de que eu pudesse suspeitar. Tinham somente certas questões sobre a sua própria religião e a respeito de um certo Jesus que já morreu, mas que Paulo afirma estar vivo. Eu não sabia o que fazer para averiguar o assunto. Perguntei então a Paulo se ele preferia ir a Jerusalém, para ser julgado lá. Mas Paulo fez uma apelação para que a sua causa fosse reservada ao juízo do Augusto Imperador. Então ordenei que ficasse preso até que eu pudesse enviá-lo a César”.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
E todos respondem:
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL

11. O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

— O SENHOR PÔS O SEU TRONO LÁ NOS CÉUS.

— BENDIZE, Ó MINHA ALMA, AO SENHOR, E TODO O MEU SER, SEU SANTO NOME! BENDIZE, Ó MINHA ALMA, AO SENHOR, NÃO TE ESQUEÇAS DE NENHUM DE SEUS FAVORES! ℟.

— QUANTO OS CÉUS POR SOBRE A TERRA SE ELEVAM, TANTO É GRANDE O SEU AMOR AOS QUE O TEMEM; QUANTO DISTA O NASCENTE DO POENTE, TANTO AFASTA PARA LONGE NOSSOS CRIMES. ℟.

— O SENHOR PÔS O SEU TRONO LÁ NOS CÉUS, E ABRANGE O MUNDO INTEIRO SEU REINADO. BENDIZEI AO SENHOR DEUS, SEUS ANJOS TODOS, VALOROSOS QUE CUMPRIS AS SUAS ORDENS. ℟.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

13. Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

O ESPÍRITO SANTO, O PARÁCLITO,
HAVERÁ DE LEMBRAR-VOS
DE TUDO O QUE TENHO FALADO.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Para recitação:

Aleluia, aleluia, aleluia.
O Espírito Santo, o Paráclito, haverá de lembrar-vos de tudo o que tenho falado.

14. Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Jo 21,15-19)

15. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João. +++
Ass.: Glória a vós, Senhor. +++

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
℣.: Jesus manifestou-se aos seus discípulos e, depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?” Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse: “Apascenta os meus cordeiros”. E disse de novo a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro disse: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas”. Pela terceira vez, perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas. Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu te cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir”. Jesus disse isso, significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou: “Segue-me”.

16. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
E todos respondem:
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

17. Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

19. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a Oração Universal. O sacerdote, convida o povo à oração com estas palavras:

Pres.: Irmãos e irmãs, confiantes na bondade do Pai e inspirados pelo exemplo de Santa Rita de Cássia, mulher de oração, de reconciliação e de esperança nas causas mais difíceis, elevemos ao Senhor as nossas súplicas, certos de que Ele jamais abandona aqueles que nele confiam.

E todos dizem:

Ass.: Por intercessão de Santa Rita de Cássia, ouvi-nos, Senhor!

O leitor então diz:

1. Pela Santa Igreja, para que anuncie com fidelidade o Evangelho e seja no mundo sinal de reconciliação, misericórdia e paz, rezemos ao Senhor.

2. Pelas famílias que vivem momentos de sofrimento, divisão ou provação, para que encontrem em Cristo a força para o perdão, a unidade e a perseverança, rezemos ao Senhor.

3. Pelos enfermos, pelos aflitos e por todos aqueles que enfrentam causas difíceis ou aparentemente impossíveis, para que sejam fortalecidos pela graça de Deus e pela intercessão de Santa Rita, rezemos ao Senhor.

4. Por nossa comunidade reunida nesta Eucaristia, para que cresça na fé, na caridade e na confiança na providência divina, testemunhando o amor de Cristo em todas as circunstâncias da vida, rezemos ao Senhor.

Outras preces da comunidade...

20. Então o sacerdote diz a oração conclusiva, de braços abertos:
Pres.: Deus de infinita bondade, que concedestes a Santa Rita de Cássia a graça de seguir fielmente os passos de vosso Filho mesmo nas maiores provações, ouvi as preces do vosso povo e concedei-nos aquilo que for para a vossa maior glória e para a nossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor.
E todos dizem:
Ass.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

21. Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

22. Convém que os fiéis nesta missa expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

OFERTAMOS NOSSA VIDA AO SENHOR, ALELUIA!

1. É FESTA DE SANTA RITA, É FESTA ECLESIAL
TRAZEMOS A NOSSA OFERTA COM PIEDADE FILIAL

2. É FESTA DE SANTA RITA, É FESTA ECLESIAL
JESUS ONTEM,HOJE E SEMPRE, ELE É A LUZ PASCAL.

3. É FESTA DE SANTA RITA, É FESTA ECLESIAL
LOUVEMOS E ACLAMEMOS AO SENHOR DEUS IMORTAL.
 
4. É FESTA DE SANTA RITA, É FESTA ECLESIAL
NÓS SOMOS IGREJA VIVA PELA GRAÇA BATISMAL.

5. E FESTA DE SANTA RITA, É FESTA ECLESIAL
JESUS FEZ-SE ALIMENTO, PENHOR DA VIDA IMORTAL.

6. E FESTA DE SANTA RITA, É FESTA ECLESIAL
RENOVEMOS O COMPROMISSO COM DEUS NOSSO IDEAL.

23. O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

24. O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

25. Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

26. Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

27. E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

28. Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO

29. Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

30. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Nós vos pedimos, Senhor, aceitai os dons do nosso serviço apresentados em vosso altar na comemoração de Santa Rita e concedei que, livres dos impedimentos terrestres, tenhamos só em vós a nossa riqueza. Por Cristo, nosso Senhor. 
℟.: Amém.

PREFÁCIO DAS SANTAS VIRGENS E RELIGIOSOS
(O sinal da vida consagrada a Deus)

31. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Recordando os Santos e Santas que se consagraram a Cristo por amor ao reino dos céus, celebramos a vossa admirável providência; por ela, reconduzis a humanidade à santidade original e nos fazeis saborear, já aqui na terra, os dons reservados para o céu. Por isso, com todos os Anjos e Santos, nós vos louvamos, cantando (dizendo) a uma só voz:

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO, 
SENHOR, DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA, 
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. 
HOSANA NAS ALTURAS! 

BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!
HOSANA NAS ALTURAS! 

 Ou, para recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!


ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

32. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

33. Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.

34. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão
e, mantendo-o m pouco acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.

35. Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

36. Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama: 
Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

37. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

1C. Que o mesmo Espírito faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, Santa Rita de Cássia, e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.

2C. Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Gregório, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

3C. Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

38. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama: 
Ass.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

ORAÇÃO DO SENHOR

39. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:

E todos juntos, rezam:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

40. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

41. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.

42. O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

43. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.

44. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.

45. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ!

Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

46. Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

47. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

Antífona da comunhão
Provai e vede quão suave é o Senhor. Feliz o homem que tem nele o seu refúgio, aleluia. (Cf. SI 33,9)

48. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

49. Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

50. Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.

51. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

CANTO

PROVAI E VEDE QUÃO SUAVE É O SENHOR.
FELIZ É O HOMEM QUE TEM NELE O SEU REFÚGIO!
TEMEI O SENHOR, SEUS SANTOS TODOS,
PORQUE NADA FALTARÁ AOS QUE O TEMEM!

1. BENDIREI O SENHOR DEUS EM TODO O TEMPO,
SEU LOUVOR ESTARÁ SEMPRE EM MINHA BOCA;
MINHA ALMA SE GLORIA NO SENHOR,
QUE OUÇAM OS HUMILDES E SE ALEGREM!

2. CELEBRAI AO SENHOR DEUS COMIGO,
EXALTEMOS TODOS JUNTOS O SEU NOME!
PROCUREI O SENHOR, ELE ME OUVIU,
E DE TODOS OS TEMORES ME LIVROU!

3. CONTEMPLAI A SUA FACE E ALEGRAI-VOS,
VOSSO ROSTO NÃO SE CUBRA DE VERGONHA.
O SENHOR ESCUTA O POBRE,
ELE O LIBERTA DE TODA ANGÚSTIA!

52. Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou  o acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

53. Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

54. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Deus onipotente, nós vos pedimos que, fortalecidos pela força deste sacramento, aprendamos, a exemplo de Santa Rita, buscar-vos sempre acima de todas as coisas e trazer em nós, neste mundo, a imagem da nova criatura. Por Cristo, nosso Senhor. 
Ass.: Amém.

BÊNÇÃO DAS ROSAS

Os fiéis seguram as rosas que serão abençoadas. O presidente, voltado para o povo, diz:
Pres: A nossa proteção está no nome do Senhor.
O povo responde:
Ass:
Que fez o céu e a terra.
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass:
Ele está no meio de nós.
O presidente, de mãos estendidas, convida à oração:
Pres.: Oremos.
Todos rezam em silêncio por alguns instantes. Em seguida, o presidente, de mãos estendidas sobre as rosas, profere a oração de bênção:
Ó Deus, rico em misericórdia e fonte de toda a consolação, derramai a vossa bênção † sobre estas rosas e sobre as pessoas que as trazem consigo, para que, recordando o milagre da rosa que doastes a Santa Rita de Cássia, como conforto para o espinho que durante quinze anos a associou à Paixão Redentora de Vosso Filho Jesus, sejam repletas de vossas graças e deem testemunho de Cristo Ressuscitado. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
Concluída a oração, o presidente asperge as rosas com água benta, enquanto se pode executar um canto apropriado em honra de Santa Rita de Cássia.

CANTO

1. AH, NÃO HÁ ROSAS SEM ESPINHOS, 
NÃO NO CANTEIRO DE JESUS,
LÁ, QUEM QUISER GANHAR A VIDA 
TEM QUE LEVAR A SUA CRUZ!
NESTE JARDIM, FOI SEMEADA 
RITA DE CÁSSIA, A ROSA-FLOR,
QUE DEIXOU TUDO NESTA VIDA, 
PORQUE ENTENDEU O QUE É O AMOR.
NEM SOFRIMENTOS E FAMÍLIA 
DESILUDIU SUA DECISÃO:
SEGUIR SOMENTE JESUS CRISTO, 
JAMAIS TRAIR SEU CORAÇÃO!

FOSTES A ROSA PREFERIDA, 
Ó SANTA RITA DE JESUS! 
ENSINAS-ME LIÇÃO DE VIDA: 
SOFRER, AMAR, LEVANDO A CRUZ!

RITOS FINAIS

55. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL

56. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass:
Ele está no meio de nós.

O diácono, ou na ausência dele, o próprio sacerdote, diz:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.
 
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres:
Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo.
Ass: Amém.
 
57. À despedida, o diácono, ou o próprio sacerdote diz unindo as mãos:
℣.: Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
Ou:
℣.: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.

CANTO FINAL

REGINA CÆLI, LÆTARE, ALLELUIA
QUIA, QUEM MERUISTI PORTARE, ALLELUIA
RESURREXIT, SICUT DIXIT, ALLELUIA
ORA PRO NOBIS DEUM, ALLELUIA

REGINA CÆLI, LÆTARE, ALLELUIA
QUIA, QUEM MERUISTI PORTARE, ALLELUIA
RESURREXIT, SICUT DIXIT, ALLELUIA
ORA PRO NOBIS DEUM, ALLELUIA
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