Semanário Litúrgico | Solenidade da Santíssima Trindade

 

SEMANÁRIO LITÚRGICO

SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADE

ANO A
Cor Litúrgica: Branco/Dourado
31/05/2026

RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

CANTO

1. BENDITO SEJAS TU, SENHOR DE NOSSOS PAIS
ÉS PRÓDIGO DE GRAÇAS, Ó SENHOR.

GLÓRIA AO SENHOR
CRIADOR PARA SEMPRE!
GLÓRIA AO SENHOR
CRIADOR PARA SEMPRE!

2. BENDITO SEJAS TU, Ó VERBO DE DEUS PAI,
A MORTE QUE SOFRESTE NOS DEU VIDA.

3. BENDITO SEJAS TU, ESPÍRITO DE DEUS,
OPERA NA IGREJA A SALVAÇÃO.

CANTO

1. Ó TRINDADE, NUM TRONO SUPREMO
QUE BRILHAIS, NUM INTENSO FULGOR.
GLÓRIA A VÓS, QUE O PROFUNDO DOS SERES
POSSUÍS E HABITAIS PELO AMOR.

BENDITO SEJA DEUS PAI,
BENDITO DITO O FILHO UNIGÊNITO,
BENDITO O ESPÍRITO SANTO.
MISERICORDIOSO FOI DEUS PARA CONOSCO,
PARA CONOSCO.

2. Ó DEUS PAI, CRIADOR DO UNIVERSO,
SOIS A FORÇA QUE A TODOS DÁ VIDA;
AOS QUE DELA FIZESTES CONSORTES,
DAI A FÉ, QUE SUSTENTA NA LIDA.

3. ESPLENDOR E ESPELHO DA LUZ
SOIS, Ó FILHO, QUE IRMÃOS NOS CHAMAIS;
DAI-NOS SER RAMOS VERDES E VIVOS
DA FECUNDA VIDEIRA DO PAI.

4. PIEDADE E AMOR, FOGO ARDENTE,
BRANDA LUZ, PODEROSO CLARÃO,
RENOVAI NOSSA MENTE, Ó ESPÍRITO,
E AQUECEI O FIEL CORAÇÃO.

5. DOCE HÓSPEDE, Ó FELIZ TRINDADE
ATENDEI NOSSA HUMILDE ORAÇÃO:
ATRAÍ-NOS A VÓS, SACIAI-NOS
COM A GLÓRIA DA VOSSA VISÃO.

Antífona da entrada
Bendito seja Deus Pai e seu Filho Unigênito, com o Espírito Santo, porque mostrou-nos a sua misericórdia.

2. Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

SAUDAÇÃO

3. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

4. Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: A graça e a paz daquele que é, que era e que vem, estejam convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

5. O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL

6. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.

Após um momento de silêncio, reza-se a seguinte fórmula:

Senhor, que sois a plenitude da verdade e da graça, tende piedade de nós.
℟. Senhor, tende piedade de nós.

Cristo, que vos tornastes pobre para nos enriquecer, tende piedade de nós.
℟. Cristo, tende piedade de nós.

Senhor, que viestes para fazer de nós o vosso povo santo, tende piedade de nós.
℟. Senhor, tende piedade de nós.

7. Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Ass.: Amém.

HINO DE LOUVOR

8. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o Hino. 

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS
POR ELE AMADOS!

1. SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS,
DEUS PAI TODO-PODEROSO.
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.

2. SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO.
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA!
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

3. SÓ VÓS SOIS SANTO, SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO.
COM O ESPÍRITO SANTO
NA GLÓRIA DE DEUS PAI, AMÉM!

Ou para recitação:
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso. Nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.


ORAÇÃO COLETA

9. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração:
Pres.: Deus, nosso Pai, enviando ao mundo a Palavra da verdade e o Espírito santificador, revelastes o vosso admirável mistério. Concedei-nos, na profissão da verdadeira fé, reconhecer a glória da Trindade e adorar a Unidade na sua onipotência. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
E todos respondem:
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Ex 34,4b-6.8-9)

10. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados. 

Leitor: Leitura do Livro do Êxodo.

Naqueles dias: Moisés levantou-se, quando ainda era noite, e subiu ao monte Sinai, como o Senhor lhe havia mandado, levando consigo as duas tábuas de pedra. O Senhor desceu na nuvem e permaneceu com Moisés, e este invocou o nome do Senhor. Enquanto o Senhor passava diante dele, Moisés gritou: “Senhor, Senhor! Deus misericordioso e clemente, paciente, rico em bondade e fiel”. Imediatamente, Moisés curvou-se até o chão e, prostrado por terra, disse: “Senhor, se é verdade que gozo de teu favor, peço-te, caminha conosco; embora este seja um povo de cabeça dura, perdoa nossas culpas e nossos pecados e acolhe-nos como propriedade tua”.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
E todos respondem:
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL

11. O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

— A VÓS LOUVOR, HONRA E GLÓRIA ETERNAMENTE.

— SEDE BENDITO, SENHOR DEUS DE NOSSOS PAIS. ℟.
— SEDE BENDITO, NOME SANTO E GLORIOSO. ℟.
— NO TEMPLO SANTO ONDE REFULGE A VOSSA GLÓRIA. ℟.
— E EM VOSSO TRONO DE PODER VITORIOSO. ℟.
— SEDE BENDITO, QUE SONDAIS AS PROFUNDEZAS. ℟.
— E SUPERIOR AOS QUERUBINS VOS ASSENTAIS. ℟.
— SEDE BENDITO NO CELESTE FIRMAMENTO. ℟.


SEGUNDA LEITURA
(2Cor 13,11-13)

12. Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.

Leitor: Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios.

Irmãos: Alegrai-vos, trabalhai no vosso aperfeiçoamento, encorajai-vos, cultivai a concórdia, vivei em paz, e o Deus do amor e da paz estará convosco. Saudai-vos uns aos outros com o beijo santo. Todos os santos vos saúdam. A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
E todos respondem:
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

13. Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

GLÓRIA AO PAI E AO FILHO
E AO ESPÍRITO DIVINO,
AO DEUS QUE É, QUE ERA E QUE VEM,
PELOS SÉCULOS. AMÉM!

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Para recitação:

Aleluia, aleluia, aleluia.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Divino, ao Deus que é, que era e que vem, pelos séculos. Amém!

14. Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Jo 3,16-18)

15. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João. +++
Ass.: Glória a vós, Senhor. +++

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
℣.: Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê, não é condenado, mas quem não crê, já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho unigênito.

16. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
E todos respondem:
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

17. Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ
Símbolo Apostólico

18. Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé.
Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes, até Virgem Maria, todos se inclinam:
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria,
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

19. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a Oração Universal. O sacerdote, convida o povo à oração com estas palavras:

Pres.: Irmãos e irmãs, tendo escutado a Palavra do Senhor e comprovado o seu amor por nós, movidos pelo Santo Espírito, elevemos nossas preces, dizendo juntos:

E todos dizem:

Ass.: Senhor, fazei-nos viver na comunhão do vosso amor!

O leitor então diz:

1. Ó Deus Pai, fonte do amor e origem da vida, abençoai com a luz do vosso Espírito a Vossa Igreja, para que seja sempre fiel a Cristo e ao seu mandato missionário, nós vos pedimos.

2. Ó Deus, Perfeita Comunhão, restaurai com a força do vosso Espírito, a unidade entre os membros de nossas paróquias e comunidades; para que o nosso testemunho seja acolhido e reconhecido por todos, nós vos pedimos.

3. Ó Deus, Bondade Infinita, conservai, por vosso Espírito, em todos nós, batizados, o desejo de Vos amar e adorar em toda a nossa vida, e ainda mais quando estivermos diante de vossa face, nós vos pedimos.

4. Ó Deus, Sumo e Eterno Bem, fortalecei com vosso Espírito os nossos serviços de caridade, para que vossa Igreja ilumine os homens com vosso amor, nós vos pedimos.

Outras preces da comunidade...

20. Então o sacerdote diz a oração conclusiva, de braços abertos:
Pres.: Tudo isso vos pedimos, ó Pai, em nome de Cristo, pelo Espírito Santo.
E todos dizem:
Ass.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

21. Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

22. Convém que os fiéis nesta missa expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

1. QUANDO ESSE TUDO ERA NADA
SÓ TRÊS PESSOAS HAVIA
NUMA COMUNICAÇÃO DE AMOR
EM TOTAL E PERFEITA HARMONIA

UMA DOOU-SE NA CRIAÇÃO
A OUTRA DOOU-SE NA ENCARNAÇÃO
E A TERCEIRA SE DOA E TRABALHA NA IGREJA
POR NOSSA SANTIFICAÇÃO!

NOSSA OFERTA, NA TRINDADE SANTA
DE NOSSAS VIDAS, TALENTOS E BENS
APRESENTEMOS, PRA QUE AS CONSAGREM
PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO, AMÉM

NOSSA OFERTA, NA TRINDADE SANTA
DE NOSSAS VIDAS, TALENTOS E BENS
OFEREÇAMOS EM NOME DO PAI
DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO, AMÉM!

2. TEMOS QUE SER SOLIDÁRIOS
SABER NOSSOS BENS PARTILHAR
TAL QUAL O AMOR TRINITÁRIO
QUE SE DOA NO COMUNICAR

O PAI DOOU-SE NO FILHO
O FILHO SE DEU A NÓS POR AMOR
E AO ESPÍRITO SANTO NO PAI E NO FILHO
PRESTEMOS O NOSSO LOUVOR.

1. DEUS ETERNO A VÓS LOUVOR.
GLÓRIA À VOSSA MAJESTADE.
ANJOS E HOMENS COM ARDOR,
VOS ADORAM, DEUS TRINDADE:
SANTO, SANTO, SANTO É DEUS
GLÓRIA A VÓS NOS ALTOS CÉUS. 
SANTO, SANTO, SANTO É DEUS
GLÓRIA A VÓS NOS ALTOS CÉUS. 

2. PAI ETERNO, A CRIAÇÃO
QUE CHAMASTES VÓS DO NADA.
QUE SUSTENTA VOSSA MÃO,
COM ACORDE IMENSO BRADA:
QUEM ME FEZ FOI VOSSO AMOR, 
GLÓRIA A VÓS, PAI CRIADOR.
QUEM ME FEZ FOI VOSSO AMOR, 
GLÓRIA A VÓS, PAI CRIADOR.

3. FILHO ETERNO, NOSSO IRMÃO
VOSSA MORTE DEU-NOS VIDA.
VOSSO SANGUE, A SALVAÇÃO
TODA A IGREJA, AGRADECIDA.
EXALTANDO A VÓS, JESUS,
GLÓRIAS CANTE À VOSSA CRUZ.
EXALTANDO A VÓS, JESUS,
GLÓRIAS CANTE À VOSSA CRUZ.

4. DEUS ESPÍRITO DO AMOR,
EIS VOS LOUVAM VOSSOS SANTOS,
QUAL DE UM ÍRIS O FULGOR,
ENTOANDO ETERNOS CANTOS.
NÓS TAMBÉM COM SANTO ARDOR, 
CELEBRAMOS VOSSO AMOR.
NÓS TAMBÉM COM SANTO ARDOR, 
CELEBRAMOS VOSSO AMOR.

1. Ó TRINDADE IMENSA E UNA,
VOSSA FORÇA TUDO CRIA
VOSSA MÃO QUE REGE OS TEMPOS
ANTES DELES EXISTIA.

2. PAI, DA GRAÇA FONTE VIVA,
LUZ DA GLÓRIA DE DEUS PAI
SANTO ESPÍRITO DA VIDA
QUE NO AMOR OS ENLAÇAIS.

3. SÓ POR VÓS, TRINDADE SANTA,
SUMA ORIGEM, TODO BEM
TODO SER, TODA BELEZA
TODA VIDA SE MANTÉM.

4. NÓS OS FILHOS ADOTIVOS
PELA GRAÇA CONSAGRADOS
NOS TORNEMOS TEMPLOS VIVOS
A VÓS SEMPRE DEDICADOS.

5. Ó TRINDADE IMENSA E UNA,
VOSSA FORÇA TUDO CRIA
VOSSA MÃO QUE REGE OS TEMPOS
ANTES DELES EXISTIA.

23. O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

24. O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

25. Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

26. Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

27. E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

28. Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO

29. Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

30. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Senhor nosso Deus, nós vos pedimos, santificai, pela invocação do vosso nome, esta nossa humilde oferenda, e, por meio dela, tornai-nos uma dádiva perene para vós. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO
(O mistério da Santíssima Trindade)

31. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Com vosso Filho Unigênito e o Espírito Santo, sois um só Deus e um só Senhor. Não uma única pessoa, mas três pessoas num só Deus. Tudo o que revelastes e nós cremos a respeito de vossa glória, atribuímos sem diferença ao Filho e ao Espírito Santo. Portanto, proclamando nossa fé em vossa verdadeira e eterna divindade, adoramos cada uma das pessoas, na mesma natureza e igual majestade. Por isso vos louvam os anjos e os arcanjos, os Querubins e os Serafins que não cessam de proclamar todos os dias, cantando (dizendo) a uma só voz:

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO, 
SENHOR, DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA, 
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. 
HOSANA NAS ALTURAS! 

BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!
HOSANA NAS ALTURAS! 

 Ou, para recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!


ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

32. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

33. Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo.

34. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão
e, mantendo-o m pouco acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.

35. Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

36. Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama: 
Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

37. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
A assembleia aclama: 
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
A assembleia aclama: 
O Espírito nos una num só corpo!

1C. Que o mesmo Espírito faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
A assembleia aclama: 
Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C. Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Gregório (e o nosso Bispo N.*,) com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
A assembleia aclama: 
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C. Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

38. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama: 
Ass.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

ORAÇÃO DO SENHOR

39. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:

E todos juntos, rezam:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

40. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

41. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.

42. O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

43. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.

44. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.

45. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO, PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ!

Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

46. Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

47. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

Antífona da comunhão
Porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: Abá, ó Pai! 
(Cf. Gl 4,6)

48. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

49. Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

50. Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.

51. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

CANTO

1. TEU AMOR VAI ALÉM DA MEDIDA,
SE A MEDIDA É O MEU PRÓPRIO PENSAR
O TEU SONHO É PARTILHA E CONVIDA
TODO SER A SABER PARTILHAR!

TEU AMOR É DE PAI E DE FILHO
SEM LIMITE, É DE ETERNO VIGOR
É DE ESPÍRITO SANTO TEU BRILHO
É TOTAL COMUNHÃO TEU AMOR!

2. TEU AMOR VAI ALÉM DA MEDIDA,
SE A MEDIDA É O QUE POSSO FAZER
O UNIVERSO CONFIRMA QUE A VIDA
É O SUBLIME DESTINO DO SER!

3. TEU AMOR VAI ALÉM DA MEDIDA,
SE A MEDIDA É O QUE POSSO DIZER
MINHA VOZ É TÃO FRÁGIL, PARTIDA,
SÓ TUA VOZ É QUE ENSINA A VIVER!

4. TEU AMOR VAI ALÉM DA MEDIDA,
SE A MEDIDA É O QUE SEI MERECER
MEU SUSTENTO, RAZÃO, MINHA LIDA
SÓ TUAS MÃOS É QUE PODEM MANTER!

5. TEU AMOR VAI ALÉM DA MEDIDA,
SE A MEDIDA É MEU PRÓPRIO QUERER
QUERO A PAZ NESTA TERRA SOFRIDA,
E TU QUERES O CÉU ESTENDER!

Ó TRINDADE, VOS LOUVAMOS, VOS LOUVAMOS PELA VOSSA COMUNHÃO.
QUE ESTA MESA FAVOREÇA, FAVOREÇA NOSSA COMUNICAÇÃO.

1. CONTRA TODA TENTAÇÃO DA GANÂNCIA E DO PODER.
NOSSAS BOCAS GRITEM JUNTAS A PALAVRA DO VIVER.
A PALAVRA DO VIVER.

2. NA MONTANHA COM JESUS, NO ENCONTRO COM O PAI.
RECEBEMOS A MENSAGEM: IDE AO MUNDO E O TRANSFORMAI.
IDE AO MUNDO E O TRANSFORMAI.

3. DEUS NOS FALA NA HISTÓRIA E NOS CHAMA A CONVERSÃO.
VAMOS SER PALAVRAS VIVAS PROCLAMANDO A SALVAÇÃO.
PROCLAMANDO A SALVAÇÃO.

4. VAMOS JUNTOS FESTEJAR CADA VOLTA DE UM IRMÃO.
E O AMOR QUE NOS ACOLHE RESTAURANDO A COMUNHÃO.
RESTAURANDO A COMUNHÃO.

5. COMUNICA QUEM TRANSMITE A VERDADE E A PAZ.
QUEM SEMEIA A ESPERANÇA E O PERDÃO QUE NOS REFAZ.
E O PERDÃO QUE NOS REFAZ.

52. Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou  o acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

53. Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

54. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Senhor nosso Deus, proclamando nossa fé na Trindade eterna e santa e na sua indivisível Unidade, nós vos pedimos que a comunhão neste sacramento nos sirva para a saúde do corpo e da alma. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

RITOS FINAIS

55. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL
Oração sobre o povo, n. 13

56. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass:
Ele está no meio de nós.

O diácono, ou na ausência dele, o próprio sacerdote, diz:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.
 
Em seguida, o sacerdote, com as mãos estendidas sobre o povo, diz a oração:
Pres: Ó Deus, que a vossa bênção frutifique em vossos fiéis e os disponha a todo progresso espiritual para que sejam sustentados em suas ações pela força do vosso amor. Por Cristo, nosso Senhor. 
Ass: Amém.
 
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres:
E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass: Amém.
 
57. À despedida, o diácono, ou o próprio sacerdote diz unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.

CANTO FINAL

SALVE, REGINA, MATER MISERICORDIAE, 
VITA, DULCEDO, ET SPES NOSTRA, SALVE. 
AD TE CLAMAMUS, EXSULES FILII EVAE.
AD TE SUSPIRAMUS, GEMENTES ET FLENTES
IN HAC LACRIMARUM VALLE. 
EIA ERGO, ADVOCATA NOSTRA,
ILLOS TUOS MISERICORDES OCULOS
AD NOS CONVERTE. 
ET IESUM BENEDICTUM FRUCTUM VENTRIS TUI,
NOBIS, POST HOC EXSILIUM, OSTENDE.
O CLEMENS, O PIA, O DULCIS VIRGO MARIA.
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