1. Reunido
o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto
de entrada.
CANTO DE ENTRADA
DESCANSO ETERNO DAI-LHES, SENHOR,
E A LUZ PERPÉTUA OS ILUMINE.
A VÓS, Ó DEUS, DEVEMOS DIRIGIR
O NOSSO LOUVOR EM SIÃO.
A VÓS PAGAREMOS O VOTO EM JERUSALÉM.
OUVI MINHA ORAÇÃO,
A VÓS VIRÁ TODA CARNE.
DESCANSO ETERNO DAI-LHES, SENHOR,
E A LUZ PERPÉTUA OS ILUMINE.
SAUDAÇÃO
2. Chegando ao
altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for
oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a
assembléia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.
Pres: O
Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
3. O sacerdote,
diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras,
introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
4. Segue-se o Ato
Penitencial.
O sacerdote convida os fiéis à
penitência.
Pres: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para
celebrarmos dignamente os santos mistérios.
CANTO
SENHOR
QUE VIESTES
SOLO: SENHOR QUE VIESTES SALVAR OS CORAÇÕES ARREPENDIDOS,
TENDE PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORO: SENHOR TENDE PIEDADE DE NÓS.
SOLO: CRISTO QUE VIESTES CHAMAR OS PECADORES,
TENDE PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORO: SENHOR TENDE PIEDADE DE NÓS.
SOLO: SENHOR QUE INTERCEDEIS POR NÓS JUNTO AO PAI,
TENDE PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORO: SENHOR TENDE PIEDADE DE NÓS.
ABSOLVIÇÃO
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os
nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.
ORAÇÃO DO DIA
5. Terminado o
hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum
tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços
reza a oração;
Senhor Deus, libertai de todos os laços do pecado
o vosso filho Daniel Águeda, para que, configurado ao Cristo na terra,
ressuscite na glória entre os santos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso
Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.
PRIMEIRA LEITURA
6. O leitor
dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura dos Atos dos
Apóstolos.
Naqueles dias, um anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo:
“Prepara-te e vai para o sul, no caminho que desce de Jerusalém
a Gaza. O caminho é deserto”. Filipe levantou-se e foi. Nisso apareceu um eunuco etíope, ministro de Candace,
rainha da Etiópia, e administrador geral do seu tesouro, que tinha ido em
peregrinação a Jerusalém.
Ele estava voltando para casa e vinha sentado no seu
carro, lendo o profeta Isaías. Então o Espírito disse a
Filipe: “Aproxima-te desse carro e acompanha-o”. Filipe correu, ouviu o eunuco ler o profeta Isaías e
perguntou: “Tu compreendes o que estás lendo?”
O eunuco respondeu: “Como posso, se ninguém me explica?”
Então convidou Filipe a subir e a sentar-se junto a ele. A passagem da Escritura que o eunuco estava lendo era
esta: “Ele foi levado como ovelha ao matadouro; e qual um cordeiro diante do
seu tosquiador, ele emudeceu e não abriu a boca. Eles o humilharam e lhe negaram justiça; e seus
descendentes, quem os poderá enumerar? Pois sua vida foi arrancada da terra”.
E o eunuco disse a Filipe: “Peço que me expliques de quem
o profeta está dizendo isso. Ele fala de si mesmo ou se refere a algum outro?” Então Filipe começou a falar e, partindo dessa passagem
da Escritura, anunciou Jesus ao eunuco. Eles prosseguiam o caminho e chegaram
a um lugar onde havia água. Então o eunuco disse a Filipe:
“Aqui temos água. O que impede que eu seja batizado?”
O eunuco mandou parar o carro. Os dois desceram para a
água e Filipe batizou o eunuco. Quando saíram da água, o
Espírito do Senhor arrebatou a Filipe. O eunuco não o viu mais e prosseguiu sua
viagem, cheio de alegria. Filipe foi parar em Azoto. E,
passando adiante, evangelizava todas as cidades até chegar a Cesareia.
Palavra do
Senhor.
Ass: Graças a Deus.
RESPONSÓRIO
7. O salmista ou o
cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira.
Repete-se
SOLO: Nações, glorificai ao
nosso Deus, anunciai em alta voz o seu louvor! É ele quem dá vida à nossa vida,
e não permite que vacilem nossos pés.
SOLO: Todos
vós que a Deus temeis, vinde escutar: vou contar-vos todo bem que ele me fez!
Quando a ele o meu grito se elevou, já havia gratidão em minha boca!
SOLO: Bendito
seja o Senhor Deus que me escutou, não rejeitou minha oração e meu clamor, nem
afastou longe de mim o seu amor!
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
8. Segue-se
o Aleluia ou outro canto.
CANTO
ALELUIA, ALELUIA ALELUIA
ALELUIA, ALELUIA ALELUIA.
9. Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo.
O diácono que vai proclamar o
Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em
teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai
e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado
diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o
coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
O diácono pede a bênção aos
presbíteros, aos bispos, cardeais e ao papa.
Os presbíteros pedem bênção aos
bispos, cardeais e ao papa.
Os bispos e cardeais só pedem essa
bênção ao papa.
EVANGELHO
10. O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O
Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o
sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus
Cristo, segundo João.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno,
incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, disse Jesus à multidão: “Ninguém pode vir a mim, se o pai que me enviou não o atrai.
E eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos Profetas:
‘Todos serão discípulos de Deus’. Ora, todo aquele que escutou o Pai e por ele
foi instruído, vem a mim. Não que alguém já tenha visto
o Pai. Só aquele que vem de junto de Deus viu o Pai. Em verdade, em verdade vos digo, quem crê possui a vida
eterna.
Eu sou o pão da vida. Os vossos pais comeram o maná
no deserto e, no entanto, morreram. Eis aqui o pão que desce do
céu: quem dele comer, nunca morrerá. Eu sou o pão vivo descido do
céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha
carne dada para a vida do mundo”.
11. Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em
silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam
perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
12. Nos
domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos
outros dias.
OFERTÓRIO
13. Inicia-se o canto do
ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o
cálice e o missal.
CANTO DE OFERTÓRIO
QUEM NOS SEPARARÁ? QUEM VAI
NOS SEPARAR
DO AMOR DE CRISTO? QUEM NOS
SEPARARÁ?
SE ELE É POR NÓS, QUEM SERÁ,
QUEM SERÁ CONTRA NÓS?
QUEM VAI NOS SEPARAR DO AMOR
DE CRISTO, QUEM SERÁ?
NEM A ESPADA OU PERIGO, NEM OS
ERROS DO MEU
IRMÃO, NENHUMA DAS CRIATURAS NEM
A CONDENAÇÃO.
NEM A VIDA, NEM A MORTE, A
TRISTEZA OU AFLIÇÃO.
NEM O PASSADO, NEM O PRESENTE,
O FUTURO, NEM OPRESSÃO.~
14. Convém que os fiéis manifestem
a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística,
ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.
15. O sacerdote, de pé, toma a
patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito
sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós
se vai tornar Pão da vida.
Se
não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
16. Em seguida, coloca a patena
com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco
d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo
mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso
Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
17. Em seguida, o sacerdote toma o
cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito
sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para
nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca
o cálice sobre o corporal.
18. O sacerdote, inclinado, reza
em silêncio:
De
coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso
sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
19. Se for oportuno, incensa as
oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o
povo.
20. O sacerdote, de pé, ao lado do
altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me,
Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
21. No meio do altar e voltado
para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai,
irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai
todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos
este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa
Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
21. Em seguida, abrindo os braços,
o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Aproveite, ó Deus, ao vosso filho Daniel Águeda o
sacrifício que vamos oferecer, pelo qual quisestes perdoar todos os pecados do
mundo. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
PREFÁRIO DOS FIÉIS DEFUNTOS I
A
esperança da ressurreição em Cristo
22. Começando a Oração
Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo
as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O
sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa
salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o
prefácio.
Pres: Na Verdade, é justo e necessário, é nosso dever e
salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus
eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nele brilhou para nós a
esperança da feliz ressurreição. E, aos que a certeza da morte entristece, a
promessa da imortalidade consola. Senhor, para os que crêem em vós, a vida não
é tirada, mas transformada. E, desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos
céus, um corpo imperecível. E, enquanto esperamos a realização de vossas
promessas, com os anjos e com todos os santos, nós vos aclamamos, cantando
dizendo a uma só voz...
CANTO
SANTO
SANTO SANTO SANTO, SANTO É O SENHOR
DEUS DO UNIVERSO, DEUS DO UNIVERSO
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA
GLÓRIA
HOSSANA, HOSSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR
HOSSANA, HOSSANA NAS ALTURAS!
SANTO SANTO SANTO, SANTO É O SENHOR
DEUS DO UNIVERSO, DEUS DO UNIVERSO
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
23. O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e
fonte de toda santidade.
24. Une
as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas,
derramando sobre elas o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz
sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo
e + o
Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.
O sacerdote une as mãos.
CONSAGRAÇÃO DO
CORPO E SANGUE DO SENHOR
25. Nas
fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e
audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a
paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco
elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu
e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada,
coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
26. Então
prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um
pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu
graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o
sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.
27. Em
seguida, diz:
Pres: Eis o mistério da fé!
O povo aclama:
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e
proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
28. O sacerdote, de braços
abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição
do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da
salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa
presença e vos servir.
O
povo aclama:
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa
oferta!
Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e
Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um
só espírito!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente
pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Bento, e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa
Igreja!
* Aqui pode-se fazer a menção dos
Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução
Geral sobre o Missal Romano, n.109.
1C: Lembrai-vos do vosso filho Daniel Águeda,
que hoje chamastes
deste mundo à vossa presença. Concedei-lhe que, tendo participado da morte de
Cristo pelo batismo, participe igualmente de sua ressurreição.
Ass: Concedei-lhe contemplar a vossa face!
2C: Lembrai-vos também dos
nossos outros irmãos e irmãs que morreram na esperança da
ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós
na luz da vossa face.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos
filhos!
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós
e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os
santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos
louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos
eleitos!
108. Ergue o cálice e a patena com
hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai
todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória,
agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO DA COMUNHÃO
29. Tendo colocado o cálice e a
patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Obedientes
à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
CANTO
PAI NOSSO QUE ESTAIS NOS CÉUS,
SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME
VENHA A NÓS O VOSSO REINO, SEJA FEITA A
VOSSA VONTADE
ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU
O PÃO NOSSO DE CADA DIA A NÓS DAI HOJE,
PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO
E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO MAS
LIVRAI-NOS DO MAL.
30. O sacerdote prossegue sozinho,
de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje
a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado
e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a
vinda de Cristo salvador.
O
sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a
glória para sempre!
31. O sacerdote, de braços
abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos
Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos
pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a
paz e a unidade.
O
sacerdote une as mãos e conclui:
Vós,
que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O
povo responde:
Ass: Amém.
32. O sacerdote, estendendo e
unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O
povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
FRAÇÃO DO PÃO
33. Em seguida, o sacerdote parte
o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em
silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do
Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a
vida eterna.
34. Enquanto isso, canta-se ou
recita-se:
CANTO
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO
MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO
MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO
MUNDO
DAI-NOS A VOSSA PAZ
DAI-NOS A VOSSA PAZ
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga.
Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
35. O sacerdote, de mãos unidas,
reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que
cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte
destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso
Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais
separar-me de vós.
EIS O CORDEIRO DE DEUS
36. O sacerdote faz genuflexão,
toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Este é o pão
descido do, diz o Senhor; quem comer deste pão não morrerá para sempre.
Pres: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de
que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
37. O sacerdote, voltado para o
altar, reza em silêncio:
Que
o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Corpo de Cristo.
Depois,
segura o cálice e reza em silêncio:
Que
o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
38. Toma a patena ou o cibório e,
mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O
Corpo de Cristo.
O
que vai comungar responde:
Amém.
O
diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
39. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se
o rito prescrito.
40. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo,
inicia-se o canto da comunhão.
CANTO DE COMUNHÃO
EU SOU O PÃO DA VIDA,
O QUE VEM A MIM NÃO TERÁ FOME
O QUE CRÊ EM MIM NÃO TERÁ SEDE.
NINGUÉM VEM A MIM SE MEU PAI NÃO O
ATRAIR
EU O RESSUSCITAREI, EU O
RESSUSCITAREI
EU O RESSUSCITAREI NO DIA
FINAL
EU SOU O PÃO DA VIDA
QUE SE PROVA E NÃO SE SENTE
FOME
O QUE SEMPRE BEBER DO MEU SANGUE
VIVERÁ EM MIM E TERÁ A VIDA ETERNA
O PÃO QUE EU DAREI É MEU CORPO,
VIDA PARA O MUNDO
O QUE SEMPRE COMER DE MINHA CARNE
VIVERÁ EM MIM COMO EU
VIVO NO PAI
41. O sacerdote pode voltar a
cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo
ou canto de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
42. De pé, junto à cadeira ou ao
altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E
todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram.
Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Seja proveitoso, ó Deus, ao vosso filho Daniel
Águeda o sacrifício da vossa Igreja, para que, na companhia dos
Santos, conviva com o Cristo, cuja misericórdia recebeu no sacramento. Por
Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém
RITOS FINAIS
141. Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
142. Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo: Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
