Santa Missa - 7° dia do Falecimento de Daniel Águeda


1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.

 

CANTO DE ENTRADA

 

DESCANSO ETERNO DAI-LHES, SENHOR,
E A LUZ PERPÉTUA OS ILUMINE. 


A VÓS, Ó DEUS, DEVEMOS DIRIGIR
O NOSSO LOUVOR EM SIÃO.
A VÓS PAGAREMOS O VOTO EM JERUSALÉM.
OUVI MINHA ORAÇÃO,
A VÓS VIRÁ TODA CARNE.

DESCANSO ETERNO DAI-LHES, SENHOR,
E A LUZ PERPÉTUA OS ILUMINE.

 

SAUDAÇÃO

 

2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

 

Terminado o canto de entrada, toda a assembléia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:

 

Pres: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.


Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

 

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

 

ATO PENITENCIAL

 

4. Segue-se o Ato Penitencial. 

O sacerdote convida os fiéis à penitência.

Pres: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

 

CANTO

SENHOR QUE VIESTES

 

SOLO: SENHOR QUE VIESTES SALVAR OS CORAÇÕES ARREPENDIDOS,

TENDE PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!

CORO: SENHOR TENDE PIEDADE DE NÓS.

 

SOLO: CRISTO QUE VIESTES CHAMAR OS PECADORES,

TENDE PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!

CORO: SENHOR TENDE PIEDADE DE NÓS.

 

SOLO: SENHOR QUE INTERCEDEIS POR NÓS JUNTO AO PAI,

TENDE PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!

CORO: SENHOR TENDE PIEDADE DE NÓS.

 

ABSOLVIÇÃO

 

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém. 

 

ORAÇÃO DO DIA

5. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres: Oremos.

E todos oram em silêncio, por algum tempo. 

Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração; 

Senhor Deus, libertai de todos os laços do pecado o vosso filho Daniel Águeda, para que, configurado ao Cristo na terra, ressuscite na glória entre os santos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Ass: Amém.

 

 

 

PRIMEIRA LEITURA

 

6. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

 

Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Naqueles dias, um anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: “Prepara-te e vai para o sul, no caminho que desce de Jerusalém a Gaza. O caminho é deserto”. Filipe levantou-se e foi. Nisso apareceu um eunuco etíope, ministro de Candace, rainha da Etiópia, e administrador geral do seu tesouro, que tinha ido em peregrinação a Jerusalém.

Ele estava voltando para casa e vinha sentado no seu carro, lendo o profeta Isaías. Então o Espírito disse a Filipe: “Aproxima-te desse carro e acompanha-o”. Filipe correu, ouviu o eunuco ler o profeta Isaías e perguntou: “Tu compreendes o que estás lendo?”

O eunuco respondeu: “Como posso, se ninguém me explica?” Então convidou Filipe a subir e a sentar-se junto a ele. A passagem da Escritura que o eunuco estava lendo era esta: “Ele foi levado como ovelha ao matadouro; e qual um cordeiro diante do seu tosquiador, ele emudeceu e não abriu a boca. Eles o humilharam e lhe negaram justiça; e seus descendentes, quem os poderá enumerar? Pois sua vida foi arrancada da terra”.

E o eunuco disse a Filipe: “Peço que me expliques de quem o profeta está dizendo isso. Ele fala de si mesmo ou se refere a algum outro?” Então Filipe começou a falar e, partindo dessa passagem da Escritura, anunciou Jesus ao eunuco. Eles prosseguiam o caminho e chegaram a um lugar onde havia água. Então o eunuco disse a Filipe: “Aqui temos água. O que impede que eu seja batizado?”

O eunuco mandou parar o carro. Os dois desceram para a água e Filipe batizou o eunuco. Quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe. O eunuco não o viu mais e prosseguiu sua viagem, cheio de alegria. Filipe foi parar em Azoto. E, passando adiante, evangelizava todas as cidades até chegar a Cesareia.

 

Palavra do Senhor.

Ass: Graças a Deus.

 

RESPONSÓRIO

 

7. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

 

Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira.

Repete-se


SOLO: 
Nações, glorificai ao nosso Deus, anunciai em alta voz o seu louvor! É ele quem dá vida à nossa vida, e não permite que vacilem nossos pés.

 

SOLO: Todos vós que a Deus temeis, vinde escutar: vou contar-vos todo bem que ele me fez! Quando a ele o meu grito se elevou, já havia gratidão em minha boca!

 

SOLO: Bendito seja o Senhor Deus que me escutou, não rejeitou minha oração e meu clamor, nem afastou longe de mim o seu amor!

 

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

 

8. Segue-se o Aleluia ou outro canto.

 

CANTO

 

ALELUIA, ALELUIA ALELUIA

ALELUIA, ALELUIA ALELUIA.

 

9. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo.

O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:

Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;

Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

 

O diácono pede a bênção aos presbíteros, aos bispos, cardeais e ao papa.

Os presbíteros pedem bênção aos bispos, cardeais e ao papa.

Os bispos e cardeais só pedem essa bênção ao papa.

 

EVANGELHO

 

10. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac:
 O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: “Ninguém pode vir a mim, se o pai que me enviou não o atrai. E eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos Profetas: ‘Todos serão discípulos de Deus’. Ora, todo aquele que escutou o Pai e por ele foi instruído, vem a mim. Não que alguém já tenha visto o Pai. Só aquele que vem de junto de Deus viu o Pai. Em verdade, em verdade vos digo, quem crê possui a vida eterna.

Eu sou o pão da vida. Os vossos pais comeram o maná no deserto e, no entanto, morreram. Eis aqui o pão que desce do céu: quem dele comer, nunca morrerá. Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”.

 

11. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:

Diác ou Sac: Palavra da Salvação.

Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.



HOMILIA

 

12. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

 

OFERTÓRIO

 

13. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

CANTO DE OFERTÓRIO

 

QUEM NOS SEPARARÁ? QUEM VAI NOS SEPARAR

DO AMOR DE CRISTO? QUEM NOS SEPARARÁ?

SE ELE É POR NÓS, QUEM SERÁ, QUEM SERÁ CONTRA NÓS?

QUEM VAI NOS SEPARAR DO AMOR DE CRISTO, QUEM SERÁ?

 

NEM A ESPADA OU PERIGO, NEM OS ERROS DO MEU

IRMÃO, NENHUMA DAS CRIATURAS NEM A CONDENAÇÃO.

 

NEM A VIDA, NEM A MORTE, A TRISTEZA OU AFLIÇÃO.

NEM O PASSADO, NEM O PRESENTE, O FUTURO, NEM OPRESSÃO.~

 

14. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

 

15. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.

 

Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:

Ass: Bendito seja Deus para sempre!

 

16. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:

Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

 

17. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.

 

Ass: Bendito seja Deus para sempre!

 

Coloca o cálice sobre o corporal.

 

18. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:

De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

 

19. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

 

20. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

 

21. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:

Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

 

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

 

21. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;

Aproveite, ó Deus, ao vosso filho Daniel Águeda o sacrifício que vamos oferecer, pelo qual quisestes perdoar todos os pecados do mundo. Por Cristo, nosso Senhor.

Ass: Amém.

 

PREFÁRIO DOS FIÉIS DEFUNTOS I

A esperança da ressurreição em Cristo

 

22. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:

Pres: O Senhor esteja convosco.

Ass: Ele está no meio de nós.

 

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres: Corações ao alto.

Ass: O nosso coração está em Deus.

 

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

Ass: É nosso dever e nossa salvação.

 

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.

Pres: Na Verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nele brilhou para nós a esperança da feliz ressurreição. E, aos que a certeza da morte entristece, a promessa da imortalidade consola. Senhor, para os que crêem em vós, a vida não é tirada, mas transformada. E, desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível. E, enquanto esperamos a realização de vossas promessas, com os anjos e com todos os santos, nós vos aclamamos, cantando dizendo a uma só voz...

CANTO

SANTO

 

SANTO SANTO SANTO, SANTO É O SENHOR

DEUS DO UNIVERSO, DEUS DO UNIVERSO

 

O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA

HOSSANA, HOSSANA NAS ALTURAS!

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR

HOSSANA, HOSSANA NAS ALTURAS!

 

SANTO SANTO SANTO, SANTO É O SENHOR

DEUS DO UNIVERSO, DEUS DO UNIVERSO

 

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

 

23. O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.

24. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:

Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,

une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:

a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.

O povo aclama:

Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.

O sacerdote une as mãos.

 

CONSAGRAÇÃO DO 

CORPO E SANGUE DO SENHOR

 

25. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,

toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:

ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

 

26. Então prossegue:

Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,

toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.

 

27. Em seguida, diz:

Pres: Eis o mistério da fé!

O povo aclama:

Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

 

28. O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

O povo aclama:

Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

 

Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

 

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Bento, e todos os ministros do vosso povo.

Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

 

* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n.109.

 

 

1C: Lembrai-vos do vosso filho Daniel Águeda, que hoje chamastes deste mundo à vossa presença. Concedei-lhe que, tendo participado da morte de Cristo pelo batismo, participe igualmente de sua ressurreição.

Ass: Concedei-lhe contemplar a vossa face!

 

2C: Lembrai-vos também dos nossos outros irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

 

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.

Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

 

108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:

Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.

Ass: Amém!

RITO DA COMUNHÃO

 

29. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:

Pres:  Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

 

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

 

CANTO

 

PAI NOSSO QUE ESTAIS NOS CÉUS, SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME

VENHA A NÓS O VOSSO REINO, SEJA FEITA A VOSSA VONTADE 

ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU

O PÃO NOSSO DE CADA DIA A NÓS DAI HOJE, PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO

E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO MAS LIVRAI-NOS DO MAL.

 

30. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.

O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:

Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

 

31. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Ass: Amém.

 

32. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

O povo responde:

Ass: O amor de Cristo nos uniu.

 

FRAÇÃO DO PÃO

 

33. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

 

34. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

 

CANTO

 

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO

TENDE PIEDADE DE NÓS

TENDE PIEDADE DE NÓS.

 

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO

TENDE PIEDADE DE NÓS

TENDE PIEDADE DE NÓS.

 

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO

DAI-NOS A VOSSA PAZ

DAI-NOS A VOSSA PAZ

 

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

 

35. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

 

EIS O CORDEIRO DE DEUS

 

36. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres: Este é o pão descido do, diz o Senhor; quem comer deste pão não morrerá para sempre.

Pres: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

 

37. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

Comunga o Corpo de Cristo.

 

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

Comunga o Sangue de Cristo.

 

38. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:

O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

Amém.

O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

 

39. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

 

40. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

 

 

CANTO DE COMUNHÃO 

 

EU SOU O PÃO DA VIDA,

O QUE VEM A MIM NÃO TERÁ FOME

O QUE CRÊ EM MIM NÃO TERÁ SEDE.

NINGUÉM VEM A MIM SE MEU PAI NÃO O ATRAIR

 

EU O RESSUSCITAREI, EU O RESSUSCITAREI  

EU O RESSUSCITAREI  NO DIA FINAL

 

EU SOU O PÃO DA VIDA

QUE SE PROVA E NÃO SE SENTE FOME             

O QUE SEMPRE BEBER DO MEU SANGUE

VIVERÁ EM MIM E TERÁ A VIDA ETERNA

 

O PÃO QUE EU DAREI É MEU CORPO,

VIDA PARA O MUNDO

O QUE SEMPRE COMER DE MINHA CARNE

VIVERÁ EM MIM   COMO EU VIVO NO PAI

 

41. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

 

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

 

42. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:

Pres: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:

Seja proveitoso, ó Deus, ao vosso filho Daniel Águeda o sacrifício da vossa Igreja, para que, na companhia dos Santos, conviva com o Cristo, cuja misericórdia recebeu no sacramento. Por Cristo, nosso Senhor.

Ass: Amém

 

RITOS FINAIS

141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo: Pres: O Senhor esteja convosco.

Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono diz:

Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

 

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:

Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.

Ass: Amém.


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