Semanário Litúrgico | Quarta-feira de Cinzas


SEMANÁRIO LITÚRGICO
QUARTA-FEIRA DE CINZAS
JEJUM E ABSTINÊNCIA

Ano A
Cor litúrgica: Roxo
(18/02/2026)

RITOS INICIAIS

ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

CANTO
Opção I

    VOLTA, MEU POVO, AO TEU SENHOR
    E EXULTARÁ TEU CORAÇÃO.
    ELE SERÁ TEU CONDUTOR,
    TUA ESPERANÇA DE SALVAÇÃO!

1. SE CONFESSAS TEU PECADO,
    ELE É JUSTO E COMPASSIVO.
    CANTARÁS PURIFICADO
    OS LOUVORES DO DEUS VIVO.

2. NOSSAS VIDAS TÃO DISPERSAS
    NOSSO DEUS AS JUNTARÁ!
    E SEREMOS NOVO POVO,
    ELE NOS RENOVARÁ!

3. SE VOLTARES AO SENHOR,
    ELE A TI SE VOLTARÁ!
    POIS IMENSO É SEU AMOR
    E JAMAIS SE ACABARÁ!
Opção II

    Ó SENHOR, DE TUDO, TENDES COMPAIXÃO
    PORQUE NADA QUE CRIASTES DESPREZAIS
    PERDOAI NOSSOS PECADOS, VOS PEDIMOS:
    DAI-NOS, SENHOR E NOSSO DEUS, VOSSO PERDÃO.

1. PIEDADE, SENHOR, PIEDADE
    POIS EM VÓS SE ABRIGA A MINH’ALMA!
    DE VOSSAS ASAS, À SOMBRA, ME ACHEGO,
    ATÉ QUE PASSE A TORMENTA, SENHOR!

2. LANÇO UM GRITO AO SENHOR DEUS ALTÍSSIMO
    A ESTE DEUS QUE ME DÁ TODO O BEM
    QUE ME ENVIA DO CÉU SUA AJUDA
    E CONFUNDA OS MEUS OPRESSORES

3. VOU LOUVAR-VOS, SENHOR, ENTRE OS POVOS
    DAR-VOS GRAÇAS POR ENTRE AS NAÇÕES!
    VOSSO AMOR É MAIS ALTO QUE OS CÉUS!
    MAIS QUE AS NUVENS A VOSSA VERDADE!

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

ANTÍFONA

Nas Missas sem canto, o sacerdote recita a Antífona de Entrada:
cf.  Sb 11, 23. 24. 26
Ó  Deus, vós tendes compaixão de todos e não rejeitais nada que criastes; fechais os olhos aos seus pecados por causa da penitência e os perdoais, porque sois o Senhor nosso Deus.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
E o povo responde:
Ass.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro, poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

Não há Ato Penitencial. Será substituído pela imposição das cinzas.

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Pres.: Senhor, concedei-nos iniciar com o santo jejum este tempo de conversão para que, auxiliados pela penitência, sejamos fortalecidos no combate contra o espírito do mal. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
 Jl 2, 12-18

Chorem, postos entre o vestíbulo e o altar, 
os ministros sagrados do Senhor.

O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados. 

Leitura da Profecia de Joel

“Agora, diz o Senhor, voltai para mim com todo o vosso coração, com jejuns, lágrimas e gemidos; rasgai o coração, e não as vestes; e voltai para o Senhor, vosso Deus; ele é benigno e compassivo, paciente e cheio de misericórdia, inclinado a perdoar o castigo”. Quem sabe, se ele se volta para vós e vos perdoa, e deixa atrás de si a bênção, oblação e libação para o Senhor, vosso Deus? Tocai trombeta em Sião, prescrevei o jejum sagrado, convocai a assembleia; congregai o povo, realizai cerimônias de culto, reuni anciãos, ajuntai crianças e lactentes; deixe o esposo seu aposento, e a esposa, seu leito. Chorem, postos entre o vestíbulo e o altar, os ministros sagrados do Senhor, e digam: “Perdoa, Senhor, a teu povo, e não deixes que esta tua herança sofra infâmia e que as nações a dominem”. Por que se haveria de dizer entre os povos: “Onde está o Deus deles?” Então o Senhor encheu-se de zelo por sua terra e perdoou ao seu povo.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

— Misericórdia, ó Senhor, pois pecámos.
Ass.: Misericórdia, ó Senhor, pois pecámos.

— Tende piedade, ó meu Deus, misericórdia! Na imensidão de vosso amor, purificai-me! 
 Lavai-me todo inteiro do pecado, e apagai completamente a minha culpa!
Ass.: Misericórdia, ó Senhor, pois pecámos.

— Eu reconheço toda a minha iniquidade, o meu pecado está sempre à minha frente. 
 Foi contra vós, só contra vós, que eu pequei, pratiquei o que é mau aos vossos olhos!
Ass.: Misericórdia, ó Senhor, pois pecámos.

— Criai em mim um coração que seja puro, dai-me de novo um espírito decidido. 
 Ó Senhor, não me afasteis de vossa face, nem retireis de mim o vosso Santo Espírito!
Ass.: Misericórdia, ó Senhor, pois pecámos.

— Dai-me de novo a alegria de ser salvo e confirmai-me com espírito generoso! 
 Abri meus lábios, ó Senhor, para cantar, e minha boca anunciará vosso louvor!
Ass.: Misericórdia, ó Senhor, pois pecámos.

SEGUNDA LEITURA
2Cor 5, 20-6, 2

É agora o momento favorável, é agora o dia da salvação.

Se houver uma segunda leitura, o leitor proclama do ambão, como descrito acima.

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios

Irmãos: Somos embaixadores de Cristo, e é Deus mesmo que exorta através de nós. Em nome de Cristo, nós vos suplicamos: deixai-vos reconciliar com Deus. Aquele que não cometeu nenhum pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele nós nos tornemos justiça de Deus. Como colaboradores de Cristo, nós vos exortamos a não receberdes em vão a graça de Deus, pois ele diz: “No momento favorável, eu te ouvi e no dia da salvação, eu te socorri”. É agora o momento favorável, é agora o dia da salvação.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Segue o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico.

JESUS CRISTO, SOIS BENDITO, 
SOIS O UNGIDO DE DEUS PAI!

OXALÁ OUVÍSSEIS HOJE A SUA VOZ: 
NÃO FECHEIS OS CORAÇÕES COMO EM MERIBA!

Ou, para recitação:
Jesus Cristo, sois bendito, sois o Ungido de Deus Pai!

Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: não fecheis os corações como em Meriba!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinando-se diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
Mt 6, 1-6. 16-18

E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa.

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.:  O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz, e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℣.:  Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
O povo responde:
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Ficai atentos para não praticar a vossa justiça na frente dos homens, só para serdes vistos por eles. Caso contrário, não recebereis a recompensa do vosso Pai que está nos céus. Por isso, quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. Ao contrário, quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita, de modo que a tua esmola fique oculta. E o teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa. Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar em pé, nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. Ao contrário, quando tu orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu Pai que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa. Quando jejuardes, não fiqueis com o rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto, para que os homens vejam que estão jejuando. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, para que os homens não vejam que tu estás jejuando, mas somente teu Pai, que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa”.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.:  Palavra da Salvação.
O povo responde:
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

IMPOSIÇÃO DAS CINZAS

Terminada a homilia, o presidente de pé, diz:
Pres.: Caros irmãos e irmãs, supliquemos a Deus Pai que se digne abençoar com a riqueza da sua graça estas cinzas que vamos colocar sobre as nossas cabeças em sinal de penitência.
Em seguida, faz-se um breve tempo de silêncio. Diante do pote com as cinzas, diz uma das orações:
Pres.: Ó Deus, que vos deixar comover pelos que se humilham e vos reconciliais com os que reparam suas faltas, inclinai com bondade o vosso ouvido às nossas súplicas. Derramai propício a graça da vossa bênção  sobre os fiéis que vão receber estas cinzas, para que, prosseguindo na observância da Quaresma, mereçam chegar de coração purificado à celebração do mistério pascal do vosso Filho. Que vive e reina pelos séculos dos séculos.
Ou, então:
Pres.: Ó Deus, que não quereis a morte do pecador, mas a sua conversão, escutai com bondade as nossas preces e dignai-vos abençoar estas cinzas que vamos colocar sobre as nossas cabeças. E assim, reconhecemos que somos pó e que ao pó voltaremos, consigamos, pela observância da Quaresma, obter o perdão dos pecados e viver uma vida nova, à semelhança do vosso Filho ressuscitado. Que vive e reina pelos séculos dos séculos.
E o povo responde:
Ass.: Amém.
Em silêncio, asperge as cinzas com água benta. 

A seguir, os fiéis se aproximam para receber as cinzas. O presidente impõe as cinzas sobre a cabeça dos fiéis e diz uma das seguintes frases:
℣.: Convertei-vos e crede no Evangelho.
Ou, então:
℣.: Lembra-te que és pó, e ao pó hás de voltar.

Enquanto ocorre a imposição das cinzas, pode cantar-se ou rezar o Responsório:

RESPONSÓRIO
cf. Bar 3, 2; Salmo 78, 9

(cf. Missal Romano p.172)

O presidente ou um ministro designado pode ir recitando o responsório:
℣.:  Renovemos a nossa vida, reparemos o mal que fizemos, para que não nos surpreenda o dia da morte e nos falte o tempo para nos convertermos.
Ass.: Ouvi-nos, Senhor, e tende compaixão de nós, porque somos pecadores.

℣.: Ajudai-nos, Senhor, pela glória do vosso nome; perdoai as nossas culpas e salvai-nos.
Ass.: Ouvi-nos, Senhor, e tende compaixão de nós, porque somos pecadores.» 

CANTO
Opção I

    TROQUEMOS NOSSA VESTE POR CINZAS E CILÍCIO;
    CHOREMOS, JEJUANDO EM FACE DO SENHOR:
    POIS CHEIO DE BONDADE É O NOSSO DEUS,
    CAPAZ DE PERDOAR NOSSOS PECADOS.

1. TENDE PIEDADE, Ó MEU DEUS, MISERICÓRDIA!
    NA IMENSIDÃO DE VOSSO AMOR, PURIFICAI-ME!
    LAVAI-ME TODO INTEIRO DO PECADO,
    E APAGAI COMPLETAMENTE A MINHA CULPA!

2. EU RECONHEÇO TODA A MINHA INIQUIDADE,
    O MEU PECADO ESTÁ SEMPRE À MINHA FRENTE.
    FOI CONTRA VÓS, SÓ CONTRA VÓS, QUE EU PEQUEI,
    E PRATIQUEI O QUE É MAU AOS VOSSOS OLHOS!

3. MOSTRAIS ASSIM QUANTO SOIS JUSTO NA SENTENÇA,
    E QUANTO É RETO O JULGAMENTO QUE FAZEIS.
    VEDE, SENHOR, QUE EU NASCI NA INIQUIDADE
    E PECADOR JÁ MINHA MÃE ME CONCEBEU.

Opção II

    PERDOAI, SENHOR! 
    PERDOAI AO VOSSO POVO.

1. DOS ABISMOS EM QUE VIVO, 
    ERGO A DEUS O MEU CLAMOR:
    ESCUTAI A MINHA PRECE, 
    CLEMENTÍSSIMO SENHOR.

2. VOSSOS OUVIDOS ATENDAM, 
    COM DIVINA COMPAIXÃO
    MINHA VOZ QUE VOS IMPLORA: 
    ESCUTAI MINHA ORAÇÃO!

3. SE TODAS AS NOSSAS FALTAS, 
    TENDES EM VOSSA LEMBRANÇA,
    QUEM, SENHOR, HÁ-DE SALVAR-SE? 
    QUEM PODE TER ESPERANÇA?

4. MAS JUNTO DE VÓS, SENHOR, 
    SÓ ENCONTRAMOS PERDÃO
    PARA QUE TODOS VOS SIRVAM 
    EM PERFEITA ADORAÇÃO.

5. EU ESPERO NO SENHOR, 
    NO SENHOR OMNIPOTENTE;
    EM SUA PALAVRA 
    ESPERA A MINHA ALMA ARDENTEMENTE.


ORAÇÃO UNIVERSAL

Terminada a imposição das cinzas e tendo lavado as mãos, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: Irmãos e irmãs: Ao darmos início ao tempo santo da Quaresma, oremos para que todos os homens se convertam e tomem parte na renovação pascal, dizendo:
E todos dizem:
Ass.: Dai-nos, Senhor, um coração novo.

1. Por todos os fiéis da santa Igreja, para que, neste tempo favorável da Quaresma, se reconciliem uns com os outros e com Deus, oremos.

2. Por aqueles a quem foi dado algum poder, para que sirvam lealmente o bem comum e façam verdadeiros esforços pela paz, oremos.

3. Por todos os discípulos de Cristo, para que se convertam e acreditem no Evangelho e, em segredo, dêem esmola, rezem e jejuem, oremos.

4. Pelos doentes e por todos os que sofrem, pelos pobres, pelos pecadores e pelos famintos, para que tenham quem os socorra e alivie, oremos.

5. Pela nossa assembleia aqui presente, para que receba a graça de seguir a Cristo, no caminho da renovação pascal, oremos.

(Outras intenções...)

O sacerdote conclui, dizendo:
Pres.: Senhor, nosso Deus, rico em misericórdia, que nos chamais a converter o coração, dai-nos a alegria de sermos salvos e guiai-nos, pela força do Espírito, para a festa da Páscoa jubilosa. Por Cristo, nosso Senhor..
O povo responde:
Ass.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

1. SÊ BENDITO, SENHOR PARA SEMPRE
    PELOS FRUTOS DAS NOSSAS JORNADAS!
    REPARTIDOS NA MESA DO REINO,
    ANUNCIAM A PAZ ALMEJADA!

    SENHOR DA VIDA,
    TU ÉS A NOSSA SALVAÇÃO!
    AO PREPARARMOS A TUA MESA,
    EM TI BUSCAMOS RESSURREIÇÃO!

2. SÊ BENDITO, SENHOR PARA SEMPRE
    PELOS MARES, OS RIOS E AS FONTES!
    NOS RECORDAM A TUA JUSTIÇA,
    QUE NOS LEVAM A UM NOVO HORIZONTE!

3. SÊ BENDITO, SENHOR PARA SEMPRE
    PELAS BÊNÇÃOS QUAL CHUVA TORRENTE!
    TU FECUNDAS O CHÃO DESTA VIDA
    QUE ABRIGA UMA NOVA SEMENTE!

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltar e purificai-me do meu pecado.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Estando, depois, no meio do altar a voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Ao oferecer-vos solenemente este sacrifício no início da Quaresma, nós vos suplicamos, Senhor, a graça de dominar nossos maus desejos pelas obras de penitência e caridade, para que, purificados de nossos pecados, possamos celebrar com fervor a paixão do vosso Filho. Que vive e reina pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA

PREFÁCIO
Quaresma IV - Os frutos do jejum

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
O povo responde:
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pelo jejum quaresmal corrigis nossos vícios, elevais nosso espírito, e nos dais força e recompensa, por Cristo, Senhor nosso. Por ele, os Anjos louvam vossa majestade, as Dominações adoram, as Potestades tremem, as Virtudes celestiais e os Serafins celebram com exultação. Concedei também a nós, associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:

Une as mãos e com o povo recita o Santo, Santo, Santo...

CANTO

1. SANTO, SANTO, SANTO,
    SENHOR DEUS DO UNIVERSO. 
    O CÉU E A TERRA,
    PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. 

    HOSANA, HOSANA, 
    HOSANA NAS ALTURAS!
    HOSANA NAS ALTURAS!

2. BENDITO O QUE VEM,
    EM NOME DO SENHOR!

Ou, para recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo.

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão
e, mantendo-o m pouco acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama: 
Ass.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama: 
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama: 
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!

1C.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; ★ que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Pio, com o nosso Bispo N.*, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
A assembleia aclama: 
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C.: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama: 
Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C.: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama: 
Ass.: Amém.
RITOS DA COMUNHÃO

PAI-NOSSO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Somos chamados filhos de Deus e realmente o somos, por isso, podemos rezar confiantes:
E todos juntos rezam:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.
O povo responde:
Ass.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

CORDEIRO DE DEUS

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos faça participar da vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
    TENDE PIEDADE DE NÓS.
    TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
    TENDE PIEDADE DE NÓS.
    TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
    DAI-NOS A PAZ.
    DAI-NOS A PAZ.

Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, vosso Corpo e vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão:
Pres.: Quem come minha carne e bebe meu sangue permanece em mim e eu nele.
E, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

ANTÍFONA

Nas Missas sem canto, o sacerdote recita a Antífona de Comunhão:
cf. Sl 1,2-3
   Quem medita dia e noite na lei do Senhor dará seu fruto no devido tempo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, o distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

    AGORA O TEMPO SE CUMPRIU
    O REINO JÁ CHEGOU,
    IRMÃOS, CONVERTAM-SE
    E CREIAM FIRMES NO EVANGELHO!

1. FELIZ AQUELE HOMEN QUE NÃO ANDA
    CONFORME OS CONSELHOS DOS PERVERSOS;

2. QUE NÃO ENTRA NO CAMINHO DOS MALVADOS
    NEM JUNTO AOS ZOMBADORES VAI SENTAR-SE;

3. MAS ENCONTRA SEU PRAZER NA LEI DE DEUS
    E MEDITA, DIA E NOITE, SEM CESSAR.

4. EIS QUE ELE É SEMELHANTE A UMA ÁRVORE
    QUE À BEIRA DA TORRENTE ESTÁ PLANTADA;

5. ELA SEMPRE DÁ SEUS FRUTOS A SEU TEMPO
    E JAMAIS AS SUAS FOLHAS VÃO MURCHAR;

6. POIS DEUS VIGIA O CAMINHO DOS ELEITOS,
    MAS A ESTRADA DOS MALVADOS LEVA A MORTE.


    QUEM MEDITA NA LEI DO SENHOR, 
    DIA E NOITE, DIA E NOITE, 
    DARÁ O SEU FRUTO AO SEU TEMPO.

1. FELIZ É TODO AQUELE QUE NÃO ANDA,
    CONFORME OS CONSELHOS DOS PERVERSOS.
    QUEM NÃO ENTRA NO CAMINHO DOS MALVADOS,
    NEM JUNTO AOS ZOMBADORES VAI SENTAR-SE.
    MAS ENCONTRA SEU PRAZER NA LEI DE DEUS,
    E A MEDITA, DIA E NOITE, SEM CESSAR.

2. EIS QUE ELE É SEMELHANTE A UMA ÁRVORE,
    QUE À BEIRA DA TORRENTE ESTÁ PLANTADA.
    ELA SEMPRE DÁ SEUS FRUTOS A SEU TEMPO,
    E JAMAIS AS SUAS FOLHAS VÃO MURCHAR.
    EIS QUE TUDO O QUE ELE FAZ VAI PROSPERAR.

3. MAS BEM OUTRA É A SORTE DOS PERVERSOS.
    AO CONTRÁRIO, SÃO IGUAIS À PALHA SECA,
    ESPALHADA E DISPERSADA PELO VENTO.


    AQUELE QUE MEDITA DIA E NOITE, 
    NA LEI DO SENHOR,
    DARÁ FRUTO EM SEU TEMPO.

1. FELIZ O HOMEM QUE NÃO SEGUE O CONSELHO DOS ÍMPIOS,
    NÃO SE DETÉM NO CAMINHO DOS PECADORES,
    NEM TOMA PARTE NA REUNIÃO DOS MALDIZENTES.

2. MAS ANTES, SE COMPRAZ DA LEI DO SENHOR,
    E NELA DIA E NOITE.

3. É COMO ÁRVORE PLANTADA À BEIRA DAS ÁGUAS:
    DÁ FRUTO A SEU TEMPO E SUA FOLHAGEM NÃO MUCHA.
    TUDO QUANTO FIZER SERÁ BEM SUCEDIDO.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou  o acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou preferir um salmo ou outro cântico de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, profere a oração Depois da comunhão.
Pres.: Senhor, fazei que sejamos ajudados pelo sacramento que acabamos de receber, para que o nosso jejum vos seja agradável e nos sirva de remédio. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.

Se necessário, fazem-se breves comunicados ao povo.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote pode fazer o convite com estas ou outras palavras: 
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção. 

Em seguida, o sacerdote, estendendo as mãos sobre o povo, profere a bênção:
Pres.: Ó Deus, derramai benigno o espírito de arrependimento sobre os vossos fiéis inclinados diante de vós, para que mereçam alcançar por vossa misericórdia os prêmios prometidos aos penitentes. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
Ass.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
O povo responde:
Ass.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
℣.: Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.

ANTÍFONA
    
    AVE, RAINHA DO CÉU;
    AVE, DOS ANJOS SENHORA;
    AVE, RAIZ, AVE, PORTA;
    DA LUZ DO MUNDO ÉS AURORA.
    EXULTA, Ó VIRGEM TÃO BELA;
    AS OUTRAS SEGUEM-TE APÓS;
    NÓS TE SAUDAMOS: ADEUS!
    E PEDE A CRISTO POR NÓS!
    VIRGEM MÃE, Ó MARIA!

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

CANTO

    LEMBRA, SENHOR, O TEU AMOR FIEL PARA SEMPRE!
    QUE OS INIMIGOS NÃO TRIUNFEM SOBRE O POVO!
    DE SUAS ANGÚSTIAS, Ó SENHOR, LIVRA TUA GENTE!

1. SENHOR, DEUS, A TI ELEVO A MINHA ALMA,
    EM TI CONFIO: QUE EU NÃO SEJA ENVERGONHADO.
    NÃO SE ENVERGONHE QUEM EM TI PÕE SUA ESPERANÇA,
    MAS, SIM, QUEM NEGA POR UM NADA SUA FÉ!

2. MOSTRA-ME, SENHOR, OS TEUS CAMINHOS, 
    E FAZ-ME CONHECER A TUA ESTRADA!
    TUA VERDADE ME ORIENTE E ME CONDUZA,
    PORQUE ÉS O DEUS DA MINHA SALVAÇÃO!

3. RECORDA, SENHOR MEU DEUS, TUA TERNURA
    E A TUA COMPAIXÃO QUE SÃO ETERNAS.
    NÃO RECORDES MEUS PECADOS QUANDO JOVEM,
    NEM TE LEMBRES DE MINHAS FALTAS E DELITOS

4. O SENHOR É PIEDADE E RETIDÃO,
    E RECONDUZ AO BOM CAMINHO OS PECADORES.
    ELE DIRIGE OS HUMILDES NA JUSTIÇA,
    E AOS POBRES ELE ENSINA O SEU CAMINHO.
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