Declaração Apostólica «Pharisaeus» na qual se remove a magnitude e se declara a antipapia de Sisto I.

DECLARAÇÃO APOSTÓLICA
 PHARISAEUS
DO SUMO PONTÍFICE
PIO IX
DA REMOÇÃO DA MAGNITUDE E
DECLARAÇÃO DA ANTIPAPIA DE
SISTO I - ANTIPAPA

A todos os que esta lerem, saudação, paz e benção no Senhor.

    “Surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos.” (Mateus 24,11) Ao longo da história, não foram poucos os homens que ocuparam a Cátedra de Pedro com o único intuito de apropriar-se do poder, da luxúria e da vaidade. Diversos períodos da Igreja foram marcados por líderes que exploraram a hierarquia em benefício próprio e, quando contrariados, abandonaram a instituição, deixando-a em momentos de grande desafio.
    Há um ano, no primeiro dia de fevereiro, por volta das quinze horas, foi eleito o centésimo sétimo pontífice da Igreja. Viktor Peretti Gyokeres assumiu o nome de Sisto I. A eleição, por si só, gerou suspeitas, pois à época alguns cardeais denunciaram que, na véspera, houve polarização e manobras articuladas pela oligarquia Darllanista para impedir a eleição de um dos eleitores. Registra-se ainda que o próprio Gyokeres, então Deão do Colégio Cardinalício, teria pressionado seu antecessor, Romano II, a renunciar, alegando ser chegada a hora de uma mudança. Caso contrário, ameaçara criar um projeto de evangelização que atrairia consigo metade do clero, alterando profundamente o equilíbrio da Igreja.
    No próprio dia da eleição, poucas horas antes do início do segundo turno de votações, alguns cardeais relataram diretamente ao Cardeal Scherer que o Decano havia os convidado a votar nele, com o intuito de impedir a escolha do candidato que, na véspera, quase fora eleito para ocupar a Cátedra de Pedro.
    O pontificado de Sisto teve início marcado por uma série de controvérsias, entre as quais se destacam a readmissão de ex-clérigos previamente proibidos de retornar à comunhão da Igreja, a excomunhão do Cardeal Piacenza e o alegado vilipêndio do Ministério Petrino. Inclusive, em determinado momento, o pontífice chegou a emitir uma carta de renúncia ao pontificado, publicando-a no site da Sé; entretanto, posteriormente removeu o documento, justificando que havia agido sob abalo emocional e reconsiderado sua decisão de permanecer no cargo. Além do referido pontífice ser ausente e não tomar posições beneficientes para a Igreja que entrou em crise na época, pela oligarquia do seu círculo.
    Reunido sob a condução de Dom Mauro Cardeal Moretti, então Decano do Colégio dos Cardeais, o Colégio convocou-se com o propósito de avaliar as posições de Sisto I, seus atos e a validade de sua renúncia, à época anulada de forma considerada ilegítima. 
    A decisão foi ouvir novamente o Romano Pontífice e buscar uma solução capaz de apaziguar o conflito interno que se instaurara entre membros do purpurado, do episcopado e do presbiterado, em razão das atitudes e do alegado desgoverno de Sisto. Em resposta, de modo arrogante e despreocupado, o próprio pontífice declarou: “Bom, se estão tão incomodados com minha presença, tomem a cátedra logo”, configurando assim o abandono formal da Cátedra, já que permaneceu por horas sem se conectar. Tal conduta era prevista pela Constituição Universi Dominici Gregis V, vigente à época, que dispunha no Art. 1º, §2º: “[...] salvo se o pontífice estiver agindo com apostasia ou atos que venham a vilipendiar o Ministério Petrino. Compete unicamente ao Camerlengo e ao Decano agir em unidade com o Colégio dos Cardeais. Isto também vale para o pontífice que se ausentar por 72 horas sem justificativa prévia, conforme determinado por meus predecessores, caracterizando abandono da Cátedra e encerrando-se de imediato o Pontificado.”
    Como recorda o esclarecimento emitido em 8 de março do ano anterior, “A consumação da renúncia foi inicialmente marcada para 2 de março de 2025. Contudo, devido à resistência do cardeal Enrico Montini à sua continuidade, a decisão foi adiada para o dia seguinte. Ao longo de todo o dia 3 de março, Sisto recebeu inúmeras mensagens e tentativas de contato por parte dos cardeais, recusando-se, porém, a responder, confirmando sua indisponibilidade para o diálogo. Diante desse silêncio e da impossibilidade de reverter a renúncia manifestada, o Colégio Cardinalício reuniu-se às 21h30 de 3 de março e declarou a consumação definitiva de seu pontificado, por abandono da Cátedra de Pedro.”
    Após a deposição do pontificado e o início do período de sede vacante, instaurou-se um cisma liderado pelo Sr. Viktor Gyokeres (Darllan Viktor Messias). Diversos cardeais que haviam apoiado a deposição acabaram por alinhar-se a ele. Foi então eleito, como sucessor de Sisto, Leão V, que procurou implementar medidas para reestruturar a Igreja em meio a um período conturbado, marcado por duras perseguições promovidas pelos oligarcas do Sr. Messias. A dissiminação da oligarquia da Igreja fora combatida após um período de um pontificado instável.
    De acordo com a Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis VI, no Capítulo IV do Livro II, lê-se: “[...] o Pontífice que atentar gravemente contra a integridade do múnus petrino por meio de apostasia, heresia ou corrupção moral, poderá ser deposto, tornando-se automaticamente antipapa.” Assim, considerando todo o histórico de nosso predecessor, Sisto I, REMOVEMOS o título de Magno que lhe fora concedido por nós em nove de novembro de dois mil e vinte e cinco, e atribuímos, conforme determina a presente Constituição Apostólica, o título de ANTIPAPA.
    É fundamnetal perseverarmos na continuidade das nossas orações pela Igreja, pelos sucessores de Pedro e de Romano I, bem como por todos aqueles que a lideram. A Igreja não pode, em hipótese alguma, ser utilizada para fins pessoais, busca de méritos próprios ou promoção da desordem. Ela deve permanecer como um apostolado sério, íntegro e comprometido com sua missão, não se deixando enganar por falsos pastores que, sob a aparência de mansos cordeiros, escondem-se como predadores vorazes, sedentos e espiritualmente inertes.

    Declarado em Latrão, Sé Diocesana, no dia 14 de fevereiro do ano da encarnação do Senhor de 2026, primeiro do meu pontificado.

+ Pius Pp. IX
Pontifex Maximvs

Subscrito por,
Mons. Daniel Cantalessa

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ANEXOS

Prova da renúncia na época emitida pelo próprio e tornada em rascunho.

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Declaração do antipapa Sisto I em relação ao abandono da Cátedra.

LINKS UTÉIS:


Esclarecimento | Em relação ao término do Pontificado de Sisto
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